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Vereadora Neta propõe à Câmara concessão Medalha do Mérito Legislativo à equipe da SEDESC

Na sessão ordinária desta terça-feira , a vereadora Neta Castelo Branco de Sousa defendeu em plenário e foi aprovado por unanimidade Projeto de Decreto Legislativo nº 378/2019, de sua autoria,  que concede a MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO MUNICIPAL à SEDESC- Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, na pessoa da titular da pasta, Secretária Adalgisa Moraes Souza e toda a sua equipe de trabalho.

De acordo com a vereadora, esta iniciativa visa reconhecer o honroso trabalho realizado pelos servidores e colaboradores da SEDESC, no acompanhamento às vítimas atingidas pelas fortes chuvas que se abateram sobre Parnaíba no início de 2019. ‘Pude acompanhar bem de perto toda preocupação, cuidado, zelo, competência, carinho e dedicação com que a equipe da SEDESC, sob o comando da Secretária Adalgisa, mobilizou-se de forma imediata para garantir que as famílias atingidas pelas chuvas fossem atendidas e abrigadas”, justificou Neta Castelo Branco.

Ela lembrou que durante o período das chuvas intensas a equipe da SEDESC não tinha horário para trabalhar. Até mesmo durante a noite e nos finais de semana, a equipe estava em campo buscando amenizar a dor e as perdas vividas pelas vítimas. Verdadeiro regime de plantão 24h. A SEDESC organizou o cadastro social das vítimas, a triagem de todo o material recebido e por fim a entrega a cada família que necessitava de amparo naquele momento.

“Foram entregues alimentos, água potável, lanches, refeições, colchões, kits de higiene, roupas, fraldas e todo material recebido em doação, bem como foram providenciados abrigos provisórios às famílias desabrigadas. Toda a ação foi pautada em um planejamento estratégico buscando atender o maior número de pessoas possíveis”, pontuou Neta.

Ela lembrou que durante todo este período de trabalho intenso, “presenciei uma equipe de guerreiros, unida e com muita força de vontade em ajudar o próximo. Por isso, a concessão da MEDALHA DO MÉRITO LEGISLATIVO MUNICIPAL À SEDESC foi a forma que eu encontrei para homenagear todos os servidores e colaboradores que se dedicaram ao atendimento social às vítimas das chuvas em Parnaíba”. 

“Não estamos falando aqui apenas em cumprir com as obrigações que se tem. Estamos falando aqui de trabalhar com AMOR, com alma e coração. E é por esta razão que entendo que os servidores da SEDESC são merecedores desta justa homenagem. Parnaíba só tem a agradecer a dedicação total de cada um de vocês.  E em especial, no dia de hoje, 15 de maio, dia do Assistente Social, deixo meu abraço a todos estes profissionais que se destacam na garantia dos direitos dos usuários das políticas públicas”, finalizou..

Presidente da Câmara parabeniza os assistentes sociais pelo seu dia

O presidente da Câmara Municipal de Parnaíba José Geraldo Alencar Filho (Geraldinho), parabenizar na manhã desta quarta-feira (15) os assistentes sociais pela passagem de seu dia celebrado neste dia 15 de maio, prestando homenagem a todos esses profissionais.

Destacou que se trata de profissionais fundamentais para o município, estado e país. Geraldo Alencar colocou-se à disposição dos assistentes sociais para articulação de projetos de leis, ações e projetos relacionados à categoria.

Presidente da Câmara relatou  sobre o período histórico da profissão e destacou a importância de sua valorização. “O dia do assistente social é vinculado em sua história através da Igreja Católica, quando em 1891, o Papa Leão XIII publicou a Encíclica “Rerum Novarum”, que aborda os direitos sociais e as novas realidades dos direitos humanos; e devido a esse fato se manteve até então a data de 15 de maio como o Dia do Assistente Social”, explica o presidente de Câmara.

  “Parabenizo todos os profissionais”, conclui.   

No STF, maioria de “ministros garantistas” assegura impunidade dos corruptos

José Roberto Guzzo
Veja

Você sabe o que é um “garantista”? É muito provável que já tenha ouvido falar, pois a Justiça, as leis e o Código Penal passaram a ser conversa de botequim no Brasil desde que a Operação Lava-Jato começou a incomodar a sério um tipo de gente que jamais tinha sido incomodado na vida. Cinco minutos depois de ficar claro que o camburão da polícia podia, sim senhor, levar para o xadrez empreiteiros de obras públicas, gigantes da alta ou baixa política e milionários viciados em construir fortunas com o uso do Tesouro Nacional, já estava formada uma esquadra completa de cidadãos subitamente preocupados com a aplicação da lei nos seus detalhes mais extremos — ou melhor, a aplicação daquelas partes da lei que tratam dos direitos dos acusados da prática de crimes.

É essa turma, justamente, que passou a se apresentar como “garantista”. Sua missão, segundo dizem, é trabalhar para que seja garantido o direito de defesa dos réus até os últimos milímetros. Seu princípio essencial é o seguinte: todo réu é inocente enquanto negar que é culpado.

