Estudantes e professores realizam protesto no Karnak para pedir melhorias à Uespi

Vestidos de preto, estudantes e professores da Universidade Estadual do Piauí realizaram uma manifestação, na manhã desta terça-feira (18), em frente ao Palácio de Karnak (sede do executivo estadual), para pedir melhorias para a instituição. Um das principais reivindicações dos manifestantes foi a elaboração de um projeto que proporcione a autonomia financeira da universidade. 

O protesto foi adiantado ontem pelo professor da instituição e ex-candidato a senador Paulo Henrique Pinheiro. 

“Os estudantes da Uespi estão se mobilizando para se fazerem presentes naquela casa e exercer seu mais legítimo direito ao exercício de democracia, afinal, a Uespi está necessitando. Para mim, o cerne dos problemas da Uespi não é apenas o baixo valor destinado a ela no Orçamento do Estado. É sua falta de autonomia financeira. Nenhum chefe do executivo, até hoje, se dignou a enviar para a Alepi minuta de Projeto de Lei que regulamente o disposto nos art. 207 da Constituição Federal e no art. 228 da Constituição Estadual. O mesmo se aplica aos deputados estaduais”, escreveu o docente em seu perfil pessoal no Facebook na noite de ontem.

Os manifestantes criaram uma página no Instagram, denominada “S.O.S Uespi”, onde divulgaram detalhes da manifestação de hoje. O “S.O.S Uespi”, de acordo com descrição da página, é um “movimento desenvolvido pelos estudantes da Uespi em prol de condições dignas de ensino, recursos e respeito com nossa universidade”.

No perfil consta que um dos motivos da manifestação de hoje foi o fato dos parlamentares estaduais não terem ouvido a universidade durante a votação da lei orçamentária do Estado para 2019, aprovada ontem na Assembleia Legislativa do Estado. A votação deveria acontecer hoje, mas foi antecipada, o que gerou a revolta dos manifestantes.(Portalaz)


Foto – Reprodução/Instagram S.O.S Uespi 

Capitania dos Portos faz doação de alimentos à APAE de Parnaíba

A Capitania dos Portos do Piauí realizou, nesta segunda-feira(17), a entrega dos alimentos arrecadados no 1º Passeio Ciclístico, promovido pela Instituição, em comemoração ao Dia do marinheiro, numa parceria com a Prefeitura de Parnaíba, SOAMAR-PI e outras empresas. A instituição escolhida foi APAE. Foram entregues 700 kg de alimentos.

Durante a entrega o Capitão de Fragata Dante, Capitão  dos Portos, falou do sucesso do passeio ciclístico, explicando o por que do evento.“Por conta do Dia do Marinheiro, no dia 13/12, no dia do nosso Patrono, nós realizamos uma série de atividades em prol da divulgação da mentalidade marítima e de aproximar a marinha da sociedade. O passeio ciclístico foi um projeto-piloto que foi um sucesso. Com isso conseguimos arrecadar quase uma tonelada de alimentos. Ficamos muito felizes pela Marinha está contribuindo com a Apae”., disse.

O Comandante afirmou que o objetivo desse projeto é aproximar sociedade civil a Marinha. “Muitos não conhecem o papel que é desenvolvido pela Capitania dos Portos que é promover a segurança da navegação e salvaguarda da vida”. 

Para secretário de Desenvolvimento Econômico do Município, Edrivandro Barros, a participação da prefeitura por meio da secretaria de sua secretaria foi muito positiva. “Quando o Comandante convidou a prefeitura para dar um suporte na programação, como disponibilizar a ambulância na logística e barracas; e convidou também a minha pessoa, Edrivandro, eu planejei a logística, percurso e dei a ideia do alimento para ser solicitado nas inscrições. Nossa intenção sempre foi fazer doações para alguma instituição. E outro objetivo foi aproximar a Capitania dos Portos com a sociedade. Foi positivo para ambos, tanto para Capitania como para prefeitura, sem esquecer dos parceiros e Soamar-Pi. Agora estamos finalizando com a entrega dos alimentos para Apae”, finalizou o secretário.

