
Por:José Olímpio Castro

Por:José Olímpio Castro
O promotor Fernando Santos, da Vara dos Feitos da Fazenda Pública, declarou nesta terça-feira que o Ministério Público Estadual mantém a investigação sobre a aplicação dos recursos do Finisa I, haja vista que existem mais de 40 construtoras sem capacidade operacional que foram contratadas pelo governo do estado. O caso foi parar na Justiça.

O promotor de Justiça, Fernando Santos
O processo de nº 0810832-88.2019.8.18.0140, de classe Produção Antecipada da Prova, tem como assuntos Quebra de Sigilo Bancário e Dano ao Erário. Tramita em segredo de justiça e teve sua distribuição em data de 13 de maio de 2019. Nele, o Ministério Público do Estado do Piauí, que atua como autor, requer decisão liminar e antecipação de tutela.
O que se investiga é a aplicação de R$ 307.904.923,84 que dizem respeito à primeira parcela do Finisa I (Programa de Financiamento da Infraestrutura). Ao falar sobre a Tomada de Contas realizada pelo TCE-PI (Tribunal de Contas do Estado) em torno dos recursos do Finisa, que foram depositados na conta do estado em agosto de 2017 e que tratou sobre as irregularidades anotadas pelos auditores Leonardo Cesar Santos Chaves, da Auditoria de Controle Externo, e Bruno Camargo de Holanda Cavalcanti, diretor da DFENG (Divisão de Fiscalização de Obras e Serviços Públicos), Fernando Santos informou que, posteriormente, o TCU (Tribunal de Contas da União), aprovou a conversão de fontes.
“Depois, o TCU julgou regular a conversão de fontes, de modo que, no Finisa I, as principais irregularidades eram formais”, disse Fernando Santos. Ele acrescentou: “Já, quanto ao Finisa II, estamos apurando superfaturamento e fraude em licitação, pela inexistência de capacidade operacional. Pretendemos concluir a investigação pois engloba mais de 40 construtoras sem capacidade operacional.”
Por meio de processo que tramita desde 13 de maio de 2019, o Ministério Público requer a Produção Antecipada de Prova, com a quebra do sigilo bancário e fiscal de autoridades implicadas, a exemplo de secretários e ordenadores de despesas, bem como das empreiteiras envolvidas. Segundo o promotor Fernando Santos, elas não possuem capacidade operacional e mesmo assim foram contratadas para realização de obras de grande importância no contexto do mencionado contrato de financiamento, no caso, o Finisa II.
O promotor pede a quebra do sigilo bancário com base no presumível dano ao erário provocado pelos envolvidos nas contratações e apresenta como documento comprobatório o relatório da DFENG. Os auditores afirmam que o governo procurou dificultar, de todas as maneiras, a fiscalização da aplicação das verbas decorrentes do contrato.
“No curso do levantamento, identificou-se que diversos processos não contêm a documentação mínima necessária para que se pudesse realizar a auditoria de forma completa e que abarcasse as planilhas orçamentárias licitadas e contratadas. Dentre a documentação ausente, cita-se a falta de projeto básico, planilha orçamentária licitada, e, principalmente, planilha comparativa da contratação e respectiva execução contratual traduzidas nas medições que deram suporte aos pagamentos, além de outras peças que deveriam compor o escopo dos objetos sob análise”, assinala o documento Relatório Tomada de Contas referente ao exercício de 2017.
O governo, de fato, não apresentou prestação de contas adequadas para a primeira etapa do Finisa I e conseguiu a liberação dos recursos por meio de decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Édson Fachin. A segunda etapa foi liberada graças a uma decisão do então presidente do TRF1 (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, Cássio Nunes Marques, que hoje é ministro do STF. Wellington Dias (PT), na época de sua nomeação pelo presidente Jair Bolsonaro, apresentou congratulações ao amigo de longas datas e “piauiense excepcional.” (Toni Rodrigues)
O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) destacou a aprovação do Projeto de Lei 45/2020, de sua autoria, que estabelece a gratuidade na emissão da carteira estudantil para os estudantes matriculados na rede pública estadual de ensino de nível médio, bem como os estudantes da Universidade Estadual do Piauí (UESPI). O projeto foi aprovado por unanimidade em Plenário.

