Tranquilidade política: o que sustenta a confiança de Rafael Fonteles para a reeleição

Desde 2003, o estado vem sendo guiado por uma linhagem petista que se estabeleceu com Wellington Dias, principal arquiteto dessa trajetória, que governou de 2003 a 2010, retornou em 2015 e ficou até 2022. Em seus mandatos, Wellington construiu uma base política sólida, consolidada tanto nas urnas, como o expressivo 63% de votos no terceiro mandato, quanto no aparato administrativo e nas alianças locais. Entre suas sucessões, Wilson Martins governou de forma interina entre 2010 e 2014, mantendo o projeto político do PT no Palácio de Karnak. Em 2022, Regina Sousa garantiu a transição, preparando o caminho para Fonteles, que assumiu em 2023 após a eleição que sucedeu Wellington, agora senador.

Foto: Lucas Dias/GP1Governador Rafael Fonteles

Governador Rafael Fonteles

Fonteles não chegou a governar por acaso. Ex-secretário de Fazenda na gestão Wellington, ele conheceu de perto os meandros do orçamento estadual e herdou um sistema político e administrativo consolidado. Sua postura discreta diante das perguntas sobre reeleição reflete a convicção de quem não vê, no momento, uma ameaça real capaz de tirar o PT do controle estadual.

A oposição, por sua vez, ainda que movimentada, não se mostra capaz de romper essa blindagem construída em mais de cinco mandatos petistas. O PL tenta montar uma alternativa competitiva com o ex-deputado federal Mainha, enquanto Margarete Coelho (Progressistas) mantém articulações cautelosas, e Lourdes Melo (PCO) representa uma voz crítica e persistente, mas sem força para desequilibrar o cenário. Romper essa fortaleza política exige mais que alianças de ocasião, requer superar uma cultura política enraizada desde 2003.

No silêncio de Fonteles, portanto, reside uma estratégia que é também sinal de confiança: ele governa apoiado numa base sólida, com a certeza de que o ciclo petista no Piauí permanece firme, resistindo às turbulências do cenário nacional e garantindo a continuidade de seu projeto político. (Caroline Vitorino/Gp1)

Haddad passou vergonha porque EUA só discutem tarifa com Bolsonaro livre

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom-ABr).

O cancelamento da suposta reunião de Fernando Haddad com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, decorre do diálogo inviável desde que Lula (PT) devolveu sem resposta a carta de Donald Trump. A Casa Branca aguarda pedido formal de desculpas. Afinal, carta semelhante a uma centena de países resultou em negociações de alto nível com todos eles. O petista preferiu tentar se aproveitar eleitoralmente do episódio. E Trump dobrou a aposta: acordo com o Brasil passará necessariamente pelo livramento de Jair Bolsonaro.

João-sem-braço

Haddad fingiu não entender que problema para governo Trump não é comercial e sim Alexandre de Moraes, sancionado pela Lei Magnitsky.

Quem governa mesmo?

Nos EUA, agora, até a imprensa vê no Brasil sob ditadura judicial, como o Wall Street Journal divulgou no domingo (10).

Dialogo de surdos

Haddad foi esnobado tanto quanto Geraldo Alckmin “não consegue falar com ninguém” na Casa Branca, como disse Lula do seu vice.

Pavão misterioso

Já o vaidoso chanceler Mauro Vieira divulgou misteriosa reunião com o homólogo americano, mas o Departamento de Estado não a confirmou. (Cláudio Humberto)

Cobrança ao prefeito Francisco Emanuel: quando serão os Jogos Escolares Parnaibanos?

Ainda sem data definida para a próxima edição dos Jogos Escolares Parnaibanos, atletas, professores e organizadores cobram da Prefeitura uma posição oficial. A insatisfação cresce também pelo fato de que, até o momento, os árbitros que trabalharam na edição de 2024 não receberam o pagamento integral.

Segundo informações, apenas uma parte do valor foi quitada; o restante segue pendente, sem previsão de pagamento.

