Brasil está no caminho certo para 53,1% dos brasileiros

Jair Bolsonaro, presidente da República. (Foto: Isac Nóbrega/PR)

A maioria dos brasileiros acredita que o Brasil está no caminho certo para melhorar a vida dos seus habitantes. De acordo com levantamento Paraná Pesquisas, 53,1% aprovam os rumos atuais do país, enquanto 41,4% acham que o Brasil está no caminho errado. Apenas 5,5% não quiseram ou não souberam responder.

O otimismo é maior é verificado nos mais idosos e atinge 56,4% entre quem tem 60 anos ou mais. O percentual cai conforme a idade. O único cenário em que há mais pessoas pessimistas é entre os jovens de 16 a 24 anos, onde 49,3% dos entrevistados acham que o Brasil está no caminho errado.

Apenas a região Nordeste tem menos de 50% dos brasileiros confiantes nos rumos do país, mesmo assim, com 49,3%, os otimistas superam os pessimistas (46,5%).

Com relação à escolaridade, o efeito é o mesmo da idade e, quanto maior o nível de instrução, maior o otimismo, mas todos estão acima de 50%. Entre os brasileiros com nível superior, 57,4% acreditam que o Brasil está no caminho certo. O percentual cai para 53% entre quem tem o ensino médio completo e 50,2% entre que completou apenas o ensino fundamental.

O Paraná Pesquisas ouviu 2.020 habitantes em 168 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A margem de erro é de 2% para mais ou menos e o nível de confiança do levantamento é de 95%.

Ministro vem ao Congresso das Cidades e visitará Tabuleiros Litorâneos

Presença confirmada no II Congresso das Cidades, o ministro do Desenvolvimento Regional Gustavo Canuto aproveitará a passagem pelo Piauí para visitar os Tabuleiros Litorâneos, projeto de fruticultura irrigada que visa tornar a região Norte do Piauí, um dos maiores centros produtores do Nordeste do país. 

A visita do ministro, nesta terça-feira (07), será acompanhada pelo senador Elmano Férrer (Podemos-PI).

“Os Tabuleiros Litorâneos e os Platôs de Guadalupe iniciaram em meados da década de 80 e temos que avançar. É uma demanda muito grande por alimentos. O ministro manifestou o desejo de conhecer o projeto.   O Ministério das Cidades foi absorvido pelo do Desenvolvimento Regional, além dos aspectos dos projetos importantes na área da agricultura, como por exemplo a irrigação. Por isso é de  grande importância a visita do ministro ao Piauí para participar do grande evento, que é o Congresso das Cidades, como também fazer essa visita ao projeto Tabuleiros Litorâneos. “, disse o senador piauiense que destacou ainda a importância do II Congresso das Cidades. 

“É um evento da mais alta relevância e desafio para todos os prefeitos, no momento em que se discute, dentro de uma nova administração, um pacto federativo que diz respeito a vida dos estados-membros da federação e, sobretudo, os 5.500 municípios brasileiros, sendo no Piauí, 224 municípios. É um grande evento pelas pessoas que vão participar, não só pelos políticos de grande representação no contexto nacional, mas sobretudo, especialistas em várias áreas da gestão municipal”, disse Férrer. 

Gustavo Canuto participa da abertura do II Congresso das Cidades nesta segunda-feira (06). Já na terça-feira (07) ministra palestra às 19h.

O Congresso das Cidades acontece de 06 a 08 de maio. As inscrições estão abertas. Clique e veja a programação completa.

(Cidadeverde)

“Fizeram uma grande confusão”, diz Wilson Martins sobre candidatura a vereador

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O presidente do PSB, ex-governador Wilson Martins, falou sobre a possibilidade de ser candidato a vereador na eleição de 2020. Ele afirma que foi feita uma “confusão enorme”.

Wilson diz que não descarta nada porque a política vive em constante movimento, mas afirma que ser candidato a vereador não é um projeto pessoal.

“Criaram uma confusão enorme porque eu disse que na política tudo é possível. Se me perguntarem eu vou dizer que posso ser candidato a qualquer coisa. Tenho os direitos políticos ativos e, por isso, criaram uma confusão. Mas não é um projeto meu ser candidato em 2020”, declarou.