“Eu trago uma excelente notícia para todos os estudantes da rede estadual de ensino, tanto no ensino médio, quanto da nossa Universidade Estadual, depois de muito tempo lutando e defendendo o projeto de grande importância para a comunidade estudantil, finalmente a Assembleia Legislativa do Piauí se posicionou de forma unânime favorável à nossa proposta de acabar com as taxas cobradas na emissão das carteiras estudantis”, disse o deputado.
Com a gratuidade na emissão da carteira para os estudantes da rede estadual, a Secretaria Estadual de Educação (Seduc) ficará com a responsabilidade pela emissão das carteiras, como explica o deputado. “Pelo nosso projeto, caberá ao poder público fornecer as carteirinhas aos estudantes de maneira gratuita, diretamente pela secretaria de Educação, ou através de convênio com as entidades que atualmente fazem esse serviço”. (Fonte: Assessoria parlamentar).
Na última segunda-feira (07), a 4ª Vara do Trabalho de Teresina realizou audiência virtual nos autos da ação coletiva na qual foi celebrado acordo no valor de R$ 1.912.171,07 para quitação de verbas trabalhistas de 405 funcionários do Banco do Nordeste no Piauí.

O acordo foi homologado pelo juiz do trabalho Roberto Wanderley Braga, coordenador do CEJUSC de 1° Grau, durante a realização da Semana Nacional da Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Semana Nacional da Execução Trabalhista do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.
O processo foi movido pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários no Estado do Piauí no ano de 2015 contra o Banco do Nordeste e após diversas tentativas de conciliação, o acordo foi homologado.
“Desde setembro de 2019 estamos tentando uma solução conciliatória que beneficiasse ambas as partes. Sem dúvidas chegamos a uma importante conclusão neste processo”, disse a juíza do Trabalho titular da 4ª VT, Basiliça Alves.
Para serem contemplados pelo montante abrangido neste acordo, os empregados interessados que constem na lista de beneficiários precisam encerrar suas ações individuais que versam sobre a mesma verba.
O pagamento será feito à vista a cada empregado contemplado na relação em que optou por aderir individualmente à petição do acordo homologado no prazo de dez dias corridos após entrega das quatro vias dos termos individuais de adesão assinados.

Um agricultor identificado como Alfredo Machado, de 64 anos morreu afogado na manhã desta terça-feira (08), após cair dentro de uma caixa d’água na zona rural do município de Cocal, região Norte do Piauí.
Segundo o sargento Carvalho, da Polícia Militar do Piauí, a vítima sofria de epilepsia e a principal suspeita é que ele tenha tido um ataque e caído dentro da água, indo a óbito em seguida.
“O corpo do idoso foi encontrado pelo filho por volta de 8h da manhã. Segundo a esposa o homem tinha ataques epilépticos constantes, problema que pode ter feito com que ele caísse dentro da água e morrido afogado”, informou o PM.
O corpo de Alfredo Machado foi recolhido pelo Instituto de Medicina Legal (IML), para a emissão do atestado de óbito.

COMUNICAÇÃO NO LITORAL – Os deputados estaduais estão correndo para terminar o ano com as liberações de suas emendas impositivas. Agora, com a pandemia do coronavírus sendo menos divulgada, as destinações de emendas para compra de equipamentos hospitalares e sanitização estão diminuindo.
Os deputados do Piauí estão voltando a pedir a liberação de verba para eventos e serviços, que são mais difíceis de serem fiscalizados pelos órgãos de controle.
O Dr. Hélio (PL), deputado que foi derrotado por Mão Santa na disputa pela prefeitura de Parnaíba, solicitou a liberação de R$ 600 mil para ser executado através da Coordenadoria de Comunicação Social. O objetivo é usar a verba com serviços de comunicação visual no litoral piauiense.(Código do Poder)