COISA DE ELITE – Essa paixão pela soberania da lei, que chegou ao seu esplendor máximo com os processos e as condenações do ex-presidente Lula, provavelmente nunca teria aparecido se o direito de defesa a ser garantido fosse o dos residentes no presídio de Pedrinhas, ou em outros resorts do nosso sistema penitenciário. Esses aí podem ir, como sempre foram, para o diabo que os carregue. Mas a criminalidade no Brasil subiu dramaticamente de classe social quando a Justiça Federal, a partir da 13ª Vara Criminal do Paraná, resolveu que corrupto também estava sujeito às punições do Código Penal.

O código dizia que corrupção era crime, claro, mas só dizia — o importante, mesmo, era o que não estava dito. Você sabe muito bem o que não estava dito: que corrupção é crime privativo da classe “A” para cima, e, como gente que vive nessas alturas nunca pode ir para a cadeia, ficavam liberadas na vida real as mil e uma modalidades de roubar o Erário que a imaginação criadora dos nossos magnatas vem desenvolvendo desde que Tomé de Souza entrou em seu gabinete de trabalho, em 1549.

ACIMA DE TUDO – Outra classe, outra lei. Descobriu-se, desde que o Japonês da Federal apareceu para levar o primeiro ladrão top de linha da Petrobras, que no Brasil o direito de defesa deveria estar acima de qualquer outra consideração. Quem defende um corrupto, na visão do “garantismo”, deve ter mais direitos do que quem o acusa.

Não se trata, é óbvio, de ficar dizendo que a acusação é obrigada a provar que o réu cometeu o crime. Ou que todo mundo é inocente “até prova em contrário”. Ou que ninguém é culpado enquanto estiver recorrendo da sentença. Ou que é proibido linchar o réu, ou dar à opinião pública o direito de condenar pessoas — e outras coisas que vêm sendo repetidas há mais de 200 anos.

Nada disso está em dúvida. O que se discute, no atual combate à corrupção, é outra coisa: é a ideia automática, em nome do direito de defesa, de usar a lei para desrespeitar a lei.

IMPUNIDADE – É compreensível que os criminosos se sirvam das leis para adquirir o direito de praticar crimes sem punição? Quando fica assim, não se pode conseguir nada melhor, realmente, em matéria de tornar a lei uma ficção inútil.

Existe, naturalmente, muita gente que tem uma argumentação honesta, inteligente e sensata em favor do direito de defesa — uma garantia essencial para proteger o cidadão da injustiça e das violências da autoridade pública. Mas é claro que o problema não está aí. O problema começa quando essas garantias da lei passam a ser usadas como incentivo ao crime.

O mandamento supremo dos “garantistas” determina que é indispensável fazer a “defesa absoluta da lei”. Não importa quais venham a ser as consequências de sua aplicação; o que está escrito tem de ser obedecido. Mas quem realmente ameaça a lei, em primeiro lugar, é o crime, e não quem quer punir o criminoso.

PROTEÇÃO AO CRIME – Quando a lei, na realidade prática, existe para proteger o crime, pois foi escrita com esse objetivo, defender a lei passa a ser defender o criminoso. Vêm daí, e de nenhum outro lugar, a quantidade abusiva de recursos em favor do acusado, a litigância de má-fé e a elevação da chicana, ou seja, da sacanagem aberta, ao nível de “advocacia”.

“Garantista” em guerra contra a Lava-Jato, em português claro, é quem joga esse jogo. Seu foco mais ativo são os escritórios de advocacia milionários que se especializam na defesa de corruptos. Seus anjos preferidos são os tribunais superiores. O mais valioso deles é a banda podre do STF.

Operação ‘Grande Família’: PF cumpre 21 mandados de prisão após fraudes

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta- feira (15/05) a operação ‘Grande Família’, visando desarticular quadrilha especializada no recebimento de benefícios previdenciários de segurados falecidos no Piauí.

21 mandados
Cerca de 125 policiais federais dos estados do Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco deram cumprimento a 31 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela 3ª Vara da Seção Judiciária Federal em Teresina. Os mandados estão sendo cumpridos nos estados do Piauí e Maranhão.

Investigações iniciaram em 2018
As investigações tiveram início em 2018, a partir de Relatórios produzidos pela Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia – órgão integrante da Força tarefa Previdenciária – que apontaram irregularidades em transferências de benefícios previdenciários do Maranhão para o Piauí.

Servidores envolvidos
A quadrilha, formada por estelionatários e servidores públicos, falsificava documentos em nome dos beneficiários falecidos, abria contas bancárias e, posteriormente, servidores do INSS integrantes da quadrilha transferiam os benefícios do Estado do Maranhão para Teresina.

Prejuízo de R$ 80 milhões
Cerca de 640 benefícios previdenciários fraudados foram identificados no curso da investigação. A Justiça Federal determinou a imediata suspensão destes benefícios, medida que evitará um prejuízo futuro estimado em R$ 80 milhões. Também determinou a apreensão de veículos, o bloqueio das contas bancárias dos presos e a suspensão do exercício da função pública para os servidores do INSS.