Em 2022, Rodrigo Maia disputará o Planalto ‘para ganhar ou perder’

Com o protagonismo político em que se inseriu desde que assumiu a  presidência da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) se vê na circunstância de encarar a candidatura à sucessão de Jair Bolsonaro (PSL), em 2022. “Serei candidato para ganhar ou para perder”, diz ele, para usar expressão que no esporte pode ser traduzida por “tudo ou nada”. Ele tem uma certeza: não será candidato de novo a deputado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Outra opção de Maia seria a mudança do sistema de governo para um “presidencial-parlamentarista”, como esta coluna já revelou.

Para ele, para aprovar o novo sistema, não seria necessário plebiscito: o presidente da República manteria algumas atribuições governativas.

O objetivo de Rodrigo Maia, no novo regime, seria o cargo o primeiro-ministro. Mas aí ele terá de ser o líder do partido vencedor da eleição.

Maia não quer ser prefeito do Rio e nem disputar a sucessão de Wilson Witzel (PSL). Se não der o Planalto, prefere disputar vaga no Senado.

Se tivesse Ministério Público no Piauí W. Dias não estaria onde está – diz Secretário de Firmino

Até o sempre moderado Kleber Montezuma elevou a fala.Ele é secretário de educação da gestão Firmino Filho. Disse que se tivesse MP no Piauí, Wellington não estaria onde está.
Essa incontinência verbal do secretário de educação municipal pode azedar as relações entre Firmino e Wellington.

E agora, Ciro?

Azedas mesmo devem ficar serão as até então cordiais ou tão gentis quanto insinceras relações entre Wellington e Ciro Nogueira.
Se até as primeiras horas de amanhã o governador não ceder mais espaços para o PP, Ciro vai alterar a voz.
Quem sabe não diga que vai romper, mas não será mais o mesmo camarada que Wellington dispunha até o governo Temer.

PSDB quer fusão ao DEM e PSD para se fortalecer e não ficar para trás

Fim das coligações levam tucanos a tentar fusão com DEM, de Rodrigo Maia, e PSD. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/EBC

O projeto político do PSDB, já para as eleições municipais de 2020, passará por sua fusão a partidos em relação aos quais tem afinidade programática, como DEM de Rodrigo Maia e o PSD de Gilberto Kassab. A ideia da fusão surgiu com o significado do fim da coligação, obrigando os partidos com aspirações mais ambiciosas a lançarem candidaturas próprias a cargos majoritários. Ou podem desaparecer. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em São Paulo, o fim das coligações favorece por exemplo o PT, que enfrentará nas urnas adversários fracionados em vários partidos.

O governador João Doria sabe que o PSDB terá adversários fortes, à esquerda e à direita, e já defende a fusão em conversas reservadas.

Já houve contatos preliminares, mas os tucanos só vão agilizar a fusão após sua convenção nacional do próximo dia 31, em Brasília.

Com apoio de João Doria, o ex-deputado e ex-ministro Bruno Araújo deve ser eleito presidente do PSDB com a missão de renovar o partido.

Advogados de Lula peticionam contra HC de Daniel Oliveira, que alega “preconceito”

Os advogados de Luiz Inácio Lula da Silva assinaram uma petição contra o pedido de habeas corpus ao ex-presidente, protocolado no Supremo Tribunal Federal pelo advogado piauiense Daniel Oliveira, que até semana passada era secretário de Justiça do Piauí. 

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, Lula quer que a Justiça reconheça sua inocência e se nega a pedir cumprimento de pena em regime domiciliar, como pede o HC protocolado. 

Daniel chegou a representar contra os advogados de Lula no Conselho Federal da OAB, mas a petição dos defensores rejeitando o HC tinha procuração do ex-presidente.

Em entrevista concedida mais cedo, ao programa Bom Dia Meio Norte, o advogado disse que não se trata de pedido de prisão domiciliar e afirma que sua investida no STF é vista com preconceito.