Desde de 2007 que o Centro de Convenções está fechado. As obras se arrastam por exatamente 13 anos durante os governos de W. Dias, onde milhões foram “enterrados” e outros milhões com certeza desviados, deixando Teresina envergonhada de ser uma cidade referência em eventos, sem ter se quer um espaço propício.
A múmia daquela obra, segundo a rádio calçada, já serviu para fornecer volumes financeiro dos deputados Flávio Nogueira Pai e Filho, que dizem ser os verdadeiros donos da secretaria de Turismo do estado. O pior é que o Ministério Público Estadual assiste tudo isso de braços cruzados, e descruza para travar uma guerra para retirar a estátua do ex-governador Alberto Silva do centro da capital. Vai entender!(Silas Freire)
O prefeito eleito, Dr. Pessoa (MDB) não conseguirá ir muito longe sem ajuda de braços fortes na administração federal. Os parlamentares de seu partido, senador Marcelo Castro (MDB) e o deputado Marco Aurélio (MDB), já demostraram pouca penetração no governo Bolsonaro. Sem falar nos deputados do PT Merlong Solano e Rejane Dias, que nem passam na porta do Planalto.
Dr. Pessoa sabe também que, o governo do estado não tem sequer recursos para terminar obras velhas do seu próprio governo. Pessoa, se não quiser ficar os próximos dois anos do governo Bolsonaro pintando faixa de trânsito, terá que descer do palanque e apertar as mãos do senador Ciro Nogueira e seu partido Progressistas, que de quebra, ainda tem Elmano Ferrer com tinta na caneta para liberar obras.
Todo mundo sabe que essa história de coronel Nixon ser amigo do vice-presidente é coisa pra boi dormir. Em Brasília, nem o vice tem prestígio. La quem tá com a moral, é Ciro e seu time.(Silas Freire)
Cada dose da vacina de Oxford custa 3 dólares e a Coronavac mais que o triplo: 10 dólares
O ministro Eduardo Pazuello (Saúde) foi direto ao ponto, em resposta ao governador de São Paulo, João Dória, cada vez mais afoito em relação à venda da vacina chinesa: “se houver demanda e preço, nós vamos comprar”.
A cautela se deve ao fato de nenhuma vacina haver solicitado registro na Anvisa e também pela diferença abissal dos preços cobrados.
Seriam gastos R$22,4 bilhões para imunizar todos os brasileiros com a Coronavac ou cerca de R$6,7 bilhões com a de Oxford/AstraZeneca. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder
A vacina que Doria quer vender custaria R$15,7 bilhões a mais que a de Oxford. Exatamente o que falta para tirar o Renda Cidadã do papel.
A imunização, nos dois casos, é feita com duas doses. Cada uma da Coronavac custa US$10,30, mais que o triplo da AstraZeneca (US$3).
A explicação para a grande diferença de preços decorre da atitude nobre do laboratório anglo-sueco de vender as doses a preço de custo.
Pazuello também rechaçou qualquer acusação de preconceito contra a Coronavac: para todos os efeitos, disse ele, a vacina é do Butantan.




O deputado estadual Fábio Novo (PT) anunciou, nesta terça-feira (08/12), que apresentará uma Emenda para impedir à reeleição de deputados à presidência da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Nesta manhã, o deputado Themistocles Filho (MDB) será reconduzido pela nona vez ao cargo na Casa.
Fábio Novo relembrou que a mesma discussão acontece na Câmara Federal e no Senado. No último domingo (06), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os atuais presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não podem disputar a reeleição na mesma legislatura.
Novo defendeu a necessidade de oxigenação no Legislativo piauiense. Porém, fez a crítica de que “faltou coragem”. A chapa que será eleita nesta terça (08) foi um consenso entre os maiores partidos.
“Não temos, infelizmente, uma outra candidatura. Sempre coloquei que tivéssemos uma renovação, mas faltou coragem da Casa. Nada contra o Themistocles, é um bom presidente. Neste pleito não houve nenhum deputado que se dispusesse a ser candidato. Não havendo tem que votar no que tem”, explicou.
Fábio Novo, que já foi candidato à presidência em 2015, avaliou que à reeleição deve acontecer. Por fim, o petista alfinetou: “Vamos ver se conseguimos as assinaturas necessárias aqui”, disse. (Paula Sampaio)