Ano que vem o Comandante já tem vários planos. “Quero aproximar Apae da Capitania. Vamos levar os alunos para conhecer a Capitania e vamos fazer alguns projetos de ajuda para instituição.  Vai ser um ano bastante proveitoso”.
Keila , presidente da Apae, mostrou gratidão pelo apoio recebido. “Nossa instituição agradece as doações. Essa doação de alimentos realizada pela Capitania vai agregar muito ao bem-estar dos nossos pacientes e familiares”, comentou. 
Durante a cerimônia de entrega aconteceu uma apresentação teatral sobre o nascimento de Jesus com participação dos pacientes da Apae.

Texto e fotos: Camila Neto

Final de ano chegou: E a estrada para a praia da Pedra do Sal?!!!

O governo do Estado, agora em dezembro, anunciando a conclusão da “pavimentação asfáltica e a sinalização da rodovia PI 309, no município de Cocal, região norte do Piauí. As obras receberam investimentos de aproximadamente R$ 12 milhões. A rodovia vai do entroncamento da BR 343 até a sede do município de Cocal, passando pelo povoado Videl, com 26,155 quilômetros de extensão. Para a conclusão total dos serviços, restam apenas a finalização das obras de drenagem da rodovia. As duas etapas encurtam, em cerca de 80 quilômetros, a distância entre Teresina e Barra Grande, no município de Cajueiro da Praia, região norte do estado”.

Nada contra esta obra, feita em tempo hábil, para aproveitar a alta estação no litoral do Piauí, mais precisamente na região de Barra Grande, para onde se desloca a elite de Teresina e alguns turistas estrangeiros. Mas, e a Praia de Atalaia, onde iam os chamados “farofeiros”? O governo abandonou por completo e não faz investimentos em áreas da preferência dos menos abastados (ou abestados?), preferindo os mais aquinhoados.

Quem te viu e quem te vê, não é, Wellington Dias???

Outro exemplo de abandono do governo Wellington Dias é a estrada de acesso à praia da Pedra do Sal – PI 116. Iniciada há exatos 4 anos atrás, foi abandonada. Sequer concluída, muito menos sinalizada. Isso por completo desprezo que esse índio tem às coisas de Parnaíba, muito embora meia dúzia de beócios, pensando apenas no próprio bolso, tenham batido palmas pela conquista do 4º mandato do governador. (Por: Bernardo Silva)

Bolsonaro vai cortar gastos e as empresas de comunicação entram em pânico

Charge do Son Salvador (Arquivo Google)

Deu no Correio Braziliense
(Agência Estado)

Auxiliares do futuro governo Jair Bolsonaro preparam uma relação de contratos da União com empresas terceirizadas que não devem ser renovados a partir de 2019. O gasto federal no setor é de cerca de R$ 25 bilhões por ano, mas, nas estimativas da equipe, o pagamento dos profissionais contratados consome cerca de 20% desse valor.

As listas de funcionários terceirizados dos ministérios – empregados em áreas como limpeza, manutenção, prevenção, transporte e vigilância – foram repassadas pelo atual governo. O grupo de transição vem trabalhando em propostas para tentar reduzir as despesas públicas em meio ao ajuste fiscal.

ADITIVOS SUSPEITOS – Além de avaliar as terceirizadas, a transição analisa contratos firmados ao longo deste ano e aditivos com vigência até julho de 2019 que podem ser suspensos ou não renovados. Para essa revisão, a equipe do presidente eleito está focando a Secretaria de Comunicação (Secom) – detentora dos contratos de publicidade – e os atuais ministérios das Cidades, Educação, Esporte, Integração Nacional, Saúde e Turismo.

Uma das primeiras pastas a entrar no radar da equipe de Bolsonaro é o Ministério do Turismo. A pasta gasta com profissionais como garçons, bombeiros civis, secretárias e recepcionistas valor que chega a ser o dobro das remunerações de oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros dos Estados. Uma relação que chegou a Bolsonaro na semana passada indicou que o órgão consome cerca de R$ 1 milhão por mês com os serviços de quatro empresas. “Todas as áreas terão de fazer um pente-fino, porque o Estado está inchado”, disse o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão. “Não pode passar uma régua. Mas temos de ver onde há gente em excesso e problemas em contratos.”

