Progressistas pode apresentar pleito de cinco pastas ao governador Wellington Dias

O presidente do Progressistas de Teresina, deputado Júlio Arcoverde, deve se reunir nesta segunda-feira (22) com o governador Wellington Dias (PT). No encontro, deve ser definida a participação da sigla na composição do novo secretariado.

O Progressistas mira cinco pastas consideradas de interesse estratégico pelo partido. A sigla quer manter o comando do  Detran. Além disso, pleiteia a Setrans, a Defesa Civil, a Coordenadoria de Irrigação e a Secretaria de Meio Ambiente.

No caso do Meio Ambiente, o nome que a sigla deve indicar para assumir o comando da pasta é do presidente do diretório de Teresina, o ex-deputado Mainha.

A expectativa dos aliados é que o  governador Wellington Dias possa apresentar a composição final do secretariado até o  dia 30 de abril.

Foto:WilsonFilho/CidadeVerde.com

Sarney, Jucá e Eunício mantém poder e cargos

Amanda Almeida, Natália Portinari e Bruno Góes – O Globo

Cobrado por parlamentares a nomear apadrinhados para órgãos federais em troca de apoio , o governo Bolsonaro mantém, quase quatro meses após assumir o comando do país, indicados de caciques longevos na política em cargos comissionados nos estados.

Apelidados nos corredores do Congresso como “esqueceram de mim”, afilhados de antigas lideranças como Eunício Oliveira (MDB-CE), Romero Jucá (MDB-RR), José Sarney (MDB-AL) e Garibaldi Alves (MDB-RN) permanecem em chefias regionais de órgãos federais.Parte superior do formulário

Essa sobrevida tem frustrado parlamentares rivais desses grupos, que, ao ver os caciques derrotados nas últimas eleições, criaram expectativas de assumir postos do Executivo federal nos estados. Nos últimos dias, integrantes da equipe do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) têm afirmado que há vários nomes em “estágio avançado” de avaliação.

A nova promessa é que as nomeações indicadas por parlamentares comecem a sair no início do mês que vem. Sobre os indicados por antigos políticos, pessoas próximas a Onyx dizem que “afilhados de presidentes de partido serão considerados com carinho”. Jucá é o atual presidente do MDB.

Leia matéria na íntegra clicando ao lado: Caciques da política seguem com influência em cargos federais nos ...

Luis André intensifica agenda para fortalecer PSL e mira em Mão Santa: “Fiz o convite”

O vereador Luis André (PSL) tem intensificado as conversas com lideranças políticas por todo Piauí. A Semana Santa para o vereador não foi de descanso, pelo contrário, foi de muito trabalho.

Luis André esteve no litoral piauiense e lá conversou com lideranças políticas importantes, na pauta: eleições 2020. Desde que assumiu a liderança da sigla no Piauí, o vereador tem trabalhado nos bastidores para fazer o partido crescer nas próximas eleições.

E o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, foi uma dessas lideranças políticas cotadas por Luis André na Semana Santa. O vereador esteve reunido com o prefeito e compartilhou a imagem do momento no Instagram e confirmou o convite ao prefeito para que se filia ao PSL.

“Fizemos o convite para que o prefeito filie-se ao PSL. Será uma honra tê-lo no partido. Nosso vice-presidente Nacional Antônio Rueda reforçou o convite ao prefeito”, escreveu Luis Andre.

Porém, sem uma resposta em definitivo ainda, Luis André segue pelo interior convidando lideranças políticas para se filiarem a 2020. O vereador segue firme nas articulações políticas para 2020.

informações: oitoemeia.com.br

Ministério da Saúde abre hoje segunda fase da vacinação contra gripe

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa hoje (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir da próxima segunda-feira (29), o Ministério da Saúde abrirá ao restante do público-alvo.

A partir desta segunda, também podem receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

Informações: Agência do Brasil

 

Começo de governo

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Por Arimatéia Azevedo

Se mantidas as afirmações sobre a montagem do “novo” governo de Wellington Dias, em seu quarto mandato, esta semana pós-páscoa deverá selar o início de uma gestão com equipe escalada, não tão nova assim, mas obrigada a enfrentar uma realidade que se apresenta tanto nova quanto difícil, de um aperto fiscal sem precedentes, com pouco dinheiro para investimentos e a obrigação de administrar uma recorrente escassez no custeio – aquele dinheiro para manter o dia-a-dia das máquinas administrativas na repartição quase feudal que se faz da administração pública estadual.

