Autor: Bernardo Silva
Ex-vereadores de Parnaíba candidatos a deputado federal?!!!
Dr. Pessoa descarta indicação de Mão Santa para sua chapa majoritária pelo Rede
Estado mantém Iapep em Parnaíba sem condições de funcionamento
POR:BERNARDO SILVA
PEDIDO DE “BOA VONTADE”: SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO QUER QUE PROFESSORES SUSPENDAM A GREVE
PORTAL G1: “Projeto de Ciro e outros sobre fake news fere liberdade de expressão”
Para especialistas ouvidos pelo G1, os projetos ferem a liberdade de expressão e seriam inconstitucionais, pois já existem mecanismos jurídicos que punem a divulgação de tais informações, não sendo necessárias novas leis para isso.
Para especialistas, os políticos querem considerar “fake news” até mesmo aquilo o que 90% das pessoas discordam, ou seja, para muita gente será considerada notícia falsa simplesmente uma informação com opinião diferente da sua, o que é um perigo para a liberdade de expressão e de informação.
Para o especialista Carter Batista, “é natural que parlamentares queiram criminalizar a divulgação de notícias, uma vez que os agentes políticos se “sentem prejudicados pelas notícias que são críticas a eles”.
O QUE DIZ CIRO NOGUEIRA AO G1:
Ao justificar sua proposta, o senador Ciro Nogueira afirma que a divulgação das “fake news” é “conduta cada vez mais comum em nosso país”, por isso, deve ser punida.
“Tais notícias deseducam e desinformam a sociedade em assuntos como saúde, segurança pública, economia nacional e política, servindo, frequentemente, como instrumento de manipulação da opinião popular”, opina Ciro Nogueira.
VALE A PENA CONFERIR A MATÉRIA DO G1 NA ÍNTEGRA AQUI
Prefeituras quebradas mas os prefeitos não
Carro do prefeito
Prefeitos do interior foram à APPM, semana passada, reclamar da falta de repasses para as prefeituras, alegando absoluta falta de dinheiro.
É possível que os gritos deles não tivessem sido notados. O que chamou a atenção foram pelo menos quatro Land Rover estacionadas em frente à associação, que custam, em média, R$ 400 mil.(Portalaz)
João Vicente Claudino não é candidato a governador
Governador do Piauí come demais!!!!
Livraria fecha em Parnaíba que é considerada “Cidade Universitária”
CADÊ O DINHEIRO DAS PENITENCIÁRIAS?
- Por: Tomaz Teixeira
- A pergunta não é do Procurador da República Kelston Lages, que está exigindo prestações de contas de R$ 56 milhões em
verbas recebidas para obras nos presídios do Piauí. Teme-se pelo desvio desses recursos que melhorariam as condições dentro dos diversos presídios do estado. O procurador vai fundo na fiscalização desses recursos, centavos por centavos, até o convencimento de que o dinheiro não foi desviado de suas finalidades. Diante do elevado número de prisioneiros, teme-se, que os recursos tenham sido desviados para outras atividades dentro dos presídios e não obedecendo a regra direcionada para melhoria dos presídios. E agora José? Cadê o dinheiro? O que fizeram com ele? A Justiça quer saber!!!
- A VIAGEM DO GOVERNADOR. Ora, sem consultoria competente e sem representação fora do estado, o
governador Wellington Dias faz mais uma de suas viagens ao exterior, teme-se que o governador mais uma vez, volte com as mãos no bolso, sem nada de concreto para o desenvolvimento do estado, na busca por investidores externos. A falta de consultorias, faz do governador Wellington Dias, um governante com perfil de neófito, pois as grandes industrias como a FIAT de Pernambuco, no município de Goiana/PE, foi fruto de pesadas consultorias internacionais. Sem consultorias renomadas, o Piauí vai continuar na rabada do nordeste, embora tenha mais potencialidade para o desenvolvimento do que os demais estados nordestinos. É preciso C O M P E T Ê N C I A!!!!!!! Ora bolas!!!
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O tamanho do déficit
O Estado do Piauí vem fechando suas contas no vermelho desde 2013, pelo menos. O déficit é uma consequência de um custeio cada vez maior com pessoal. A folha salarial do governo tem a capacidade de crescer mesmo quando não se concedem aumentos lineares. É aquilo que no jargão autárquico se chama de crescimento vegetativo, explicado pela existência de legislações com gatilhos disparados à revelia da vontade do governante de plantão. São vantagens funcionais de diversas categorias, inafastáveis por força de lei. Afora isso, a folha de inativos, que deveria ter uma fonte própria de financiamento (as receitas do Iasp, ex-Iapep), precisa receber um aporte das receitas correntes – algo que no ano passado já passou de R$ 1 bilhão. Como o fundo garantidor de aposentadorias ainda está longe de ter capacidade para pagar proventos por seus próprios meios, o Estado seguirá com um aumento do déficit em face da diferença entre o que arrecada e o que paga no seu Sistema Próprio de Previdência Social. O secretário da Fazenda, Rafael Fonteles, deu até um nome a esse problema sem solução por agora: déficit estrutural. Quando ele acaba? Nunca. O que pode haver é uma ampliação de receitas próprias (via maior arrecadação) para compensar o déficit estatal de todo ano.















