Haddad passou vergonha porque EUA só discutem tarifa com Bolsonaro livre

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom-ABr).

O cancelamento da suposta reunião de Fernando Haddad com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, decorre do diálogo inviável desde que Lula (PT) devolveu sem resposta a carta de Donald Trump. A Casa Branca aguarda pedido formal de desculpas. Afinal, carta semelhante a uma centena de países resultou em negociações de alto nível com todos eles. O petista preferiu tentar se aproveitar eleitoralmente do episódio. E Trump dobrou a aposta: acordo com o Brasil passará necessariamente pelo livramento de Jair Bolsonaro.

João-sem-braço

Haddad fingiu não entender que problema para governo Trump não é comercial e sim Alexandre de Moraes, sancionado pela Lei Magnitsky.

Quem governa mesmo?

Nos EUA, agora, até a imprensa vê no Brasil sob ditadura judicial, como o Wall Street Journal divulgou no domingo (10).

Dialogo de surdos

Haddad foi esnobado tanto quanto Geraldo Alckmin “não consegue falar com ninguém” na Casa Branca, como disse Lula do seu vice.

Pavão misterioso

Já o vaidoso chanceler Mauro Vieira divulgou misteriosa reunião com o homólogo americano, mas o Departamento de Estado não a confirmou. (Cláudio Humberto)

Cobrança ao prefeito Francisco Emanuel: quando serão os Jogos Escolares Parnaibanos?

Ainda sem data definida para a próxima edição dos Jogos Escolares Parnaibanos, atletas, professores e organizadores cobram da Prefeitura uma posição oficial. A insatisfação cresce também pelo fato de que, até o momento, os árbitros que trabalharam na edição de 2024 não receberam o pagamento integral.

Segundo informações, apenas uma parte do valor foi quitada; o restante segue pendente, sem previsão de pagamento.

O questionamento é direto ao prefeito: quando será divulgada a data dos jogos deste ano e quando será regularizada a dívida com os profissionais que atuaram na última edição?

O corpo do ex-vereador Batista Veras será sepultado nesta terça-feira(12)

O corpo está sendo  velado no salão da PAX UNIÃO no centro de Parnaíba.. O sepultamento previsto para às 09hs de amanhã (12/08/2025), no cemitério da Igualdade em Parnaíba.

Batista faleceu no final da amanhã de hoje, no Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em função de problemas cardíacos.

Hugo Mota: O vacilante presidente da Câmara Federal

Menino de vó

Hugo Motta (Republicanos-PB) é, certamente, o mais fraco – para dizer o mínimo – ocupante de cadeira de presidente da Câmara em décadas.

Vacilante, hesitante, sem pulso, passou a imagem de fraqueza diante de colegas baderneiros que ocuparam a Mesa e impediram o funcionamento da Casa. No limite, merece o apelido de Menino de Vó.

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos DeputadosHugo Motta

Hugo Motta pegou a fama de vacilante, sem pulso

Iminência parda

Diante de sua fraqueza, Motta agora é alguém visto como tutelado, tanto assim que, segundo nota na edição impressa de O Globo deste sábado, um petista graúdo teria dito que o governo Lula mais uma vez está nas mãos do ex-presidente da Câmara, após Arthur Lira, antecessor de Motta, ter negociado a rendição dos bolsonaristas amotinados por 30 horas no Congresso na semana passada.

Antes

Ciro Nogueira estaria entre os influentes líderes do Centrão que, segundo informa Lauro Jardim, avaliam que, após a decretação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, querem que o ex-presidente se renda à realidade dos fatos e antecipe para outubro o anúncio do nome que vai apoiar para as eleições presidenciais de 2026.

Foto: ReproduçãoCiro Nogueira

Ciro Nogueira entre os influentes do Centrão

Ou seja, Ciro, Valdemar Costa Neto e outros sabem que Bolsonaro é nome fora da urna eletrônica, embora seja coringa na eleição. (Portalaz)

Júlio Arcoverde aposta em Margarete Coelho para repetir fenômeno em 2026 com derrota do PT

O deputado Júlio Arcoverde (PP), em entrevista nesta segunda-feira (11), demonstrou confiança no nome de Margarete Coelho (PP) para a disputa ao governo do Piauí em 2026. Segundo ele, pode se repetir o mesmo fenômeno ocorrido na eleição para a Prefeitura de Teresina, quando Fábio Novo (PT) foi derrotado.