O questionamento é direto ao prefeito: quando será divulgada a data dos jogos deste ano e quando será regularizada a dívida com os profissionais que atuaram na última edição?

Hugo Mota: O vacilante presidente da Câmara Federal

Menino de vó

Hugo Motta (Republicanos-PB) é, certamente, o mais fraco – para dizer o mínimo – ocupante de cadeira de presidente da Câmara em décadas.

Vacilante, hesitante, sem pulso, passou a imagem de fraqueza diante de colegas baderneiros que ocuparam a Mesa e impediram o funcionamento da Casa. No limite, merece o apelido de Menino de Vó.

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos DeputadosHugo Motta

Hugo Motta pegou a fama de vacilante, sem pulso

Iminência parda

Diante de sua fraqueza, Motta agora é alguém visto como tutelado, tanto assim que, segundo nota na edição impressa de O Globo deste sábado, um petista graúdo teria dito que o governo Lula mais uma vez está nas mãos do ex-presidente da Câmara, após Arthur Lira, antecessor de Motta, ter negociado a rendição dos bolsonaristas amotinados por 30 horas no Congresso na semana passada.

Antes

Ciro Nogueira estaria entre os influentes líderes do Centrão que, segundo informa Lauro Jardim, avaliam que, após a decretação da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, querem que o ex-presidente se renda à realidade dos fatos e antecipe para outubro o anúncio do nome que vai apoiar para as eleições presidenciais de 2026.

Foto: ReproduçãoCiro Nogueira

Ciro Nogueira entre os influentes do Centrão

Ou seja, Ciro, Valdemar Costa Neto e outros sabem que Bolsonaro é nome fora da urna eletrônica, embora seja coringa na eleição. (Portalaz)

Quem realmente não quer Themístocles? Wellingon Dias ou Rafael Fonteles?

A pergunta que não cala: quem realmente não quer Themístocles?

Themístocles Filho  /Laura Cardoso/Lupa1

Depois da fracassada reunião do último sábado na residência do governador Rafael Fonteles com quatro líderes do MDB, para resolver a situação do vice-governador Themístocles Filho, rejeitado na chapa de 2026, uma pergunta começou a ser feita em profusão nas rodas de apoiadores do Governo e até da oposição: quem realmente não quer Themístocles novamente como vice?

Wellington ou Rafael

Rafael Fonteles e Wellington Dias – Foto: Divulgação

Nos bastidores, há duas versões para apontar o responsável pelo alijamento de Themístocles da chapa de reeleição: uma diz que foi Wellington Dias e outra aponta para Fonteles.

Maiores apostas

As maiores apostas indicam que é o governador que não quer Themístocles, interessado em colocar um nome da sua confiança pessoal que lhe possa garantir a retaguarda numa eventual saída do Governo em 2030.

Menores apostas

Um número menor de políticos ligados ao Governo acha que quem “está rifando Themístocles é o Wellington”.

Para colocar o filho

Ministro Wellington Dias ao lado do filho – Foto: Redes sociais

Quem aposta que o algoz de Themístocles é Wellington Dias apresenta como motivo uma suposta intenção do ministro de colocar o filho Vinicius como vice.

“Wellington recusa Rafaboy”

Político com mandato e muito influente na base do Governo, garantiu para este repórter: “Wellington também não aceita Rafaboy”.

É por isso

Segundo esse mesmo político de mandato, o comentário de que Wellington seria o autor do veto a Themístocles se espalhou porque “todos sabem que ele não aceita ninguém do Dom Barreto”. (Por: Feitosa Costa)

“Quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos, Rafael não confia no Piauí”, desafia Ciro Nogueira

Na manhã desta segunda-feira (11/08), o senador Ciro Nogueira (PP) comentou as obras entregues no Piauí e voltou a desafiar o governador Rafael Fonteles (PT) a mostrar municípios onde tenha depositados mais recursos que o parlamentar. Ciro apontou que e Rafael Fonteles “não confia” no Piauí.

