



O Prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel (PP), talvez esteja apenas cumprindo uma promessa de campanha, época em que afirmava, a plenos pulmões, que iria continuar a administração dos seus mentores, Gracinha e Mão Santa. O que se vê agora são as mesmas práticas, principalmente no que tange ao ítem INAUGURAÇÕES.

Reinauguração Biblioteca Alberto Silva
Presenciamos muitas vezes, integrando a equipe do ex-prefeito, a inauguração de obras mesmo antes delas estarem terminadas. Outras eram inauguradas mas não funcionavam, como é o caso do Matadouro Municipal Antônio José de Moraes Sousa, Hospital Infantil e tantas outras. E mais aquelas estruturas que recebiam apenas uma reforma meia boca, uma pintura verde e eram inauguradas como obra da gestão, a exemplo de todas as escolas do município, reformadas tantas vezes.

A Bibioteca Municipal é um caso à parte. Já tendo funcionado na Praça da Graça, onde hoje é a Câmara Municipal, tendo sido antes sede da Prefeitura, a hoje denominada Biblioteca Alberto Silva funcionava na Rua Duque de Caxias, onde hoje é o Centro Pop, que dá (ou dava?) comida a pessoas em situação de rua. A biblioteca tinha o nome de Mirócles Veras, mas o Mão Santa achou por bem tirar de lá, mudar o nome e inaugurar como algo novo. Agora, por não ter obras de sua gestão para inaugurar no aniversário da cidade, o prefeito Francisco Emanuel resolveu reinaugurar a biblioteca, que nem público tem mais para utilizá-la. Quem ainda vai estudar, pesquisar, dentro de uma bibioteca? (Por: Bernardo Silva)
Para muitos, a situação exposta revela falta de planejamento. Antes da entrega, seria necessário que uma equipe da gestão verificasse o local e realizasse, ao menos, uma limpeza e reparos básicos, evitando que o cenário destoasse do propósito da ação comemorativa.
A repercussão negativa mostra que o prefeito Francisco Emanuel ainda não assimilou por completo os aprendizados políticos herdados de sua “madrinha politica”, a deputada Gracinha Mão Santa, sobretudo no cuidado com a imagem pública em momentos de exposição.
Sábado de lazer no restaurante o Luís Barba Preta na Lagoa do Portinho em Parnaíba-PI. O evento está marcado para começar às 13hs. Tarcisio Digital acústico com novo repertório musical.