Deputado Júlio Arcoverde acredita que Margarete sairá mais fortalecida quando a campanha presidencial iniciar.  - (Assis Fernandes/O Dia)Assis Fernandes/O Dia

Deputado Júlio Arcoverde acredita que Margarete sairá mais fortalecida quando a campanha presidencial iniciar.

O parlamentar afirmou que política não é uma ciência exata e que é natural deputados da base, que recebem benefícios do governo, declararem que o governador Rafael Fonteles será reeleito em 2026 como forma de gratidão.

“Eu acho que essa é a coisa mais normal que eles avaliarem, mas vocês esquecem que eles também e os vereadores da base do governo falavam na eleição do Fábio Novo no primeiro turno e deu o que deu”, declarou o deputado, relembrando o pleito municipal de 2024, que elegeu Silvio Mendes em Teresina.

Para Júlio Arcoverde, o nome da ex-vice-governadora Margarete Coelho é muito forte e tem sido bem aceito pela população. Ele acredita que a candidatura ganhará ainda mais força com a definição da direita para a presidência da República.

“A base está muito feliz com a candidatura dela e eu acho que a eleição nacional vai, desta vez, repercutir muito favoravelmente a gente de centro aqui no estado, nós vamos ter um grande candidato à presidência da república da direita, vocês podem ter certeza, e ela vai acabar influenciando no desempenho da nossa candidatura majoritária aqui no Piauí”, disparou. (O Dia)

Quem realmente não quer Themístocles? Wellingon Dias ou Rafael Fonteles?

A pergunta que não cala: quem realmente não quer Themístocles?

Themístocles Filho  /Laura Cardoso/Lupa1

Depois da fracassada reunião do último sábado na residência do governador Rafael Fonteles com quatro líderes do MDB, para resolver a situação do vice-governador Themístocles Filho, rejeitado na chapa de 2026, uma pergunta começou a ser feita em profusão nas rodas de apoiadores do Governo e até da oposição: quem realmente não quer Themístocles novamente como vice?

Wellington ou Rafael

Rafael Fonteles e Wellington Dias – Foto: Divulgação

Nos bastidores, há duas versões para apontar o responsável pelo alijamento de Themístocles da chapa de reeleição: uma diz que foi Wellington Dias e outra aponta para Fonteles.

Maiores apostas

As maiores apostas indicam que é o governador que não quer Themístocles, interessado em colocar um nome da sua confiança pessoal que lhe possa garantir a retaguarda numa eventual saída do Governo em 2030.

Menores apostas

Um número menor de políticos ligados ao Governo acha que quem “está rifando Themístocles é o Wellington”.

Para colocar o filho

Ministro Wellington Dias ao lado do filho – Foto: Redes sociais

Quem aposta que o algoz de Themístocles é Wellington Dias apresenta como motivo uma suposta intenção do ministro de colocar o filho Vinicius como vice.

“Wellington recusa Rafaboy”

Político com mandato e muito influente na base do Governo, garantiu para este repórter: “Wellington também não aceita Rafaboy”.

É por isso

Segundo esse mesmo político de mandato, o comentário de que Wellington seria o autor do veto a Themístocles se espalhou porque “todos sabem que ele não aceita ninguém do Dom Barreto”. (Por: Feitosa Costa)

“Quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos, Rafael não confia no Piauí”, desafia Ciro Nogueira

Na manhã desta segunda-feira (11/08), o senador Ciro Nogueira (PP) comentou as obras entregues no Piauí e voltou a desafiar o governador Rafael Fonteles (PT) a mostrar municípios onde tenha depositados mais recursos que o parlamentar. Ciro apontou que e Rafael Fonteles “não confia” no Piauí.

“Eu quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos nas prefeituras, porque o Rafael  não confia no Piauí, nos prefeitos do Piauí. Ele, quando manda uma obra, já manda a construtora, que muita gente sabe quem são. São sempre as mesmas”, comentou.