“Eu quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos nas prefeituras, porque o Rafael  não confia no Piauí, nos prefeitos do Piauí. Ele, quando manda uma obra, já manda a construtora, que muita gente sabe quem são. São sempre as mesmas”, comentou.

Ciro Nogueira e Rafael Fonteles (Foto: Reprodução/Ricardo Morais)

O progressista continuou, afirmando que as obras do Governo custam mais caro porque supostas construtoras estariam sendo beneficiadas na realização das obras.

“Outro desafio que quero mostar pro Rafael: me mostre uma obra do Governo do Estado que seja mais barata que a da prefeitura naquela cidade. Não tem. Por que eu coloco recurso para as prefeituras? Porque vou fazer muito mais. As obras do Governo do Estado saem em torno de 30% a 40% mais caras. O Rafael não está procurando fazer muito mais, eles estão querendo beneficiar essas mesmas construtoras que o Piauí já conhece”, disse.

Ciro também destacou que não compartilha da relação duvidosa com construtora. “Quando mando um recurso para alguma prefeitura, desafio algum prefeito do Piauí [a dizer] se eu já pedi por alguma empresa, algum fornecedor. Os prefeitos dos Piauí sabem, meus recursos é para que sejam bem empregados. Só exijo que sejam entregues com toda a correção para a população”. (Guilherme Freire)

Rubens Vieira explica que ação contra atrações foi do MP e não dele

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

O deputado estadual Rubens Vieira (PT) desmentiu que ele seja o autor de denúncias que resultaram na suspensão das atrações dos festejos de Cocal da Estação. Ele classificou a narrativa como mentirosa e leviana, deixando claro que a ação judicial partiu exclusivamente do Ministério Público, sem qualquer participação sua.

Entre as atrações dos festejos estava o DJ Alok. A Justiça determinou a suspensão dos contratos, mas manteve alguns nomes com cachês mais baixos. (MN)

Morre no HEDA o ex-vereador Batista Veras

No final da manhã desta segunda-feira(11) faleceu no Hospital Direceu Arcoverde o ex-vereador e ex-presidente dfa Câmara Municipal Batista Veras, vitimado por insuficiência cardíaca. Batista é pai do ex-vereador Ricardo Veras, do advogado André Veras e da odontóloga Virgínia Veras.

Um grande amigo. Fui seu assessor de imprensa na Câmara Municipal e é de autoria dele o projeto de lei que me concedeu o título de Cidadão Parnaibano, que me foi entregue em 2006, quando ele era presidente da Câmara. Sou amigo da família e a todos apresento minhas sentidas condolências. (Por: Bernardo Silva)

Reunião entre Themístocles e Rafael não teve consenso para 2026: A embromação continua

No último sábado (08) , uma reunião na mansão do governador Rafael Fonteles, localizada na BR-343, reuniu importantes lideranças políticas do Piauí. Participaram do encontro o presidente da Alepi, Severo Eulálio, o senador Marcelo Castro, o deputado João Madson, o vice-governador Themístocles Filho e o próprio governador. Segundo informações obtidas pela coluna, foram apresentadas diversas propostas para acomodar Themístocles fora da chapa majoritária de 2026. Entre elas, a possibilidade de assumir ainda este ano uma secretaria de projeção para fortalecer seu grupo político.

A oferta, no entanto, foi recusada pelo vice-governador. A conversa se estendeu a discussões sobre apoio eleitoral que poderia garantir a eleição de Marco Aurélio. Mesmo assim, não houve entendimento. De acordo com a fonte que esteve presente, Themístocles deixou a reunião tão calado quanto entrou, demonstrando visível descontentamento com a situação. (Silas Freire)

Figurões do Piauí estariam devendo fortuna a família política do Maranhão

Circula nos bastidores políticos a informação de que uma influente família do Maranhão estaria cobrando uma dívida milionária de um grupo de jovens políticos ligados ao governo do Piauí. Segundo apuração da coluna, essa dívida teria sido contraída para investimentos em período eleitoral.