Não há o que se comentar, com efeito, do time que Wellington Dias vai colocar em campo, porque é mais do mesmo, com um desenho que é bastante conhecido de seus governos anteriores.

Assim sendo, o que se pode esperar é a possibilidade de que compreendam os gestores sobre a necessidade de se fazer algo realmente inovador, de se buscar resultados dentro de um cenário de absoluta dificuldade, o que requer maior cuidado na elaboração e execução de projetos, a busca de recursos externos que demandem o mínimo de contrapartida.

Que os indicados entendam que antes de servirem para serem operadores de dinheiro escuso, se prestem aos afazeres de interesse da população, que zelem pelos investimentos em favor da maioria, para produzir mais riqueza, menos enriquecimento ilícito e menos votos em currais eleitorais.

Aceno do Planalto deixa bancada do Piauí assanhada por cargos federais

A bancada federal do Piauí está assanhada com o aceno dado pelo Palácio do Planalto sobre a distribuição dos cargos federais nos Estados.

Mais uma vez, fica claro que a prioridade dos parlamentares é cargo, não obras. E também fica evidente que a bancada piauiense continua sem peso em Brasília. Enquanto a bancada não ganha, o Estado perde postos federais.

Lembra a palavra dada ao senador Elmano Férrer (Podemos), pelo ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, de que seria revista a decisão de desativar o Centro Regional de Operações da Chesf no Piauí?

A questão foi levantada pelo senador durante audiência pública na Comissão de Infraestrutura do Senado Federal, no último dia 26 de março.

A mudança

No ano passado, a direção da Chesf anunciou a mudança do Centro, alegando a situação financeira da empresa e a tendência do mercado em reduzir os centros de operação do sistema.

O senador Elmano Férrer fez ver ao ministro, então, na audiência pública, que a transferência do Centro Regional de Operação da Chesf de Teresina para Fortaleza seria danosa ao Piauí.

Ele até argumentou que o Estado tem a Usina Hidrelétrica de Boa Esperança, construída há mais de 50 anos.

Além disso, o Piauí produz energia eólica e solar em abundância.

O ministro das Minas e Energia ponderou que a Chesf tem autonomia administrativa para tomada decisões, mas que iria acompanhar de perto a situação, anunciando que a extinção devia ser revista, sim.

Sem força

Pois bem! Tudo não passou de rebate falso. Ou, como se diz hoje, de uma fake news.

A Chesf comunicou oficialmente a integração do Centro de Operações sediado em Teresina com o de Fortaleza.

O Piauí vem se gabando de ganhar destaque em nível nacional por ser um dos Estados produtores de energia elétrica, eólica e solar.

Mas não teve energia política para segurar o Centro de Operações da Chesf, que funcionava no estado há mais de 40 anos!

Ou talvez tenha faltado interesse mesmo, pelo fato de o Centro ser meramente técnico.

Fechada há dois anos, Igreja São Benedito precisa de R$250 mil para conclusão da reforma

Shelda Magalhães 

Desde de 2016, os fiéis assíduos da Igreja de São Benedito, uma das mais tradicionais da capital, localizada no Centro de Teresina, tiveram que buscar novos caminhos. Mas, a reportagem do OitoMeia apurou, e a reforma que justifica o fechamento da Igreja já pode ter data para acabar. A Arquidiocese inicia uma campanha de arrecadação em 25 de abril para os R$250 mil que faltam para a conclusão da obra.

O Frei Francisco das Chagas Santos, pároco da Igreja, informou que desde o início de fevereiro, quando chegou a capital, vem trabalhado para trazer celeridade à reforma.

“Quando eu cheguei aqui só tinha a equipe da Arquidiocese que é formada por dois engenheiros, um arquiteto, um economista e uma advogada. Nós também criamos a equipe paroquial para ajudar no trabalho. Desde aquele momento para cá, estamos trabalhando incansavelmente para que tenhamos toda a documentação que nos possibilite dar continuidade a reforma”, relatou o Frei ao OitoMeia.

Frei Francisco das Chagas (Foto: Ricardo Moraes/OitoMeia)

Há um mês, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) autorizou a retomada da obra. A necessidade desse reconhecimento ocorre porque o prédio abriga acervos de preservação tombados pelo órgão. Orçada em R$500 mil, a Igreja já deu início a primeira etapa.