Ciro Nogueira e Rafael Fonteles (Foto: Reprodução/Ricardo Morais)

O progressista continuou, afirmando que as obras do Governo custam mais caro porque supostas construtoras estariam sendo beneficiadas na realização das obras.

“Outro desafio que quero mostar pro Rafael: me mostre uma obra do Governo do Estado que seja mais barata que a da prefeitura naquela cidade. Não tem. Por que eu coloco recurso para as prefeituras? Porque vou fazer muito mais. As obras do Governo do Estado saem em torno de 30% a 40% mais caras. O Rafael não está procurando fazer muito mais, eles estão querendo beneficiar essas mesmas construtoras que o Piauí já conhece”, disse.

Ciro também destacou que não compartilha da relação duvidosa com construtora. “Quando mando um recurso para alguma prefeitura, desafio algum prefeito do Piauí [a dizer] se eu já pedi por alguma empresa, algum fornecedor. Os prefeitos dos Piauí sabem, meus recursos é para que sejam bem empregados. Só exijo que sejam entregues com toda a correção para a população”. (Guilherme Freire)

Rubens Vieira explica que ação contra atrações foi do MP e não dele

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

O deputado estadual Rubens Vieira (PT) desmentiu que ele seja o autor de denúncias que resultaram na suspensão das atrações dos festejos de Cocal da Estação. Ele classificou a narrativa como mentirosa e leviana, deixando claro que a ação judicial partiu exclusivamente do Ministério Público, sem qualquer participação sua.

Entre as atrações dos festejos estava o DJ Alok. A Justiça determinou a suspensão dos contratos, mas manteve alguns nomes com cachês mais baixos. (MN)

Morre no HEDA o ex-vereador Batista Veras

No final da manhã desta segunda-feira(11) faleceu no Hospital Direceu Arcoverde o ex-vereador e ex-presidente dfa Câmara Municipal Batista Veras, vitimado por insuficiência cardíaca. Batista é pai do ex-vereador Ricardo Veras, do advogado André Veras e da odontóloga Virgínia Veras.

Um grande amigo. Fui seu assessor de imprensa na Câmara Municipal e é de autoria dele o projeto de lei que me concedeu o título de Cidadão Parnaibano, que me foi entregue em 2006, quando ele era presidente da Câmara. Sou amigo da família e a todos apresento minhas sentidas condolências. (Por: Bernardo Silva)

Reunião entre Themístocles e Rafael não teve consenso para 2026: A embromação continua

No último sábado (08) , uma reunião na mansão do governador Rafael Fonteles, localizada na BR-343, reuniu importantes lideranças políticas do Piauí. Participaram do encontro o presidente da Alepi, Severo Eulálio, o senador Marcelo Castro, o deputado João Madson, o vice-governador Themístocles Filho e o próprio governador. Segundo informações obtidas pela coluna, foram apresentadas diversas propostas para acomodar Themístocles fora da chapa majoritária de 2026. Entre elas, a possibilidade de assumir ainda este ano uma secretaria de projeção para fortalecer seu grupo político.

A oferta, no entanto, foi recusada pelo vice-governador. A conversa se estendeu a discussões sobre apoio eleitoral que poderia garantir a eleição de Marco Aurélio. Mesmo assim, não houve entendimento. De acordo com a fonte que esteve presente, Themístocles deixou a reunião tão calado quanto entrou, demonstrando visível descontentamento com a situação. (Silas Freire)

Figurões do Piauí estariam devendo fortuna a família política do Maranhão

Circula nos bastidores políticos a informação de que uma influente família do Maranhão estaria cobrando uma dívida milionária de um grupo de jovens políticos ligados ao governo do Piauí. Segundo apuração da coluna, essa dívida teria sido contraída para investimentos em período eleitoral.