Fontes afirmam que o valor ultrapassa R$ 50 milhões. Ainda não está claro se o montante foi destinado às eleições de 2022 ou se tem relação com o pleito de 2024. O certo é que, de acordo com aliados próximos, os maranhenses estariam pressionando para que a dívida seja quitada o quanto antes, o que tem gerado desconforto e apreensão no meio político. (Silas Freire)

Veto de Lula compromete chapa de deputado federal do PT no Piauí

No PT, a lista de pretendentes à chapa de deputado federal em 2026 já não cabe confortavelmente na moldura de oito cadeiras previstas para o estado. Pelo menos nove nomes, entre veteranos e estreantes, disputam lugar no retrato: Zé Santana, apadrinhado de Wellington Dias; Carmelita Castro, que carrega o curioso parentesco com a pré-candidata oposicionista Margarete Coelho; Franzé Silva, ex-presidente da Alepi; Marina Santos, que nem filiada é, mas circula como se fosse; o ex-governador Wilson Martins; e Raíssa Protetora, aposta de renovação. A esses se somam os deputados já na casa: Merlong Solano, Dr. Francisco Costa, Florentino Neto e Flávio Nogueira.

Foto: GP1Lula ao lado de Rafael Fonteles

Lula em Teresina

O corte, inevitável se o veto for mantido, deve recair sobre um dos nomes masculinos, exigência da lei eleitoral para manter o mínimo de três candidatas mulheres. É nesse ponto que a aritmética partidária encontra o jogo de xadrez das alianças, cada nome excluído deixa órfão um grupo político, e cada grupo insatisfeito pode custar votos preciosos no quociente. Nos bastidores, já se ensaia o discurso de “unidade possível” para evitar que puxadores de votos acabem atropelando figuras tradicionais.

A oposição observa à distância, com a tranquilidade de quem tem menos cadeiras a defender. O Progressistas, por exemplo, deve manter suas duas vagas, enquanto o PSD de Júlio César manifesta abertamente a dificuldade de reverter o veto no Congresso. “O quórum foi baixo, conseguimos o mínimo possível”, lamentou o deputado. No Planalto, a aposta é de que a decisão presidencial será mantida, e no Piauí, a de que 2026 exigirá mais bisturi que megafone.

Seja qual for o desfecho, o efeito já se sente: o campo governista, acostumado a trabalhar com sobra de espaço, se vê obrigado a medir cada passo. A disputa, que antes parecia uma corrida de fundo com tempo para todos, virou prova de revezamento com poucos bastões disponíveis. E, como se sabe na política, quem não corre no tempo certo, corre o risco de ficar de fora da foto final. (Caroline Vitorino/Gp1)

Jornal dos EUA acusa STF de golpe e Moraes de censurar críticos e prender oponentes

Lula e o ministro Alexandre Moraes (STF)- Foto: EBC.

O norte-americano Wall Street Journal, um dos mais influentes do mundo, publicou artigo editorial neste domingo (10), assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, em que acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar um golpe de estado no Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, principal instrumento dessas decisões, de estar “censurando críticos e prendendo oponentes sem nenhum controle político”. As acusações estão já no  título da  publicação, “Um golpe de Estado da Suprema Corte  do Brasil”, e no subtítulo, onde se refere a censura e prisões políticas.

“A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo nunca visto desde a Guerra Fria”, escreveu a colunista no artigo publicado no site do  WSJ às 16h39 deste domingo, horário de Washington, que menciona vários fatos autoritários no continente, desde o coronel golpista Hugo Chávez, que  implantou a ditadura  na Venezuela.

“O maior risco não é, como ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, a repentina tomada do poder pelos militares”, lembra O’Grady. “Os ditadores do século XXI estão copiando Hugo Chávez , que consolidou seu governo tomando o controle das instituições democráticas enquanto era popular e depois prendeu seus oponentes ou os exilou.”