— A tese que nós defendemos neste habeas corpus, feito por gente do Piauí, prova que nós temos capacidade. Muita gente, do sul do Brasil, tem feito desdém deste habeas corpus por puro preconceito — comentou.

Argumenta que o HC foi debatido e que o caso do ex-presidente é estudado por seu escritório “desde sempre”.

Assista à entrevista, publicada no YouTube da TVMN.

(Apoliana Oliveira)

Damares nega que tenha pedido demissão ao presidente Jair Bolsonaro

Damares Alves, ministra da Família, Mulheres e Direitos Humanos. (Foto: EBC)

A ministra Damares Alves (Mulher, Direitos Humanos) desmentiu há pouco a notícia de que teria apresentado seu pedido de demissão ao presidente Jair Bolsonaro. Ela se encontra nesta sexta-feira (3) em Aracaju, de onde conversou ao telefone com o programa Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, e negou a notícia.

Ela disse que conversou com uma jornalista, “sem saber que era entrevista”, e admitiu que sua rotina é estressante e que permaneceria  no cargo enquanto sua saúde suportar, “mas em nenhum momento eu disse que iria pedir ou havia pedido demissão”, disse ela, que acha ter sido “mal interpretada”.

O suposto pedido de demissão da ministra foi divulgado no site da revista Veja, nesta sexta, atribuindo a decisão ao cansaço e às ameaças de morte que ela teria sofrido. À Rádio Bandeirantes, Damares contou que de fato foi ameaçada de morte antes da posse do novo governo e que, desde então, reside em um hotel. “mas agora estou me preparando para retornar à minha casa”, disse ela.

Supremo terá de explicar ao TCU licitação para compra de lagostas e vinhos

Deu na Época
(Estadão Conteúdo)

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai ter de explicar ao Tribunal de Contas da União (TCU) por que decidiu fazer uma licitação de R$ 1,3 milhão para comprar medalhões de lagosta e vinhos importados – e somente os premiados – para as refeições servidas pela Corte. A investigação se baseou em reportagem, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo na última sexta-feira, dia 26 de abril.

Ao transcrever a matéria, o subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado, afirmou que a notícia teve “forte e negativa repercussão popular”. Furtado também pediu a suspensão da licitação por meio de medida cautelar.

CONTRASTE – “E é de se reconhecer que essa repercussão não causa surpresa: os requintados itens que compõem as tais ‘refeições institucionais’, previstos no Pregão Eletrônico 27/2019, contrastam com a escassez e a simplicidade dos gêneros alimentícios acessíveis – ou nem isso – à grande parte da população brasileira que ainda sofre com a grave crise econômica que se abateu sobre o País há alguns anos”, declarou Furtado, em sua representação.

O MP pede “medidas necessárias a apurar a ocorrência de supostas irregularidades nos atos da administração do Supremo Tribunal Federal que visam à ‘contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fornecimento de refeições institucionais, por demanda, incluindo alimentos e bebidas’.”

KAJURU REAGE – O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) foi à tribuna do Senado para criticar a proposta e informou que entregou duas representações ao TCU, uma para suspender o contrato imediatamente e outra para fazer uma auditoria nos últimos dez contratos firmados pelo STF. “É um absurdo completo. Queremos saber cada detalhe desses contratos alimentícios, e dos contratos etílicos também”, disse à reportagem.

Na semana passada, o servidor público estadual Wagner de Jesus Ferreira, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), também entrou com uma ação popular na Justiça Federal do Distrito Federal contra o pregão eletrônico do Supremo. A Corte havia dito que o edital seguiu padrão do Ministério das Relações Exteriores.

SERVIÇO COMPLETO – O menu exigido pela licitação dos ministros dos STF inclui desde a oferta café da manhã, passando pelo “brunch”, almoço, jantar e coquetel. Na lista, estão produtos para pratos como bobó de camarão, camarão à baiana e “medalhões de lagosta”. As lagostas, destaca-se, devem ser servidas “com molho de manteiga queimada”.

A corte exige ainda que sejam colocados à mesa pratos como bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca (capixaba e baiana) e arroz de pato. O cardápio ainda traz vitela assada, codornas assadas, carré de cordeiro, medalhões de filé e “tournedos de filé”.

