MDB concorda com reduções na máquina, e mantém apoio a reeleição na Alepi

A executiva estadual do MDB se reuniu nesta segunda-feira (5). Na reunião, entre as pautas discutidas estavam a redução da máquina administrativa com a extinção de órgãos. A proposta lançada na semana passada pelo presidente do Progressistas, senador Ciro Nogueira, recebeu apoio dos emedebistas.

Outra questão que ficou decidida no encontro foi a de que partido mantém o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, Themístocles Filho, para a reeleição. “Nós vamos trabalhar pelo consenso, mas se isso não for possível vamos para a disputa e que vença quem tiver mais votos assim como determina a democracia”, afirmou o presidente do MDB, senador eleito Marcelo Castro.

De ‘vice dos sonhos’, Magno Malta passou a ‘elefante na sala’ e será ministro

                                                                      Magno Malta será ministro na cota pessoal de Bolsonaro

Patrik Camporez e Natália Portinari
O Globo

O Brasil aguardava a primeira declaração oficial do presidente eleito, Jair Bolsonaro , no último dia 28, quando este pediu que Magno Malta (PR) fizesse uma oração. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem a mão de Deus”, disse Malta na oração improvisada. Depois, segurou a mão do futuro chefe de Estado e rezou um Pai-Nosso.

O pastor-senador seria “o vice dos sonhos”, segundo Bolsonaro. Mas, enquanto o candidato esperava uma definição, Malta já fazia campanha por sua reeleição ao Senado nas igrejas capixabas.

PREFERIU O SENADO – Quando O Globo revelou que o pastor não seria vice, em 11 de julho, Bolsonaro foi ao gabinete dele tirar satisfação. Malta contemporizou para não tornar a recusa pública enquanto Bolsonaro buscava outro nome. Depois, lançou sua candidatura ao Senado em evento com 250 pastores.

A campanha de Malta, com gastos declarados de R$ 2,7 milhões, porém, naufragou. Sem mandato, foi chamado de “elefante na sala” pelo general Hamilton Mourão, vice-presidente eleito. De olho em um cargo, já declarou ter preferência pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. A previsão é que seja anunciado titular do Ministério da Família, o que pode ser a fusão das pastas de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.

— Ele foi um guerreiro pesado na campanha de Bolsonaro. Um dos motivos que o levaram a perder a eleição foi ter viajado para cima e para baixo atrás do Bolsonaro. Foi um cara fundamental, aguerrido — diz Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

EXTROVERTIDO – Malta nasceu em Macarani (BA) e se formou pastor em um seminário batista em Recife (PE), em 1981. Era cantor da banda de pagode gospel Tempero do Mundo, com composições como “Aquele que cheirava já não corre atrás/Jesus Cristo venceu Satanás”. Seu primeiro cargo foi de vereador de Cachoeiro do Itapemirim (ES), em 1993.

Pulou para deputado estadual do Espírito Santo, deputado federal e, por fim, senador. Ganhou notoriedade polemizando. Em 2008, levou um homem mascarado ao Senado. A jornalistas, disse que ele seria testemunha de que o traficante Fernandinho Beira-Mar planejava sequestrar sua filha. Afirmou estar ameaçado por ter ido “muito fundo” nas investigações da CPI do Narcotráfico, que presidia.

Na CPI da Pedofilia, em 2009, acusou o cobrador de ônibus capixaba Luiz Alves de Lima de estuprar a própria filha, de 2 anos. Após nove meses preso, o réu foi inocentado e processa o senador.

LULA E DILMA – Malta apoiou Lula e Dilma Rousseff. E se aproximou de Aécio Neves, mas se afastou quando a imagem do tucano foi associada à corrupção.

— Será que leva tanto tempo para uma pessoa como Magno Malta saber que o PT é o demônio? Claro que não. Era oportunista — critica o deputado e pastor evangélico Marco Feliciano (Pode-SP).

Procurado, Malta disse que acreditou no sonho de acabar com a miséria vendido pelo PT e “se encantou” com Lula, para logo se desiludir:

— Quando colocaram milhões de pessoas no Bolsa Família, o diabo soprou no ouvido e falou: “Agora ninguém tira mais vocês, não”. Eles começaram um striptease moral. Começaram a atacar os valores da família e da fé. Quiseram legalizar o aborto, a droga, e aí veio a onda da ideologia de gênero, o ataque às famílias.

SERÁ MINISTRO – O deputado Carlos Manato (PSL-ES) disse, semana passada, que Malta será ministro:

— Ele é merecedor, por tudo o que fez pelo Bolsonaro. Segunda ou terça, deve ser confirmado. O presidente deixou claro: Magno estava cotado para ser ministro mesmo antes de senador.

Aliados dizem que Malta julgava estar eleito, e foi rodar o país com Bolsonaro. Visitou o aliado várias vezes no Hospital Albert Einstein e gravava vídeos conduzindo orações. Na reta final, ao perceber o risco de perder, despejou dinheiro na campanha, mas era tarde.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– A matéria tem clara intenção de desconstruir Malta, para atacar Bolsonaro de forma indireta. Realmente, não gosto desse tipo de jornalismo praticado nesta eleição pelo Globo, que protegeu e tentou eleger um criminoso de verdade, como Eduardo Paes, que destruiu as finanças do Rio de Janeiro, e agora ataca um político que é ficha-limpa e nada consta. Realmente é desanimador. (C.N.)

Sem dinheiro, secretário diz que 13º salário é prioridade para o governo

O secretário de Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles, admitiu nesta segunda-feira (05), que o governo do Piauí ainda não tem reserva de recursos para pagar a segunda parcela do 13º salário dos servidores. Rafael Fonteles alertou que a crise continua afetando as receitas do Estado e que a equipe econômica está trabalhando com um forte contingenciamento de despesas para garantir o pagamento, que deve ser feito por volta do dia 17 a 20 de dezembro.