PREJUÍZOS EVIDENTES– No Turismo, a empresa terceirizada recebe R$ 18,3 mil para manter um bombeiro civil, que tem um salário de R$ 4 mil. É uma despesa superior aos R$ 3,6 mil pagos a um soldado e aos R$ 8,2 mil recebidos por um oficial do Corpo de Bombeiros de Alagoas, por exemplo, estado do ex-ministro e deputado federal Marx Beltrão (PSD). O contrato foi firmado no começo do ano, na gestão de Beltrão – ele deixou o comando da pasta em abril.

No ministério ficaram 62 secretárias contratadas por meio de empresas terceirizadas. Cada uma delas custa aos cofres públicos entre R$ 5 mil e R$ 9 mil, os salários variam de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Um vigilante do ministério custa R$ 7 mil, valor maior que o pago a um policial militar de Brasília, um dos maiores salários da corporação no país. O vigilante terceirizado recebe R$ 2,7 mil.

PREGÃO ELETRÔNICO – A reportagem entrou em contato com o gabinete de Beltrão, mas não obteve resposta. O Ministério do Turismo ressaltou que os contratos de terceirização foram firmados após pregão eletrônico, segundo as regras do decreto Nº 5.450 que estipula como vencedora a proposta de menor preço e com capacidade para atender a demanda do órgão.

“Cabe esclarecer que no valor total pago pela pasta para cada colaborador constam todos os tributos e encargos trabalhistas (…) e que os salários respeitam as convenções coletivas de cada categoria em respeito ao que determina a lei.”

No final de novembro, Beltrão liderava um grupo intitulado “bancada do turismo” que convenceu o presidente eleito Bolsonaro a indicar o deputado Marcelo Álvaro Antonio (PSL-MG) para comandar a pasta no futuro governo. Antonio conseguiu ainda a chancela de lideranças do PSL.

USO POLÍTICO –  Já o atual ministro Vinícius Lummertz que sucedeu Beltrão, é considerado, na avaliação de auxiliares de Bolsonaro, um gestor “eficiente” na defesa do turismo de Santa Catarina, seu Estado de origem. Uma das marcas da pasta, o Selo + de Turismo, que abre portas para empresas interessadas em financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), estaria sendo usado politicamente por Lemmertz.

De maio a outubro, foram apresentadas 58 propostas de obtenção do certificado, que abrange 46 municípios. Destes, 26 são catarinenses. Outros Estados de grande destino turístico tiveram menos municípios contemplados pelo programa. São os casos do Rio (1), São Paulo (1), Rio Grande do Norte (3), Paraná (6) e Rio Grande do Sul (9). As unidades do Distrito Federal, Espírito Santo e Pernambuco não foram contempladas. O BNDES tornou disponível R$ 1,7 bilhão para 40 empresas que obtiveram o selo.

PRIORIDADE – Procurado, o ministério argumentou que a prioridade dada a Santa Catarina, que constou em documentos analisados pela equipe de transição, levou em conta a 3.ª fase do programa Prodetur Turismo. “O Prodetur Nordeste e o Prodetur Nacional (1.ª e 2.ª fases) atenderam, prioritariamente, à Região Nordeste. Já a 3ª fase, intitulada Prodetur Turismo, foi estrategicamente lançada na macrorregião Sul e depois percorreu diversas capitais do País, como Manaus, Belo Horizonte, Goiânia, São Paulo, Natal, Florianópolis, Cuiabá e Campo Grande”, informou a nota.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A terceirização de serviços e a parceria com ONGs e OSs são os golpes do momento. Depois da exploração do homem pelo homem, inventaram a exploração dos recursos públicos por empresas de terceirização, ONGs e OSs. São essas chagas que o governo Bolsonaro precisa erradicar. (C.N.)

Aleluia, irmão! O Globo anuncia que ex-assessor de Flávio Bolsonaro vai depor

Fabricio Queiroz fará o depoimento mais aguardado do ano

Deu em O Globo

O policial militar Fabrício Queiroz , ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), vai depor ao Ministério Público do Rio nesta quarta-feira. A informação foi confirmada pelo jornalista Lauro Jardim, colunista do GLOBO. Desde que relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) veio à tona, no último dia 6, apontando movimentações “atípicas” em sua conta, o ex-assessor está em silêncio e em lugar incerto.

Além de Queiroz, que atuava como motorista e segurança de Flávio até outubro, outros 74 servidores e ex-servidores da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aparecem no relatório do Coaf.