“O Iphan já liberou todos os documentos, que já foram entregues a construtora, que já trouxe todo o maquinário e pessoal para trabalhar na reforma. O serviço de base já está sendo feito há duas semanas, que é montagem de andaimes e canteiro da obra. Durante a semana, a missa acontece ao lado, no salão dos pobres de Santo Antônio. Nós continuamos, mesmo com a Igreja fechada, com a nossa vida normal de celebração”, pontuou o Frei Francisco das Chagas.

Segundo o pároco, o desejo de todos que fazem a igreja São Benedito é que a reinauguração aconteça o mais rápido possível. Para isso, salientou que precisa da ajuda de fiéis e populares na campanha de arrecadação de fundos. Já que apenas 50% da quantia está nos cofres da Igreja.

Igreja de São Benedito (Foto: Ricardo Moraes/OitoMeia)

“Queremos que a Igreja seja reaberta o mais rápido possível para que a gente possa acolher um maior número de pessoas, confortavelmente. No dia 25 de abril, às 7h30, nós vamos fazer o lançamento da campanha de arrecadação de verbas. Andei conversando  com os nosso engenheiros e coloquei uma meta de 50% do valor total da obra, que é R$ 50o mil. A arrecadação é para pagar a reforma, temos menos da metade do valor total, algo em torno de R$250 mil, o restante temos que correr atrás”, afirmou o Frei à reportagem.

Com o fechamento, a situação do prédio da Igreja ficou ainda mais precária. Porém, o Frei deixa claro que as celebrações da Semana Santa na paróquia seguem firmes e convida a comunidade para fazer parte. Ele finaliza com a projeção de uma possível data de reabertura.

“São vários projetos: a torre, o teto, a pintura, iluminação. Teremos todas as celebração da Semana Santa de segunda a sexta, com missas às 6h30 e às 17h30. A empresa nos deu a previsão de quatro meses para concluir a reforma maior e a igreja ser reaberta”, finalizou o pároco.

Raquel Dodge afirma em que, por ser um detento, Lula não pode dar entrevistas

Raquel Dodgne, procuradora geral da República. (Foto: Nelson Jr./STF)

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o pedidos para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas dentro da prisão.

No parecer, a procuradora defendeu a liberdade de expressão e de imprensa, mas ressaltou que, em algumas situações, há a possibilidade de proibir que presos concedam entrevistas.

Para Dodge, entre as finalidades da condenação de presos está o objetivo de cumprimento da pena “com discrição e sobriedade”. “O fato é que ele [Lula] é um detento em pleno cumprimento de pena e não um comentarista de política”, disse a procuradora.

“Conclui-se que a proibição de que Luiz Inácio Lula da Silva conceda entrevistas em áudio e/ou vídeo, apesar de ser restritiva da sua liberdade de expressão, é medida proporcional e adequada a garantir que as finalidades da pena a ele imposta sejam concretizadas, sendo, portanto, compatível com a ordem jurídica do país”, disse.

Desde 7 de abril, Lula cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão em Curitiba, imposta pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP).

Cargos: Bolsonaro ainda faz cara feia, mas..

Bruno Boghossian – Folha de S.Paulo

Depois de servir cafezinho no gabinete presidencial para Romero Jucá, Gilberto Kassab e outros caciques, no início do mês, Jair Bolsonaro tentou se explicar para seus seguidores. “Nada foi tratado sobre cargos, nem da parte deles, nem da nossa parte. Quem falou que haveria questões envolvendo cargos caiu do cavalo”, afirmou.

O presidente dança uma valsa meio atrapalhada em seu esforço para conseguir apoio no Congresso. Enquanto foge do assunto e trata com ironia a distribuição de espaços na máquina federal, seus auxiliares se esforçam para fazer essa partilha entre potenciais aliados.

Metade dos figurões do Palácio do Planalto trabalha hoje para destravar nomeações políticas que podem ajudar o governo a construir uma base de apoio consistente nas votações da Câmara e do Senado —em especial na reforma da Previdência.

Na semana das reuniões de Bolsonaro com dirigentes partidários, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que era “óbvio que eles vão ter algum tipo de participação” no governo. O ministro Santos Cruz disse que o preenchimento de cargos por indicação política “é normal em qualquer lugar do mundo”.