De acordo com o secretário, em entrevista ao Jornal do Piauí, o pagamento do 13º é prioridade para o governador Wellington Dias.

“Não temos (reserva), mas estamos trabalhando para ter. Nós temos uma tabela e queremos seguir fielmente essa tabela. Ano passado foi muito difícil cumprir, muita gente não acreditou e a gente conseguiu. Eu alertei desde o início, comecei a alertar muito cedo, e como disse, nunca esse risco foi zerado. Sempre há um desafio no final do ano”, destacou. 

Ele acrescentou: “É bom que se diga que metade do 13º é pago no mês de aniversário do servidor. Estamos falando da segunda metade, que é paga por volta dos dias 17 a 20 de dezembro. Estamos lutando para isso, não temos essa reserva e temos confiança de que iremos honrar. É a nossa prioridade, é a do governador Wellington Dias e estamos lutando com toda equipe econômica com forte contingenciamento de despesa para priorizar o que é essencial”, explica.

(Lyza Freitas
redacao@cidadeverde.com )

Zé Hamilton é mesmo o dono dos votos dos parnaibanos?!!!

                                                                             Zé Hamilton na Rádio Cidade

A impressão que ficou em quem leu no blogo do Tiago Mendes uma entrevista que o ex-prefeito Zé Hamilton concedeu dia 1º de novembro na Rádio Cidade FM, é que ele é o dono absoluto dos votos de todos os parnaibanos. E que basta ele fazer um aceno, estarão todos, indiscutivelmente, sufragando o seu nome como prefeito da cidade pela 4ª vez.

Era o Dia de Todos os Santos. Deveria estar se sentindo ungido pelo deus Wellington Dias, que esqueceu totalmente de suas responsabilidades, desde o ano passado, para pensar apenas e tão somente em sua eleição para o 4º mandato, em 7 de outubro. E conseguiu. Zé Hamilton, por seu turno, talvez nem tenha o que fazer, porém, presta um grande desserviço quando antecipa a sucessão municipal, esquecido de que Parnaíba possui mais de 100 mil eleitores e que, como ele mesmo diz, a vez é dos mais novos, das novas ideias e propostas. A velha política dos coronéis acaba de ser derrotada. Ele não viu???

(…)pode é botar a filha, ele, a mulher e quem ele quiser, juntar ‘tudim’ eu derroto no voto”, teria dito Zé Hamilton em sua entrevista, referindo-se ao atual prefeito Mão Santa, a quem deve sua primeira eleição de prefeito. Quanta arrogância! Quanto ressentimento, falta de humildade, Zé, em alguém que teria a responsabilidade de conciliar, aconselhar, aproveitando a experiência que tem.

                                                                      Zé Hamilton entrevistado por Tiago Mendes e Kairo Amaral

Talvez Zé Hamilton lembre que o falecido e ex-prefeito de Luís Correia, professor Antônio de Pádua da Costa Lima, num desses arroubos teria declarado que ao eleitor luizcorreienses bastava ele botar milho na “CUIA” e balançar, que todos viriam votar ele. Na eleição seguinte perdeu para os votos em branco. Contam por lá uma estória mais ou menos assim. E em Parnaíba? Só porque Zé Hamilton quer, todos os parnaibanos vão votar nele para ser prefeito em 2020?

Zé Hamilton ganhou uma “boquinha” de suplente de senador. Mas eu teria vergonha de haver participado da eleição e ajudado a eleger alguns candidatos que concorreram, do lado do governo, dizem que comprando caro os votos, usando o dinheiro que faltou na escola, na segurança, na saúde… sim, pessoas continuam morrendo de câncer porque, ao que se informa, antes do final do mês o governo do Estado deixa de autorizar procedimentos oncológicos para o Hospital São Marcos. Quem estiver precisando de algo urgente, que morra!!! É assim que o governo do estado trata pessoas, seres humanos.

Vergonhoso para alguém que se diz honesto haver participado de um processo eleitoral dos mais desonestos deste Estado. Mas, Wellington Dias e seus asseclas, dentre os quais Zé Hamilton e caterva, venceu as e eles estão felizes. Para eles, é o que importava… Mas, e  o povo? O que a população vê no horizonte, além de uma nuvem negra que embaça as esperanças de dias melhores?

Mas, sigamos em frente. A sucessão municipal 2020 foi lançada, dia 1º de novembro de 2018, pelo ex-prefeito de Parnaíba e ex-deputado (o pior da Assembleia). E os eleitos do último pleito sequer assumiram ainda.

Quem tem o que fazer, não antecipa os fatos. Vive-os, no presente. Antecipar fatos é para desocupados; é estar na contramão da história. Até porque, esses projetos de longo prazo costumam falhar. Afinal, quem sabe quem estará vivo daqui a alguns instantes?

Sistema do Detran está fora do ar há 1 semana e todos serviços são prejudicados

O sistema de dados do Detran-PI está fora do ar há uma semana. Nesta segunda-feira (5) dezenas de pessoas foram ao departamento e voltaram para casa sem resolver suas demandas. 

O motivo do problema seria um curto circuito que ocorreu semana passada na Agência de Tecnologia da Informação do Governo do Estado. O funcionário público João soares foi ao Detran normalizar o emplacamento de seu carro. Ele lamenta a situação e pede a regularização do sistema. 

“Prejudica a mim e várias pessoas. Me sinto traído pelo Estado, que deveria estar mais aparelhado. Enquanto isso tenho que andar com o emplacamento do veículo atrasado, sujeito a ser pego em blitz”, reclama o funcionário público. 

O representante comercial César Gomes veio de Caxias (MA) para regularizar o documento de licenciamento de seu veículo. Ele deixou o carro em casa para evitar sem flagrado em blitz.  “Me disseram que o sistema estava fora do ar e que não tem prazo para voltar.  Agora só me resta voltar para casa”, lamenta. 