Crimes praticados
Os investigados deverão responder pelos crimes de associação criminosa (artigo 288 do CPB), estelionato qualificado (artigo 171, § 3º, do CPB), falsidade ideológica (artigo 299 do CPB), uso de documento falso (artigo 304 do CPB), corrupção passiva (artigo 317, §1º, do CPB) e corrupção ativa (artigo 333, p. u., do CPB).

vereadores de Parnaíba encerram sessões ordinárias de maio hoje(15) ao meio dia

Os vereadores de Parnaíba decidiram ontem em plenário realizar hoje(15) ao meio dia a última sessão ordinária relativa ao mês de maio. Na pauta do dia, dentre outras matérias, está o projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, autorizando a doação de terreno do município a uma empresa que pretende se instalar no distrito industrial de Parnaíba.

Na justifica do projeto o chefe do Poder Executivo informa que a empresa vem tentando há anos se instalar no distrito industrial de Parnaíba e precisa desta lei para viabilizar o financiamento necessário para a construção das instalações e iniciar suas atividades.

“É de conhecimento público e notório que nossa cidade é carente de indústrias e que o espaço existente no distrito industrial está ocioso, de forma que precisamos ir em busca de quem se instale e inicie suas atividades, de forma a gerar renda e emprego no município”, defende o prefeito.

Dia do Assistente Social é lembrado pelo vereador André Neves

Na sessão ordinária desta terça-feira (14), o vereador André Neves (PDT) falou em suas explicações pessoais sobre a importância do assistente social classificou a data como “um dia especial”, e que “nada mais justo do que comemorar, enaltecer e homenagear uma categoria que tanto faz pela população. O Assistente Social está presente em todos os setores da nossa sociedade, e presta um grande e relevante serviço. Meus parabéns também a minha mãe que é assistente social”, completou.

O dia 15 de maio é o Dia do Assistente Social porque foi nessa data que foi regulamentado o Serviço Social, uma profissão inscrita na história do Brasil há 80 anos. A área foi capaz de se reinventar e se reconceituar, buscando romper com o conservadorismo do seu surgimento e com o tecnicismo do seu desenvolvimento. Houve a reconstrução dos seus referenciais teóricos e metodológicos, analisando a sociedade capitalista, a desigualdade e a violação de direitos dela decorrentes.

História:

A data surgiu a partir da aprovação da Lei nº 3.252, de 27 de agosto de 1957, por meio do Decreto Federal nº 994, de 15 de maio de 1962, que regulamentou e oficializou a profissão no Brasil, regulamentada pela Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993.

O assistente social trabalha de forma direta em vários campos e instituições ligados à Educação, Saúde, Habitação, Assistência Social, Sistemas Penitenciários, Ministério Público, Defensoria Pública. Previdência Social, ONGS, entre outros.

Prefeitura divulga edital para concursos do XIX São João da Parnaíba

A Prefeitura Municipal de Parnaíba, por meio da Superintendência de Cultura e Conselho Municipal de Cultura, abre inscrições para os concursos de Quadrilha Junina e Bumba-meu-boi nas categorias adulto e infanto-juvenil, do XIX São João da Parnaíba, que será realizado de 26 a 30 de junho de 2019, na Praça Mandu Ladino.

Os grupos culturais que desejarem participar devem providenciar a documentação necessária e efetuar sua inscrição na sede da Superintendência de Cultura, na Avenida Presidente Vargas, 308, Centro, Casa Grande de Simplício Dias da Silva, entre os dias 20 e 24 de maio.

Acesse o edital e os anexos AQUI.

Campanha contra poluição sonora começará no São João da Parnaíba

O mês de junho com tradicional São João da Parnaíba está chegando e já preocupado com a poluição sonora durante o evento na Praça Mandu Ladino (Quadrilhódromo), o promotor de justiça titular da 2° Promotoria de Justiça de Parnaíba, Dr. Cristiano Peixoto, reuniu-se n manhã desta terça-feira (14) com os órgãos da Prefeitura de Parnaíba responsáveis pelas festas juninas.

Estiveram presentes representantes das secretarias de Cultura e Turismo, além de representantes da Procuradoria Geral do Município. Ficou acertado que será elaborado e apresentado ao Ministério Público um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para as festas juninas, onde haverá redução do número de dias, diminuição do horário para o término dos shows visando respeitar a Lei Municipal sobre a poluição sonora. Haverá também apoio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semar).

“Na próxima segunda-feira os representantes das secretarias envolvidas no evento me passarão todo calendário com os horários das quadrilhas e shows para assinarmos o TAC. Todas estas medidas visam respeitar o cidadão que mora no entorno do Quadrilhódromo. Foi um avanço e todos os presentes demonstraram boa vontade no sentido de fazer a festa, respeitando também o cidadão que mora na área. O exemplo vem de casa. Então na medida do possível, faremos de tudo, com a cooperação de todos os órgãos envolvidos na festa para a realização de um grande evento cultural, mas adaptando dentro do possível, dado a grandiosidade do evento, ao respeito à Lei Municipal do Silêncio”, ponderou o promotor.(Informações do blogdopessoa)

O caminho de Moro para o Supremo

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Por: Zózimo Tavares

Bastou o presidente Jair Bolsonaro reafirmar que vai indicar o ministro da Justiça, Sergio Moro, para o Supremo Tribunal Federal, na primeira vaga que surgir, para o mundo quase desabar sobre os dois.

Mas o caminho para Sergio Moro chegar ao Supremo não é tão fácil assim.