MOVIMENTO – Entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão. Entre as transações estava o pagamento, em cheque, de R$ 24 mil para a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou tratar-se do pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil. A conta recebeu depósitos em dinheiro vivo e sem identificação em datas próximas aos pagamentos de salários para servidores da Alerj.

Além de Queiroz, trabalharam ou trabalham no gabinete de Flávio a mulher do PM, Márcia Aguiar; as filhas Nathalia e Evelyn Melo de Queiroz; e a enteada Evelyn Mayara de Aguiar Gerbatim. O pai de Evelyn Mayara, Márcio da Silva Gerbatim, também foi funcionário do senador eleito.

O Globo foi na segunda-feira novamente aos endereços de Queiroz e não encontrou nenhum integrante da família. Perguntado sobre as suspeitas sobre o ex-assessor do filho, seu amigo há mais de 30 anos, Bolsonaro encerrou a entrevista com jornalistas durante a inauguração de um colégio militar em Duque de Caxias. Flávio também compareceu à solenidade, mas não falou do assunto.

Mãos fechadas: só sete senadores abrem mão do auxílio-mudança

Só sete dos 81 senadores abdicaram de receber, até o momento, os R$ 33,7 mil de auxílio-mudança pagos no início e no término do mandato. Para bancar o benefício, a Casa reservou R$ 3,6 milhões, dos quais metade vai para os que estão de saída.

Os senadores Ana Amélia (PP), Eduardo Braga (MDB), Randolfe Rodrigues (Rede) e Paulo Paim (PT) abriram mão da ajuda de custo do fim do período.

Já Major Olímpio (PSL), Mara Gabrilli (PSDB), Oriovisto Guimarães (Pode) e novamente Eduardo Braga recusaram o montante para o começo dos trabalhos.

Major Olímpio e Mara Gabrilli também renunciaram à ajuda de custo pelo término do mandato de deputado federal. Na Câmara, além deles, apenas Elvino Bohn Gass (PT-RS) abdicou da verba. A Casa tem 513 parlamentares.

O auxílio-mudança é pago a senadores e deputados que têm casa em Brasília e não pretendem se mudar. Os que se reelegeram recebem o valor duplicado. O “penduricalho” está previsto desde 2014. (Coluna do Estadão – Andreza Matais)

Ensino a distância pior que presencial

Ensino a distância: liberados para ensino médio, cursos EaD ainda são piores que presenciais

Vanessa Fajardo – De São Paulo para a BBC News Brasil

Defendido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o ensino a distância (EaD) cada vez mais se expande e se consolida no ensino superior brasileiro, e a perspectiva é de que cresça ainda mais. Desde novembro, já pode ser adotado parcialmente no ensino médio, etapa obrigatória do ciclo de educação básica do ensino.

As novas diretrizes curriculares para o ensino médio, aprovadas em novembro, limitaram o uso do EaD em até 30% da carga horária para os cursos noturnos; 20% para os diurnos e até 80% para os de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para adotar a prática, os Estados, responsáveis pela formação dos currículos, precisam da aprovação dos conselhos locais, o que pode ocorrer já em 2019.

No ensino superior, a oferta de cursos de graduação e pós-graduação nesta modalidade já é regulamentada desde 1996, pela Lei de Diretrizes e Bases. No ano passado, no entanto, a assinatura do decreto 9.054/17 permitiu que instituições já credenciadas expandissem o número de polos, sem autorização prévia do Ministério da Educação.

Um novo cenário se desenvolveu desde então. Antes do decreto, até 2016, havia cerca de 4.000 polos que oferecem cursos EaD; hoje, passam de 15 mil. Os cursos, no entanto, ainda apresentam indicadores de qualidade piores em relação aos presenciais.

Para Rodrigo Capelato, diretor-executivo do Semesp (entidade que reúne as mantenedoras do ensino superior),o Brasil concentra um modelo específico de EaD, sem oferecer muita diversidade, diferentemente do que há no exterior.

A tesoura chega ao ‘Sistema S’. E agora?