“PREMIAÇÕES” – Os vinhos exigiram um capítulo à parte no edital. Se for tinto, tem de ser tannat ou assemblage, contendo esse tipo de uva, de safra igual ou posterior a 2010 e que “tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais”. “O vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 (doze) meses.”

Se a uva for tipo Merlot, só serão aceitas as garrafas de safra igual ou posterior a 2011 e que tenha ganho pelo menos quatro premiações internacionais. Nesse caso, o vinho, “em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho, de primeiro uso, por período mínimo de 8 (oito) meses”. Para os vinhos brancos, “uva tipo Chardonnay, de safra igual ou posterior a 2013”, com no mínimo quatro premiações internacionais.

IMORALIDADE – Em sua representação, o subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Rocha Furtado afirma que a despesa “que se pretende realizar por meio daquela licitação encerra afronta ao princípio da moralidade administrativa” prevista na Constituição.

“Não se pode exigir, pois, dos administradores públicos, simplesmente o mero cumprimento da lei. De todos os administradores, sobretudo daqueles que ocupam os cargos mais altos na estrutura do Estado, deve-se exigir muito mais. Dos ocupantes dos altos cargos do Estado, deve-se exigir conduta impecável, ilibada, exemplar, inatacável. A violação da moralidade administrativa importa em ilegitimidade do ato administrativo e, sempre que for constatada essa violação, deve ser declarada, quer pela via judicial, quer pela via administrativa, a nulidade do ato ilegítimo”, declarou Furtado.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A esculhambação é geral. No ano passado, quem deu vexame foi o Exército, ao abrir licitação para compra de mantimentos estimada em R$ 6,5 milhões, que previa, entre outros artigos, milhares de garrafas de bebidas alcoólicas, latas de caviar e quase duas toneladas de camarão. É por essas e outras que Francelino Pereira costumava perguntar: “Que país é esse?”. E o cantor Renato Russo pegou a mesma mania. (C.N.)

Davi Alcolumbre visita Piauí e se encontra com Themístocles na segunda

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, estará em Teresina na próxima segunda-feira, 06. Na pauta, um encontro com o presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, agendado para 16h e, sem seguida, participação em evento na capital.

No início de abril, Alcolumbre do grupo de deputados que representa as assembleias do Nordeste, a “Carta de São Luís”, documento com os principais pontos de interesse entre os parlamentares da região. A mensagem foi assinada, em março, durante o 3º Encontro dos Presidentes de Assembleias Legislativas dos Estados do Nordeste (ParlaNordeste).

A reforma da previdência, pacto federativo e o fortalecimento dos órgãos regionais de desenvolvimento fazem parte das prioridades do colegiado. O presidente da Alepi, deputado Themístocles Filho (MDB), era um dos presentes.

Por Sávia Barreto

Robert Rios critica novo secretariado do Governo Wellington Dias

Robert Rios ( Foto: Lucas Sousa/Portal AZ) 

Por Wanderson Camêlo

Ferrenho opositor do governador Wellington Dias (PT), o ex-deputado Robert Rios (DEM) não perdeu a oportunidade de criticar, novamente, a gestão do petista. A reforma administrativa anunciada, na tarde desta quinta-feira (02), pelo chefe executivo estadual também foi alvo da ira do ex-parlamentar.

Para Robert, “se alguém pensava que o governo do Wellington não tinha como piorar, quebrou a cara.” Ele também assevera que o executivo estadual foi falido na última eleição e “esquartejado” pelo atual governador.

“O governo foi falido na base da eleição passada. Ali acabou o Piauí; o que ele fez? Diminuiu o tamanho do Piauí, mas o pouco que ficou está sendo esquartejado. É só com a ‘parentada’; é com a filha, é com o irmão, é com a mulher e assim vai.”, disparou Rios.