Leia artigo na íntegra clicando ao lado: Bolsonaro ainda faz cara feia, mas governo negocia cargos e emendas

Reclamações: Alagamento em vias e muitos buracos prejudicam acesso ao litoral do Piauí

O Piauí tem o menor litoral do Brasil, porém um dos mais belos, mas a falta de estrutura dificulta a vida de quem deseja desfrutar das belezas naturais. A situação piora no período de chuvas, onde as estradas, que naturalmente já são ruins, ficam  intrafegáveis.

A rodovia que liga Luís Correia ao bairro Coqueiro da Praia, está com um trecho tomado de água devido a enchente de dois terrenos às margens da pista. 

Outro local ainda na PI-116, totalmente danificado pela grande quantidade de crateras.  

O desvio pela orla da Atalaia tem menos buracos, mas o acesso também é complicado.

As rodovia que vai ao município de Cajueiro da Praia também está bastante danificado e é um risco aos condutores. Já a que vai para a praia da Pedra do Sal é um transtorno só e a obra de recuperação nunca foi concluída.

O feio cartão postal nas estradas do litoral piauiense

Está no Portalaz: “O  feio Cartão Postal”

Turistas e moradores do litoral tem convivido com essa realidade: grandes crateras, verdadeiros riachos na rodovia que liga as praias de Atalaia e Coqueiro. 
E a pergunta de um deles é: isso é irresponsabilidade do governo estadual ou da prefeitura de Luís Correia?
Quem souber, atola. 

Oposição e governo fazem contas diferentes

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Por: Zózimo Tavares

A oposição e o Governo do Estado estão fazendo contas diferentes sobre a situação financeira do Piauí.

No meio da semana passada, o presidente regional do PSDB, ex-deputado Luciano Nunes, candidato derrotado ao governo nas eleições de 2018, informou que o Estado deve R$ 1 bilhão e 300 milhões a empreiteiros, fornecedores e prestadores de serviço.

Conforme o tucano, essas dívidas estão inscritas em “Restos a pagar”, ou seja, correspondem às despesas que foram efetuadas e não pagas dentro do exercício financeiro de 2018.

Ele destacou que os dados sobre a dívida eram oficiais, pois estão no Balanço Geral do Estado, divulgado há poucos dias pelo governo.

O ex-parlamentar sustenta que se trata da maior “pedalada fiscal” do Estado e enfatiza que as dívidas não pagas quebraram empresas e muitos trabalhadores perderam o emprego no Piauí.

Frente de obras

O Governo do Estado mostra, porém, uma situação bem diferente dessa política de terra arrasada apontada pela oposição.

O governador Wellington Dias anunciou, depois de uma reunião técnica com auxiliares, a execução de um conjunto de obras previstas no contrato do empréstimo Finisa II, contraído junto à Caixa Econômica Federal.

“Estas obras já estão em andamento. No momento, são R$ 22 milhões que se somarão aos R$ 315 milhões do Finisa I. Já estamos com a programação ajustada para investir, por todo o Estado, em obras de estradas, pontes, o Centro de Convenções, a Adutora do Litoral, dentre outras”, adiantou o governador.

Duplicação

Wellington disse que esse novo programa de obras começa pela retomada dos serviços de duplicação das BR-343 e 316, nos acessos a Teresina, agora depois da Semana Santa.

No início deste mês, o superintendente regional do Dnit, Ribamar Bastos, informou que as obras de alargamento dos acessos a Teresina estavam paralisadas e sem contrato.

As duas empreiteiras que trabalhavam nos trechos romperam os contratos com o Governo do Estado e abandonaram os serviços por falta de pagamento.

A Construtora Copa, que trabalhava na BR-343, saiu no final do ano passado. A Construtora Sucesso deixou a BR-316 no começo de abril.

Dinheiro em caixa

Segundo Wellington Dias, o governo possui cerca de R$100 milhões em caixa para tocar e concluir esses serviços.

As empresas colocadas na licitação depois das que abandonaram as obras estão sendo chamadas para retomar os serviços.

“Este valor é o suficiente para as duas obras. Com isso, iremos viabilizar geração de emprego e de atividade econômica, dando solução com o alargamento na saída de Teresina, o que permitirá o maior conforto dos motoristas, além de ter uma rodovia bem melhor que se soma ao rodoanel”, afirmou.

O anúncio oficial da retomada da duplicação das BRs, além das outras obras enumeradas pelo governador, é uma indicação de que a situação financeira do Piauí já deve ser outra diferente da apresentada no Balanço Geral do Estado.