Fontes afirmam que o valor ultrapassa R$ 50 milhões. Ainda não está claro se o montante foi destinado às eleições de 2022 ou se tem relação com o pleito de 2024. O certo é que, de acordo com aliados próximos, os maranhenses estariam pressionando para que a dívida seja quitada o quanto antes, o que tem gerado desconforto e apreensão no meio político. (Silas Freire)

Veto de Lula compromete chapa de deputado federal do PT no Piauí

No PT, a lista de pretendentes à chapa de deputado federal em 2026 já não cabe confortavelmente na moldura de oito cadeiras previstas para o estado. Pelo menos nove nomes, entre veteranos e estreantes, disputam lugar no retrato: Zé Santana, apadrinhado de Wellington Dias; Carmelita Castro, que carrega o curioso parentesco com a pré-candidata oposicionista Margarete Coelho; Franzé Silva, ex-presidente da Alepi; Marina Santos, que nem filiada é, mas circula como se fosse; o ex-governador Wilson Martins; e Raíssa Protetora, aposta de renovação. A esses se somam os deputados já na casa: Merlong Solano, Dr. Francisco Costa, Florentino Neto e Flávio Nogueira.

Foto: GP1Lula ao lado de Rafael Fonteles

Lula em Teresina

O corte, inevitável se o veto for mantido, deve recair sobre um dos nomes masculinos, exigência da lei eleitoral para manter o mínimo de três candidatas mulheres. É nesse ponto que a aritmética partidária encontra o jogo de xadrez das alianças, cada nome excluído deixa órfão um grupo político, e cada grupo insatisfeito pode custar votos preciosos no quociente. Nos bastidores, já se ensaia o discurso de “unidade possível” para evitar que puxadores de votos acabem atropelando figuras tradicionais.

A oposição observa à distância, com a tranquilidade de quem tem menos cadeiras a defender. O Progressistas, por exemplo, deve manter suas duas vagas, enquanto o PSD de Júlio César manifesta abertamente a dificuldade de reverter o veto no Congresso. “O quórum foi baixo, conseguimos o mínimo possível”, lamentou o deputado. No Planalto, a aposta é de que a decisão presidencial será mantida, e no Piauí, a de que 2026 exigirá mais bisturi que megafone.

Seja qual for o desfecho, o efeito já se sente: o campo governista, acostumado a trabalhar com sobra de espaço, se vê obrigado a medir cada passo. A disputa, que antes parecia uma corrida de fundo com tempo para todos, virou prova de revezamento com poucos bastões disponíveis. E, como se sabe na política, quem não corre no tempo certo, corre o risco de ficar de fora da foto final. (Caroline Vitorino/Gp1)

Jornal dos EUA acusa STF de golpe e Moraes de censurar críticos e prender oponentes

Lula e o ministro Alexandre Moraes (STF)- Foto: EBC.

O norte-americano Wall Street Journal, um dos mais influentes do mundo, publicou artigo editorial neste domingo (10), assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, em que acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar um golpe de estado no Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, principal instrumento dessas decisões, de estar “censurando críticos e prendendo oponentes sem nenhum controle político”. As acusações estão já no  título da  publicação, “Um golpe de Estado da Suprema Corte  do Brasil”, e no subtítulo, onde se refere a censura e prisões políticas.

“A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo nunca visto desde a Guerra Fria”, escreveu a colunista no artigo publicado no site do  WSJ às 16h39 deste domingo, horário de Washington, que menciona vários fatos autoritários no continente, desde o coronel golpista Hugo Chávez, que  implantou a ditadura  na Venezuela.

“O maior risco não é, como ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, a repentina tomada do poder pelos militares”, lembra O’Grady. “Os ditadores do século XXI estão copiando Hugo Chávez , que consolidou seu governo tomando o controle das instituições democráticas enquanto era popular e depois prendeu seus oponentes ou os exilou.”

Ela também afirma que o presidente conservador de de El Salvador, Nayib Bukele, “criou sua própria versão do chavismo”, demitindo e substituindo todos os membros da mais alta corte constitucional do país em 2021. “O devido processo legal, a liberdade de expressão e a liberdade de reunião não existem mais”, diz a colunista, observando que Bukele agora controla inclusive o tribunal eleitoral.

“Ainda não é tarde para salvar o Brasil” da ditadura

Mary Anastasia O’Grady pondera que “desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida”, disse referindo-se ao endurecimento do regime no Brasil.

