A Gratidão

 

Por: Carlos Henrique Araújo

O sucesso não é ser feliz, é ser grato. Grato por tudo de bom que nos acontece, por tudo que conseguimos, enfim, por tudo que temos: Nossa vida, nossa saúde, nossa família, nossos parentes, nossos amigos, nossa casa, nosso emprego, nossa empresa, nossos empregados e a todos com quem convivemos e nos ajudam ou prestam-nos serviços.
A felicidade vem como consequência. Não há ninguém no mundo que não tenha algo para ser grato. Pode ser por um “bom dia” que recebemos, um livro que ganhamos, um presente de natal ou aniversário, uma viagem que fizemos, um pôr do sol ou uma estrela no céu que curtimos, uma flor que encontramos num jardim, uma música que ouvimos, um banho que tomamos, a brisa fresca de uma noite de lua que sentimos, o canto de um pássaro que ouvimos, até o ar que respiramos.
Tudo que possuímos, fazemos, sentimos e curtimos é uma dádiva divina portanto devemos ser grato, primeiro a Deus, depois a quem nos proporciona e compartilha.
Nada nos faz tanto bem quanto o agradecimento manifestado explicitamente. Devemos dizer para nós mesmos o quanto somos e estamos felizes, diariamente, desde quando acordamos até a hora que vamos dormir.
E para as pessoas mais próximas que gostamos, como pais, filhos, companheiros e amigos, além do sentimento de amor que sentimos, temos que demonstrar com palavras, abraços e atitudes.
Ajudar, ser solidário, fazer o bem aos outros deixa-nos mais felizes, além de formar uma corrente do bem que se propaga entre as pessoas, mas sempre sem esperar retorno imediato pois, fazer o bem é como plantar uma árvore, o fruto só vem depois.
Sejamos grato por tudo de bom que nos aconteceu, que nos acontece e que nos acontecerá. Não devemos reclamar por algo de errado ou ruim que nos acontecer. Nada nos acontece por acaso, é importante ficarmos atentos para descobrir o motivo e evitá-lo para que não se repita.
Vamos ser felizes com o que temos e almejar sempre o melhor mas sem esquecer que a vida passa rápido. Vamos viver o presente todos os dias sem deixar nada para depois, pois podemos não estar lá para curtir e se tivermos pode ser que não tenhamos mais a mesma vontade e disposição.
Façamos o melhor para nós e para os outros aqui e agora. Vamos ser grato por tudo e a todos, vamos nos amar e amar os outros. A recompensa sentimos no dia a dia em forma de felicidade.
Sejamos alegres, amáveis, educados, prestativos e bondosos. Deixemos que o espírito nos oriente nas nossas atitudes, ações e decisões. E sejamos felizes.

by CHA. (Esta crônica sairá no meu próximo livro)

TSE nega pedido de criação do Partido Nacional Corinthiano

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta quinta-feira (20) mais um pedido de criação do Partido Nacional Corinthiano (PNC). A decisão foi unânime.

Era a segunda tentativa de criar o partido (Foto: Reprodução/Montagem/PD)

Os ministros entenderam que a agremiação não cumpriu os requisitos legais para o registro. A regra atual determina que as siglas que desejam o registro no TSE têm dois anos para conseguir as 490 mil assinaturas.

O PNC não conseguiu reunir os apoiamentos necessários e pedia que fossem consideradas válidas as assinaturas coletadas fora desse intervalo de tempo. Se tivesse conseguido o registro, o PNC seria a 34ª legenda política do Brasil.

Os ministros acompanharam o voto do relator do caso, Luis Felipe Salomão, que avaliou não haver o apoio mínimo necessário para o registro.

Em seu voto, Salomão argumentou que o prazo de dois anos para a coleta de assinaturas é um “mecanismo que traduz o fortalecimento do sistema democrático impedindo o advento de legendas sem o efetivo e contemporâneo respaldo popular”.

É o segundo pedido de criação do PNC negado pelo TSE. A sigla tenta obter o registro nacional desde 2015 e naquele mesmo ano teve o requerimento rejeitado pelo tribunal por não apresentar a documentação necessária.

No processo específico desta quinta, se discutia a validade das assinaturas de apoio à criação do partido. (política Dinâmica)

Opinião:”Governante perdulário”

Não há dúvida de que o Brasil ainda enfrenta dificuldades para equilibrar suas contas e que a crise econômica atingiu também estados e municípios, fazendo-se sentir em todos os setores da administração pública. Isto é verdade. Mas, é verdade também que muitos governantes gastam perdulariamente os recursos públicos e colocam a culpa na crise econômica, quando na verdade são eles os principais responsáveis pela situação de penúria de estados e municípios.

O governador do Piauí, Wellington Dias, participa de debate sobre energia eólica no país, durante a 6ª edição do Brazil Windpower (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Por:José  Olímpio

Não se governa sem planejamento, sem definição de prioridades e sem austeridade na aplicação dos recursos, especialmente em tempos de crise. Se o governo não pode dar pão e circo, que se abstenha de torrar o dinheiro público patrocinando festivais, festas carnavalescas, contratações de bandas de fora a preços superfaturados e em obras e serviços de interesse duvidoso.

No caso do Piauí, o governador Wellington Dias (PT) é um exemplo de gestor que gasta muito e gasta mal em tempos de crise. E quer que o povo creia que o descontrole das contas públicas decorre dos gastos com servidores efetivos, o que não é verdade. Se não contrata os candidatos aprovados em concursos passados, como no caso do concurso da Polícia Civil, e não atende as reivindicações salariais dos servidores públicos, como explicar o aumento significativo da folha de pessoal?