Paulo Guedes, futuro superministro da Economia: cortes nos recursos do ‘Sistema S’ podem chegar a 50%

Há muito o “Sistema S” é objeto de discussões, com repetidas sugestões de cortes nos seus recursos. Mas nunca ninguém teve o atrevimento de impor cortes nos repasses a título de tributos federais que mantém um conjunto de entidades ligadas ao setor empresarial. Pois agora essa história mudou: o governo Bolsonaro vai fazer cortes nos repasses destinados ao Sistema. E serão cortes imediatos, segundo informaram os integrantes da equipe econômica do governo que começa em duas semanas.

Fazem parte do Sistema instituições como SESI, SENAI, SESC e SEBRAE. Têm um trabalho amplo e reconhecido. Mas sempre recebeu críticas de alguns que tentavam cortar as asas do Sistema. Essas “asas” podem ser medidas em bilhões: mais precisamente, em números de 2017, R$ 16,4 bilhões repassados pela Receita Federal para o grupo de 9 instituições.

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, deu a má notícia em reunião com empresários no Rio de Janeiro. E não foi sequer gentil: avisou que vai “meter a faca” – assim mesmo, com essas palavras. Diante do burburinho de desconforto na plateia, Guedes reagiu com um irônico “óóóóó”, imitando o mesmo burburinho. E avisou: se houver interlocutor no empresariado, o corte será de 30%. Se não tiver diálogo, o corte será de 50%.

Será um baque para instituições que contam com ampla atuação. Basta lembrar o caso do SEBRAE, um instrumento fundamental no desenvolvimento de novos caminhos para a economia local. Um bom exemplo é o Festival de Inverno, em Pedro II, que nasceu como uma iniciativa do SEBRAE. O corte vai fazer falta. E fica pergunta: e agora?
 O tamanho do Sistema S

O Sistema S tem dupla função: qualificação técnica de trabalhadores e ações sociais e culturais em cada setor de atuação empresarial. O Sistema é composto das seguintes instituições:

• Ligado ao campo, o Sistema Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR);
• Ligado ao Comércio, o Serviço Nacional do Comércio (SENAC) e o Serviço Social do Comércio (SESC);
• Ligado ao cooperativismo, o Sistema Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP);
• Ligado à Indústria, o Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Serviço Social da Indústria (SESI);
• Ligado ao Transporte, Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) e Serviço Social do Transporte (SEST):
• Ligado ao empreendedorismo, o Serviço Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

(Por: Fenelon Rocha)

Ciro Nogueira diz que só apoiará governo Bolsonaro se o Piauí for contemplado

O senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, afirmou nesta segunda-feira (17) que “só o tempo vai dizer” se será bem-sucedida a estratégia do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) de conseguir apoio no Congresso Nacional a partir de diálogos com as chamadas bancadas temáticas, em substituição ao tradicional modelo de coalizão partidária.

Como presidente nacional do Progressistas, Ciro vinha mantendo, nos últimos governos, uma enorme influência para indicar nomes para ministérios e demais postos de primeiro escalão. No governo de MIchel Temer (MDB), por exemplo, o PP mantém sob sua indicação o comando da Caixa Econômica Federal, do Ministério da Saúde, do Ministério das Cidades e do Ministério da Agricultura.

Caso Bolsonaro tivesse buscado o diálogo diretamente com os partidos, Ciro teria conseguido preservar sua influência no governo, tendo em vista que o PP conseguiu, no pleito de 2018, manter-se como a terceira maior bancada na Câmara Federal (atrás apenas do PT e do PSL).

No entanto, Ciro não indicou até o momento nenhum nome para compor o governo Bolsonaro, e é provável que não indique.

Neste cenário, o senador afirma que só apoiará o governo Bolsonaro se observar que o Piauí será contemplado com investimentos federais em quantidade satisfatória.

“Antes você compunha um governo indicando ministérios, e isso gerava um compromisso das bancadas nas votações. Agora não está acontecendo isso. Eu espero que os investimentos sejam mantidos. Se eu não estou indicando ministro, se eu não estou participando do governo, o que é determinante pra mim, como senador do Piauí? Se os recursos vão vir para o estado, se os recursos vão vir para as prefeituras do Piauí ou para o meu governador. Então, isso é que vai ser fundamental para que ele tenha o meu apoio. Se nós não temos indicação de ministros que podem estar ajudando nosso estado, e se os recursos não chegarem ao Piauí, por que eu vou apoiar esse governo? Não tem sentido!”, afirma Ciro, acrescentando que pretende avaliar a atenção dada pelo Governo Federal ao Piauí já nos primeiros meses da gestão do novo presidente.