Primeiro, depois da indicação pelo presidente, ele ainda precisará ter o seu nome aprovado pelo Senado.

A indicação só se daria no final do próximo ano. Hoje, dificilmente o nome de Moro passaria pelo crivo dos senadores.

Tem mais: o Pacote Anticrime proposto ao Congresso Nacional pelo próprio Sergio Moro é uma arma apontada contra o ministro da Justiça.

Isto porque, entre as medidas elencadas na proposta, está a proibição de indicação, para uma vaga no STF, de quem tenha ocupado “mandato eletivo federal ou cargo de procurador-geral da República, advogado-geral da União ou ministro de Estado”, nos quatro anos anteriores à nomeação.

Outro tiro

Mas isso não é tudo. O chamado Centrão, que começa a dar as cartas no Congresso Nacional, prepara outro tiro fatal contra o ministro da Justiça.

Está em conversação no parlamento a alteração da PEC da Bengala, que elevou de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria compulsória dos ministros do Supremo.

A ideia de parlamentares do Centrão, muitos deles enrolados na Lava Jato, é elevar esse limite de idade agora para 80 anos.

E aí, quando aparecer a primeira vaga de ministro do STF através da compulsória, o governo Bolsonaro já terá passado.

E adeus vaga no Supremo para Sergio Moro!

BNDES: empréstimo prometido por Bolsonaro a caminhoneiros sai semana que vem

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O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) prevê a abertura na próxima semana do programa de empréstimos a caminhoneiros prometido pelo governo Jair Bolsonaro há um mês, como esforço para evitar nova paralisação da categoria.

O banco separou R$ 500 milhões para o programa, mas o valor pode dobrar se houver demanda, disse nesta terça (14) o presidente da instituição, Joaquim Levy. “Pode chegar a R$ 1 bilhão sem a menor dificuldade”, afirmou o executivo.

O programa prevê empréstimos de R$ 30 mil para manutenção de caminhões e foca em motoristas autônomos que têm, no máximo, dois veículos e em cooperativas. Os empréstimos serão concedidos por bancos privados parceiros do BNDES.

Levy disse que já recebeu autorização do Ministério da Fazenda para dar início ao programa e se reunirá esta semana com os bancos parceiros para discutir detalhes sobre a operação. O modelo já havia sido pré-aprovado em reuniões prévias da diretoria do BNDES.

“A ideia é dar condições, em um momento de desafio do setor, de que o caminhoneiro tenha recurso para preservar o capital dele”, disse o presidente do BNDES. “Como todo banqueiro, quero que o ativo que eu emprestei tenha o máximo rendimento e mantenha o seu valor.”

A concessão de financiamentos para a compra de caminhões durante governos petistas é apontada por especialistas como uma das causas da crise atual, ao ampliar a oferta de transporte em um período de demanda em baixa.

O financiamento para a manutenção de caminhões foi anunciado no dia 16 de abril, logo após recuo da Petrobras em reajuste de 5,7% no preço do diesel depois de um telefonema do presidente Jair Bolsonaro ao presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

Levy disse que bancos parceiros do BNDES já concederam R$ 509 milhões em empréstimos para a compra de tratores e máquinas agrícolas, prometidos pela ministra do Meio Ambiente Tereza Cristina Dias também no mês passado.

“Os recursos foram embora rápido como pãezinhos quentes”, brincou Levy. O banco John Deere, ligado a fabricante de mesmo nome, foi o que mais emprestou recursos: R$ 151 milhões, ou 28,5% do total.

Fonte: Folhapress

Câmara Municipal homenageia com moção de aplauso o Grupo De Atiradores Reservistas do TG 10-012

Na noite desta terça-feira (14) foi entregue uma Moção de Aplausos ao GAR ( Grupo De Atiradores Reservistas do TG 10-012), por meio do requerimento Nº 253/2019 que foi aprovado pelos vereadores da câmara municipal de Parnaíba.

Para o autor da propositura, o vereador Daniel Miranda, trata-se de um trabalho sério que o GAR vem desenvolvendo. “O GAR tem pouco tempo de criação, mas tem contribuído com ações relevantes em Parnaíba. Podemos destacar ações como no período das enchentes que ajudaram os moradores, eles recolheram mantimentos e contribuiu na remoção das famílias dos locais de riscos”, falou vereador.

O presidente do GAR, Francisco, foi quem recebeu a homenagem das mãos do Presidente da Câmara José Geraldo Alencar Filho (Geraldinho) e do autor o vereador Daniel Miranda.

Durante a entrega da honraria em plenário, o vereador Daniel afirmou: “Quero parabenizar a todos aqueles que fazem parte da história da GAR, pela forma organizada com que sempre desenvolveram suas atividades  com muitos projetos para atender a população parnaibana”.

Ainda de acordo com o vereador a Casa dos vereadores “faz hoje uma justa homenagem de reconhecimento a esse trabalho que esse grupo realiza. Nós já nos  comprometemos de pedir o reconhecimento de Utilidade Pública para que a instituição posso continuar crescendo e desenvolvendo e ajude ainda mais a sociedade Parnaíba”, frisou o Daniel Miranda.