Ela também afirma que o presidente conservador de de El Salvador, Nayib Bukele, “criou sua própria versão do chavismo”, demitindo e substituindo todos os membros da mais alta corte constitucional do país em 2021. “O devido processo legal, a liberdade de expressão e a liberdade de reunião não existem mais”, diz a colunista, observando que Bukele agora controla inclusive o tribunal eleitoral.

“Ainda não é tarde para salvar o Brasil” da ditadura

Mary Anastasia O’Grady pondera que “desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida”, disse referindo-se ao endurecimento do regime no Brasil.

“O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnias e ameaças, invocando uma regra interna que lhe dava o poder de abrir ‘inquéritos’ secretos sobre supostos crimes contra seus membros”, disse a jornalista, que há anos acompanha de perto a situação política no País.

“Primeiro veio o ‘inquérito das fake news’, no qual a Corte se colocou simultaneamente como iniciadora, investigadora e julgadora — uma violação dos direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos tribunais locais e estaduais, com acusações feitas por promotores locais e estaduais”, historia.

“Alexandre de Moraes, conhecido por sua oposição ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do STF, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, apesar de o sorteio aleatório ser a regra”, disse, demonstrando estar bem informada também sobre questões próprias do Supremo.

Omissão do Senado

O artigo no Wall Street Journal cita as violações à Lei diante da omissão do Senado Federal, que tem o papel constitucional de impor limites ao STF.

“Investigadores passaram a vigiar contas de redes sociais de pessoas politicamente incorretas, criminalizar suas opiniões e prendê-las preventivamente. Alguns juristas acusaram a Corte de violar a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema adversarial de justiça. O Senado, no entanto, se omitiu diante do dever de disciplinar o tribunal.”

A descondenação de Lula

“A decisão do STF, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — confirmada duas vezes em instâncias superiores — inflamou ainda mais a direita brasileira”, diz o artigo.

“Os ‘deploráveis’ recorreram às redes sociais”, diz a jornal, e “a Corte tentou silenciá-los, mas alguns influenciadores estavam fora do país e fora do alcance dos ministros. Em julho de 2021, veio o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas, obrigando-as a censurar conteúdo e desmonetizar brasileiros com opiniões consideradas inaceitáveis. O não cumprimento resultaria na proibição de operar no Brasil.

TSE exercendo papel político

Para O’Grady, “Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, que colocou Lula contra o então presidente Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal significativamente mais político, monitorando e censurando discursos de partidos, candidatos e cidadãos com quem discordava.”

Na conclusão do seu relato em que resume os acontecimentos dos últimos anos no Brasil, a articulista diz que, “quando Lula foi declarado vencedor, a polarização se agravou. Parte dos apoiadores de Bolsonaro se recusou a aceitar o resultado, pedindo intervenção militar e organizando protestos pacíficos em frente a quartéis por meses.” (Diário do Poder)

PT enfrenta problemas internos para a reeleição de Rafael Fonteles:tem muita gente deslumbrada com o poder

Briga interna

Na sua edição impressa deste domingo, o jornal O Globo informa que os governadores do PT no Nordeste enfrentam um cenário de pressão e disputas em suas bases para a formação das chapas para 2026.
No Piauí, Rafael Fonteles precisa montar uma chapa que agrade ao PT, PSD e MBD. Não é tarefa simples porque todos querem tudo

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações.

Rejeição a Wellington

Nesse cenário, diz o jornal carioca, uma hipótese que agrada ao PT é a indicação do senador Wellington Dias, atualmente ministro do Desenvolvi mento Social, como candidato a vice-governador. Rafael Fonteles teria, diz o jornal, refutado a ideia.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Novidade

Afirma O Globo que na composição da chapa para o Senado, quem quer uma vaga é o deputado federal Francisco Costa.
São duas as vagas em disputa, uma delas ocupada por Marcelo Castro (MDB), que se põe como “candidato natural”.