Ciro Nogueira em Cocal, com deputados do PT
O senador Ciro Nogueira vem cumprindo agenda no Piauí desde quinta-feira. Em Cocal, nos festejos, ele posou junto com os deputados estaduais do PT Janaína Marques e Fábio Xavier.
Neste sábado, ao lado do prefeito Sílvio Mendes, o presidente nacional do PP participa da programação do aniversário de 173 anos de Teresina. (Primeira Mão)
Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores
FALA, PREFEITO
O advogado Wallyson Soares dos Santos está a sustentar no âmbito de denúncia que o município de Cocal possui inúmeras dívidas a serem honradas. A peça acusatória foi ofertada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) em meio ao anúncio pelo prefeito Cristiano Felippe de Melo Britto da contratação de Alok, entre outras atrações, para um megaevento em alusão aos festejos municipais.
Segundo o informado no âmbito da denúncia ofertada perante a Corte de Contas, o município possuiria as seguintes dívidas:
I. Dívida de precatórios no valor de R$ 3.428.887,76, incluindo 42 precatórios preferenciais de idosos; II. Dívida com o Banco do Brasil: R$ 5.199.996,03; III. Dívida previdenciária: R$ 2.813.652,36; IV. Parcelamento constitucional excepcional previdenciário: R$ 37.0002,42 (valor da parcela); V. Parcelamento simplificado: R$ 60.377,21 (valor da parcela); VI. Parcelamento junto à Receita Federal – simplificado: R$ 20.855,97 (valor da parcela); VII. Parcelamento de multas: R$ 644,85 (valor da parcela); VIII. Parcelamento PASEP: 11226.738026/2022-64: R$ 650,57 (valor da parcela); IX. Parcelamento PASEP: 11226.738026/2022-64: R$ 852,53 (valor da parcela); X. Parcelamento PASEP: 1226.721403/2023-62: R$ 728,03 (valor da parcela); XI. Dívida PGFN: R$ 46.786,05;
Wallyson Soares dos Santos apresentou denúncia em face do município de Cocal, representado pelo prefeito Cristiano Britto, diante dos amplos gastos e “supostas falhas na contratação de shows artísticos, que totalizam R$1.840.000,00″. E chegou a pedir medida cautelar para suspensão das contratações.
O relator do caso, conselheiro Jaylson Campelo, no entanto, entendeu que “no presente caso, não se vislumbra a existência do periculum in mora, eis que fora concedida parcialmente tutela antecipada na Ação Civil Pública de nº 0801695-63.2025.8.18.0046, em 07-08-2025, que tramita na Vara Única da Comarca de Cocal”.
A Justiça havia determinado:
1) A SUSPENSÃO dos Contratos nº 26/2025 (município de Cocal com a “Banda Hungria Hip Hop”), 32/2025 (município de Cocal com a “Banda Anjos de Resgate”), 33/2025 (município de Cocal com a “Banda Natanzinho Lima”) e 35/2025 (município de Cocal com “DJ Alok”), com a consequente suspensão dos pagamentos decorrentes dos referidos contratos. Em caso de descumprimento da presente ordem, fixo multa diária de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) a ser arcado pessoalmente pelo gestor, Cristiano Felippe de Melo Britto;
2) PROIBIÇÃO do município de Cocal celebrar outro contrato com qualquer artista ou banda para o evento referentes aos Festejos de Cocal (Festejos do Povo) ou outra festa similiar. Em caso de descumprimento da presente ordem, fixo multa de R$ 3.000.000,00 (três milhões de reais) a ser arcado pessoalmente pelo gestor, Cristiano Felippe de Melo Britto;
3) A RETIRADA dos outdoors contendo as imagens do prefeito Cristiano Felippe de Melo Britto e sua esposa Livia Janaina Monção Leodido Britto no PRAZO DE 24 HORAS, devendo ainda abster-se de fazer novas propagandas pessoais ligando a eventos públicos. Em caso de descumprimento, fixo multa pessoal a cada um no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) por dia.
“Portanto, vê-se que o objeto da decisão coincide com o deste pedido de cautelar, que se trata da imediata suspensão da execução dos contratos de inexigibilidade nºs 026/2025, 032/2025, 033/2025 e 035/2025, celebrados pelo Município de Cocal/PI, bem como demais shows referente aos Festejos de Cocal”, seguiu o conselheiro substituto.
Campelo destacou ainda que “a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Piauí proibiu o município de Cocal de celebrar outro contrato com qualquer artista ou banda para o evento referente aos Festejos de Cocal (Festejos do Povo) ou outra festa similar. Portanto, tem-se que em relação ao pedido cautelar, não cabe a este Tribunal decidir, uma vez que a decisão já fora decidida pelo Poder Judiciário, de modo a evitar decisões conflitantes”.
O relator do caso no TCE ressaltou também que “a autonomia do Tribunal de Contas, garantida pela Constituição Federal, permite que ele exerça suas competências de controle externo de forma independente. No entanto, tem-se que essa autonomia não é absoluta e pode ser influenciada por decisões judiciais, como no presente caso. A decisão liminar da justiça prevalece no que diz respeito à suspensão dos shows descritos na peça inicial. O TCE, nesse ponto específico, não pode “desfazer” a ordem judicial”.
No entanto, o TCE “continua com sua competência para apurar os fatos, proferir seu entendimento sobre a regularidade do procedimento e, se for o caso, aplicar sanções ou emitir determinações que não conflitem diretamente com a liminar judicial em vigor”.
Jaylson Campelo, ao denegar “por enquanto, a cautelar requerida”, determinou a citação do prefeito do município de Cocal para se manifestar sobre o teor da denúncia.
O valor exato cobrado é de R$ 581.761,54 (quinhentos e oitenta e um mil, setecentos e sessenta e um reais e cinquenta e quatro centavos). O montante é proveniente de débitos de ICMS inscritos na Dívida Ativa do Estado
A dívida original era de R$ 167.722,60, mas foi acrescida de juros, multa e atualização monetária.
Na petição, o Estado requer que a TIM seja citada para, no prazo legal, pagar o valor integral da dívida, acrescido dos encargos e honorários advocatícios previstos no Código de Processo Civil, ou apresentar garantia à execução.
Caso não haja o pagamento ou a garantia, a PGE pede a penhora de bens suficientes para a quitação do débito.
O GP1 não localizou representante da TIM que pudesse se manifestar sobre o caso. O espaço está aberto para esclarecimentos. (Thaís Guimarães)
A investigação foi instaurada pelo procurador da República Saulo Linhares da Rocha na última terça-feira, 12 de agosto, com base em representação noticiando que “estão iniciando uma edificação” em área de uso comum do povo na altura da Rua Jerivá.
O procurador considerou a necessidade de aprofundamento na investigação ao instaurar o inquérito, que foi vinculado à 1ª Câmara de Coordenação e Revisão (Direitos Sociais e Atos Administrativos) do MPF.
Foi determinada expedição de ofício à Superintendência do Patrimônio da União, para, no prazo de 30 dias, informar se realizou fiscalização na área indicada, devendo encaminhar os documentos correspondentes. (Thaís Guimarães/Gp1)