O diretor geral do Detran, Arão Lobão, informou que o sistema deve ser reestabelecido na próxima quarta-feira (7).  O gestor ressalta que todos os serviço estão prejudicados. 

A direção informa que o prazo para pagamento da taxa de licenciamento com vencimento em 31 de outubro de 2018, evitando causar prejuízos.  O diretor pede que a diretoria de fiscalização do Detran tenha “consciência das dificuldades” neste período que o sistema está fora do ar. 

Goteira em sala 

Além da falha no sistema, o Detran passa por problemas estruturais. Em uma sala do órgão o Cidadeverde.com flagrou uma goteira. De acordo com funcionários do departamento, vazamento acontece há dias.

Os funcionários temem que a água atinja a fiação elétrica do departamento. 

Izabella Pimentel
redacao@cidadeverde.com 

O conto do vigário do perigo fascista

Colunistas e entrevistados do Estadão precisam ler o editorial “Os desesperados” do Estadão.

Eis um trecho:

À medida que foi sendo desossado pelas urnas e pela Justiça, o partido de Lula da Silva recrudesceu seu autoritarismo, expondo cada vez mais seu desespero. Depois de passar a campanha inteira a denunciar como ‘golpe’ o impeachment constitucional de Dilma Rousseff, a exigir a libertação de Lula, como se este não tivesse que cumprir pena pelos crimes que cometeu, e a exigir apoio a seu candidato como única forma de ‘salvar a democracia’ ante o perigo do ‘fascismo’ supostamente representado pela candidatura de Bolsonaro, o PT agora trata de dizer que a vitória do oponente resultou de um processo ‘eivado de vícios e fraudes’, conforme declarou a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.

Os petistas, assim, fazem exatamente aquilo que deles se esperava – isto é, em vez de aceitar o resultado das urnas e se organizar para fazer oposição decente e leal ao futuro governo, preferem deflagrar campanha para deslegitimar a vitória de Bolsonaro. Do alto de sua prepotência, os petistas dizem que Bolsonaro foi eleito depois de ‘uma campanha de ódio e de mentiras, que nos últimos anos manipulou o desespero e a insegurança da população’, como diz uma resolução da Executiva Nacional do PT aprovada logo após a eleição. Ou seja, para o PT, se não houvesse ‘manipulação’ e ‘mentiras’ o candidato petista seria eleito com folga.

Um partido que em documento oficial chama um presidente democraticamente eleito de ‘aventureiro fascista’, como faz o PT, não tem a menor intenção de fazer oposição. Para esta atitude verdadeiramente golpista já chamávamos a atenção no editorial Desespero, de 19 de outubro. Sua intenção é inviabilizar o governo e, por tabela, impedir que o País saia da crise que os próprios petistas criaram em sua desastrosa passagem pela Presidência. Os desesperados petistas prometem ‘construir uma frente de resistência pelas liberdades democráticas’, como se o País estivesse às portas da ditadura, e essa ‘resistência’ se estende a tudo o que interessa à maioria da população, a começar pela reforma da Previdência.

Enquanto isso, os grupelhos a serviço do lulopetismo mostram do que é feita a “democracia” que defendem: uma manifestação convocada pelo notório Guilherme Boulos para exigir que Bolsonaro ‘respeite a oposição’ e ‘as liberdades democráticas’ acabou em tumulto e depredação na terça-feira passada em São Paulo.

Não surpreende, assim, que a tal ‘frente de oposição’ que o PT pretende liderar não tenha apoio. O grave momento do País exige um esforço de todos para a superação da crise, o que implica a existência de uma oposição dura, porém prudente. Os sabotadores – aqueles que não se importam com o interesse público – devem ser isolados, para que fique patente de vez sua profunda irresponsabilidade.”

(Fonte: O Antagonista)

Edição:blogdobsilva

Sinal analógico será desligado em Parnaíba em um mês

Para ter acesso ao sinal e aos benefícios da TV digital, os telespectadores da região de Parnaíba precisam adaptar seu aparelho de televisão antes do dia 05 de dezembro

No dia 05 de dezembro, o sinal analógico de televisão será desligado em Parnaíba, Araioses e Ilha Grande. A programação dos canais abertos será transmitida apenas pelo sinal digital, com imagem e som de cinema. Para continuar assistindo à programação, todas as residências da região precisam ter uma antena digital e um aparelho de televisão preparado para receber o sinal digital.

Saiba se a sua casa já está preparada ou se será necessário providenciar mudanças para continuar assistindo os canais abertos de televisão:

1)      Antena – Nem toda antena consegue captar o sinal digital de televisão. A antena deve ser digital e a recomendação da Seja Digital é que o modelo seja externo, instalado no telhado da casa.

2)      Televisor – Se o aparelho for uma televisão de tubo, será necessário instalar um conversor de sinal. Se o televisor for de tela fina e não estiver preparado para receber o sinal digital, também precisará de um conversor de sinal. Para ter certeza se o televisor já tem o conversor, consulte o manual do fabricante.

3)      TV paga ou parabólica: Se você utiliza algum desses serviços, não será necessário adaptar sua TV ou antena. Em todo caso, entre em contato com sua operadora ou com um antenista para garantir a continuidade do serviço em todos seus televisores.

Inclusão Digital

As famílias de Parnaíba, Araioses e Ilha Grande devem verificar se têm direito a receber um dos mais de 34 mil kits gratuitos com antena digital, conversor e controle remoto. A população deve acessar o site sejadigital.com.br/kit ou ligar gratuitamente para o número 147 com o NIS (Número de Identificação Social) em mãos. Se o nome estiver na lista, é só escolher o dia, horário e local para retirar os equipamentos.