Wellington Dias, em entrevista à imprensa, depois de anunciar seu novo secretariado (Foto: Lucas Sousa / Portal AZ)

Ao tratar sobre a reforma administrativa, já em curso, Robert chegou a elogiar a iniciativa de enxugar a máquina administrativa (o governo promete, por exemplo, cortar R$ 400 milhões em gastos neste ano), mas condenou a composição do secretariado – divulgada na tarde de hoje.

“Eu bati palmas para o Wellington pela redução que ele fez, tirou algumas coisas. Pelo menos ele fez. Ele não está procurando capacidade. Ele não quer um médico conhecido, testado, para a saúde. Ele não quer uma pessoa testada para a educação. Não! É indicação. Não é o partido político que está indicando não; cada deputado tem que ter algo lá dentro.”, disse Robert Rios.

As declarações foram dadas em entrevista concedida nesta quinta-feira(02), aos jornalistas Arimatéia Azevedo e Najla Fernandes no programa AZ no Rádio. (Portalaz)

Ministra Damares Alves pede a Bolsonaro para deixar o governo

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A ministra Damares Alves é a estrela mais vistosa da constelação de evangélicos do universo político. Há alguns dias, ela se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro para discutir seu futuro. Depois de fazer um balanço das atividades do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares comunicou que vai deixar o cargo. Alega que está cansada e precisa cuidar da saúde, que anda debilitada.

Desde que assumiu o comando da Pasta, há quatro meses, a ministra enfrenta uma rotina estressante — mas com um ingrediente incomum: Damares recebe ameaças de morte. Com isso, ela abandonou sua residência, em Brasília, e passou a morar num hotel, cujo endereço é mantido em segredo.

Por recomendação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI), Damares também não costuma antecipar a agenda, circula pela cidade escoltada e um segurança fica postado na entrada de sua sala durante todo o expediente.

Fonte: Veja.com

Saiu a tão esperada lista de auxiliares do governo: os mesmos

Com Com pouca plateia, governador anuncia nomes para órgãos do seu governo

Com apenas doze mudanças no seu secretariado, em universo de 39 secretarias, o governador Wellington Dias anunciou hoje (02/05) o seu time de assessores para mais quatro anos de mandato à frente do Executivo piauiense. Como já somam-se cinco meses da sua posse, fica caracterizado que para cada indicação foi gasto cerca de um mês.

De acordo com assessores do governador, a demora ocorreu devido ao grande número de pretendentes aos cargos do Estado, e as acomodações políticas exigidas pelos partidos que alegam ter ajudado a eleger Wellington Dias para o seu quarto mandato.

Todos os partidos políticos foram agraciados com “sinecuras” no organograma do Estado e, consequentemente, onerando os cofres públicos já combalidos e destruídos pela ganância dos “ratos” da panelinha do esquema comandado pelo PT, no Piauí.

OS MESMOS CONTINUAM

A grande maioria dos auxiliares do governador Wellington Dias continua nos cargos, o que não justifica a demora para anunciar os mesmos. A incompetência predominou, ou a pressão dos partidos e padrinhos políticos prevaleceu na hora do rateio de cargos, deixando o governador refém da sua autoridade.(Fonte:Jornaldacidadepi)

 

STF descobre plano para metralhar ministros no desembarque de Congonhas

O plano criminoso foi descoberto nas investigações determinadas pelo ministro Dias Toffoli, presidente do STF.

O inquérito que investiga ameaças ao Supremo Tribunal Federal (STF) descobriu na “deep web” mensagens de criminosos combinando “metralhar” ministros no desembarque do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Nessa rede marginal à internet, de difícil rastreamento, os criminosos avaliaram que é frágil a segurança no desembarque do aeroporto. Os bandidos, agora sob investigação, seriam ligados aos terroristas do atentado que em março provocou dez mortes em Suzano. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os criminosos planejavam invadir a área do desembarque e “abrir fogo” contra ministros, mesmo correndo o risco de atingir outras pessoas.

Com essa descoberta, não há previsão de encerramento do inquérito aberto pelo ministro Dias Toffoli e conduzido por Alexandre de Moraes.

A trama levou Toffoli a alterar ordem da antecessora Cármen Lúcia, de divulgação transparente do destino dos ministros, horários, voos etc.