Encontro de Gigantes da política do litoral piauiense

No sábado de aleluia (20) o vereador Raphael Silva (PSD) esteve visitando o Sítio 2 Irmãos, do empresário Francione Galeno, que fica localizado no Curral Velho, zona rural do Litoral piauiense.

O anfitrião Francione Galeno foi responsável pelo encontro entre duas das maiores lideranças políticas da cidade de Luís Correia, o vereador Raphael Silva e o ex-prefeito Luiz Pedrosa. O encontro também contou a presença do vereador Paulo Cazuza que estava acompanhando Luiz.

Embora, o encontro tenha acontecido por uma coincidência, tudo ocorreu em clima de harmonia e descontração.

Sonho dos Políticos do Estado: Cargos federais no Piauí devem sair após Semana Santa

Cargos federais no PI devem sair após Semana Santa; lista atualizada

Por Sávia Barreto

Os parlamentares piauienses esperam, enfim, para após a Semana Santa a liberação do governo Jair Bolsonaro (PSL) dos cargos federais de indicação das bancadas regionais. 

Uma das formas de participação dos políticos na gestão pública se dá pela via dos cargos indicados, ou seja, a negociação do presidente com as bancadas de cada estado é absolutamente natural – não é velha nem nova política, é apenas política. Não se ganha eleição sozinho, não se governa sozinho também. 

Átila Lira – Coordenador da Bancada do Piauí

Particularmente num país com regime de presidencialismo de coalizão em que o Parlamento tem peso equivalente ao Executivo e capaz de sufocar um governo impedindo que ele ponha em prática suas propostas de campanha (já que não se governa só por decreto), ignorar os aliados pode custar caro. Exemplo disso é a emperrada reforma da Previdência, caminhando a passos de tartaruga na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal.

E é ofício dos políticos desde que o mundo é mundo, tentar influenciar nas ações governamentais, seja via projeto, seja via cargos – em que pese a demonização que se faz quando se usa o nome “cargo” para falar de política e ressaltando também os casos em que as indicações não se comportam de modo republicado.

Em conversa com o blog Primeira Mão, os políticos que aguardam as nomeações fizeram o raio-x das indicações no Piauí:

– Senador Ciro Nogueira (Progressistas) – Codevasf (Inaldo Guerra)

– Senador Elmano (Podemos) – DNIT (Ribamar Bastos)

– Deputado Átila Lira (PSB) – Funasa (José Raimundo Costa)

– Júlio Cesar (PSD)  – Incra (Thiago Vasconcelos)

– Flávio Nogueira (PDT)  – INSS 

– Iracema Portella (Progressistas)  – DNOCS (Djalma Policarpo)

– Margarete Coelho (Progressistas) – CONAB  

– Dra Marina (Solidariedade) – Superintendência do Ministério da Agricultura (Marco Vinicius)

– Marcos Aurélio (MDB) – Departamento Nacional de Produção Mineral

Outros cargos federais, vale lembrar, são de indicação de carreira, com membros do corpo funcional do órgão, como a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e a Embrapa. E há aqueles que realizam eleição interna, com os integrantes da instituição no comando da escolha, como é o caso da Universidade Federal e do Instituro Federal do Piauí. Esses, claro, ficam de fora das indicações.

Quem também fica de fora são os políticos de oposição declarada ao presidente Jair Bolsonaro, como é o caso da deputada federal Rejane Dias (PT) e de Fábio Abreu (PR). (Blog Primeira Mão)

Aqui ninguém precisa de esmola somos ricos/ – Acoorrrda  q’uistão  nos rrruuubaaanndo!

 

Por Antonio Gallas Pimentel.

Anos 1960. Semana Santa em Tutóia cidade do litoral maranhense.  Nessa época os chamados dias grandes eram guardados com todo respeito. Era pecado tomar-se banho na Sexta-Feira da Paixão, ou receber dinheiro pela comercialização de algum produto.

Diziam que o Expedito Gonçalves, um cabo da Marinha que serviu na Capitania dos Portos em Tutóia, ficara com o corpo cheio de cabelos porque tinha tomado banho numa Sexta-Feira  Santa. Na nossa infãncia conhecemos o  Mola Deu, um mendigo que tinha dificuldade em pronunciar a expressão uma esmola pelo amor de Deus. Também comentavam  que a causa disso é  porque cometera  uma atrocidade durante a Semana Santa.  Tudo mito!