Por meio desses canais, a população também poderá tirar dúvidas sobre as mudanças trazidas pela TV digital e sobre como se preparar para receber o novo sinal. Outra alternativa, também, é visitar um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo de sua residência e procurar pelo ponto de apoio da Seja Digital para esclarecer dúvidas ou agendar a retirada do kit.

Digitalização passou por grandes cidades

Mais de 650 cidades brasileiras já passaram por essa mudança, incluindo a regiões de Brasília, São Paulo, Goiânia, Recife, Salvador, Fortaleza, Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, São Luís, Aracaju, Belém, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Teresina, Cuiabá, Macapá, Palmas, Porto Velho, Boa Vista, Campo Grande, Rio Branco, Juazeiro do Norte e Sobral. Durante o processo, a entidade realiza diversas ações com o objetivo orientar, informar e oferecer suporte didático a toda população por meio de campanhas de comunicação e mobilização social. Com o desligamento do sinal analógico, os moradores dessas cidades passaram a assistir os canais abertos de televisão apenas pelo sinal digital, que transmite a programação gratuitamente com imagem e som de cinema. Às famílias que têm direito aos equipamentos, a Seja Digital já distribuiu mais de 11,9 milhões de kits.

Sobre a Seja Digital

A Seja Digital (EAD – Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil. Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal. Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018.

Eleições OAB: ReageOAB realiza arrancada da oposição nesta terça-feira (6) em Teresina

A ReageOAB, chapa encabeçada pela advogada Georgia Nunes como candidata à presidente e pelo advogado Léo Airton como vice, realizará a arrancada da oposição nesta terça-feira (6), a partir das 20h, no Splendore Buffet, reunindo advogados e advogadas que atuam na capital. Neste pleito, a chapa é a única que se configura como oposição para a disputa da próxima gestão da Ordem dos Advogados do Brasil no Piauí (OAB-PI).

De acordo com a advogada Geórgia Nunes, os dois principais pilares da chapa estão embasados na defesa intransigente da advocacia e das prerrogativas do advogado piauiense, bem como no apoio e assistência à qualificação dos jovens advogados.

“Percebemos que, na atual gestão, o conselho não está sendo escutado, não há democracia dentro do Ordem. Queremos fazer com que os advogados e advogadas voltem a se orgulhar da Ordem, e que esta possa garantir que nenhum colega terá suas prerrogativas desrespeitadas. Por outro lado, temos que garantir capacitação, além de incentivar o empreendedorismo entre a classe, oportunizando aos jovens e veteranos noções de gerenciamento de escritórios”, afirma Georgia Nunes.

Para o candidato a vice na chapa ReageOAB, o advogado Luís Airton, a falta de representatividade, de transparência e de compromisso da atual gestão com o advogado, especialmente com os mais jovens, é o que mais preocupa.

“Por isso, temos como uma das nossas propostas a reativação dos cursos de capacitação para que os jovens advogados possam aprender o trabalho do dia a dia, com a prática. O atual presidente não é advogado militante, não tem interesse na advocacia. Para se ter uma ideia, de um mandato de três anos, ele se licenciou por dois anos para cuidar de um doutorado, projeto pessoal, deixando a Ordem de lado. As comissões também reduziram significativamente de tamanho”, alerta Léo Airton.

Conheça a chapa completa:

PRESIDENTE – GEÓRGIA FERERIRA MARTINS NUNES

VICE – LEONARDO AIRTON SOARES

TESOUREIRO – CARLOS YURY ARAUJO DE MORAIS

SECRETARIO GERAL – GUILARDO CESÁ MEDEIROS GRAÇA

SECRETARIO ADJUNTO – ELENILZA DOS SANTOS ALVES

Obras do Governo do Estado em Parnaíba vão continuar paralisadas?

Para observadores, os que defendem o governo do Estado em Parnaíba pecam por acreditar que o governador Wellington Dias vá mudar neste 4º mandato e que vai concluir todas as obras iniciadas e as prometidas.

Ora, se for verdade o que se comenta, que se comprou votos no município como se compra banana na feira, Wellington Dias e sua trupe não tem compromisso algum com a cidade e nem com ninguém. Se comprou e pagou, “estamos quites”. É aguardar o andar da carruagem porque, pelo que se prenuncia, com Jair Bolsonaro no comando do governo federal, as coisas de Brasília para o governador Wellington Dias, não serão nada fáceis. Dias turbulentos nos aguardam.

Oposição

E a oposição ao prefeito Mão Santa já faz os cálculos e diz que está preparada para tomar o poder municipal em 2020, embalada pela votação que o PT teve em Parnaíba. Até o nome do ex-prefeito Florentino Neto é citado como um dos prováveis candidatos a prefeito. Como também tem o sempre candidato Deusimar Tererê, o ex-vereador Fernando Gomes, o deputado Dr. Hélio, dentre outros, fica a certeza de que, com a oposição dividida, Mão Santa se reelege certamente.

Tratamentos de radioterapia poderão sem feitos em Parnaíba ano que vem

                                                                         Hospital e Maternidade Marques Bastos

Uma boa notícia que representa um grande avanço para o tratamento do câncer em Parnaíba: o diretor do Hospital e Maternidade Marques Bastos, Mirócles Véras, declarou na semana passada que já estão em andamento as tratativas junto ao Ministério da Saúde para a implantação da radioterapia naquele hospital, que hoje é uma das referências no tratamento do câncer na cidade, juntamente com o Hospital Dr. João Silva Filho, que faz hoje apenas a quimioterapia.

Ele garante que no ano que vem a quimioterapia, junto com a radioterapia, já poderão ser feitas em Parnaíba.