O presidente do GAR falou sobre a honraria, destacando tratar-se “ de um gesto de suma importância para a nossa associação, essa é uma prova que cada dia mais está ganhando reconhecimento diante da sociedade parnaibana, e o GAR está sempre a postos para auxiliar em qualquer missão”.

Médico Valdir Aragão destaca etapas superadas para a implantação do novo Centro de Especialidades em Saúde

Dr. Valdir Aragão

O médico Valdir Aragão, Assessor Imediato do prefeito Mão Santa e Coordenador do Serviço de Implantação de clínicas no Centro de Especialidades em Saúde (CES), localizado no Bairro Piauí, comentou, em entrevista, que é do conhecimento de todos a carência de serviços médicos bem como o mau funcionamento desses serviços o que vem maltratando não só a população parnaibana mas também de outras regiões do nosso Estado. “isso ocorre em razão de administrações desastrosas que aconteceram em anos anteriores e por conta disso, o prédio onde funcionaria a Unidade de Pronto Atendimento(UPA), ficou  abandonado com dívidas junto à construtora”.

Valdir Aragão informou que no período em que exerceu o cargo de Secretário Municipal de Saúde foi a Brasília, juntamente com o Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa, para que a atual administração municipal se responsabilizasse pelo prédio a fim de implantar no local serviços diversificados na área da saúde. Até porque – segundo ele – o município mantinha várias residências alugadas sem as mínimas condições de funcionamento para os serviços de saúde.

Prédio da UPA hoje é um Centro de Especialidades em Saúde

Ele disse que o prédio depois de sofrer as adequações necessárias já abriga a farmácia, várias especialidades médicas e o serviço de odontologia  nos seus mais variados setores e, com isso,  os parnaibanos não precisam mais procurar outros centros porque no CES o povo recebe o bom atendimento dos profissionais dentro de um ambiente saudável, melhorando a sua produtividade e fazendo com que os pacientes saiam satisfeitos.

Quanto às reclamações que ainda acontecem disse ele que isso é natural porque existem profissionais que se negam a trabalhar no serviço público, alegando baixa remuneração mas – segundo ele – o prefeito está estudando como implantar uma gratificação para médicos e odontólogos, para melhorar os salários desses profissionais.

Dr. Valdir finalizou dizendo que o setor de medicina e de odontologia em nosso município avançou muito mas ainda recebe críticas. Ele afirma que “criticar é fácil mas o ideal seria que esses que criticam apresentassem as soluções.  Como não apresentam configura-se como  politicagem e geralmente parte de pessoas que integram uma facção política derrotada nas últimas eleições municipais em Parnaíba” – concluiu.

Entrevista/Fotos:Bernardo Silva

Colaboração: João Câncio

Vereador Raphael Silva vai a Teresina em busca de recursos para município de Luís Correia

Na ultima segunda-feira (13) o vereador Raphael Silva esteve na capital reunido com o Deputado estadual Georgiano Neto. O vereador foi em busca de investimento para o turismo da cidade de Luís Correia, assim como apoio aos trabalhadores do campo.

Durante sua viagem o Raphael Silva foi acompanhado dos empresários  Silesio e Thiago Veras  do setor de construção civil do litoral.

Joãozinho do Trânsito destaca necessidade de reforma da quadra do Tiro de Guerra 10-102

O vereador Joãozinho do Trânsito apresentou na última sessão ordinária desta segunda-feira (13) o requerimento Nº 239/2019 solicitando reforma da pavimentação asfáltica das seguintes ruas: Rua Getúlio Vargas, Av. Princesa Isabel, Av. Chagas Rodrigues, Rua Dirceu Arcoverde, Av. São Sebastião, Av. Coronel Lucas e Rua Santa Maria próxima ao colégio CAIC.

O objetivo do parlamentar é garantir a plena mobilidade da população que reside nessas localidades. “Devido às chuvas a quantidade de chuva que ocorreu nesse periodo chuvoso, muitas ruas estão precisando com urgência de reforma, venho pedir para que venha ser feito a pavimentação das ruas citadas no requerimento e assim evitando acidentes”, falou o Joãozinho do Trânsito.

A situação em que se encontra a quadra do Tiro de Guerra de Parnaíba foi tema do pronunciamento do vereador que apresentou o requerimento nº Nº 238/2019 para que o setor competente veja a à viabilização de reforma a quadra esportiva do TG 10-012 com telas de proteção e alambrados. A pavimentação asfáltica do pátio de formatura e treinamento.

Os requerimentos apresentados foram aprovados e encaminhados à Prefeitura de Parnaíba.

Prefeitura de Parnaíba põe a AGESPISA na justiça:audiência nesta quarta-feira(15)

Nesta quarta-feira (15) vai ocorrer uma audiência na 4ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública, no Fórum de Parnaíba, onde, por determinação do prefeito Mão Santa, a Prefeitura e a ASERPA (Agência de Regulação de Serviços Públicos) exigem que a Agespisa reponha a massa asfáltica em todos os pavimentos públicos que a referida empresa quebrou, para realização de algum serviço como, por exemplo, ligação de água e esgoto.

Nesse processo são citados vários lugares quebrados pela Agespisa e que não foi reposta devidamente a massa asfáltica, deixando a pavimentação   com buracos, com perigo de ocorrência de acidentes a qualquer momento.