Só há uma explicação plausível. As repartições públicas estão cheias de comissionados e prestadores de serviço apadrinhados por políticos do PT e aliados, cuja única contribuição, na maioria dos casos, é o inchaço da folha de pagamento.

Tem gente que não sabe nem onde fica a repartição onde é lotado. É por essas e outras mazelas que o governo não tem recursos para atender as justas reivindicações dos servidores públicos. A farta distribuição de contracheques graciosos a chefes e chefetes políticos do interior. O empreguismo desenfreado.

Somados a isso, as mordomias, locações de carros de luxo, viagens desnecessárias, até internacionais, às expensas do Erário, a farra com as tais emendas parlamentes, os gastos fabulosos com propaganda e aliciamento de lideranças políticas, são o ralo por onde escoa o dinheiro público.

Há que se lembrar também os casos de corrupção, como o da contratação de transporte escolar, este já em apuração pela Policia Federal, e o desvio de recursos oriundos de empréstimos destinados a obras de infraestrutura, saneamento básico e recuperação da malha rodoviária do Estado, cuja prestação de contas não foi feita.

Os reflexos da gestão temerária dos recursos públicos não poderiam ser outro senão o desequilíbrio fiscal, o endividamento e a quebradeira do Estado, que não conta com recursos para investimentos nem para manter os serviços públicos funcionando a contento. Mas, quando a minúscula oposição denuncia na Alepi os desmandos de sua administração, Wellington Dias comparece à mídia oficiosa para dizer que as finanças públicas estão sob controle, que as contas estão em dia e que a economia estadual cresce em ritmo chinês.

A verdade, porém, é outra. O Piauí está mais quebrado que arroz de terceira em razão dos desmandos da gestão petista. Em razão disso, Sua Excelência tem se contentado em inaugurar calçamento em cidades do interior e operação tapa-buraco nas rodovias estaduais. Essas são as grandes obras do governo petista.

Obras paradas passam de 14 mil

O Brasil tem 14 mil obras públicas paradas. O levantamento foi divulgado pelo Comitê Executivo Nacional para Apoio a Solução das Obras Paralisadas.

A ferrovia Transnordestina é uma das obras paralisadas

O Comitê é formado por representes do Executivo e do Judiciário, além dos órgãos de controle externo, como o Tribunal de Contas da União, e a Transparência Brasil.

Essas obras já custaram aos cofres públicos aproximadamente R$ 200 bilhões, de acordo com informações do TCU. Dinheiro jogado fora, naturalmente, pois elas não estão servindo para nada.

Os principais motivos da paralisação, apontados pelo Comitê: técnicos, erros de projeto e abandono das obras pelas empresas.

Apenas 6 por cento delas tiveram causas relacionadas com a Justiça ou com órgãos de controle.

No Nordeste, o Maranhão lidera o ranking das obras paradas. É seguido por quem? Exatamente pelo Piauí.

Retomada

A ideia do governo federal é retomar e concluir essas obras, espalhadas por todo o país. São creches, escolas, unidades básicas de saúde e obras estruturantes.

Para tanto, foi lançado o “Destrava Brasil” – que é o Programa de Retomada das Obras.

Para isso, um comitê com integrantes dos governos federal e estaduais deve ser montado para analisar a situação das obras, como a fase em que estão paradas, e encontrar soluções. A experiência começa por Goiás, onde o programa foi lançado.

Inicialmente, o foco do programa será o resgate das obras de creches e escolas básicas de ensino.

As informações sobre a retomada dessas obras ainda são vagas, o que indica que elas ainda continuarão paralisadas por muito tempo.(Zózimo Tavares)

Opinião: “E o ano letivo não começa”

Por:Zózimo Tavares

Somente ontem chegou à Assembleia Legislativa o projeto de correção do piso do magistério. Em greve, os professores chegaram antes e solicitaram uma audiência pública para discussão do projeto.

O reajuste encaminhado pelo governador Wellington Dias deixará o piso estadual em R$ 3.167,00, segundo o secretário de Governo, Osmar Júnior.

As lideranças do magistério não aceitam a proposta. Querem a correção de 12,84%, com vigência a partir de janeiro, como manda a lei.

O governo alega que tem impedimentos legais para dar o reajuste nesse percentual. É que o Piauí está no limite prudencial da Lei da Reponsabilidade Fiscal (LRF).

Pela previsão do governo, o Estado só deve sair desta situação a partir de maio.

O impasse está criado. Os professores decidiram decretar greve geral por tempo indeterminado.

Na greve de 2018, a rede estadual perdeu 60 mil alunos para escolas municipais e particulares. Com a redução nas matrículas, o Estado perdeu R$ 90 milhões para a educação este ano.

Esta queda de receita é, segundo o governo, um dos motivos que impedem o Piauí de sair, agora, do limite prudencial da LRF.

Nessa sucessão de perdas, o quadro, então, é este: o Piauí ainda não conseguiu abrir o ano letivo de 2020 e os alunos estão perdendo aula.

Súmula

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Themístocles Filho, garantiu aos líderes do magistério que haverá audiência pública nas Comissões Técnicas para discutir o reajuste do piso do professor. Sobre a aprovação ou não da proposta, em plenário, observou:

– A Assembleia nunca rejeitou aumento.

Opinião:”Transcerrado, uma estrada que ficou pelo caminho”

Por: Zózimo Tavares

Em 28 de março de 2014, já se preparando para deixar o cargo, o governador Wilson Martins inaugurou o primeiro trecho da rodovia Transcerrados, que tem 330 quilômetros de extensão, passando por 25 municípios.

A “Estrada da Soja”, como também é chamada, vai do município de Sebastião Leão, nas proximidades de Uruçuí, até Bom Jesus.