Apoio precioso

Sem Wellington, Rafael perde o apoio do PT e, por tabela, do PC do B e PSB.
O poder e, apesar de muito dinheiro no entorno, não sustentarão Rafael no poder: ele se mantém cercado de neófitos deslumbrados  e desastrados nas teorias, os famosos “Rafaboys”.

Amadores 
Depois de sua vitoria retumbante, em primeiro turno, derrotando Silvio Mendes, que era favorito em todas as pesquisas, em 2022, Rafael encantou-se com o exercicio do poder, cercou-se de amadores, e no primeiro embate sob seu comando, foi vergonhosa e fragorosamente derrotado nas eleições municipais.
De lá para cá não parece ter mudado. Segue com os mesmos, sem ouvir quem pode lhe garantir o segundo mandato.

Dinheiro e poder 
Ja disseram a Rafael que só com o dinheiro e o poder (públicos) não se ganha uma eleição.
Aparentemente, apesar de matemático que é, ele ainda nao fez esses cálculos. (Comentário do Portalaz)

Themistocles segue em silêncio, mas aliados falam: “Nenhum partido gosta de perder espaços”

O deputado estadual Henrique Pires (MDB) afirmou que o partido ainda não discutiu internamente a possibilidade de perder a vaga de vice-governador do Piauí, hoje ocupada por Themístocles Filho (MDB). Segundo ele, nem o presidente estadual da sigla, Marcelo Castro, nem o presidente da Assembleia Legislativa, Severo Eulálio, convocaram reunião para tratar do assunto.

Pires destacou que “nenhum partido gosta de perder espaço” e avaliou que a definição deve ocorrer apenas no prazo eleitoral, lembrando que a Justiça está “muito atuante e atenta”.

“Não houve ainda o debate dentro do partido, nem o presidente Marcelo Castro, nem o líder, que é um líder hoje, que é presidente da Assembleia do Severo, nem o líder da João Madison chamou, que está bancada na Assembleia aqui para tratar do assunto. Mas nenhum partido gosta de perder espaço, então a satisfação não vai existir. O arranjo do time é que vai decidir, mas eu ainda acredito que tem muita água para poder passar até debaixo desta ponte, até respeitando os prazos eleitorais'”, argumentou.

O governador Rafael Fonteles (PT) deve indicar um nome do próprio partido para compor a chapa. Themístocles Filho ainda não se manifestou sobre o tema. (Marta Santos)

Projeção aponta que Merlong, Florentino e Átila Filho podem ficar fora da Câmara Federal em 2026

A projeção divulgada pela jornalista Sávia Barreto, do Boletim Brio, nesta sexta-feira (08/08) indica que três atuais deputados federais pelo Piauí correm risco de não se reeleger em 2026. De acordo com os cálculos, os petistas Merlong Solano e Florentino Neto, além do progressista Átila Filho, ficariam de fora caso se confirme a redução de dez para oito vagas na bancada piauiense na Câmara dos Deputados.

Foto: Reprodução

O estado perdeu duas das dez cadeiras que possuía após o veto ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023, que previa aumentar o número de deputados federais de 513 para 531. Segundo o site da Câmara dos Deputados, a proposta, aprovada pelo Congresso Nacional, foi barrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de que a mudança seria inconstitucional e violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 e dispositivos da própria Constituição.

De acordo com informações do Senado Federal, pareceres da Advocacia-Geral da União e dos ministérios da Justiça, Fazenda e Planejamento apontaram que o aumento no número de cadeiras implicaria despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário, sem previsão de fonte de custeio e sem medidas de compensação.

O veto presidencial será analisado em sessão conjunta de deputados e senadores após o recesso parlamentar. Para que seja derrubado, é preciso maioria absoluta em cada Casa — 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Conforme relembra o portal O Tempo, a proposta enfrentou forte rejeição popular: pesquisa mostrou que 85% dos brasileiros eram contrários à medida.

Na projeção de Sávia Barreto, PT e PSD ficariam com três cadeiras cada, enquanto PP e Republicanos conquistariam uma vaga cada.