A descoberta da trama na deep web, sob sigilo, foi citada pelo ministro Alexandre de Moraes, há dias, em Lisboa. Mas ele não deu detalhes.

‘Vamos pensar em soluções para o país e deixar a reeleição para depois’, diz Janaina

Janaina Paschoal acha que falta foco nos problemas nacionais

Thaís Barcellos
Estadão

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) foi mais uma a se posicionar contra a declaração do deputado federal Paulinho da Força (SD), que disse que os partidos que se reúnem no grupo conhecido como Centrão discutem o apoio a uma reforma da Previdência que não reeleja o presidente Jair Bolsonaro. A declaração foi dada em evento de centrais sindicais em São Paulo pelo Dia do Trabalho.

“Vamos pensar no Brasil e deixar as eleições para depois. O foco no presente é o que falta. A reforma da Previdência será a maior reforma social dos últimos tempos. Ela é necessária, todos sabem, apesar de não reconhecerem”, disse Janaina, em sua conta oficial no Twitter, nesta quarta-feira (dia 1).

IRONIA – A deputada ainda ironizou os críticos do governo Bolsonaro, sugerindo que eles temem a reeleição do presidente. “Ora, mas se há medo de ele concorrer à reeleição, forçoso concluir que o Governo vai bem… Se ele fosse tão ruim assim, com reforma, ou sem reforma, não haveria o que temer. Estou errada?”, questionou.

Janaina também se posicionou contra a possibilidade de recriação do Ministério da Segurança Pública. Para defender a manutenção do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, a deputada citou que, além da separação resultar em gastos, muitos crimes organizados estão conectados.

“Separar Justiça de Segurança Pública implicará redução na eficácia. Não raras vezes, investigações de determinada natureza deságuam em outras bem mais complexas e deletérias”, explicou, frisando que seu posicionamento não tem relação com o titular da pasta, o ministro Sergio Moro. “Manifestei-me contrariamente à criação do Ministério da Segurança, ainda na gestão Temer”, esclareceu.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Janaina Paschoal vai bem na política, sem fanatismos e com a busca de soluções para a crise, que é muito grave. (C.N.)

Sonho de Rodrigo Maia é governar o País, como presidente ou primeiro-ministro

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados. (Foto: EBC)

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não disputará a prefeitura do Rio em 2020, tampouco o governo do Estado, em 2022. Mas seu projeto é “uma disputa majoritária”. Adoraria governar o Brasil. Acha-se em plenas condições e politicamente maduro para concorrer à presidência da República, mas admite suas limitações. Ainda que seja projeto distante, gostaria de ajudar a viabilizar a mudança do sistema de governo para uma espécie de presidencial-parlamentarismo. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Rodrigo Maia imagina o Brasil em um sistema onde o chefe de Estado teria funções ampliadas, como no modelo francês, mas não governaria.

No modelo sonhado por Maia, o presidente seria o responsável pelas áreas de Defesa e Relações Exteriores, por exemplo. E só.

Se depender de Maia, a gestão do País seria entregue a um primeiro-ministro convencional ou presidente de governo, como na Espanha.

Se tudo der errado em suas pretensões políticas, Rodrigo Maia tem dito a amigos que na pior hipótese tentaria uma vaga no Senado.

Diplomata revela ter visto deputados furtando talheres de embaixada do Brasil

O jantar foi oferecido nesta sala do Palacio Errazuriz Urmeneta, e depois os deputados fizeram o “arrastão”.

Seria engraçada, não fosse indigna, a cena de um grupo de deputados brasileiros enchendo os bolsos de talheres e charutos, após um jantar na residência do embaixador do Brasil em Santiago do Chile.

O grupo de parlamentares era liderado pelo deputado Fernando Gasparian (MDB-SP), que, aliás, homem sério, não participou do “arrastão”.

O flagrante do diplomata Miguel Gustavo de Paiva foi descrito por ele mesmo no artigo “Ladrões na embaixada”, na série com suas memórias que tem escrito para o Diário do Poder.