“O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnias e ameaças, invocando uma regra interna que lhe dava o poder de abrir ‘inquéritos’ secretos sobre supostos crimes contra seus membros”, disse a jornalista, que há anos acompanha de perto a situação política no País.

“Primeiro veio o ‘inquérito das fake news’, no qual a Corte se colocou simultaneamente como iniciadora, investigadora e julgadora — uma violação dos direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos tribunais locais e estaduais, com acusações feitas por promotores locais e estaduais”, historia.

“Alexandre de Moraes, conhecido por sua oposição ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do STF, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, apesar de o sorteio aleatório ser a regra”, disse, demonstrando estar bem informada também sobre questões próprias do Supremo.

Omissão do Senado

O artigo no Wall Street Journal cita as violações à Lei diante da omissão do Senado Federal, que tem o papel constitucional de impor limites ao STF.

“Investigadores passaram a vigiar contas de redes sociais de pessoas politicamente incorretas, criminalizar suas opiniões e prendê-las preventivamente. Alguns juristas acusaram a Corte de violar a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema adversarial de justiça. O Senado, no entanto, se omitiu diante do dever de disciplinar o tribunal.”

A descondenação de Lula

“A decisão do STF, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — confirmada duas vezes em instâncias superiores — inflamou ainda mais a direita brasileira”, diz o artigo.

“Os ‘deploráveis’ recorreram às redes sociais”, diz a jornal, e “a Corte tentou silenciá-los, mas alguns influenciadores estavam fora do país e fora do alcance dos ministros. Em julho de 2021, veio o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas, obrigando-as a censurar conteúdo e desmonetizar brasileiros com opiniões consideradas inaceitáveis. O não cumprimento resultaria na proibição de operar no Brasil.

TSE exercendo papel político

Para O’Grady, “Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, que colocou Lula contra o então presidente Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal significativamente mais político, monitorando e censurando discursos de partidos, candidatos e cidadãos com quem discordava.”

Na conclusão do seu relato em que resume os acontecimentos dos últimos anos no Brasil, a articulista diz que, “quando Lula foi declarado vencedor, a polarização se agravou. Parte dos apoiadores de Bolsonaro se recusou a aceitar o resultado, pedindo intervenção militar e organizando protestos pacíficos em frente a quartéis por meses.” (Diário do Poder)

PT enfrenta problemas internos para a reeleição de Rafael Fonteles:tem muita gente deslumbrada com o poder

Briga interna

Na sua edição impressa deste domingo, o jornal O Globo informa que os governadores do PT no Nordeste enfrentam um cenário de pressão e disputas em suas bases para a formação das chapas para 2026.
No Piauí, Rafael Fonteles precisa montar uma chapa que agrade ao PT, PSD e MBD. Não é tarefa simples porque todos querem tudo

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações.

Rejeição a Wellington

Nesse cenário, diz o jornal carioca, uma hipótese que agrada ao PT é a indicação do senador Wellington Dias, atualmente ministro do Desenvolvi mento Social, como candidato a vice-governador. Rafael Fonteles teria, diz o jornal, refutado a ideia.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Novidade

Afirma O Globo que na composição da chapa para o Senado, quem quer uma vaga é o deputado federal Francisco Costa.
São duas as vagas em disputa, uma delas ocupada por Marcelo Castro (MDB), que se põe como “candidato natural”.

Apoio precioso

Sem Wellington, Rafael perde o apoio do PT e, por tabela, do PC do B e PSB.
O poder e, apesar de muito dinheiro no entorno, não sustentarão Rafael no poder: ele se mantém cercado de neófitos deslumbrados  e desastrados nas teorias, os famosos “Rafaboys”.

Amadores 
Depois de sua vitoria retumbante, em primeiro turno, derrotando Silvio Mendes, que era favorito em todas as pesquisas, em 2022, Rafael encantou-se com o exercicio do poder, cercou-se de amadores, e no primeiro embate sob seu comando, foi vergonhosa e fragorosamente derrotado nas eleições municipais.
De lá para cá não parece ter mudado. Segue com os mesmos, sem ouvir quem pode lhe garantir o segundo mandato.