No PT, as três vagas seriam ocupadas por Francisco Costa, Zé Santana e Flávio Nogueira, todos com previsão de cerca de 120 mil votos, deixando Merlong Solano e Florentino Neto — ambos projetados com 80 a 90 mil votos — fora do grupo de eleitos.

No PP, a vaga única prevista iria para Júlio Arcoverde, com estimativa de 120 mil votos, superando o atual deputado Átila Filho, que aparece com 110 mil.

Sávia Barreto ressalta que os números não são definitivos e podem mudar ao longo da campanha, mas reforça que a diminuição das vagas deve tornar a disputa mais acirrada, pressionando ainda mais os atuais parlamentares na busca pela reeleição.

Lista dos oitos que seriam eleitos: 

Foto: REPRODUÇÃO / MONTAGEM: 180GRAUSEstimativa de votos por partido e candidato

PT – Total projetado: 715 mil votos (incluindo votos de legenda)
    •    Francisco Costa*: 120 mil votos
    •    Zé Santana*: 120 mil votos
    •    Flávio Nogueira*: 120 mil votos
    •    Wilson Martins: 100 mil votos
    •    Florentino Neto: 80 a 90 mil votos
    •    Merlong Solano: 80 a 90 mil votos
    •    Carmelita: 15 a 20 mil votos
    •    Marina Santos: 10 a 15 mil votos
    •    Raíssa Protetora: 10 a 15 mil votos

PP – Total projetado: 345 mil votos
    •    Júlio Arcoverde*: 120 mil votos
    •    Átila Filho: 110 mil votos
    •    Margarete Coelho: 60 mil votos (não sendo candidata ao Governo)
    •    Ismael Silva: 15 a 20 mil votos
    •    Samantha Cavalca: 15 mil votos
    •    Candidato 6: 15 mil votos
    •    Candidato 7: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 5 mil votos
    •    Candidato 9: 10 mil votos

PSD – Total projetado: 610 mil votos
    •    Georgiano Neto*: 200 mil votos
    •    Castro Neto*: 180 mil votos
    •    Marcos Aurélio Sampaio*: 100 mil votos
    •    Fábio Abreu: 50 a 60 mil votos
    •    Franzé Silva: 50 a 60 mil votos
    •    Candidato 6: 10 mil votos
    •    Candidata 7: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 5 mil votos
    •    Candidata 9: 5 mil votos

Republicanos – Total projetado: 235 mil votos
    •    Jadyel Alencar*: 130 mil votos
    •    Ana Fidelis: 25 a 30 mil votos
    •    Irmão Etniel: 20 mil votos
    •    Magno: 15 mil votos
    •    Denis Queiroz: 10 mil votos
    •    Gustavo Gayoso: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 10 mil votos
    •    Candidato de Parnaíba 9: 5 mil votos

(Por: Sebastian Eugênio)

Merlong entrega veículos e máquinas para 10 municípios

Merlong Solano entrega máquina agrícola em Teresina

Merlong Solano entrega máquina agrícola em Teresina

O deputado federal Merlong Solano (PT) entregou veículos e máquinas agrícolas para 10 municípios na sexta-feira (8).

A iniciativa, em parceria com a Codevasf, representa um investimento de R$ 5 milhões de emenda parlamentar de Merlong.

As cidades contempladas foram Assunção do Piauí, Cabeceiras, Campinas, Campo Grande, Juazeiro, Luzilândia, Monsenhor Hipólito, Passagem Franca, Teresina e União. “Estamos reforçando prefeituras, associações e cooperativas e a agricultura familiar”, explicou o deputado.

Sem adversários, Rafael Fonteles domina o eleitorado de Teresina

O cenário eleitoral de Teresina para a escolha de governador em 2026 favorece largamente o atual ocupante do Palácio de Karnak, Rafael Fonteles (PT), que em sondagem do Instituto Data AZ aparece com duas em cada três intenções de votos em pesquisa estimulada, em que tem 63,50% contra 9,38% de Joel Rodrigues e 5,13% de Margarete Coelho, ambos do PP.