Ele trabalhava na embaixada do Brasil em Santiago do Chile, na ocasião, e foi designado pelo então embaixador Jorge Ribeiro a acompanhar a comitiva de parlamentares brasileiros.

Miguel Gustavo.

‘Arrastão’ na embaixada
Os deputados foram à capital chilena para um Forum em defesa da democracia e contra a ditadura do general Augusto Pinochet.

Dessa comitiva fazia parte inclusive um deputado da Bahia, militante de esquerda, do tipo falastrão, não identificado no artigo de Miguel Gustavo, que chegou a Santiago declarando ter ido ao Chile fazer Pinochet “sair de quatro do Palácio de La Moneda”, a sede do governo local.

O embaixador ofereceu jantar de boas-vindas aos deputados e, ao final da recepção, Miguel Gustavo procurou cada um dos membros da comitiva para ajustar a agenda do dia seguinte, no evento que os levou a Santiago às custas dos pagadores de impostos no Brasil.

Miguel não conseguiu esconder seu espanto quando flagrou os deputados enchendo os bolsos de objetos como talheres e até charutos adquiridos pelo embaixador do próprio bolso. “Não deram a mínima quando viram que eu vi”, testemunha Miguel Gustavo.

Os deputados somente saíram em disparada, porta a fora, quando viram o jovem diplomata, após flagrar o “arrastão”, caminhando apressadamente para denunciar ao embaixador Jorge Ribeiro que havia deputados furtando seus pertences.

A sede da embaixada do Brasil.

Tiros e bombas
Em novo artigo para o Diário do Poder, sob o título “Tiros e bombas em Santiago”, Miguel Gustavo de Paiva Torres dá sequência aos acontecimentos em Santiago do Chile, com a presença dos deputados federais brasileiros ligados à esquerda.

O Forum que levou os deputados a Santiago seria realizado no dia seguinte ao jantar em que eles furtaram talheres e charutos do embaixador. Marcado para um hotel, o evento mal começava quando houve um apagão e o local foi invadido por um grupo de agentes da polícia política de Pinochet, sob a alegação de que era necessário “proteger” os políticos de vários países que participavam do Forum. Os policiais informaram inclusive que havia uma bomba plantada no local e por isso todos deveriam abandoná-lo imediatamente

“Todos ficaram apavorados, inclusive eu, claro”, recorda Miguel Gustavo, e o Fórum contra a ditadura “foi desativado juntamente com a suposta bomba”.

“Borrados de medo, muitos parlamentares queriam regressar imediatamente ao Brasil”, diz o diplomata. Inclusive o deputado valentão que prometera fazer o general Pinochet “sair de quatro do Palácio de La Moneda”.

Secretária do governo ‘entrega’ que pastas fazem pavimentação com “sobrepreço”

A secretária Patrícia Vasconcelos, em evento público no Palácio de Karnak, quando da sua posse (Foto: Divulgação) 

Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores

O OURO TEM NOME: É PARALELEPÍPEDO (PEDRA ROXA)

A Secretária de Desenvolvimento Rural (SDR) Patrícia Vasconcelos Lima chegou a informar ao Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE) que pastas do governo chegam a realizar licitações para pavimentação em paralelepípedo com preço a maior – o que para a Corte de Contas é rotulado de “sobrepreço”.

A gestora se mostrou inconformada com a determinação do TCE de suspender uma licitação da pasta da ordem de R$ 15 milhões, sob a suspeita de sobrepreço de R$ 5 milhões.

“Pela tabela [anexada aos autos], vimos que o valor da pedra para paralelepípedo, em todos os outros procedimentos licitatórios registrados no TCE, foram compostos com base no SINAPI e alguns com valor até superior ao da concorrência nº 001/2018 [que foi suspensa pelo TCE] da SDR”, entregou.

Veja a tabela: Prefeitura de Madeiro praticaria “sobrepreço” em obras de pavimentação

A tabela repassada ao Tribunal de Contas, no bojo de uma defesa, evidencia que pastas como a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico, Secretaria de Estado das Cidades e até a Prefeitura Municipal de Matias Olímpio praticava preço acima do mercado local.