‘Não posso negar que tenho o sonho de governar meu estado’, diz Ciro

que está disposto a disputar o Governo do Estado nas eleições de 2022, caso seu nome esteja entre os mais bem cotados, e disse que considera justo que sua sigla receba o apoio do Partido dos Trabalhadores, já que o PP apoiou a candidatura de Wellington Dias (PT) nos dois últimos pleitos.

“Não posso negar que tenho o sonho de governar o meu estado. Esse é o auge de uma carreira política. Na época, se o senador Ciro for apontado como o melhor candidato, eu serei candidato. Se não, será candidato quem estiver melhor”, declarou Ciro, em entrevista à TV Cidade Verde.

Por outro lado, o senador considera que o prefeito Firmino Filho (PSDB) seria um forte nome para disputar o Governo do Estado pelo Progressistas daqui a quatro anos. 

Na avaliação de Ciro, as chances de Firmino caem consideravelmente se ele permanecer filiado ao PSDB, tendo em vista que o partido hoje “se restringe à capital”, nas palavras do senador, enquanto no PP Firmino poderia contar com a ampla estrutura que a sigla possui no interior do estado. 

“O meu grande sonho é que ele venha para o Progressistas. O Firmino é um nome com potencial para [disputar] o Governo do Estado. Mas eu não vejo como o Firmino ser um candidato competitivo estando no PSDB, porque o PSDB hoje só se restringe, praticamente, à capital. Para ganhar dimensão estadual, ele teria que vir para o Progressistas. Acho que vai ser o caminho natural. Não sei se agora ou só mais próximo das eleições. Pode ser que ele queira cumprir no PSDB o mandato que ele conquistou pelo partido, com o qual ele tem uma grande identificação. Mas, por mim, eu já filiava ele amanhã”, afirma Ciro. 

O senador afirma que a meta do seu partido para 2020 é eleger mais de cem prefeitos em todo o estado. E, na capital, apoiar o nome que for indicado por Firmino para sua sucessão. 

“Nunca estivermos tão alinhados. O prefeito tem sido um grande parceiro na cidade de Teresina. E se existe uma coisa certa é que o Progressistas vai apoiar o candidato que o prefeito indicar, como retribuição por sua lealdade. Ele esteve ao nosso lado na campanha para o Senado, sua esposa é filiada hoje ao PP e ele apoiou uma deputada federal do partido. Então, há uma identificação muito grande e nós vamos fazer em conjunto essa escolha [do candidato à Prefeitura de Teresina]”, adianta Ciro.

Eleição da Alepi – Nesta segunda-feira, o senador também negou que a disputa pela presidência da Alepi esteja se transformando num confronto pessoal entre ele e o atual presidente da Casa, Themístocles Filho (MDB).

“Gostaria muito que houvesse um consenso em torno dessa renovação que o Progressistas está propondo para a Assembleia. Se não for possível, que haja uma disputa de alto nível […] Quem tem que dar o veredicto são os deputados, mas, se depender de mim, vou trabalhar para que haja essa renovação”, afirma Ciro.

Já o deputado federal Assis Carvalho (PT), que tem articulado com Ciro a aliança para derrotar Themístocles, disse esperar que os cinco parlamentares do PT na Assembleia definam o quanto antes o apoio ao deputado estadual Hélio Isaías (Progressistas). Caso essa definição não ocorra, a questão será levada para discussão no diretório regional da sigla, que é presidido por Assis.

Por: Cícero Portela

Paes Landim diz que empobreceu na política e não se reelegeu por deixar de receber doações

O deputado federal Paes Landim (PTB), que não conseguiu a reeleição para o nono mandato na Câmara Federal concedeu entrevista ao Portal AZ nesta segunda-feira (17).

Ele que ficou na segunda suplência da coligação governista e deve retornar à Câmara Federal na próxima legislatura com a convocação dos eleitos Fábio Abreu (PR) e Rejane Dias (PT) ou Merlong Solano (PT), para cargos de secretário de Estado na nova gestão de Wellington Dias, avalia que não conseguiu a reeleição desta vez por causa da mini-reforma política, que proibiu a doação de empresas à campanhas de políticos.