Em inspeção realizada nesta segunda-feira (07/12), o Conselho Regional de Enfermagem do Piauí (COREN-PI), representado pelo conselheiro Flaviano Aragão, decidiu pela interdição ética dos serviços de Enfermagem da Unidade Mista de Saúde Joana Moraes Souza, no município de Bom Princípio do Piauí. A medida ocorreu em virtude da inexistência do profissional enfermeiro durante todo o horário de funcionamento da instituição de saúde, falta de documentos gerenciais, adequação do Procedimento Operacional Padrão (POP), dentre outros problemas identificados.
Segundo a Lei Federal n. 7.498/86, é obrigatória a presença do profissional enfermeiro (a) para a supervisão e gerenciamento dos serviços de Enfermagem. O conselheiro Flaviano Aragão, responsável pela inspeção da Unidade de Saúde Joana Moraes Souza, informa como ocorreu a fiscalização e o que implica a interdição do estabelecimento.
“A inspeção se deu após a determinação da presidente do Coren-PI Dra. Amanda Barreto, para que fosse feita uma inspeção In loco e averiguar se os problemas encontrados durante a fiscalização teriam sido sanados. Porém os problemas persistiram e foi decidida, em plenária, pela interdição ética dos serviços de enfermagem. Não há prazo determinado, ou seja, a duração da interdição depende da gestão da Unidade de saúde em se adequar às determinações feitas pelo Conselho”, explica.
Dentre as principais exigências do Conselho de Enfermagem do Piauí para adequação da Unidade está a contratação de enfermeiros, produção dos materiais e documentos gerenciais, o POP (Procedimento Operacional Padrão), sistematização da enfermagem, dentre outras adequações. Flaviano Aragão informa quando pode ocorrer o retorno de funcionamento da Unidade de Saúde.
“São vários problemas que foram encontrados, mas se as falhas forem sanadas rapidamente será feita a desinterdição. É importante ressaltar que isso mostra que a enfermagem precisa e deve ser valorizada. Por isso que o Coren-PI faz essa fiscalização e quando identifica as irregularidades cumpre o seu papel de proteger os profissionais e a população” enfatiza o conselheiro. (Fonte: Com informações da assessoria)

Por:Elmar Carvalho
Estive muito ocupado com alguns problemas pessoais e em mandar os links de meu conto A fuga dos jesuítas – do Brejo de Santo Inácio a Pedra do Sal e o de minha entrevista ao programa Personalidade Piauí, que já tem um notável arquivo, para alguns de meus contatos. O entrevistador foi o jornalista Bartolomeu Almeida, simpático cidadão, efetivamente comprometido com o seu programa e com assuntos culturais. Ele domina a técnica de interagir com os seus convidados e sabe motivá-los a se expandir em suas respostas.
Ele se prepara para fazer as entrevistas, se informando sobre o entrevistado e sobre a temática a ser explorada. Ilustra o programa com fotografias, que lhe ensejam as perguntas e aguçam a memória do entrevistado. Por outro lado, é bem informado, e a gente percebe que ele gosta do que faz; e o que faz ele o faz com entusiasmo e boa-vontade, dando o melhor de si e buscando o melhor de suas “personalidades”. Sobre ele, por Whatsapp, disse o meu filho João Miguel: “Fala bem. Bom jornalista. Informado e de boa dicção.”
Várias pessoas me enviaram, por Whatsapp, amáveis comentários sobre o conto e sobre a entrevista. Dei os devidos descontos, porque todos foram emitidos por pessoas amigas e bondosas. Num deles, o meu amigo, juiz inativo e diácono, João Batista Rios me elevou a tal altitude, em palavras encomiásticas que não mereço, que tive medo de cair e me esborrachar todo. Mas é isso mesmo; amigos são para essas coisas. Se um amigo, de vez em quando, não nos elogiasse, para que diabos serviriam os amigos?
O presidente da Academia Piauiense de Letras, o notável escritor e jornalista Zózimo Tavares, me enviou uma fotografia de um flagrante em que eu estava sendo entrevistado, com a lacônica e enigmática frase: “A prova dos 9”. Não tendo entendido bem a sua mensagem, respondi em blague: “Nove, nove fora = a nada”. Bem sei que ele, em sua amizade e generosidade, jamais me daria um zero, por isso, em seguida, caindo em mim, emendei: “Viajei fora da curva. Agora entendi. É a nota. Por sinal muito alta. O confrade foi muito generoso. Obrigado.”

O outro comentário foi emitido pelo amigo Arlindo Leão. Seu elogio foi um exagero um tanto exacerbado. Mas não posso dizer que não gostei. A minha vaidade gostou, porém tenho que fazer umas penitências, para expiar esse pecado. Não terei indulgência para comigo, e vou usar o cilício mais cortante que tiver.