Mas mito ou verdade, tinha-se grande respeito pelos dias santificados. Música? Som alto? Nem pensar. As rádios transmitiam apenas músicas clássicas ou religiosas.  E somente  orquestradas.

A fartura imperava! A troca de bolo, de jejuns, muitas vezes chamadas deesmolas,  entre pessoas amigas, era uma tradição.

Dona Zila Galas minha mãe adotiva fazia bolos como ninguém. Seus bolos eram bastante apreciados e por isso nessa época muita gente levava jejuns para nossa casa  com objetivo de receberem os saborosos bolos que ela fazia. Deu que, certa vez, durante esse período de Semana Santa, bateram palmas no portão e eu fui atender.  Eu deveria ter entre nove e dez anos de idade. Encontro duas crianças mais velhas que eu, segurando uma bandeja de alumínio contendo cinco espigas de milho (descascadas) e um mói (*) de feijão verde. Ao me verem  disseram: – viemos aqui deixar essa esmola que a mamãe mandou. Eu prontamente respondi: – aqui ningém precisa de esmola não, nós somos ricos!  Quanta ingenuidade! Quanta inocência na cabeça de uma criança!

As crianças, meio encabuladas  já iam dando meia-volta quando dona Zila apareceu e contornou a situação. Mas de uma coisa eu tinha certeza: podia preparar as costas para as chibatadas no Sábado. Teria que aprender a ter humilde diante das pessoas.

Mas a expectativa de toda a criançada e também de muitos adultos era  o Domingo da Ressurreição  com a malhação e queima do Judas.

O Judas era confeccionado na sexta-feira ou no sábado,  e escondido em algum lugar para que não fosse roubado,  e até porque,  tinha o desafio da procura no dia seguinte com mérito para quem o encontrasse.

Nesse dia os irmãos Reubem e Tufy, filhos do Nagib, com a ajuda do primo  Maurício ( o conhecido braço de radiola) filho do Fuad, confeccionaram o Judas e resolveram esconde-lo na alcova  do casal Marta e Felipe Zeidan que o povo chamava de carcamanos.

A família Zeidan veio da Siria, um dos dezenove países que hoje formam o Mundo Árabe.

Trabalhadores, prosperaram em Tutóia,  construíram uma grande prole e pelos seus méritos,  fazem parte da história daquele município.  Eram conhecidos como os carcamanos . Todavia, é errado se dizer que os árabes,  quer sejam   sírios,  libaneses, ou de outro país desse bloco são  carcamanos,  tendo em vista que esta expressão é de origem italiana, pois foram  os italianos os primeiros imigrantes a chegar em São Paulo.

Mas voltando ao Judas escondido na casa  do casal Marta e Felipe Zeidan, vazou a informação e alguém da minha turma, não lembro quem, foi roubar o tal Judas. Sorrateiramente entrou no quarto, apoderou-se do dito cujo colocando-o sobre o ombro e rumou para dar o fora da casa. Na saída, por causa do escuro do quarto (energia elétrica só até as 22 horas e quando tinha!) e da pressa, o pseudo ladrão  tropeçou num  pinico esmaltado provocando um barulho infernal. Apressado em  deixar o quarto, e talvez  pelo mais  puro azar,  esbarrou na rede de dona Marta acordando a distinta senhora.  Foi quando se  ouviu  num português arrastado e bem alto a seguinte frase  :  – Acoorrrda Feliiipa q’uistão  nos rrruuubaaanndo!

Aí não teve jeito: jogou o Judas no chão e pernas pra que te quero!

 

(*) Mói é uma contração utilizada no nordeste  para “molho”, significando uma certa quantidade.

Texto: Antonio Gallas

Ilustração: Foto da WEB modificada do aplicativo “Pencil Sketch (play store)

Barraqueiros da Pedra do Sal ainda contam os prejuízos com a ressaca do mar

Os barraqueiros da praia da Pedra do Sal, na Ilha Grande de Santa Isabel, ainda não têm contabilizados os prejuízos de seus estabelecimentos após a forte ressaca do mar ocorrida na quinta-feira dia 18. As ondas destruíram as casas onde funcionavam bares e restaurantes.

O Corpo de Bombeiros em Parnaíba advertiu sobre a possibilidade de novas ocorrências de ressacas neste final de semana, até amanhã domingo em toda a faixa de litoral do Piauí, que compreende 66 quilômetros e recomendou que os banhistas evitem entrar na água.