Vereadores voltam a se reunir nesta segunda em novo horário

                                                                                      Vereador Geraldo  Alencar Filho

POR:BERNARDO SILVA

Os vereadores de Parnaíba voltam a realizar sessões ordinárias a partir desta segunda-feira (5), em novo horário regimental. Ao invés de 19:30, eles anteciparam em uma hora, para 18:30 o início dos trabalhos, medida aprovada em plenário por todos. A mudança inclui ainda a realização das sessões das sextas-feiras para o meio dia. Durante os meses de setembro e outubro, por conta da campanha eleitoral, eles realizaram sessões ao meio dia, ficando a parte da noite para eles trabalharem em favor dos candidatos que apoiavam.

A mudança de horário não chega a ser novidade, visto que já ocorreu outras vezes, sem atingir o objetivo esperado, que é fazer com que o público comparece e participe das sessões. “O povo não vem porque as discussões são muito chatas, sempre a mesma coisa”, avalia o popular João Cardoso, que vez por outra disse que passa por lá para tomar um café.

Reforma

De acordo com o presidente da Câmara, Geraldo Alencar, as sessões não foram iniciadas dia 1º, como deveriam, porque ele está mandando fazer uma pintura na Casa, “ajeitando as coisas, porque apensar do prefeito haver ofertado um terreno para construirmos nova sede ninguém tem segurança de que haverá recursos para tal. E ninguém pode deixar o prédio se deteriorar. Estou vendo alguns espaços na sede atual para construir mais 2 gabinetes, uma sala para assessoria jurídica e outra para a imprensa; vamos melhorar o som, enfim, vamos manter a qualidade das instalações atuais”, disse.

Educação: só cinco estados têm eficiência

                                         Eleitos encontrarão estados empobrecidos e com mais demandas de serviços pela população

Folha de S.Paulo

Ferramenta lançada pela Folha e o Datafolha neste ano possibilita acompanhar quais estados do país entregam mais educação, saúde, infraestrutura e segurança à população utilizando o menor volume de recursos financeiros.

O REE-F (Ranking de Eficiência dos Estados – Folha) considera 17 variáveis agrupadas em 6 componentes para calcular a eficiência na gestão dos estados e detalha a situação das finanças de cada um.

Numa escala de 0 a 1, cinco estados ultrapassam 0,50 e, por isso, podem ser considerados “eficientes” —Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Pernambuco e Espírito Santo. 

Outros seis mostram “alguma eficiência” no uso de seus recursos e os demais 15 podem ser considerados “pouco eficientes” ou “ineficientes”.

O objetivo do REE-F é quantificar o cumprimento, pelos governos, de funções básicas e previstas em lei segundo seus recursos financeiros.

O trabalho traz ainda um amplo panorama das dificuldades dos estados, com a queda na receita e investimentos e a explosão das despesas. será atualizado periodicamente para aferir a evolução na gestão estadual.  O REE-F será atualizado periodicamente para aferir a evolução na gestão estadual

MDB convoca primeira reunião após eleições

Quem a eleição aposentou

Causou surpresa mas a derrota de alguns líderes políticos de expressão no estado e no país como o deputado Heráclito Fortes (DEM), Wilson Martins (PSB), Dr. Pessoa, Robert Rios (DEM) e Luciano Nunes (PSDB), apressará suas aposentadorias da atividade política. É possível que algum possa retornar, como é o caso de Martins, mas ficou provado que a meta de conquistar um cargo majoritário fica fora de questão, já que nas duas tentativas que fez o fracasso o forçará a fazer opção por cargo menor.

Há o caso de deputado eleito mas com uma votação tão inexpressiva (Átila Lira, do PSB), que ele próprio se antecipou e anunciou que abandona o exercício da atividade parlamentar sendo este seu último mandato para passar o bastão para o filho. Quem também mergulhará na aposentadoria é o apresentador de TV Silas Freire, que obteve menos votos que no pleito passado, quantidade inferior à da médica Marina que ficou com a vaga entre as coligações que conquistaram a maior sobra de votos.

Quando 2020 e 2022 chegarem, o deputado Dr. Pessoa (SD) já alcançará os 74 e 76 anos de idade quando suas condições físicas não lhe permitirão mais pleitear um cargo majoritário como fez nesta eleição. Em 2020, por exemplo, outros nomes surgirão como alternativas para a disputa da sucessão do prefeito de Teresina Firmino Filho e com grande respaldo, um deles o do deputado Fábio Abreu (PR) e um nome apoiado pelo próprio prefeito, fazendo com que a disputa caminhe para a polarização.

O mais emblemático de todos, sem dúvida, é o caso do deputado Heráclito Fortes (DEM) que teve uma votação pífia (46 mil votos) para quem já foi eleito com votações expressivas para a câmara e até exerceu um mandato de senador. O número de votos recebidos por Fortes por si só já é uma motivação para ele esquecer a política e pensar na aposentadoria. Um dos mais ativos parlamentares que se engajaram no golpe de estado de 2016, o deputado não poderia mesmo esperar recompensa por seu gesto.

Poucos dias atrás o deputado Robert Rios ocupou espaço na mídia para anunciar que é candidato a governador do Piauí em 2022. Esse talvez tenha sido o melhor argumento para o deputado justificar seu insucesso eleitoral, mesmo achando que se opor ao governo com um discurso veemente pudesse se colocar como opção. É inquestionável o direito de Rios só voltar a disputar um cargo executivo ou um mandato político daqui a 4 anos, porém, trocar a disputa do senado pelo governo, é só mais um impulso seu.

Candidato ao governo do estado posto como alternativa a Wellington Dias, quem afirmou que Luciano era páreo para uma disputa com o governador falhou na previsão. Sua volta à política é uma incógnita mas a derrota pode tê-lo empurrado para uma aposentadoria precoce. Há quem arrisque que Wilson Martins pode voltar em 2022 em busca de uma cadeira na Câmara dos Deputados. Precisará de estrutura para chegar lá. Voltar à Assembléia é, talvez a melhor chance. Melhor que a aposentaria. Com relação a Elmano Ferrer não há muito o que dizer – fora a aventura maluca de disputar o governo, ele já exerce o mandato como aposentado político.