Na ação a prefeitura cobra que a empresa de águas e esgotos do governo do Estado realize a reposição da massa asfáltica em toda extensão da avenida Presidente Getúlio Vargas; do buraco que fica na esquina do antigo colégio Miranda Osório; rua Ceará; rua Argentina, em frente ao Espero do Louro; avenida 03 de maio; rua professor Darcy Araújo; rua Itaúna; avenida José de Moraes Correia; rua Luiz Correia, ao lado da Top Móveis; rua Franklin Verás; na avenida São Sebastião; iniciando na Álvaro Mendes até o balão do mirante.

Importante frisar que a Agespisa tem a obrigação legal imposta pela lei municipal 2810 de 04 de outubro de 2013, de repor a massa asfáltica na via pública toda vez que realizar a quebra dos locais, o que não vem acontecendo, sendo necessário o ingresso em juízo, por parte da Prefeitura,  para que a Agespisa cumpra a lei.

À sombra do martelo de Moro

Por José Nêumanne Pinto*

Venho falando há tempo, mas não fico rouco.

Os ataques à Operação Lava Jato continuam. Desta vez tiraram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da alçada de Sergio Moro, o que é considerado inconstitucional pelos juízes. Em comentário, feito na sexta-feira 10 de maio, cantei a pedra e não deu outra: seu pacote anticrime e anticorrupção foi sabotado e o presidente Jair Bolsonaro viu, impotente, assustados, suspeitos, denunciados, processados, condenados e seus representantes e representados no Congresso tirarem o Coaf do Ministério da Justiça e voltar para o da Economia.

Mudando de assunto, mas sobre o mesmo tema, o ataque à Lava Jato: no meu artigo do dia 25 de março, Maia atira na reforma, mas mira na Lava Jato, alertei para mais um golpe contra a Lava Jato: a restrição de dez anos para três do prazo para a cobrança de indenizações. Esse julgamento está sendo realizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) desde 20 de março e voltará na semana que vem. O relator, ministro Benedito Gonçalves, concluiu que o prazo para indenizações deve ser limitado a menos de um terço, três meros aninhos. Isso causa muita estranheza, para não usar palavras mais fortes, pois a redução de prescrição é contra entendimento já consolidado pelo STJ. E mais: os bastidores desse julgamento revelam manobras nada republicanas. Só que com a Lava Jato tentando avançar no Judiciário, é melhor esses ministros porem suas barbas de molho. E nós, ó, lupa neles!

Moro só tem um jeito melhor do que ir ao Congresso, ou frequentar comissões parlamentares de inquérito, que é tratar direto com o patrão: o cidadão. Não se sabe se o ex-comandante da Lava Jato sabe disso, mas tudo indica que o chefe dele sabe. Tanto sabe que correu depressinha para avisar ao distinto público que manterá sua palavra e nomeará o ainda subordinado para um cargo em outro Poder, o Judiciário – no caso, o Supremo Tribunal Federal (STF). Essas histórias – do destino do Coaf e das votações do STJ – têm implicações que devem ser descritas aqui, tintim por tintim. Vamos a elas.

Quando Bolsonaro ganhou a eleição presidencial, entregou dois superministérios a profissionais que nada tinham que ver com sua atuação em 30 anos de política, quais sejam, o economista Paulo Guedes e o magistrado Sergio Moro. Desde que começou na política publicando um texto na revista Veja que poderia comprometer seu futuro como oficial no Exército, o capitão foi para a reserva e partiu para a política com um discurso que mais tinha que ver com sua carreira militar do que propriamente com as teses clássicas comungadas pelo integralismo de Plínio Salgado ou o desenvolvimentismo do regime autoritário tecnocrático-militar proclamado em 1964 e endurecido em 1968.

Isso permitia que, como parlamentar, apoiasse algumas ideias dos partidos de extrema esquerda, alinhados com o PT de Lula. Chegou a elogiar, em entrevista ao Estado, o compadre do ex-petista Hugo Chávez. O alinhamento não era automático, é claro. Quando Lula propôs uma reforma da Previdência, ele ficou contra, mais sintonizado com ideias como a de negar o rombo provocado pela má gestão das aposentadorias e pensões e exigir do governo a cobrança das imensas dívidas de grandes empresas para salvar o sistema do caos financeiro. O então deputado do baixo clero não foi contaminado pela corrupção, adotada como método gerencial e forma de enriquecimento pessoal pelo PT, por seus aliados (incluindo o então PMDB de Temer) e até seus pretensos adversários (como o PSDB). Por isso, foi escolhido para a Presidência da República pela maioria dos cidadãos aptos a votar, superando os chefões das máquinas partidárias que achavam que tinham garantido a sucessão presidencial.

Na campanha ele fez sua primeira grande autocrítica ao fazer do economista Paulo Guedes, que chamou de “posto Ipiranga”, referindo-se à campanha publicitária de sucesso da marca de derivados de petróleo. O conservador em costumes passou, então, a empunhar a bandeira da economia liberal. Juntamente com o discípulo dos economistas da Escola de Chicago, ele, ainda no palanque, aderiu à pregação da necessidade da reforma da Previdência como fórmula para resolver o imbróglio das contas públicas e, assim, poder destravar a economia, afundada no lamaçal da corrupção e da ineficiência nas quatro gestões reduzidas a três e meia pelo impeachment de Dilma. Mesmo nunca tendo manifestado grande entusiasmo pela plataforma, ao menos em teoria mudou da água para o vinho em matéria de estabilidade econômica e austeridade fiscal.