Com 25 quilômetros, o trecho inaugurado em 2014 faz parte do entroncamento entre a PI 397 e a PI 247 (Transcerrados).

A inauguração foi recebida com festa pelos produtores, pois a rodovia é considerada a principal via de escoamento da produção de grãos do Cerrado piauiense. Mas sempre prometida e esquecida.

O investimento nos primeiros 25 quilômetros da Transcerrados foi de R$25.264.362.

Outros 25 quilômetros estavam em fase de pavimentação asfáltica.

O governador destacava, na época, que estavam assegurados os recursos para a conclusão da primeira etapa da obra, de 117 quilômetros, com um investimento total de R$116 milhões.

Seis anos depois, a construção da estrada pouco andou e hoje ela conta com apenas 96 quilômetros pavimentados. Assim, na época das chuvas, a estrada vira um atoleiro de 200 quilômetros.

Foto:Divulgação/Cccom

Wilson Martins entrega o primeiro trecho da Transcerrado, em 2014.

PPP, nova perspectiva

Sem recursos para tocar a obra, o Governo do Piauí partiu para uma Parceria Público-Privada (PPP).  O processo está em fase adiantada e deve ficar concluído até o final deste semestre.

Através da PPP, o governo fará a concessão da estrada por 30 anos para a iniciativa privada concluí-la e se encarregar de sua manutenção, cobrando pedágio para isso.

A empresa que vencer a licitação terá que investir mais de R$ 200 milhões para concluir a rodovia, no prazo de um ano.

Se a produção agrícola estadual bate um recorde atrás do outro, apesar das precárias condições de escoamento da safra, com a estrada, o Piauí será outro.

Os cerrados piauienses terão maior competitividade e elevarão imediatamente o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Crônica: Carnaval- a Festa do povo

Por:Carlos Henrique Araújo

Ninguém sabe, exatamente, como e quando surgiu o carnaval. Os estudiosos e pesquisadores, cada um ao seu modo, têm uma definição. Uns acham que o carnaval teve sua origem nas antigas celebrações da humanidade, como as festas gregas e egípcias que homenageavam a deusa Isis e o renascer da natureza com a chegada da primavera. Outros defendem que as festas de carnaval estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais.

Segundo a Vikiquote, “o carnaval é um período anual de festas profanas, originadas na antiguidade e recuperadas pelo cristianismo, que começava no dia de Reis (Epifania) e acabava na Quarta-feira de cinzas, às vésperas da Quaresma. Constituía-se de festejos populares provenientes de ritos e costumes pagãos e se caracterizava pela liberdade de expressão e movimento”.

O carnaval talvez seja a única festa universal, depois do reveillon. Ela se caracteriza por bailes, festas, desfiles e corsos transformados em divertimentos públicos e manifestações populares de liberdade.

No Brasil, o carnaval deve ter começado por volta do ano de 1723, de lá cara cá sofreu influência do carnaval de vários lugares: dos portugueses das ilhas de Açores, Cabo Verde e Madeira, que o chamavam de Entrudo, vieram o corso e o mela-mela; depois chegaram, vindo da França, as batalhas de confetes e de serpentinas, o uso de máscaras e as fantasias, entre elas a do Pierrô, da Colombina e do Alecrim.
Mas, graças à imaginação do brasileiro, nosso carnaval criou um estilo próprio que o tornou mundialmente conhecido e visitado por turista do mundo inteiro.

O Carnaval é, sem dúvida, a maior festa popular do Brasil. É festejado durante os quatro dias que precedem a quarta-feira de cinzas. Embora em cada estado exista um carnaval fora destes dias, que começou na Bahia quando os baianos começaram a brincar também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, dando o nome para esta festa de Micareta, que deu origem a várias outras nos estados do Nordeste, todas com característica baiana: axé music, abadás, pipocas e a presença indispensável dos Trios Elétricos.

Realizadas no decorrer do ano elas começam em Fortaleza com o Fortal; em Natal, com Carnatal; em João Pessoa, com a Micaroa; em Campina Grande, com a Micarande; em Maceió, com o Carnaval Fest; em Caruaru, com o Micarú; em Recife, com o Recifolia, e em Teresina, a Micarina.

O carnaval no Brasil, ao longo do tempo, tem sofrido uma metamorfose, os mais velhos que o digam. O espírito do carnaval, sem querer fazer trocadilho, parece que baixou noutro terreiro. Já foi o tempo que o carnaval era somente folia, prazer, alegria, descontração e principalmente uma brincadeira. Era costume dizer: vou brincar o carnaval.

Segundo a escritora Betty Milan, autora do livro Os bastidores do Carnaval: “o carnaval faz parte da cultura do brincar que, por sua vez, faz parte de uma cultura do riso datada da Renascença, a chamada cultura rabelaisiana ou da praça popular”. Mais na frente, ela conclui: “a cultura macunaimica e antropofágica do brincar, de tão nacional, não precisa ser contrária ao estrangeiro, não é nacionalista porque ela é indiscutivelmente universal”.

Rachel de Queiroz expressa, com maestria, o espírito “do brincar” numa de suas crônicas: “Os pequenos blocos de foliões, de cara pintada, batendo os seus ganzás pelas ruas da cidade… Em geral esses grupos eram formados por habitantes de um quarteirão ou pouco mais, conhecidos de sempre, e que a folia carnavalesca, umas garrafas de cerveja e uns vidros de lança-perfume, davam animação suficiente para que, desinibidos enfrentassem a rua, os passantes curiosos e até outros grupos rivais.”