Senador Dr. Hiran (Foto: Diário do Poder)
Médico em plena atividade, o senador Dr. Hiran (PP-RR) é um critico do programa Mais Médicos, alvo de sanções pelo governo dos Estados Unidos. Esquema montado para financiar a ditadura com dinheiro público brasileiro, o programa é acusado de impor trabalho escravo aos médicos profissionais de saúde. Dr. Hiran esteve lá e relatou ao podcast Diário do Poder que a ditadura criou autênticas “fábricas de médicos”, de qualidade duvidosa, em cursos de duração bem reduzida. A informação é da coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Dr. Hiran disse ainda que deixou Cuba ainda mais preocupado com a formação de “médicos”, assim, entre aspas, enviados ao Brasil.
Petistas no Ministério da Saúde e na Organização Panamericana de Saúde, agora sancionados, bolaram o plano para financiar a ditadura.
Nem precisa ter notas boas ou prestar exame para frequentar essas “fábricas”. Basta ser indicado por “organizações sociais” pró-ditadura. (Diário do Poder)







Depois de 10 meses de concluída a ponte entre o Igara e a Capitânia dos Portos, ainda não foi finalizada a estrada de acesso à praia de Pedra do Sal, em Parnaíba.
O objetivo da construção da ponte era encurtar a distância entre Parnaíba e a citada Praia. Sem a estrada pronta, é como comprar lanterna sem o foquito
Morte na escola 1
Candidato a vice-governador, com anúncio previsto para o mês que vem, o secretário da Educação de Rafael Fonteles, Washington Bandeira, chegará ao palanque com duas mortes no currículo, ocorridas dentro de escolas estaduais sob gestão dele.
Foto: Reprodução | Gabriel Paulino![]()
Morte na escola 2
Morte na escola 3
A segunda morte ocorreu na quinta-feira desta semana, quando um rapaz de apenas 16 anos, Alex Mariano Nascimento Moura, foi morto a tiros no interior do Centro de Educação em Tempo Integral Esplanada, zona sul de Teresina.
Foto: Reprodução![]()
Falhas
Há, evidentemente, falha na segurança, outra área em que o governo orgulhosamente diz, em propaganda, que vai de vento em popa. Quando escolas são alvos de criminosos, a segurança falhou e a educação capenga.
Presos
Pelo menos há a boa notícia de que dois homens adultos e dois menores de idade foram presos e apreendidos por envolvimento no assassinato do atleta Alex Mariano Nascimento Moura, de 16 anos, dentro do Ceti Esplanada.
Banalidade
Segundo as falas dos envolvidos no crime, o motivo para a morte do rapaz seria o fato quase inacreditável de que os autores da morte julgaram que uma publicação feita por Alex Mariano na rede social Instagram, em que ele segura uma arma de fogo, o ligava a uma facção criminosa. (Portalaz)
O senador Ciro Nogueira recebeu ontem, em Teresina, o ex-senador João Vicente Claudino e o presidente da Federação de Futebol, Robert Brau. O encontro, inicialmente de cortesia e voltado para assuntos esportivos, acabou abrindo espaço para conversas sobre política. Ciro lembrou que seu primeiro mandato no Senado foi ao lado de JVC, que chegou a disputar o Governo do Estado, mas acabou sendo traído pelo PT. Ele destacou ainda que Teresina teve a honra de contar com o saudoso João Claudino, pai de JVC, como seu primeiro suplente.

Durante a conversa, o parlamentar convidou João Vicente para “ouvir o Piauí”, percorrendo os municípios sem compromissos políticos imediatos, deixando para o próprio Claudino o julgamento de valores posteriormente. Segundo Ciro, “com sua história, você pode ser o que quiser”. O ex-senador, hoje dedicado aos negócios da família, saiu lisonjeado com o convite. Apaixonado por política, JVC é lembrado como um dos grandes nomes que já passaram pelo Senado. (Silas Freire)
A programação de aniversário de 181 anos de Parnaíba revelou projeção de cenário político para 2026. O prefeito Francisco Emanuel (Progressistas) sinaliza apoio a quatro candidatos à Assembleia Legislativa: Júnior Percy (Progressistas), Talles Coelho, (ainda sem pertido), Rubens Vieira (PT) e Flávio Nogueira (PT).