Bolsonaro fará do Planalto puxadinho das ‘redes’

Por: Josias de Souza

Jair Bolsonaro não dispõe de porta-voz ou de assessor de imprensa. Sondaram-se alguns profissionais do ramo. Mas ainda não houve acerto. Quando for contratado, o assessor terá dificuldade para demonstrar relevância, pois o novo presidente está enfeitiçado pela ideia de manter, durante o mandato, a mesma “comunicação direta” que o conectou com seus eleitores. Na expressão de um membro do seu staff, Bolsonaro presidirá o país “em tempo real” pelas redes sociais.

Já se sabia que qualquer um com um computador e dois neurônios podia editar seus próprios livros ou gravar seus próprios CDs sem sair de casa. Bolsonaro demonstrou que, assim como qualquer um pode dispensar a indústria editorial para publicar sua obra ou a indústria fonográfica para gravar sua banda, qualquer um também pode virar presidente da República sem precisar de uma superestrutura partidária ou de um aparato de comunicação.

Os partidos e a mídia tradicional são as grandes estruturas que Bolsonaro acredita ter tornado desnecessárias. “Eu cheguei aqui graças às mídias sociais”, disse o presidente eleito aos repórteres na semana passada. Antes, como que decidido a realçar a condição de porta-voz de si mesmo, ele avisara pelo Twitter: “Anunciarei os nomes (dos ministros) em minhas redes. Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade.”

Neste sábado, mantendo o ritmo regular de postagens, Bolsonaro voltou ao Twitter para realçar que sua Presidência será diferente das anteriores: “Minutos após a vitória nas eleições iniciamos uma intensa agenda com propostas para fazermos diferente de tudo que governos anteriores fizeram, desde planos para fomentar a economia, mas principalmente, resgatar a confiança do brasileiro e do estrangeiro em nosso Brasil.”

Num instante em que deputados e senadores começam a pôr em dúvida a disposição do tuiteiro de acabar com o toma-lá-dá-cá, foi como se Bolsonaro avisasse: “Não vem que não tem, tá Ok? Comigo será diferente.” Numa hora em que investidores hesitam em migrar do papelório para o investimento de risco, foi como se o capitão anunciasse: “Podem acreditar na plataforma ultraliberal do meu Posto Ipiranga porque eu vou manter isso daí. Comigo é capitalismo, não comunismo.”

Bolsonaro segue nas redes sociais e nos grupos de WhatsUp as pegadas de Donald Trump. A exemplo do seu ídolo norte-americano, o novo presidente brasileiro já sinalizou o desejo de tratar a mídia como algo irrelevante. Gruda na imprensa que o imprensa o selo de fake news  Aproveita-se da fragilidade da indústria da informação, sobretudo a impressa, com a circulação estagnada —ou em declínio.

Suprema ironia: na época em que o país estava submetido a três poderes efetivos –Exército, Marinha e Aeronáutica— costumava-se atribuir à imprensa importância capital na cruzada da resistência que levou à redemocratização. Ao ecoar as ruas na campanha das Diretas-já, jornais ajudaram a empurrar a farda de volta para os quartéis. Hoje, um capitão sente-se à vontade para pregar o fechamento de um jornal como a Folha, que puxou o coro. O último a adotar comportamento semelhante foi Fernando Collor. Sofreu impeachment.

A internet revelou-se uma extraordinária ferramenta. Bolsonaro, com o auxilio de Carlos, o filho que ele chama de “Zero Dois”, encontrou na web o seu caminho das pedras. Seria um desperdício fechar a vitrine eletrônica na fase pós-eleitoral. Mas a vitamina pode virar veneno se Bolsonaro não perceber que chegará o momento em que a plateia desejará ver em exposição algo além do lero-lero.

Tornou-se imperioso fechar o balcão que transformou o Congresso numa instituição meio entreposto, meio bordel. Entretanto, Bolsonaro precisa demonstrar que seus 28 anos de Câmara serviram para alguma coisa. Ou percebe que não se constrói uma base congressual distribuindo bordoadas nas redes sociais ou se arrisca a ser engolido pelo pedaço da oligarquia que sobreviveu ao tufão das urnas.

Em entrevista veiculada na edição mais recente de Veja, a repórter Ana Clara Costa perguntou a Renan Calheiros: As redes sociais mudaram o eixo da velha política? E a veneranda raposa do MDB, já de olho na Presidência do Senado: “Elas introduziram novos elementos, mas não se governa com mandatários virtuais. Por isso, é necessário que se tenha uma interlocução competente, que se construa uma convergência. Passada essa aridez da eleição, é preciso menos Twitter e menos palpite em Brasília e mais deputado e senador de carne e osso, que entendam a complexidade do processo.”

Está entendido que Bolsonaro fará do Planalto um puxadinho daquilo que passou a chamar, com enorme intimidade, de “minhas redes.” Faz muito bem. Entretanto, deveria esquecer Donald Trump. Os Estados Unidos oferecem melhores contrapontos. Harry Truman, por exemplo, deixou gravado na história um precioso ensinamento.

Presidente americano de uma época em que as pessoas, sem internet, tinham dificuldades para entender como funcionavam os palitos de fósforos, Harry Truman declarou o seguinte: “Há provavelmente 1 milhão de pessoas neste país que poderiam desempenhar melhor estas funções. Mas eu é que estou encarregado de executá-las, e o faço da melhor maneira que posso.”

Embora seu sobrenome sugira o contrário, Jair Messias Bolsonaro não é uma reedição do Salvador. Receberá a faixa das mãos de Michel Temer, derradeira herança de Dilma Rousseff. Temer não é senão uma evidência de que as mesmas redes sociais que elegem um presidente podem convocar o asfalto para derrubá-lo.