A verdade é que o carnaval mudou, opinião corroborada pela escritora Lygia Fagundes Telles “Ligo a televisão. Plumas, pedrarias, dourados – é o desfile do carnaval milionário. Os holofotes estão tontos, tonto o cinegrafista porque os apelos são excessivos, tudo é importante …”. Focalizar o passista, não perder a mulata que já vem vindo quase nua, tem que mostrar a fantasia de estrela, os Lamês e lantejoulas, os seios, o ventre, o traseiro, tudo. “Foca na Prochasca” dizia o reporter…

Para o cantor e compositor Paulinho da Viola “O Carnaval mudou, os desfiles privilegiam o espetáculo visual em detrimento do samba, do ritmo e do povo cantando”.

É uma pena não termos mais uma Chiquinha Gonzaga para criar músicas para carnaval. Chega de competição! “Abram alas” para a alegria, para brincadeira e fechem as portas dos cofres da tesouraria dos empresário da Sapucaí.

by CHA

Endividado, governo W. Dias quer aplicar ‘sossega leão’ em prefeitos

Por:Zózimo Tavares

A Associação Piauiense de Municípios (APPM) discutirá hoje, a partir das 9 horas, a proposta da Secretaria Estadual de Saúde de pagar, em parcelas, os recursos atrasados do Cofinanciamento na Saúde e dos Hospitais de Pequeno Porte (HPP).

A dívida do Governo do Estado com os municípios vem se acumulando mês a mês e já chega a R$ 140 milhões, em dados de setembro do ano passado.

A Secretaria de Saúde explicou, em nota, que o pagamento do débito será feito em 25 parcelas, sendo a primeira correspondente a 10% do valor total. As demais seriam mensais, correspondentes a 1/24 avos do valor restante

O detalhe é que na proposta também consta a suspensão dessa modalidade de financiamento durante um período para que seja estudada uma forma mais adequada de se fazer o cofinanciamento da atenção básica e também dos hospitais de pequeno porte.

Os prefeitos estão escaldados com a proposta apresentada pelo governo, pois o Estado já fez vários acordos para pagar essa dívida e não cumpriu.

Acordos quebrados

No ano passado, o Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde informou que os repasses da saúde estavam atrasados há vários meses para os 94 Hospitais de Pequeno Porte (HPP).

O Cosems informou que houve gestões junto à Secretaria de Saúde, intermediadas pela APPM e pelo próprio Conselho, para acertar os pagamentos, mas os vários acordos firmados ao longo do tempo não foram cumpridos.

Mais atraso

O Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde informou ainda que estavam atrasados também os repasses dos recursos do cofinanciamento.

Esses recursos devem ser transferidos aos municípios com o objetivo de fortalecer a atenção básica de saúde no interior.

Aí estão incluídas ações como o Programa de Saúde da Família (PSF), assistência farmacêutica, Samu, etc.

O município com 10 mil habitantes deve receber R$ 9 mil por mês. O que tem 20 mil habitantes tem direito a um repasse mensal de R$ 19 mil para o confinanciamento da atenção básica.

Os prefeitos alegam que não têm condição de continuar bancando as despesas com a saúde sem a contrapartida obrigatória do governo. Este  acena, porém, com uma proposta que mais parece um “sossega-leão”.  

OPINIÃO:Por que a ZPE de Parnaíba não deslancha?

Por:José Wilson

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba foi criada pelo  Decretonº 97.406, de 22 de dezembro de 1988, pelo presidente José Sarney e recriada pelo  Decretode 30 de junho de 2010 (sem número), publicado no Diário Oficial da União, edição nº 124, em 1º de julho de 2010 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Quase 32 anos depois de sua criação a ZPE de Parnaíba ainda não deslanchou. Atualmente conta apenas com duas indústrias e acredita-se que o motivo principal de não atrair investidores é a falta de infraestrutura viária para escoar a produção e receber matéria prima para industrialização. 

A ZPE de Parnaíba está localiza numa região sem estrutura portuária, aquaviária e ferroviária que seriam importantes para reduzir custos deixando os produtos competitivos nos grandes mercados consumidores e isto afasta empresários que buscam outras ZPE`s que disponham desta infraestrutura tão necessária, é o caso da ZPE do Pecém que fica ao lado de um porto marítimo, uma ferrovia e um aeroporto com voos diários para qualquer parte do mundo. Nem vamos falar do modal dutoviário que também não dispomos, até porque nada produzimos que justificasse.

As empresas que se dispõem a se instalar na ZPE de Parnaíba vem em busca da matéria prima abundante na nossa região para reduzir custos do transporte, a exemplo da cera de carnaúba que a matéria prima, a palha de carnaúba, é volumosa e o produto final, a cera, é pequeno. Outro atrativo seria a industrialização de frutas oriundas dos Tabuleiros Litorâneos, mas este também ainda não deslanchou.

Perceba que até mesmo matéria prima que são abundantes na região, como o coco babaçu, tucum e castanha e que foram importantes para as indústrias de Parnaíba no passado tendo o rio Parnaíba como principal meio de transporte para receber essas matérias prima, mas com a melhoria das estradas estas indústrias ou faliram ou se mudaram para outros locais com melhores condições de escoamento da produção. Isto explica o fim de empresas como a PVP, Moraes S/A, dentre outras que perderam competitividade de seus produtos que chegavam mais caro nos grandes centros consumidores.

Privatização ou Parceria Público Privada resolve?

Como a ZPE de Parnaíba está praticamente inviabilizada por falta infraestrutura viária, apesar de reconhecer o esforço dos governadores, atual e anteriores, pelos motivos expostos o governo deverá encontrar dificuldades para convencer uma empresa que queira fazer uma Parceria Público Privada, apontando pra um futuro sombrio.

Opinião:MP recomenda os prefeitos a não torrarem dinheiro com carnaval

Por:Cláudia Brandão

O Ministério Público do Estado fez uma recomendação aos gestores municipais para que evitem torrar dinheiro público com a contratação de bandas e a promoção de festas, quando a cidade se encontrar em dificuldade financeira e com atraso no pagamento de salários aos servidores municipais, independente de serem efetivos, comissionados ou terceirizados.