“Eu fui deputado oito vezes, na primeira eu fui por minha conta, nas outras sete vezes por conta de empresas de São Paulo que doavam legalmente, 2 ou 3 milhões de reais para minha campanha, agora elas foram proibidas de doar e eu fiquei subordinado ao fundo partidário”, declarou o deputado.

Ainda sobre o fundo partidário, o Portal AZ apurou com base em dados disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que nesta última campanha, o deputado Landim recebeu quase R$ 2 milhões (ao todo R$1.906.141,95) de recursos provenientes em quase sua totalidade de recurso oriundos do fundo partidário.

Empobreceu na política

Deputado há pelo menos 32 anos, o parlamentar afirma que “empobreceu na política”. Ele diz não acumular riquezas e ainda sentir falta de seus tempos de academia. Jurista, ele chegou a ser diretor do departamento de Direito da Universidade de Brasília (UNB). Mas a maior pobreza que Landim lamenta é a “pobreza intelectual” que ele diz ter acumulado longe da docência.

“A política me levou tudo, eu vou voltar a advogar agora no fim da vida e vou ficar rico de novo, mas o que eu lamento mesmo é ter empobrecido culturalmente, são 32 anos fora dos livros e fora da atividade acadêmica, por exemplo, eu fui recentemente visitar o novo ministro da Educação Ricardo Vélez Rodrigues e ele disse de forma saudosista: ‘Paes Landim, você não lembra de mim? Eu estive lá na sua faculdade…’,  e eu fiquei envergonhado por não lembrar”, relata.

(Por Lucas Sousa – Portalaz)

Professor da Uespi de tempo integral exerce ilegalmente mais de uma função

De acordo com denúncia, a Universidade Estadual do Piauí já abriu 15 processos administrativos para apurar o acúmulo de função por parte de docentes dedicação exclusiva da instituição. A UESPI diz reconhecer a existência da irregularidade, mas não confirma o quantitativo de inquéritos em andamento. 

“A universidade já está tomando providências quanto a isso. Já estamos fazendo levantamento para ver a questão de vários professores que estão nessa situação”, afirmou a pró-reitora adjunta de Administração e Recursos Humanos da instituição, Rosineide Candeia de Araújo.

Um dos investigados, segundo o denunciante, é o professor Doutor do Curso de Biologia Francisco Soares Santos Filho. Dedicação exclusiva da Universidade Estadual desde 2011, o docente leciona em escolas particulares de Teresina e assina um blog de Ciência no portal Cidade Verde. Indagada sobre o fato, Rosineide Candeia entrou em contradição: “Eu não tenho conhecimento disso [do fato do professor acumular funções]. Na verdade, vai [o processo] estar em tramitação, mas não chegou em minhas mãos não.”

Francisco Soares Santos Filho

Procurado pelo Portal AZ, Francisco Soares garantiu não ter conhecimento da abertura de processo administrativo contra sua pessoa, no entanto, confirmou que presta serviço  “como colaborador”, para instituições de ensino particulares e para o portal de notícias mencionado.

“Enquanto professor eu, por vezes, presto assessoria para algumas escolas. Já prestei assessoria para o Instituto Dom Barreto, para o colégio Diocesano, mas tudo absolutamente dentro da lei. Com relação ao portal Cidade Verde, eu tenho um blog lá, mas é um trabalho que não é remunerado. Se algum dia viessem abrir processo administrativo contra mim eu teria toda a documentação, Imposto de Renda aberto, carteira de trabalho…”, ressaltou Soares.

Em 2013, o Tribunal de Contas do Estado reconheceu legal, depois de consulta feita pela UESPI, que professor com dedicação exclusiva, mas já aposentado em outro cargo de professor também com dedicação exclusiva, pode acumular a remuneração do primeiro com os proventos do segundo. Essa é a única exceção.

Fora da sala de aula

Há também várias denúncias de que na Uespi professores, principalmente desembargadores (estaduais e federais) sao efetivos sem, entretanto, pisarem nas salas de aula.

Durante audiencia pública, com a presença inclusive do promotor de justiça Fernando Santos, estudantes de Direito denunciaram e exigiram que a Coordenação se manifeste fazendo esses professores trabalharem efetivamente.