A situação das barracas de comidas e bebidas na beira da praia da Pedra do Sal, segundo os especialistas, é muito perigosa porque estes donos de estabelecimentos desrespeitam o chamado limite prudencial e invadem os terrenos onde costuma ocorrer a arrebentação.

Estas construções, na sua maioria de estacas e com cobertura improvisada de palhas, são muito frágeis com a força do vento e das marés. A maioria está concentrada na chamada praia brava, sem instalações sanitárias e muretas de proteção. Fotos: Jornal da Parnaíba.

Encenação da Paixão de Cristo se consolida em Parnaíba como mais um espetáculo de qualidade

Os fiéis e apreciadores de espetáculos teatrais estiveram nesta sexta-feira (19) assistindo a tradicional encenação da “Paixão de Cristo – Um homem chamado Jesus” que aconteceu em frente à Igreja São Sebastião.

A Paixão de Cristo chega à sua 24ª Edição em Parnaíba, sempre com muita fé e emoção demonstradas pelos atores que contam sobre a vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo, através arte. A via-sacra é realizada pelos Amigos Perseverantes de Parnaíba (ASCAP) e participação voluntária de todos envolvidos.

De acordo com o diretor-geral do espetáculo, Juarez Fontenele, o espetáculo contou cerca de 200 pessoas envolvidas no projeto. “Conseguimos levar às pessoas a mensagem do homem que foi o maior exemplo de amor, mantendo assim a nossa tradição de evangelizar através da arte”, afirma Juarez.  

 O espetáculo teatral foi dirigido pelo ator e diretor Jesum Messias. Ele disse que tecnicamente a encenação chegou quase à perfeição. “O espetáculo saiu belíssimo e todos estão de parabéns. O resultado saiu como eu estava imaginando, com o esforço e empenho de todos os que participaram de forma voluntária”, destacou Jesum Messias.

A Companhia Balé da Cidade de Parnaíba também esteve presente em duas cenas primordiais do espetáculo: nas “Bodas de Canaã”, representando o primeiro milagre de Jesus e na “Tentação”, que contou com participação de 18  integrantes do corpo do balé. “Procuramos a cada ano trazer novos elementos para tornar a apresentação mais atraente e, assim, ajudarmos a evangelizar por meio da dança”, revelou a diretora e coreografa da Cia., Márcia Riedel Alencar.

“Para uma montagem deste porte a falta de dinheiro e patrocínios sempre são empecilhos. Por isso, agradecemos a todos que acreditaram na nossa proposta e nos ajudaram a realizar mais esta encenação, que certamente, ficará marcada na história de Parnaíba. Agradecemos igualmente a todos os atores, equipes e ao Balé da Cidade de Parnaíba,  que participaram, uma vez que ninguém é remunerado para fazer a peça”, concluiu diretor-geral do espetáculo, Juarez Fontenele.

Texto e fotos: Camila Neto

Eleições municipais: Teremos renovação no quadro político local?

Leonardo Correia, Darllan Barros, Camila Neto e Alex Marinho

Por:Bernardo Silva

Apesar de ser uma discussão rigorosamente extemporânea ninguém pode se omitir do debate a respeito das eleições do ano que vem, que aqui em Parnaíba entrou em pauta mesmo antes das eleições presidenciais em outubro passado, quando José Hamilton Castelo Branco se lançou candidato a prefeito da cidade (4ª vez), para enfrentar qualquer um que entrasse – de Mão Santa à filha dele, Gracinha M. Sousa, teria dito numa entrevista À TV local.

Mas Zé Hamiltons à parte, já que se trata de uma figura bastante conhecida, o que o pleito municipal de 2020 vai apresentar de novidade? Os mesmos candidatos a vereador que disputam eleições há 20 ou 30 anos? Ou vão ocorrer por aqui as mudanças que ocorreram no ano passado, quando muitas das velhas e carcomidas lideranças políticas foram mandadas pra casa pelos eleitores brasileiros?

Até aqui alguns nomes já aparecem como novidade, anunciados como possíveis candidatos a mandatos eletivos no ano que vem. Citaríamos, apenas como exemplo, o odontólogo Leonardo Correia; o médico Darlan Barros, que ensaiou uma candidatura a vice-prefeito em 2016 mas não deu certo; a jornalista Camila Neto e o professor Alex Marinho.