Outro ministro que ele tirou do bolso do colete para fortalecer a sua popularidade até o decisivo segundo turno e, depois do resultado final, para compor o primeiro escalão foi o ex-juiz Sergio Moro, sagrado herói nacional por haver comandado a Operação Lava Jato. Pode-se dizer que Moro competia com ele em matéria de popularidade e poderia até ter sido um concorrente à Presidência da República com possibilidade de vitória. O capitão reformado do Exército e ex-deputado federal, porém, o convidou para assumir um superministério, o da Justiça, com a inclusão da Segurança Pública e da inteligência financeira, para servirem de base ao pacote anticrime e anticorrupção, plano capital do ex-titular da 13.ª Vara Federal de Criminal, em Curitiba. Afinal, Moro assinou as condenações mais simbólicas da Lava Jato: a do empreiteiro Marcelo Odebrecht, da fina-flor da burguesia nacional, e a do ex-presidente da República mais popular do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva. Com esses trunfos em seu currículo, o superministro passou a figurar como um reforço político de peso para evitar que o barco do novo governo soçobrasse. Só que um entrave que poderia ter sido previsto verteu água no chope da vitória da dupla que parecia inflexível.

Era preciso combinar com os russos, como Garrincha advertiu a seu Vicente Feola antes do jogo do Brasil contra a União Soviética no Mundial de 1958. No fim, a seleção canarinha venceu os soviéticos e terminou campeã do mundo. No torneio cotidiano da Praça dos Três Poderes o buraco é mais embaixo, como reza o ditado popular.

Assim que tomou posse, Bolsonaro mandou para o Congresso a Medida Provisória n.º 870/19, reduzindo o total de pastas ministeriais e remanejando os órgãos de maneira a satisfazer aos dois mais importantes ministros: o da recuperação da economia e o do combate à corrupção e ao crime organizado. Mas a matemática institucional do Legislativo e a prática partidária não refletiram a mesma maioria da eleição presidencial. Os assustados, suspeitos, denunciados, processados e condenados das duas cumbucas do Congresso Nacional se reuniram para salgar o doce de Moro e Bolsonaro. E contaram com a ajuda de palacianos, como o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, com seus aliados do DEM Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, do Senado. Também não lhes tem faltado o líder do Senado no governo, Fernando Bezerra Coelho, autor do “jabuti” que Moro tem mais dificuldade de engolir do que a saída do Coaf de seu alcance: a proibição da colaboração de auditores da Receita com procuradores em investigações de crimes de colarinho-branco.

Da mesma forma que o Congresso massacrou rapidamente as 10 Medidas Contra a Corrupção, da Lava Jato, na legislatura anterior, desta vez, sob a regência do Centrão velho de guerra, os inimigos (todos secretos e discretos) de Moro massacraram o herói popular sem dó nem medo de serem felizes. A Bolsonaro restou, em entrevista à Rádio Bandeirantes, dizer que cumpriria o compromisso de levar seu ministro para o Supremo Tribunal Federal (STF). Quis afagar o subordinado para evitar uma súbita defecção? Quis mostrar aos temerosos do martelo de seu parceiro que ainda dispõe de tinta no tinteiro e chumbo nas impressoras do Diário Oficial? A um ano e meio da aposentadoria de Celso de Mello, por completar, então, a idade-limite de 75 anos, o anúncio precoce levou o anunciado favorito a refugar. “Foi uma honra, mas não havia compromisso nenhum”, disse Moro, em resumo. A resposta às perguntas deve ser as duas numa só. A única lei que nunca muda na política, velha, nova ou real, é esta: quem pode mais chora menos. E, como dizia o síndico Tim Maia, quem não dança balança a criança.

*Jornalista, poeta e escritor

Se não pode dar aumento salarial como pode continuar nomeando para cargos comissionados?

TCE, o calo

Técnicos do TCE estão com lupa na mão para verificar as nomeações feitas pelo governador Wellington Dias. 
A missão é saber se, uma vez que diz não ter condições de dar aumento salarial, o governo pode nomear comissionados.

Fatiamento de cargos

Os critérios adotados para a formação desse novo governo saltam aos olhos de tão esquisitos. Dos 224 municípios somente de 60 deles os políticos vão fazer suas indicações.
Antigamente, se fazia na base do mais votado que, como o sistema de voto não é distrital, o deputado termina sendo votado de Luís Correia, no litoral a Cristalândia, no extremo sul.