Para a Câmara Federal, terão apoio de Francisco Emanuel os deputados Júlio Arcoverde (Progressistas), Átila Lira (Progressistas) e Jadyel Alencar (Republicanos). Para o Senado a chapa do prefeito será Ciro Nogueira (Progressistas) e Marcelo Castro (MDB). Elivaldo Barbosa)

Foi um espetáculo histórico (como constumam dizer os abestados), cuja despesa foi paga com o suor da população. Dois shows, com Simone Mendes e um tal Natanzinho Lima, que custaram aos cofres públicos em torno de R$ 1.650.000,00 (Um milhão e seiscentos e cinquenta mil reais). Só a Simone Mendes levou quase um milhão(RS 950 mil), enquanto o outro meteu no bolso R$ 700 mil. A cidade ficou sem o dinheiro. Mas o povão, já acostumado com a política do pão e circo, ficou contente, mesmo sem ter atendimento de qualidade nos postos de saúde. E os ambulantes que foram fazer suas vendas no local, lucraram pelo menos mil reais cada um? O que ganharam dá para viver quantos dias?

E o prefeito Francisco Emanuel, do alto de sua ignorância, ainda foi na rádio Litoral FM afirmar que os shows não tinham nenhum custo direto para a cidade, porque teriam sido pagos com dinheiro de emendas. E essas emendas não saem dos cofres públicos, cara pálida?

Engraçado é que fala-se que algumas Unidades Básicas de Saúde do município estão sem equipes de saúde e outras sem consultorios odontológticos, segundo relato do vereador Ronaldo Prado, dia 8 de agosto, 5 dias antes dos shows. Veja a postagem do vereador:


O ex-senador João Vicente participou de almoço com o presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira e o cardápio tem forte componente político. João Vicente confirmou presença no palanque da oposição, estadual e nacional.

Ciro contará com JVC nas caravanas oposicionistas na campanha eleitoral do próximo ano. João Vicente é filiado ao Solidariedade. Sobre possível candidatura, o ex-senador não definiu, mas também não descarta. (Elivaldo Barbosa)

Gracinha Mão Santa cercada por jovens em Parnaíba
A deputada estadual Gracinha Mão Santa participou dos shows no prolongamento da Avenida São Sebastião pelos 181 anos de Parnaíba.
Cercada por jovens, ela afirmou que vai “continuar trabalhando para garantir mais oportunidades para todos os parnaibanos”. “É muito bom ser recebida de braços aberto pelo povo parnaibano ao caminhar pela cidade”, disse. (Primeira Mão)

Rubens Vieira e Francisco Emanuel em Parnaíba
Os 181 anos de Parnaíba confirmaram a parceria entre o prefeito Francisco Emanuel (PP) e o deputado estadual Rubens Vieira (PT). Juntos, eles inauguraram pavimentações de ruas, revitalização de espaços públicos e melhorias na infraestrutura urbana.
“Estamos trabalhando junto com o prefeito para que Parnaíba continue crescendo com dignidade e respeito à sua história”, comentou Rubens.
O deputado estadual Gustavo Neiva (Progressistas) afirmou ao PortalODia.com que, mesmo com a possibilidade de redução no número de cadeiras na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), a oposição está articulada e confiante para as eleições de 2026.
“Nós estamos satisfeitos com as conversações, com o alinhamento que nós estamos tendo, com a recepção que nós estamos recebendo das nossas propostas, e não tenho dúvida, ou 26, ou 24, ou 30 vagas, ou 8 federais, ou 10 federais, nós haveremos de apresentar bons nomes para a sociedade piauiense”, declarou.

Gustavo Neiva, deputado estadual
Segundo Neiva, o foco do grupo é estruturar uma chapa de oposição sólida, sob a liderança do presidente nacional do Progressistas, senador Ciro Nogueira, e do presidente estadual, Joel Rodrigues.
“Nós não vamos negar apoio e não vamos ser contra ajuda de ninguém, mas nós trabalhamos aqui montar a nossa chapa, a chapa de oposição. Ela está sendo muito bem montada, tendo à frente o nosso presidente nacional o senador Ciro Nogueira e o presidente estadual Joel Rodrigues”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de ampliar o bloco com parlamentares insatisfeitos com o governo, o deputado foi cauteloso.
“Eu acho que primeiro, nós temos que deixar o Congresso resolver essa celeuma. Nós não trabalhamos com essa hipótese de defecção da base governista. Eles lá que se se resolvam”, pontuou.
Gustavo Neiva também destacou as agendas recentes de Ciro Nogueira com prefeitos ligados à base do governo. Para ele, a aproximação é resultado do trabalho do senador pelo Piauí.
“O Ciro Nogueira é o homem público que mais trouxe recurso ao estado do Piauí. E isso que está acontecendo é um reconhecimento, é uma gratidão que esses prefeitos têm para com o senador Ciro Nogueira. Porque ele ajuda os municípios, independente de coloração partidária. Ele sempre está lá, solidário, ajudando, mandando os recursos. E esses prefeitos reconhecem esse trabalho. Esses prefeitos têm a gratidão ao senador Ciro Nogueira e, consequentemente, isso vai gerar mais na frente o apoio político”, finalizou. (Ezequiel Araujo/O Dia)