Arlindo é filho do jornalista Batista Leão, que conheci a partir de junho de 1975, quando eu e minha família nos mudamos para Parnaíba. Ele morava num sobrado, perto da Praça da Graça, em cujo logradouro passamos a residir. Nos umbrais de sua casa, encimando o muro, creio, havia duas ou três esculturas de heráldicos e soberbos leões. Como diria o excelso poeta Mário Faustino, no poema Nam Sibyllam, eram cândidos leões alvijubados, que se espedaçavam contra as salsas areias sibilantes.
Nessa época os dois Batista mais conhecidos de Parnaíba eram Batista Leão, pai do Arlindo, e João Batista Costa. Este era um antigo funcionário do Departamento de Correios e Telégrafos, que acabara de se transformar em empresa pública, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Em plena ditadura militar, em chapa encabeçada por Elias Ximenes do Prado, fora eleito vice-prefeito do município, pelo MDB, partido da oposição, na época do bipartidarismo. Gostava de músicas executadas pelas grandes bandas americanas, e vez ou outra ele me emprestava seus LP’s e eu lhe emprestava os meus. Era um cidadão risonho, sempre bem-humorado, que morreu um tanto precocemente. Aliás, para mim, a morte de meus amigos é sempre precoce. Me desviei do foco de minha conversa, para lhe prestar esta singela homenagem.
Voltando a falar no jornalista Batista Leão, acrescento que ele era nessa época, e ainda o foi durante muitos anos, diretor do jornal Folha do Litoral (do qual fui colaborador, com a publicação de poemas modernistas), e superintendente da Rádio Educadora, a pioneira da radiodifusão no Estado do Piauí, e, então, a única emissora do litoral piauiense. Em 23/04/1983 fundou o seu próprio jornal, a que deu o nome de A Libertação.
Com ele conversei algumas vezes, e juntos participamos de algumas reuniões culturais, inclusive em seu palacete e na mansão da professora Maria da Penha, que tinha um enorme caramanchão, referto de buganvílias e madressilvas. Foi por essa época que o Arlindo, bem mais jovem do que eu, me fez uma sibilina pergunta, que na época não soube responder: qual seria o maior, Fagner ou Zé Ramalho? Ambos e o saudoso Belchior fizeram músicas que nos encantaram e nos embalaram os sonhos da juventude. Hoje, optaria por Zé Ramalho, embora reconhecendo a grandeza do Fagner.
Tendo ficado com alguma dúvida e querendo resolver pequena pendência, resolvi ligar para o Arlindo. Ele se encontrava em companhia do Dr. Cajubá Neto, meu amigo há muitos anos, fidalgo pertencente a uma estirpe ilustre de importantes advogados, com quem conversei um pouco antes de voltar a falar com o destinatário de minha ligação. O Arlindo foi secretário, em diferentes pastas, dos governos de Zé Hamilton Castelo Branco, de Florentino Veras e de Mão Santa (Francisco de Assis Moraes Souza). É recordista, porquanto foi secretário do município de Parnaíba por nove vezes, em diferentes ocasiões.
Agora, Arlindo Leão, entusiasta da cultura e da história de Parnaíba, me lava, me enxágua e me lustra a alma com o seguinte comentário, cujo exagero se deve à sua lhaneza e amizade:
“Querido Elmar, assisti à sua entrevista, por sinal bastante interessante. Se dependesse de nossa cidade na realidade você seria um parnaibano dos mais admirados e respeitados, pela sua inteligência, pelo seu caráter, pela sua dignidade e pela sua honra. Infelizmente Parnaíba não teve a sorte de você ter nascido aqui , tamanha é a sua história de amor com nossa cidade. Um forte abraço. Arlindo Leão.”
De fato, não nasci em Parnaíba. Vim a conhecê-la, como já disse acima, em 1975, quando iniciava minha juventude. Tinha 19 anos, e me deslumbrei com a beleza da antiga Praça da Graça e da Praça Santo Antônio, com a penumbra de seus magníficos oitizeiros, com os seus solares, os seus chalés, os seus sobrados, os seus palacetes, e com a sua deslumbrante paisagem natural.
Mas me tornei parnaibano por vocação e devoção, e por um honroso Título de Cidadania, proposto pelo vereador Batista Veras. E Parnaíba me deu mais, muito mais, conforme lhe disse em minha resposta, com que encerro esta nota nestes tempos covidianos:
“Parnaíba me deu muito; me deu sua beleza arquitetônica e natural; me deu a amizade de meus melhores amigos. E me deu até, em minha juventude, a esplêndida beleza de suas moças em flor.”