A preocupação é procedente porque, no passado, já assistimos ao descalabro de ver prefeitos promovendo festas com bandas nacionais, a um preço altíssimo, enquanto os municípios enfrentavam situação de penúria e estavam com os compromissos financeiros atrasados.

Nada contra a promoção de festas, que também é um incentivo ao lazer e às tradições culturais e ainda por cima atraem turistas, desde que o município esteja vivendo uma situação de equilíbrio financeiro. A procuradora-geral da justiça no Piauí, Carmelina Moura, recomenda aos gestores a aplicação eficiente e razoável dos recursos públicos. E lembra que os prefeitos que não atenderem à recomendação podem ser enquadrados em ato de improbidade administrativa e crime de responsabilidade, com base no Art. 11 da Lei Federal n° 8.429/92 e no Art. 1° , incisos V e XIV do Decreto Lei 201/67.

É bom que o Tribunal de Contas do Estado também fique de olho nas festas momescas promovidas com o dinheiro público para que, meses depois, esses mesmos gestores não aleguem o descumprimento de obrigações municipais por falta de recursos.

Opinião: A oposição de Parnaíba fala por falar

Se a prefeitura investe em decoração natalina eles criticam, dizem que tem que economizar, embora sabendo que Parnaíba é uma cidade turística e que tem que ter atrativos para quem vem passar a férias aqui e aquece a economia.

Por outro lado, se a prefeitura economiza na festa de réveillon, valorizando os artistas locais em detrimento de bandas caras e mais badaladas, os mesmos que falam em economizar são os primeiros a criticar.

Em suma, essa turma não quer nada com nada, não entende nada de gestão pública, não tá nem aí para o interesse público, só quer saber de criticar por criticar e conseguir seus 15 minutos de fama.

Não dê audiência para esse tipo de pessoa.

Por: Eliaquim Nunes(facebook)

Quando alguém que amamos morre, deixa de viver entre nós para viver dentro de nós

quando alguém que amamos

Por:LUIZA FLETCHER

Perder alguém que amamos é uma das situações mais difíceis que podemos enfrentar na vida.

De uma hora para outra, aquela pessoa que estava todos os dias ao nosso lado compartilhando momentos, ajudando-nos a superar tristezas, proporcionando-nos alegria e presença simplesmente se vai, e ficamos apenas com o sentimento de vazio e muita dor em nossos corações, que pode demorar muito tempo para amenizar.

É muito difícil nos desacostumarmos com o amor, a presença, o carinho e a dedicação de uma pessoa amada. Nunca mais vermos o seu sorriso, ouvirmos a sua voz e não termos o seu ombro amigo é uma sensação muito dolorosa, que nos faz sentir impotentes diante dessa realidade que infelizmente não podemos mudar.

Não importa como vivemos e no que acreditamos, a morte é a única certeza da vida, e ainda que saibamos disso desde sempre, muitas vezes não estamos preparados para lidar com ela quando chega em nosso caminho.

Vivemos o luto com muita intensidade, sentimos raiva, dor, choramos, não nos conformamos e muitas vezes também prejudicamos nossos outros relacionamentos pessoais ou profissionais porque a dor parece tomar conta de todo o nosso ser e guia todos os nossos passos. Essa fase dura um tempo específico para cada um de nós, mas em algum momento, cansados de lutar contra o inevitável, nós percebemos que é preciso seguir em frente, mesmo sem o nosso amado do lado.

É nesse momento que juntamos todas as nossas forças, toda a sabedoria que temos guardada e percebemos que não precisamos nos esquecer da outra pessoa, e que apesar de ela ter deixado de viver entre nós, sempre viverá dentro de nós, e que por isso nunca estará realmente longe.

]Quando perdemos alguém que amamos, a única coisa que realmente se vai é o seu corpo, porque o amor, o espaço em nossos corações e os momentos vividos continuam para sempre dentro de nós.

Nossos amados sempre viverão dentro de nós, e sempre que pensamos neles, que nos lembramos de nossas histórias, percebemos que a morte, apesar de dura, não pode nos separar de verdade.

Tudo o que alguém representa para nós não se vai da noite para o dia, permanece sempre conosco. Para muitos, existe a crença de que aqueles que já se foram continuam presentes, sempre prontos para ajudar em nossos momentos de dificuldades e nos guiar para uma vida feliz.

O amor é muito maior do que a morte, e é graças a ele que aqueles que partem continuam vivos dentro de nós e se mostram presentes a cada pensamento, sentimento e acontecimento aleatórios da vida que nos mostram que não estamos sozinhos.

Precisamos compreender que a morte não precisa ser o fim, e que podemos superar a ausência física se mantivermos viva a memória da pessoa que não está mais conosco. Recordar as lembranças felizes nos ajuda a lidar com a ausência e nos dá paz para seguirmos nossos caminhos sem culpa, sabendo que estamos fazendo aquilo que eles gostariam, movendo-nos em direção à felicidade.

Aqueles que amamos nunca nos deixam de verdade, estão sempre conosco, e mesmo que não estejam mais entre nós, sempre estarão em nós. Lembre-se sempre disso. (O Segredo)

O caos no Hospital Regional de Picos

Por:Zózimo Tavares

Um vídeo que mostra pacientes agonizando e deitados no chão, à espera de atendimento, no Hospital Regional Justino Luz, em Picos, tomou conta dos portais de notícia, do noticiário de TV e das redes sociais esta semana.

A Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh) confirmou que as imagens são do Hospital Justino Luz e alegou que o caso ocorreu devido à superlotação.