Dinheiro e poder 
Ja disseram a Rafael que só com o dinheiro e o poder (públicos) não se ganha uma eleição.
Aparentemente, apesar de matemático que é, ele ainda nao fez esses cálculos. (Comentário do Portalaz)

E por que o MDB não descola do PT e lança candidato próprio ao governo do Piauí? É medo?

POR: Bernardo Silva

Essa trairagem do PT, em querer largar a mão do MDB em 2026, da forma mais descarada possível, a fim de seguir com o comando total do Estado, é motivo mais do que suficiente para que o partido do saudoso Ulysses Guimarães e de Tancredo Neves, faça uma reflexão profunda e volte a ser Grande, buscando retomar seus espaços e lançando uma candidatura próxima ao governo do Estado.

O pensamento do PT de Wellington Dias é o seguinte: chuta-se agora o traseiro do Themístocles Filho, que envelheceu como presidente da ALEPI, e coloca-se como vice o filho do índio. E daí Rafael Fonteles se reelege e, no final do segundo mandato,  sai para candidato ao senado, deixando Vinicius Dias no governo, com chances de reeleição. E daí segue a oligarquia do morubixaba W. Dias, o índio mais sabido do Brasil, no dizer do Lula, outro “sabido”.

Wellington Dias (PT) é eleito para o Senado no Piauí

W. Dias- o sabido

O MDB fez história no Piauí e em Parnaíba. Com Chagas Rodrigues, Zé Alexandre, Alberto Silva, João Silva Filho, Ribeiro Magalhães, Elias Ximenes, Francisco Figueiredo de Mesquita, Carlos Augusto, Tomas Teixeira e tantos outros… Finalizou este ciclo histórico com Mão Santa governador do Pìauí, que foi defenestrado do  poder pelas razões que a história registra. Foi aí que o PT entrou, até de forma inesperada, jamais imaginada. Ganhou o governo em 2002, até com o apoio do próprio Mão Santa, no ano em que a onda vermelha lavou todo o país. Lembram disso? Daí em diante, o MDB deixou o posto de protagonista da história e passou a ser mero coadjuvante do PT. Triste.

Governador institui Ordem Estadual Centenário Alberto Tavares e Silva -  Pauta Judicial

O histórico Alberto Silva, ícone do MDB

Mas nem tudo está perdido. Se o partido do atual vice governador não estivesse com o rabo tão preso ao PT, seria a hora de lançar um candidato próprio, tornando a disputa mais interessante, porque nem tem graça do jeito que está: com Rafael Fonteles, embora ainda sem concorrente,  em primeiro lugar em todas as pesquisas- de baixo pra cima e de cima pra baixo. Pior foi em 1994, com todos os cenários favoráveis à Oligarquia dos Freitas e Portelas, tendo como representante na disputa para o governo, o ex-secretário de educação de Alberto Silva, Átila Lira. E Mão Santa entrou à força na disputa, contra tudo e contra todos, remando contra a maré e ganhou a eleição. Claro que a história não se repete. Mas, se ninguém ousar dá uma de doido outra vez, ninguém sabe o que será possível.

Gracinha Mão Santa pra governadora? E por que não?

Mas isso é um sonho. Um sonho de uma noite de verão.  Os líderes politicos do MDB de hoje estão todos velhos, só pensam em “se arrumar”, como diria o personagem Justo Veríssimo, do Chico Anísio. Os interesses do Estado que se explodam! Faltam homens de coragem, ou a loucura de um Mão Santa ousado, focado, obstinado, que sempre correu atrás do que quis. Sua Filha, a deputada Gracinha, ainda teve o nome cogitado para ser candidata a governadora pela oposição de Ciro Nogueira, que nem chega a ser oposição porque nem faz cócegas na liderança de Rafael Fonteles. Agora Gracinha ensaia ir se filiar ao MDB, traída que foi, segundo ela, pelo PP de Ciro. Ela tem a garra do pai e o destemor de quem corre atras do seus sonhos. Não é melhor nem píor do que todos os políticos que aí estão, num cenário onde não existem santos. Gracinha para governadora, pelo MDB. E por que não?!!!