Até bem pouco, as ”redes” eram dominadas pelo PT. Se o destino de Dilma serviu para alguma coisa foi para mostrar o seguinte: poderosos que navegam no cristal líquido do computador ou do celular equilibrando-se apenas em cima da própria empáfia arriscam-se a confundir jacaré com tronco na hora do naufrágio.

Deputado Dr. Hélio pode fazer aliança com Juliana em Parnaíba

Dr. Hélio: deputado é estimulado a buscar apoio de Juliana Moraes Souza para a disputa da prefeitra municipal de Parnaíba

Depois de uma expressiva votação para deputado estadual, Dr. Hélio (PR) é visto como uma alternativa real na disputa pela Prefeitura Municipal de Parnaíba. E já se especula sobre a proximidade do deputado com a ainda deputada estadual Juliana Moraes Souza (PSB) – que fica sem mandato a partir de fevereiro.

Juliana tem ligações pessoais com o grupo de Mão Santa, ao qual Dr. Hélio se opõe. Mas isso pode não ser um problema, já que as afinidades políticas entre Juliana e o grupo do tual prefeito parnaibano são cada vez menores.

Vale lembrar, nas articulações da oposição visando a disputa do governo do Estado, este ano, Juliana chegou a ser citada como vice de Luciano Nunes, representando precisamente o grupo de Mão Santa. Foi tirada da lista com um argumento genético: “Não é uma Moraes Souza”, disseram, lembrando que o sobrenome foi incorporado em razão do casamento com Zé Filho, sobrinho de Mão Santa.

De olho em 2020, aliados de Dr. Hélio querem essa aproximação, inclusive para formar chapa, Juliana na condição de vice do deputado do PR. E agora a deputada pode dar o troco com o mesmo argumento que a tirou da lista de possíveis candidatas a vice. Se for convidada e o grupo de Mão Santa cobrar fidelidade, Juliana tem a possibilidade de responder: “Não sou uma Moraes Souza, lembram?”

Por: Fenelon Rocha

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Se tudo der certo, o ministro Sérgio Moro será candidato inevitável em 2022

Veículos alinhados com o PT elogiaram a indicação, mas acusam o magistrado de perseguir o partido. (Foto: Jose Lucena/Futura Press/Folhapress)

A indicação de Sérgio Moro para o cargo de super-xerife, como titular do Ministério da Justiça, permite antever sua candidatura à presidência da República em 2022. Ainda que o presidente eleito Jair Bolsonaro cumpra a promessa de não se candidatar até porque é contra a reeleição, o fato é que ele certamente terá um candidato à própria sucessão. E Sérgio Moro reúne as melhores condições para o papel. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Caso a atuação de Sérgio Moro como ministro seja exitosa, como promete, ele logo passará a ser considerado candidato á sucessão.

O juiz federal sempre foi bem citado nas pesquisas para presidente, mesmo afirmando que não tinha essa pretensão.

Favorece a eventual candidatura de Moro em 2022 o fato de não haver quem rivalize com ele em prestígio, no entorno de Bolsonaro.

O presidente Bolsonaro sente genuína repulsa pela reeleição. Até prometeu agir para revogar essa regra.

Montando o governo

Ascânio Seleme – Folha de S.Paulo

redução do número de ministérios no governo de Jair Bolsonaro não vai resultar necessariamente em queda importante das despesas orçamentárias. Se a Esplanada ficar com 17 pastas, o novo governo terá extinto 12 dos 29 ministérios hoje existentes. Será um bom símbolo de austeridade e de empenho no enxugamento da máquina e na diminuição do Estado, mas é preciso muito mais do que isso para que as contas públicas sofram impacto.

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

Com 12 ministros a menos, o Estado poderá cortar em cargos de assessoramento e secretariado no máximo uns 300 postos, nada mais do que uma vírgula no oceano de 630 mil servidores civis ou mais de 320 mil militares na ativa no Brasil.

O que Bolsonaro vai fazer, a grosso modo, é reagrupar setores do governo que foram divididos ao longo dos anos para abrigar aliados dos que detinham o poder. Por isso, as funções distribuídas nos ministérios criados sem necessidade não deixam de existir em razão da sua reunião sob comando único, apenas perdem status. No governo Lula, o Estado chegou a ter 37 ministérios, com Dilma foram 39, todos entregues a partidos da base.

Era uma forma de comprar o apoio e o voto desses partidos no Congresso Nacional. Não que essa tenha sido uma invenção petista, mas nos seus governos chegou no ápice. Nos ministérios, além dos cargos remunerados que ocupavam, os partidos podiam fazer negócios. E faziam. Muitos quadros das legendas que apoiavam o governo acabaram na cadeia em Curitiba.

Mas este é outro caso, o que importa agora é a montagem do novo governo e como a redução de ministérios chinfrins e a construção de superministérios pode ajudar o novo presidente. Primeiro, é importante levar em conta que alguns desses agrupamentos à primeira vista parecem exagerados.

Os poderes que serão conferidos ao superministro da Economia, por exemplo, vão requerer de Paulo Guedes superpoderes intelectuais e uma capacidade fora do comum de administrar seu tempo. E o ganho que se pode obter desse arranjo é discutível. Para alguns especialistas, até temerário. Já se tentou antes e não deu certo.

Outros superministérios, como o da Justiça, que será tocado por Sergio Moro, fazem mais sentido e representam um ganho político e institucional importante. Sem qualquer dúvida o combate à corrupção e ao crime organizado terá um símbolo, que será uma das caras mais conhecidas dos brasileiros, a de Sergio Moro. E contra bandido, símbolo que tem muito mais significado, como a estrela do xerife.