A nota acrescenta que “em razão das festividades de final de ano, junto ao fato da maioria dos hospitais de pequeno porte da região estarem fechados ou de recesso, a procura pelo Hospital Justino Luz foi bastante superior a média, superando a capacidade instalada do hospital.”

As imagens mostram também alguns dos pacientes próximos a um entulho, dentro do hospital.

Conforme nota da Secretaria Estadual de Saúde, isso aconteceu porque o hospital está passando por uma reforma.

Quadrilha

Coincidência ou não, esse caos no Hospital Regional Justino Luz é mostrado apenas três meses depois que um esquema criminoso foi desbaratado pela Polícia Federal no município de Picos.

A operação Peloponeso, deflagrada no dia 4 de setembro pela PF, teria desviado mais de R$ 17 milhões de recursos do Ministério da Saúde.

Esses recursos, segundo a Polícia Federal, deveriam ser aplicados no tratamento de pessoas com deficiências física, auditiva, visual ou mental.

A PF informou ainda que, para canalizar o atendimento dos pacientes para duas clínicas particulares de Picos, o Serviço de Reabilitação no Hospital Regional Justino Luz foi desativado.

As investigações apontaram que o dinheiro desviado por uma das clínicas seria suficiente para custear o tratamento de 400 mil pacientes.

Se essa gente sem coração foi capaz de roubar o dinheiro destinado ao atendimento dos deficientes, certamente teve peito também para surripiar outras verbas da saúde.

Daí porque, embora chocante, não estranha a calamidade que tomou conta do Hospital de Picos.

Comissão de Saúde da Assembleia faz inspeção no Hospital de Picos

Estrebaria

Mas não é de hoje que se fazem denúncias relacionadas às precárias condições de atendimento no Hospital Regional de Picos.

O Conselho Regional de Medicina, após inspeções in loco, já determinou a interdição do hospital e de sua maternidade.

No final de maio passado, a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa também fez uma vistoria no hospital.

À época, a deputada Teresa Britto (PV), presidente da Comissão, pediu a interdição de uma das alas.

A parlamentar visitou o hospital juntamente com os deputados Gustavo Neiva (PSB), Francisco Costa (PT) e Lucy Soares (PP). 

“Alguns setores do hospital parecem mais uma estrebaria. Isso é uma vergonha e um descaso com a população. Vamos pedir ao Conselho Regional de Medicina a interdição da ala mais crítica do hospital para melhorias emergenciais”, adiantou a deputada.

Reforma 

A reestruturação do Hospital de Picos foi iniciada em 2016, mas as obras foram embargadas devido a um problema com a empreiteira que tocava a obra, que terminou o contrato com o Governo do Estado.

A Secretaria de Saúde informou que a reforma foi retomada há poucos dias por determinação da Justiça.

O Hospital Justino Luz atende a 60 municípios da região de Picos.

Reforma do Hospital de Picos, iniciada em 2016, foi suspensa e retomada

Ele nasceu, quebrou paradigmas e revelou o amor

Por Nayara Sousa* 

É Natal. Para os cristãos, essa data representa a vinda do salvador. As famílias se confraternizam e fortalecem os laços, gerando uma atmosfera de amor. Por falar em amor, é justamente o amor a principal representação do Cristo.  

O Natal também remete à reflexão e importância de valorização do próximo. Nesse período, muitos comovidos pela compaixão, são levados ao ápice do “espírito natalino” e tentam auxiliar outros de alguma forma. 

Em tempos difíceis feito os que estamos vivenciando, o Natal é um bom momento para tentarmos resgatar valores perdidos. Como bem colocou o filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman: “Vivemos em tempos líquidos, nada é para durar”. Quando o mesmo retrata uma sociedade na qual os relacionamentos são fluidos, ele consegue definir claramente o perfil da contemporaneidade. De fato, tempos líquidos! 

Um país dividido em posicionamentos ideológicos e políticos, o distanciamento das relações familiares e o constante anseio de aceitação dos padrões sociais impostos tornam os dias difíceis. O Natal traz muitas reflexões e com ele, o melhor exemplo a ser inspirado. Basta olharmos para a figura central dessa data e nos apropriarmos dos seus ensinamentos. Jesus Cristo mostrou a humanidade e o amor em sua forma mais genuína e quebrou todos os paradigmas da religiosidade. 

Perdoou quem jamais merecia o perdão, entrou em lugares abomináveis, acolheu o desprezado, corrigiu os que seguiam a sua jornada e mostrou caminhos seguros para todos aqueles que os desejassem. Cristo compartilhou conosco o sentido da palavra empatia. E como estamos precisando dela na atualidade!  

Os sábios da época não conseguiram imaginar que aquele menino nascido de uma virgem, sem estrutura alguma, em uma manjedoura, fosse o que o profeta Isaías havia declarado: “Porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Podero­so, Pai Eterno, Príncipe da Paz.”  

Desejo um feliz natal para todos os leitores. Que cada lar receba a paz desse amor! 

*Enfermeira, pedagoga e professora universitária 

Opinião:O Natal em tempos de cólera

Por:Zózimo Tavares

O Brasil atravessa mais um Natal com os nervos à flor da pele. As acaloradas discussões da eleição passada ainda estão presentes.

Aquelas diferenças e desavenças que, no passado, duravam o período da campanha eleitoral, agora se prolongam indefinidamente, cada vez mais raivosas.

Assim, o que se vê, especialmente nas mídias sociais, é um espírito bélico, a prática da intolerância, a animosidade afetando as relações familiares, o ambiente de trabalho e outros grupos.

Basta uma opinião e uma discussão explode em tempo real. Nesse clima, muitas amizades são foram desfeitas e até parentescos renegados.