Themistocles segue em silêncio, mas aliados falam: “Nenhum partido gosta de perder espaços”

O deputado estadual Henrique Pires (MDB) afirmou que o partido ainda não discutiu internamente a possibilidade de perder a vaga de vice-governador do Piauí, hoje ocupada por Themístocles Filho (MDB). Segundo ele, nem o presidente estadual da sigla, Marcelo Castro, nem o presidente da Assembleia Legislativa, Severo Eulálio, convocaram reunião para tratar do assunto.

Pires destacou que “nenhum partido gosta de perder espaço” e avaliou que a definição deve ocorrer apenas no prazo eleitoral, lembrando que a Justiça está “muito atuante e atenta”.

“Não houve ainda o debate dentro do partido, nem o presidente Marcelo Castro, nem o líder, que é um líder hoje, que é presidente da Assembleia do Severo, nem o líder da João Madison chamou, que está bancada na Assembleia aqui para tratar do assunto. Mas nenhum partido gosta de perder espaço, então a satisfação não vai existir. O arranjo do time é que vai decidir, mas eu ainda acredito que tem muita água para poder passar até debaixo desta ponte, até respeitando os prazos eleitorais'”, argumentou.

O governador Rafael Fonteles (PT) deve indicar um nome do próprio partido para compor a chapa. Themístocles Filho ainda não se manifestou sobre o tema. (Marta Santos)

Motociclista com sinais de embriaguez colide com ônibus na BR-343 em Buriti dos Lopes

Por volta das 15h desta sexta-feira (08), um acidente de trânsito foi registrado na BR-343, nas proximidades do retorno da Rodoviária Roldão Rodrigues, em Buriti dos Lopes. A ocorrência envolveu um motociclista, aparentemente embriagado, e um ônibus da empresa Guanabara.

De acordo com informações, o condutor da moto foi identificado como João Batista de Sousa, 40 anos, residente em São Paulo. Ele pilotava uma motocicleta Honda CG 150, Titan, sem restrições, quando seguia na direção oposta ao ônibus. Ao tentar entrar na mesma pista, acabou colidindo contra a lateral do veículo de transporte coletivo.

O motorista do ônibus relatou que seguia com destino a Parnaíba e se preparava para estacionar na área de embarque e desembarque da rodoviária quando ocorreu o impacto.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado, prestou os primeiros socorros no local e encaminhou a vítima ao Hospital Estadual Dirceu Arcoverde, em Parnaíba. O motociclista sofreu escoriações e hematomas pelo corpo, mas seu estado de saúde é estável.

A Polícia Rodoviária Federal esteve no local e adotou as medidas cabíveis. O ônibus foi liberado para seguir viagem. Já a motocicleta permanecerá retida até a apresentação de um responsável para a retirada.

Por: Rurik Araújo

Ciro Nogueira critica relação diplomática do governo brasileiro: “Tempo das cavernas”

“O governo brasileiro hoje tem uma diplomacia conduzida por uma pessoa do tempo das cavernas que é o Celso Amorim. Na prática, o chanceler é um fantoche na mão do presidente Lula e tem um ódio dos israelenses, dos judeus e do governo americano, o que tem contaminado toda a nossa diplomacia”, disse.

Ciro também disse que o governo se utilizou da crise diplomática para tentar melhorar a imagem do presidente Lula que estava desgastada pela queda na popularidade.

“O governo brasileiro se utilizou desse momento para criar uma narrativa e ressurgiu o presidente Lula. O presidente, antes dessa situação, estava morto nas pesquisas. Houve uma recuperação porque ele conseguiu, através de uma narrativa que estava defendendo os interesses do país, melhorar um pouco, apesar de já ter perdido bastante disso a sua avaliação.”

Mesmo com o início da vigência do tarifaço de 50%, o senador disse que espera que os governadores dos grandes estados consigam ampliar o diálogo para tentar diminuir o impacto na economia brasileira.

“Espero que os nossos governadores de São Paulo, Minas, dos grandes estados possam conduzir essa negociação para diminuir essas tarifas que estão prejudicando muito a economia brasileira”, destacou. (Fernanda Duarte)