Para enxugar a máquina, reduzir o tamanho do Estado e gastar menos, Bolsonaro terá de diminuir as atribuições do governo, estatizar empresas públicas e em seguida demitir servidores. Mas isso não se faz assim, com uma canetada, ou com um plano de demissão voluntária. Estudos terão de ser feitos e tomarão tempo. Reduzir ministérios apenas não adianta. Fernando Collor teve 12 ministérios, mas o Estado ficou do mesmo tamanho.

O simbolismo ajuda, cria empatia, mostra determinação. Mais importante, contudo, é a decisão de Bolsonaro de não nomear pessoas indicadas por partidos políticos e sim quadros técnicos. Se ele conseguir resistir daqui até janeiro à pressão que já está sofrendo, poderá dizer que cumpriu sua primeira promessa de campanha. Mas ainda falta muito tempo.

Centenário de Alberto Silva: Governador institui em decreto medalha de Ordem Estadual

Em comemoração ao centenário de nascimento do ex-governador do Piauí e ex-senador, Alberto Silva, o governador do Estado, Wellington Dias, instituiu, por meio de decreto, a Medalha da Ordem Estadual Centenário Alberto Tavares e Silva.

A outorga da comenda será realizada no dia 8 de novembro, às 18 horas, em cerimônia no Auditório Serra da Capivara, na sede do Tribunal Regional do Trabalho – 22ª Região, localizado na Avenida João XXIII.

A honraria será concedida a 50 personalidades piauienses contemporâneas ao ex-governador, pessoas que trabalharam e fizeram parta da vida de Alberto Silva.

Em Parnaíba, o Sesc Piauí, ao lado da Fundação Alberto Tavares e Silva, realiza, no dia 10 de novembro, na Catedral Nossa Senhora da Graça, uma missa em celebração ao centenário do ex-chefe do executivo piauiense. Da mesma forma, no dia 24 de novembro, a Fundação lança, no espaço Castelo de Eventos, a exposição À Memória Afetiva do Ilustre Filho da Parnaíba, que segue aberta ao público até o dia 19 de dezembro.

Celebrações em homenagem ao ex-governador estão previstas também na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), prefeituras de Teresina e Parnaíba, além da Academia Piauiense de Letras.

De nome de estádio ao homem do biodiesel

Engenheiro por formação, Alberto Tavares e Silva foi governador do Estado por duas ocasiões; entre os anos de 1971 e 1975, e de 1987 à 1991. Foi senador da República pelo Piauí entre os anos de 1979 e 1987, e 1999 e 2007. Além disso, ocupou o cargo de deputado federal nos quadriênios 1995-1999 e 2007-2009.

Como governador do Estado, ele foi responsável por viabilizar a construção de importantes estradas, que ligaram o estado de norte a sul, o metrô de Teresina, além de inaugurar o estádio Albertão, maior praça esportiva do estado e que leva o seu nome.

Ocupando o cargo de senador da república, Silva foi o responsável por lançar, ainda em 2001, o projeto da primeira usina a produzir biodiesel através da mamona no mundo, na Universidade Federal do Piauí.

Alberto Tavares e Silva nasceu no município de Parnaíba, em 10 de novembro de 1918 e faleceu no ano de 2009, em Brasília.

Confira a lista dos homenageados:

Decreto de Criação – 17.974, de 29 de outubro de 2018

Decreto de Outorga – 17.975, de 30 de outubro de 2018

1. Academia Piauiense de Letras

2. Alcenor Barbosa de Almeida

3. Amadeu Campos de Carvalho Filho

4. Antônio de Pádua Franco Ramos

5. Antônio Fonseca dos Santos Neto

6. Antônio Luíz Cronemberger Sobral

7. Armando Madeira Basto – “Post Mortem”

8. Bertolino Marinho Madeira Campos

9. Cid de Castro Dias

10. Ciro Nogueira Lima – “Post Mortem”

11. Cláudia Cristina da Silva Fontineles

12. Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí – CREA-PI

13. Constantino Pereira de Sousa

14. Darcy Fontenelle de Araújo – “Post Mortem”

15. Elvira Mendes Raulino de Oliveira

16. Firmino da Silveira Soares Filho

17. Florisa de Mello Tavares Silva

18. Francisco Tomaz Teixeira

19. Francílio Ribeiro de Almeida – “Post Mortem”

20. Heitor Castelo Branco Filho

21. Iran Mendes do Nascimento

22. Jesus Elias Tajra

23. João Cláudio da Silva Moreno

24. João Paulo dos Reis Velloso

25. João Tavares Silva Filho – “Post Mortem”

26. João Vicente de Macêdo Claudino

Fonte: ASCOM

Horário de verão começa à meia-noite deste sábado

O horário de verão terá início na madrugada deste domingo (4), mesmo dia de aplicação da primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). À meia-noite de hoje (3), os brasileiros das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, que abrangem dez estados e o Distrito Federal, devem adiantar o relógio em uma hora.

Com a vigência do horário especial, o Brasil terá quatro fusos diferentes, uma vez que os estados das regiões Norte e Nordeste permanecerão no horário normal. O ministro da Educação, Rossieli Soares, em entrevista coletiva na última quarta-feira (31) fez um alerta aos estudantes que vão fazer as provas do Enem para que fiquem atentos aos horários. Ele disse que acionou as instâncias responsáveis para que as operadoras não errem na atualização dos relógios, como ocorreu há duas semanas.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) explicou que a alteração do relógio no último dia 21 não ocorreu nas plataformas de rede das operadoras, e sim em aplicativos externos instalados nos aparelhos, fora do domínio de controle dessas operadoras. A entidade reforçou que o horário das plataformas de rede e serviços segue o calendário oficial e que há monitoramento online nos dias de mudança para garantir que a alteração da hora ocorra conforme o esperado.

Fonte: Agência Brasil