O que tem levado tantos brasileiros a esse extremismo? Essas posições tão radicais decorrem da crise econômica?

Ou o tal empoderamento de tantos grupos, através das mídias sociais, está provocando um efeito contrário ao que deveria, que era o de aproximar os seus usuários, hoje divididos em bolhas?

E por que se valoriza tanto a invasão e divulgação de dados e mensagens de pessoas cuja privacidade é assegurada legalmente?

Um relatório divulgado pelas empresas We are Social e Hootsuite, intitulado “Digital in 2018: The Americas”, mostrou que 62% dos brasileiros estão ativos nas redes sociais. Mas com que objetivos?

Como um país cristão pode insistir nessa guerra fraticida em que se procura desesperadamente semear a discórdia e assassinar reputações?

Vive-se, hoje, um momento particularmente propício para se refletir que, sem o desarmamento de espíritos, sem o perdão, sem a tolerância, sem a compreensão, o Natal não passa de uma hipocrisia.

O sentido do Natal é, como se sabe, o da comunhão e da renovação, pois simboliza o nascimento de Jesus Cristo, aquele que veio trazer paz, esperança e alegria para a humanidade.

O espírito natalino é, portanto, uma experiência que deve ser buscada não apenas uma vez ao ano, mas todos os dias, teimosamente. Agora, nestes tempos de cólera, mais do que nunca isso se faz necessário.

Operadora OI à beira da falência

À beira da “morte”

A Operadora OI está à beira da falência com dívidas bilionárias, e não consegue mais oferecer serviço de qualidade aos milhões de clientes no Brasil.

Coincidência

A operação da polícia federal, em conjunto com órgãos do ministério público federal, revela agora um esquema de corrupção e desvio de dinheiro da operadora OI, no qual aparece como principal beneficiado o empresário “Lulinha”, ex-servidor de zoológico que enriqueceu nos últimos 14 anos.

Quadrilha organizada

A Operação Mapa da Mina aponta que uma verdadeira quadrilha organizada fraudou documentos e contratos para desviar dinheiro de uma das maiores Operadoras de Telefonia do país. 

Propaganda enganosa

Enquanto isso, a OI liga para seus clientes, oferece serviço de internet fibra ótica, mas nunca instala os aparelhos nas residências.

Um verdadeiro calote

Os clientes fazem cadastros contratuais, enviam documentos e o dinheiro começa a ser descontados em conta corrente. 

A OI está realmente tomada por corrupção. (Por:Feitosa Costa)

Novo Congresso já envelheceu

Novo Congresso envelhece rapidamente

Por: Zózimo Tavares

Uma nova pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada na semana passada, indica que o Congresso Nacional, mesmo com a renovação recorde acima de 50%, nas eleições de 2018, se mantém impopular.

De acordo com o levantamento, no começo deste mês, 45% dos eleitores reprovam o trabalho dos deputados federais e senadores.

São 10 pontos percentuais a mais do que no final de agosto.

Apenas 14% aprovam o Congresso, oscilação negativa de 2 pontos percentuais em relação à última pesquisa.

Os números do instituto mostram ainda uma piora no quadro no decorrer deste primeiro ano da nova legislatura.

No final de 2018, a onda que elegeu o presidente Jair Bolsonaro levou a população brasileira a demonstrar expectativa otimista.

Então, para 56% dos entrevistados, os novos congressistas teriam um desempenho ótimo ou bom, número superior ao verificado antes das duas legislaturas anteriores – 49% e 40%, respectivamente.

Quatro avaliações

Depois da posse, em fevereiro de 2019, o Datafolha já realizou quatro pesquisas sobre o desempenho dos congressistas.

Enquanto o índice dos que consideram ótimo ou bom o trabalho de deputados e senadores caiu de 22% para 14%, a rejeição foi de 32% para 45%.

O Datafolha ouviu 2.948 pessoas em todo o Brasil, entre os dias 5 e 6 de dezembro.

Fundo Eleitoral

A pesquisa saiu junto com a aprovação, pelo Congresso Nacional, de uma bolada de R$ 2 bilhões para o Fundo Eleitoral de 2020.

Essa dinheirama vai ser despejada nas contas dos partidos para que eles a gastem nas campanhas de seus candidatos, nas eleições do próximo ano.

PT, PSL, MDB, PSD, PP, PSDB, DEM, PR, PSB e PDT são os partidos que vão abocanhar as maiores fatias desse dinheiro.

E um detalhe: para saciar a fome dos partidos por verbas, o governo terá que tomar emprestado R$ 1 bilhão e 700 milhões, pois só vai dispor de R$ 300 milhões para essa nova farra com o dinheiro público.

Nesse caminho, o risco é esse Congresso que aí está, logo logo ficar devendo ao que foi reprovado nas urnas no ano passado.

Papa Francisco critica “rigidez” e pede mudança à igreja

Papa Francisco faz alerta sobre perigos que rigidez pode trazer para igreja/G1

Por G1

“A rigidez que vem do medo da mudança termina disseminando limitações e obstáculos no terreno do bem comum, transformando-se em um campo minado de ódio e incompreensão”, disse o pontífice em discurso de Natal.
O Papa Francisco alertou neste sábado (21) que a “rigidez” nas maneiras de se viver a fé cristã criou um “campo minado” de ódio e incompreensão em um Ocidente cada vez menos católico, durante mensagem de Natal a integrantes da Cúria Romana no Vaticano.

“A rigidez que vem do medo da mudança termina disseminando limitações e obstáculos no terreno do bem comum, transformando-se em um campo minado de ódio e incompreensão”, afirmou.