E, enquanto o valor do insumo pedra paralelepípedo pelo SINAPI era da ordem de R$ 1.225,71, a voraz Secretaria das Cidades chegou a ‘adquirir’ pedra no valor de R$ 1.320,00.

É o que evidencia o relatório da Secretaria do Desenvolvimento Rural.

“POR QUE O TRATAMENTO DIFERENCIADO?”

A secretária chegou a questionar a Corte de Contas: “Então qual o motivo de tratamento diferenciado à SDR, se todos os órgãos da administração pública estadual e municipais utilizam a SINAPI na elaboração de projetos básicos para obras e serviços de engenharia?”

O TCE usou como justificativa para suspender a milionária licitação de pavimentação em paralelepípedo em 22 municípios a ideia real de que a Secretaria de Desenvolvimento Rural usava preço de São Paulo para adquirir o insumo paralelepípedo em valor superior a R$ 1.200,00, enquanto o preço praticado em Teresina é da ordem de cerca de R$ 300,00.

Matéria publicada pelo Blog Bastidores, com base em dados técnicos do TCE, informava que nas eleições de 2018, pode ter havido uma imensa farra com essa artimanha (VER AQUI).

Para os gestores das pastas, usar o preço praticado lá fora para um insumo que tem de forma farta no Piauí estava sendo muito mais cômodo. O que denota a falta de pesquisa de mercado e até um certo quê de oportunismo e descompromisso com a coisa pública.

O que para muitos permitiria, inclusive, o superfaturamento, principalmente, na época de eleição.

Os argumentos da secretária não convenceram a Corte de Contas, que não revogou a medida cautelar que mandou suspender o processo licitatório.

Entre os achados do Ministério Público de Contas que justificaram a suspensão do certame está a “realização de licitação com sobrepreço de 79,98% no serviço de pavimentação em paralelepípedo (sobrepreço no item 2.2 dos orçamentos de referência), repercutindo, no mínimo, num montante a maior de R$ 4.993.601,93, o que representa um sobrepreço, parcial, global, de 53%,93% no preço de referência do objeto licitado, ocasionados por superestimação em 308% no custo unitário do insumo paralelepípedo (pedra roxa), fato este que viola o artigo 37, caput da CF/88, o art. 12, III da Lei nº 8.666 e o Acórdão TCE PI nº 990/2017”.

Se sair do PTB Paes Landim perde a suplência de deputado federal

Segundo suplente da coligação Paes Landim só depende da boa vontade de Wellington Dias para voltar a ser deputado federal, mas não pode sair do PTB (foto: Jailson Soares | PoliticaDinamica.com)

Há alguns dias, circulou a informação de que o ex-deputado federal Paes Landim estaria insatisfeito no PTB e pensando seriamente em sair da sigla. Pode ter sido um rompante no momento, mas de maneira nenhuma uma decisão. Se sair do partido sem motivo, ele perde a segunda suplência que ocupa na fila dos deputados federais que apoiaram a reeleição de Wellington Dias (PT) ao Governo do Estado.

Depois que o petista Merlong Solano assumiu a cadeira de deputado no lugar do deputado federal Fábio Abreu (PR), Paes Landim ficou na beira do campo e está doido para entrar no jogo. Uma desfiliação do PTB poderia ser questionada pelo suplente seguinte, o progressista Mainha. Se não for o PP a questionar, pode ser o Ministério Público. E com a grande perspectiva de que Merlong volte a ocupar um cargo no governo, quem iria correr o risco de perder um gabinete em Brasília?

Ainda que emprestado, gabinete é gabinete.

Sem falar que o motivo de “falta de consideração” alegado por Paes Landim não consta na legislação vigente como justificativa para a saída do partido.

Jurista experiente e conhecedor dos corredores das instâncias superiores da capital federal, Landim certamente sabe disso.(Por: Marcos Melo)

“Insatisfações fazem parte da vida”, diz Osmar Júnior sobre impasse

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O impasse sobre a formação do novo secretariado do governo  continua. De acordo com o secretário de Governo, Osmar Júnior, o governador Wellington Dias (PT) trabalha para que as desavenças não levem a saída de aliados da base aliada.