Sobra pra ele

E, lógico, antigamente, faziam a partilha dos cargos que lhes cabiam com os seus mais importantes cabos eleitorais. De norte a sul. Avaliar as indicações apenas pelas lideranças de 60 municípios, pode apostar que muita gente vai xingar o governador.
Ou seja, só vai sobrar para Wellington.(Portalaz)

Em vez de usar Moro como garoto-propaganda, Bolsonaro devia consultá-lo sobre leis

Carlos Newton

A criação das leis trabalhistas e dos sindicatos por Getúlio Vargas foi uma forma de minorar o capitalismo selvagem dos barões do café com leite e rapadura, que eram donos dos latifúndios e dos engenhos, mandavam na política e no país. O trabalhismo de Vargas foi a melhor coisa que já aconteceu ao país, porque ele plantou as bases da industrialização e mudou a realidade brasileira. Deu dignidade e força política aos trabalhadores, que ele enaltecia ao abrir seus discursos.

Acontece que o esforço de Vargas acabou sendo desvirtuado pelo populismo de Lula da Silva, o importante líder sindical que foi cooptado pelos militares para impedir que o trabalhismo verdadeiro ressurgisse sob comando de Leonel Brizola, e essa estratégia foi o maior erro cometido pela ditadura de 64/85.

REPÚBLICA SINDICAL – O surgimento do PT (Partido dos Trabalhadores) acabou levando Lula ao poder, com um projeto de implantação de uma República Sindical, financiada pela legislação que garantia a contribuição obrigatória, equivalente ao valor de um dia de trabalho de cada brasileiro.

Com esses recursos, o país criou 17 mil entidades sindicais, incluindo federações e centrais, algo inimaginável, pois no mundo inteiro existem apenas 19 mil sindicatos.

Esse império sindical precisava ser desmontado, e curiosamente a democrática tarefa coube ao governo Michel Temer, que comprou por 30 dinheiros a aprovação da reforma que eliminou direitos trabalhistas, mas, sabiamente, aproveitou para proibir a cobrança do imposto sindical obrigatório.

BRECHA NA LEI – Acontece que logo o PT deu um jeito de abrir uma brecha na lei, ao introduzir a prática de “assembleias sindicais” aprovarem a cobrança obrigatória do imposto aos trabalhadores de suas respectivas atividades.

Para evitar a ressurreição da “República Sindical”, o governo Bolsonaro decidiu pôr fim à cobrança, mas errou na legislação. Ao invés de indagar ao ministro Sérgio Moro qual seria o procedimento adequado, a Casa Civil produziu uma Medida Provisória e mandou ao Congresso. Foi um erro. A medida correta seria um simples decreto, de um artigo só, regulamentando a lei do governo Temer e impedindo a cobrança do imposto via assembleia sindical. Apenas isso, e o assunto estaria encerrado.

Mas a Assessoria Jurídica da Casa Civil atuou via Medida Provisória, que agora o Centrão, o PT & Cia. querem modificar, para mostrar a Bolsonaro quem realmente manda na preparação de leis.

HÁ SOLUÇÃO – Felizmente, o Congresso pode muito, mas não pode tudo. Mesmo que a Câmara modifique e aprove a Medida Provisória, o Senado tem condições de modificá-la e o presidente pode vetar essa forma de cobrança ilegal e antidemocrática da contribuição sindical.

Aliás, além de vetar, o chefe do governo pode fazer a coisa certa e baixar o decreto de um artigo só, mandando para o espaço a pretendida reconstrução da “República Sindical”.

Em tradução simultânea, deve-se dizer que não adianta o presidente Bolsonaro ficar elogiando Sérgio Moro. É preciso que passe a usar o conhecimento jurídico do ministro da Justiça, consultando-o sobre suas mensagens jurídico-legislativas.

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P.S. –
 Se consultasse Moro, o presidente não estaria agora pagando esse mico do decreto inconstitucional sobre porte de armas. Ao invés de usar Moro como garoto-propaganda no Brasil e no mundo, melhor faria Bolsonaro se o transformasse em um de seus principais interlocutores. O país agradeceria bastante. (C.N.)

Prefeitura entrega Furgão adaptado para a clínica de reabilitação da APAE

Em solenidade realizada na manhã desta terça-feira (14), na Praça da Graça, o Prefeito de Parnaíba, Francisco de Assis Moraes Sousa, fez a entrega para a APAE de Parnaíba de um veículo furgão adaptado, adquirido pela Prefeitura, através do programa “Viver sem limites”, do Ministério da Saúde. Este veículo vai facilitar algumas ações da APAE, inclusive, o deslocamento de pacientes para a clínica de reabilitação.

A presidente da APAE de Parnaíba, Keila Castro, disse na oportunidade que a Prefeitura de Parnaíba tem sido uma parceira importante e se não fosse o apoio do Prefeito Mão Santa, essa solenidade de hoje não estaria acontecendo. Por isso – segundo ela – a direção da entidade é eternamente grata ao atual prefeito e sua equipe pela ajuda que têm dado para que a APAE continue com seu importante trabalho em prol das famílias parnaibanas. Vale ressaltar que somente três municípios piauienses possuem este tipo de veículo: Picos, Teresina e Parnaíba.

O Prefeito Francisco de Assis Moraes Sousa, falando na ocasião, disse que quando foi governador contribuiu para que a APAE chegasse em vários municípios do Piauí porque – segundo Mão Santa – é uma instituição que merece respeito e muito amor. Ele destacou o trabalho da presidente, Keila Castro, que tem feito todo o esforço possível para que os programas desenvolvidos pela instituição atinjam os objetivos.