Segundo o pontífice, “as pessoas que não ouviram o Evangelho ainda não vivem mais somente em países não ocidentais”. “Elas vivem em todos os lugares, especialmente nas enormes concentrações urbanas em que precisam de um cuidado pastoral específico”, disse o papa.

“Na grandes cidades, precisamos de outros mapas, outros paradigmas, para nos ajudar a reposicionar nossas maneiras de pensar e nossas atitudes: não estamos mais em tempos cristãos, não mais!”

Mudanças na Cúria

Um grupo de seis cardeais próximos ao papa Francisco está a ponto de terminar a elaboração de uma nova Constituição que administrará o futuro da Cúria Romana e que substituirá um texto precedente promulgado por João Paulo II em 1988.

O papa também anunciou neste sábado a limitação a cinco anos, eventualmente renovável, do posto de decano do Colégio de Cardeais, que preside esta instância.

Com esta decisão, ele parece querer diminuir o poder do decano. Neste sábado aconselhou aos cardeais que escolham uma pessoa que não acumule outros postos simultaneamente dentro da Cúria.

A mudança foi anunciada ao mesmo tempo que a saída do decano atual (no posto desde 2005), o cardeal italiano Angelo Sodano, de 92 anos, que não é considerado próximo a Francisco.

Eleições 2020:Mão Santa deixa sem discurso os seus opositores

POR: BERNARDO SILVA

Fazendo apenas o trivial, coisas que os outros não fizeram, o prefeito de Parnaíba, Mão Santa, marcha a galope rumo à reeleição em outubro de 2020.

E por que é assim? Porque não se faz mais políticos como antigamente. As pessoas não se preparam para disputar um cargo eletivo e passam a improvisar as coisas. Candidatam-se e, caso eleitos, vão repetir erros do antecessor, decepcionando o eleitorado.

Vislumbrando o cenário para 2020 é fácil enxergar apenas e tão somente a mesmice. Os velhos candidatos e os surrados discursos e gestos, como: tapinha nas costas, beijinhos nas crianças, almoço e lanches nos mercados e um trago de cachaça com a caboclada nos botecos da vida.

Voltando ao momento atual, a gestão Mão Santa apenas mexeu positivamente na autoestima dos parnaibanos, revitalizando praças, dando vida à Lagoa do Bebedouro que outros gestores não viram. E a sensibilidade da mulher, que ocupa a secretaria de infraestrutura, Gracinha M. Sousa, assimilou o que todos já sabiam: a Lagoa era um ponto turístico a desafiar administrações, que preferiram priorizar coisas menores.

Lagoa do Bebedouro

Todos os outros gestores cantavam e decantavam Parnaíba como sendo a princesa do Igaraçu; a cidade turística, a capital do Delta; isso e aquilo & aquilo outro. E só! Mas a administração Mão Santa tem tratado a cidade turística como uma sala de visitas, que encanta quem aqui chega e fica deslumbrado com tanta beleza.

Grandes projetos existem, para serem executados, desde que os recursos sejam liberados. E o grande salto no turismo será a Pedra do Sal, com uma nova ponte de acesso; na infraestrutura, será a solução do problema dos piscinões da cidade. E, diga-se, para essas duas situações, à exceção da nova ponte, já vieram recursos federais, que foram devolvidos e/ou “desaparecidos”, por mera falta de competência e compromisso com a cidade.

Quem vai concorrer com o prefeito Mão Santa, para a prefeitura? Zé Hamilton? Florentino Neto? Os dois já passaram 12 anos no comando da cidade. E não fizeram a metade que o atual prefeito fez em 3 anos. Zé Hamilton foi prefeito de 1993 a 1996; depois; de 2005 a 2012, junto com Florentino, que passou 8 anos “aprendendo” e 4 anos executando o que provou não haver aprendido. Os outros? Dr. Hélio? Este vai dizer que tem o apoio do governador do Estado, que só destruiu as coisas da Parnaíba? Hélio e Samarone? Qual a folha de serviços prestados??? Que outros se habilitem, porque esses aí…

Opinião:Piauí e sua eterna indigência

Imagens ilustrativa

Por:Murilo Noleto

É inadmissível que, em pleno século XXI, estejamos a presenciar um mar de indignidades praticadas pelos poderes constituídos do Estado do Piauí.

O governador Wellington Dias resolveu antecipar um corte draconiano nos salários dos servidores estaduais, sem que se assista nenhum tipo de reação da dita Sociedade Civil Organizada.

Esse verdadeiro PACOTE DE MALDADES que o governador do Estado, com a anuência de noventa por centro dos deputados estaduais, colocará em votação nesta quarta-feira, 11/12/2019 (data a ser lembrada ad aeternum pelos barnabés piauienses), sem que se tenha conhecimento em detalhes das maldades que serão impingidas na vida financeira de dezenas de milhares de servidores públicos estaduais, a partir de janeiro de 2020.

O troço fica ainda mais ridículo quando se vê alguns “sindicalistas” tentando tentando discorrer sobre o saco de maldades a ser aprovado na Assembleia Legislativa hoje, sem fazer menção a nenhum item da extensa lista de direitos que serão suprimidos dos rendimentos dos servidores do Estado do Piauí.

Até mesmo os três ou quatro deputados estaduais, que se dizem oposicionistas ao atual governo, não demonstram em suas falas nenhum tipo de conhecimento da patranha governamental.

É essa alienação total e absoluta da sociedade como um todo, diante dos desmandos do governos que se sucedem, eternamente de costas para as demandas sociais, que contribui  decisivamente para a manutenção desse status quo.É lamentável.

P.S.:Figuras públicas vão aos meios de comunicação e, sem o menor pudor, dizem que o Estado do Piauí, com esta malfadada reforma da previdência, estaria apenas se adequando à Constituição Federal. Puro cinismo.