Um usuário de tornozeleira eletrônica identificado como Ari Mateus foi alvo de ‘disparo de revólver’ por volta das 10hs 15 minutos desta manhã de terça-feira(8) na Rua Melvin Jones, em frente ao mercantil Tourinho na feira da Caramuru em Parnaíba.
A informação que ele estaria ameaçando populares na região do mercado e também praticando abordagem ilícita no local.
A suposta vítima ficou desacordada e socorrida por uma ambulância do Samu. A polícia militar chegou ao local para fazer o levantamento do caso. Uma equipe da Divisão de Homicídios também foi enviada à cena da ocorrência.
Quem acompanhou o atabalhoado processo de escolha do principal candidato da oposição a prefeito de Parnaíba facilmente percebeu que era tarefa quase impossível para Dr. Hélio e Tererê vencerem o atual prefeito. Mão Santa deu um banho de votos frente ao seu principal opositor.

A oposição nadou, nadou e morreu na praia
Depois da humilhante derrota, o que fez a oposição? Recolheu-se à sua insignificância, devendo mostrar a cara novamente somente em 2022. É sempre assim: passadas as eleições, a oposição mergulha, submerge, para reaparecer somente 2 anos depois. E isso é um erro.
Dos mais de 300 candidatos às 17 vagas da Câmara Municipal, grande parte bateu pesado nos atuais vereadores. Passada a eleição, também sumiram, como se a partir de agora todos os problemas da cidade, decorrentes das omissões dos vereadores, tivessem sido resolvidos. Silêncio total. E os vereadores continuam à vontade, fazendo o que bem entendem, sem questionamentos de ninguém.

`Principais representantes do Governo W. Dias em Parnaíba
Os seguidores de W. Dias, consequentemente apoiadores do PT, têm que suar bastante a partir de agora para não verem seus candidatos irem para “a roça” em 2022. Sem discurso, desorganizados, omissos, silenciosos, não vão a lugar nenhum, visto que, passadas as eleições o discurso some e todos parecem viver num mar de rosas. Desse jeito, caso a administração municipal prossiga no mesmo ritmo, Mão Santa pode preparar o seu sucessor par 2024.







Live Inovação “Estado empreendedor, digital e inovador”.
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Minha filha. A primeira e única filha. Nós sabemos que foram muito difíceis esses últimos anos. Perdi um irmão e você um tio, que lhe amava muito. Depois, perdi a esposa e você sua mãe…mas as perdas também fazem parte da vida quando sabemos que nada acontece por acaso e que o único e justo comando é o de Deus. Portanto, Tinha que ser assim.
Mas hoje é seu aniversário. Há um ano atrás sepultávamos sua mãe. Mas hoje estamos bem melhores. Continuamos vivos, graças a Deus. E nestes últimos 365 dias quantos se foram! Quantas lágrimas, quantas perdas, quantas dores!!! Mas, nós sobrevivemos. E poder externar hoje o meu abraço a você, é tudo de bom. Muitos não podem mais celebrar aniversário aqui, no planeta terra, planeta de provas e expiações.
.Desejar muitos anos de vida e felicidades plenas a você, é o meu desejo maior. Você merece toda a felicidade do mundo que só Deus tem o poder de dar.
Vem aí um novo ano. De incertezas, expectativas, enfim, um ano que não sabemos se será tão difícil quanto este que finda. Queira Deus que seja melhor. Mas que seja feita a vontade dEle, e não a nossa. E o mais, beijos. Vida que segue. Com fé, esperança e amor.

O senador goiano Jorge Kajuru (Cidadania) é candidato à presidência do Senado Federal. Ele mesmo reconhece que não tem chances na disputa, mas afirma que será candidato.
“Sei que não tenho chance, em função de que o jogo lá dentro já é da panela e a panela é forte. Sei que há nomes mais experientes, mas, por enquanto, vou até o fim comigo mesmo.”, falou.
Apesar disso, o polêmico senador não descarta apoiar o que ele chama de “grande nome”. Kajuru citou que esse nome pode ser, por exemplo, o senador Álvaro Dias, líder do Podemos.
(Gustavo Almeida)