Não se sabe ainda a filiação partidária deles, mas por serem caras novas, temos que incentivá-los a manter tal pretensão. Não vale fazerem como outros, em eleições passadas, que se dizem candidatos bem antes das eleições mas, quando se aproxima o pleito, capitulam diante de nomes mais conhecidos. Ou são cooptados por políticos velhos, que ainda vão existir por algum tempo por estas bandas. Sim, porque as mudanças das quais falamos – que ocorreram no ano passado, pouco foram sentidas no Nordeste. E o atraso político que se respira por aqui é bem intenso.

 

“Agora vou ingressar num grupo político”, diz Dr. Pessoa

O DIA conversou com Dr. Pessoa. Atualmente sem mandato, ele tem no histórico recente a segunda colocação na disputa pela Prefeitura de Teresina e pelo governo do Estado, em 2016 e 2018, respectivamente.

Em entrevista, ele comentou seus planos para o futuro na política, disse que não tem pressa em escolher um partido para se filiar, que não tem inimigos e que pode ingressar num grupo político junto com o ex-prefeito Silvio Mendes. Dr. Pessoa também afirmou que não descarta concorrer a uma vaga para vereador em 2020 e disse que ainda não analisou as gestões de Firmino Filho e Wellington Dias, respectivamente na Prefeitura de Teresina e governo do Estado.

Trechos da entrevista:

O senhor disputou duas eleições majoritárias, em 2016 e 2018. Como o senhor avalia seu desempenho nestes últimos pleitos? De que forma o senhor encara o resultado das urnas?

Deus e o povo que me quer bem, que acredita no Dr. Pessoa. Sem o povo e sem a mão divina não teria feito esse resultado, que todos sabem, foi pujante. Um resultado que muita gente debochava. Por isso agradeço ao povo e a Deus, firme para que em 2020, pronto novamente, para ir pra a disputa. Lógico que agora eu fiz uma reflexão, bastante profunda, de trabalhar em grupo. Estou no trabalho de formar grupos, não só eu como outras pessoas estão nesse trabalho de ter um grupo político significativo, porque achamos que se eu estiver em um grupo político forte, a possibilidade e a probabilidade de chegar ao governo municipal da cidade de Teresina é grande. Se é grande e estão querendo investir, mas isso não quer dizer que seja ‘prego batido e ponta virada’, que eu seja pré-candidato ou não, pois não vou querer ir contra a lei de Deus e contra a vontade do povo. Se eu sair candidato é porque Deus quer e porque o povo tá fazendo o chamamento, aí eu tenho coragem pra enfrentar. Fora disso, eu mudei. Repetindo, nessa reflexão de trabalhar em grupo, e quem trabalha em grupo cede um pouquinho aqui cede e outro pouquinho acolá, dá um pouco a ré, avança um pouquinho, para chegar a um denominador comum.

O senhor foi convidado por diversos partidos, como MDB, PTB e de outras siglas. O que vai pesar na sua decisão?

Análises dos grupos. Como eu estava andando só, então agora se nós juntarmos um grupo, tenho que analisar o comportamento dos que irão formar esse grupo, então o que vou fazer é analisar o caminho que for melhor, que deva ter um resultado melhor para o povo de Teresina. Não é um não resultado pessoal, não é o eu, porque saí do eu e estou nós. Portanto não é qualquer grupo que irá me convidar e vou aceitar, por isso essa fase é de análise. Eu tenho tempo e não tenho pressa, só definirei meu posicionamento político do segundo semestre até o mês de janeiro do ano que vem.

O prefeito Firmino Filho afirmou inclusive que pretende conversar com o senhor e estreitar esse diálogo. Isso abre a possibilidade de vocês estarem no mesmo palanque ou isso é descartado?

Essa pergunta já foi feita por muitos jornalistas. Que eu saiba, não sou inimigo de ninguém. Podem até achar que eu não tenho um discurso bonito, alguém criticar meu trabalho, mas não tenho inimigo. Fui adversário político do Wellington Dias, do Firmino e de outros. Se o prefeito da capital, que não é meu inimigo, foi um adversário político, e quer ir tomar um café na minha casa, mesmo que eu não tivesse educação, mas graças a Deus eu tenho, eu não recusaria. Eu disse que não iriana Prefeitura, e ele disse que viria na minha casa.

Por: Breno Cavalcante e Natanael Sousa – Jornal O DIA