Foto: Governo do Piauí

Rafael FontelesRafael Fonteles não tem (ainda) adversários para a reeleicao em 2026

Na pesquisa estimulada o ex-deputado José Maia Filho, o Mainha, tem 0,88% das intenções de votos, enquanto nenhum, nulo ou branco somam 13,13% e os indecisos (não sabe, não opina) ficam em 8%.

Foto: Reprodução/Data AZPesquisa estimulada

Indecisos 

Quando solicitados a dizer espontaneamente os nomes para governador, os eleitores de Teresina somam maioria de indecisos, com mais de dois terços deles (64,88%) declarando não saber ou não ter opinião sobre em quem votar, enquanto 1,5% dizem votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes.

Porém, na pesquisa espontânea, Rafael Fonteles aparece com mais de um quinto das intenções de voto: 29,75% das intenções de voto, enquanto Margarete Coelho, já anunciada como pré-candidata do PP, tem somente 1% das citações, seguida por Joel Rodrigues (0,88%), Wellington Dias (0,63%), Ciro Nogueira (0,50%), Silvio Mendes (0,38%), Petrus Evelin (0,25%), Iracema Portella e Fabio Abreu (0,13%).
 

REJEIÇÃO

Entre os nomes que podem vir a disputar o governo do Piauí, o de maior rejeição segundo a pesquisa é o de Margarete Coelho: 17,13% dos eleitores ouvidos dizem que não votariam nela de modo algum, ante 14,50% que manifestaram desinteresse completo em votar no atual governador Rafael Fonteles.

Foto: ReproduçãoMargarete Coelho aparece com maior rejeição

Margarete Coelho aparece com maior rejeição
O segundo mais rejeitado, contudo, é José Maia Filho, o Mainha, com 15,63%, enquanto Joel Rodrigues surge com 11%.

Os que não rejeitam nenhum dos nomes postos em disputa somam 23,75%, ante 6,50% que rejeitam todos os postulantes e 11,50% que não sabem nem opinam. (portalaz)

PRF prende homem condenado por assalto à casa do governador Rafael Fonteles em 2016

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, nesta quinta-feira (07/08), Wellington de Oliveira Costa, condenado por participar do assalto à residência do governador Rafael Fonteles (PT) em 2016. O crime, à época, incluiu a rendição do então secretário de Fazenda e de sua família.

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A prisão ocorreu durante abordagem no posto da PRF em Campo Maior, na BR-343. Ao consultar os sistemas, os policiais constataram que havia contra ele um mandado de prisão definitiva expedido pelo juiz João Antônio Bittencourt, com pena fixada em 10 anos, 4 meses e 29 dias.

O assalto aconteceu em 3 de abril de 2016, quando três homens armados renderam o vigilante, tomaram sua arma e invadiram a casa, localizada no alto de um morro. Uma quarta pessoa ajudou na fuga. Na ocasião, Rafael Fonteles e familiares foram feitos reféns.

Confusão no Congresso pode encolher a bancada do Piauí.

Em meio à turbulência no Congresso Nacional  com pautas polêmicas como o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e a anistia ao 8 de janeiro a derrubada do veto do presidente Lula para o aumento do número de deputados federais vai ficando em segundo plano , e assustando o meio político piauiense.

Se isso acontecer, o estado pode perder representatividade tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa , e junto com ela, milhões de reais em recursos do Orçamento da União. Com a indefinição, os partidos já começam a se reorganizar nos bastidores para disputar menos vagas nas eleições do próximo ano.

A redução do número de parlamentares impactaria diretamente o poder político do estado em Brasília e comprometeria a capacidade de atração de recursos. O Piauí corre o risco de perder espaço e força no cenário nacional. E, ao que tudo indica, a pauta que deveria nos proteger está sendo deixada para depois , ou pior: para nunca. (Silas Freire)