Desde o governo Lula, o Brasil mandou R$2,1 bilhões para Cuba irregularmente

Relatório do TCU condena contrato do Ministério da Saúde com a Ditadura

O relator no TCU, ministro Augusto Nardes, recomenda rescindir o contrato e mudar de fornecedor. Ele aponta nove irregularidades.

O montante investigado inclui verba da construção de um centro de produção de medicamentos no Brasil, que jamais saiu do papel.

O TCU diz que nem sequer há termos aditivos no contrato do Ministério da Saúde com a cubana Cimab S.A. E está sendo pago até hoje.

Não há prestação de contas da Bio/Manguinhos de verba do Ministério da Saúde repassada a Cuba mesmo sem a transferência de tecnologia.

Câmara começa o desmonte de gabinetes de deputados que não foram reeleitos

O clima no Anexo IV da Câmara é de faxina: retirada de divisórias e mudança de móveis. (Foto: João Carlos da Silva/Diário do Poder)

As mudanças em Brasília não se limitam às equipes de transição do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) ou do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB). Também no Anexo IV da Câmara dos Deputados começou o desmonte dos gabinetes de 157 deputados federais não reeleitos e mais quase cinquenta que não disputaram a eleição.

Os atuais deputados ficam no mandato até o início de fevereiro, mas o desmonte precisa ser feito logo para dar tempo de preparar os gabinetes para receberem seus novos inquilinos.

O clima nos corredores é de faxina: móveis estão sendo trocados e divisórias retiradas, ao tempo em que são amontoadas caixas de documentos dos parlamentares que não retornarão àqueles gabinetes.

O clima também é de tristeza entre os funcionários dos gabinetes, todos comissionados, ou sejam, ocupantes de cargos a título precário, que são nomeados ou demitido por vontade do respectivo deputado ou ao final da legislatura, como é este caso.

Como são os gabinetes
Os gabinetes do Anexo IV são equipados e mobiliados segundo padrão adotado pela Câmara, mas podem ser modificados para atender necessidades de cada deputado. Isso explica a grande quantidade de divisórias removidas, a fim de devolver os gabinetes à configuração original.

Esses gabinetes do Anexo IV têm entre 43 e 47,5 metros quadrados e dispõem de banheiros individuais, mas há também gabinetes no Anexo III, menores, com têm 37,7 metros quadrados e sem banheiros. Os gabinetes são distribuídos por sorteio, realizado antes da posse dos deputados.Os gabinetes do Anexo IV têm a mesma configuração: à direita, onde trabalha o deputado.

Renan e Tasso: briga pela presidência do Senado

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, vai decidir monocraticamente até quarta-feira sobre o mandado de segurança 36169, que questiona se a eleição para a presidência do Senado deve ser em votação aberta ou secreta.

A ação é acompanhada com apreensão no Senado. Interlocutores de Renan Calheiros (MDB), candidato mais forte, torcem para que o voto secreto seja mantido. Seu principal adversário é Tasso Jereissati (PSDB).

Se Marco Aurélio decidir que a votação no Senado deve ser aberta, pode-se criar um cenário inusitado, em que os senadores votam de um jeito e os deputados federais, de outro.

Há dois anos, Marco Aurélio concedeu liminar afastando Renan da presidência da Casa após o senador se tornar réu por peculato.

Metade dos municípios encerra o ano no vermelho

Por:Fenelon Rocha

A Associação Piauiense dos Municípios, a APPM, elege nesta segunda o presidente da entidade para os próximos dois anos. Não haverá disputa: o atual vice-presidente, Jonas Moura, prefeito de Água Branca, será escolhido para substituir Gil Carlos, prefeito de São João. Jonas vai assumir em um momento crítico para os municípios, e tendo à frente um cenário futuro não muito claro. Cristalino, mesmo, só o aperto nas gestões municipais.

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios aponta a gravidade da situação. Na pesquisa, a CNM ouviu 4.559 dos 5,6 mil prefeitos municipais, um trabalho realizado através das associações estaduais – no caso do Piauí, o levantamento foi realizado pela APPM, através de WhatsApp. Dos 4.559 ouvidos, metade reconhece que tem atraso com fornecedores. Os problemas financeiros não param aí.

As administrações municipais somam cerca de 6 milhões de funcionários, que deveriam receber R$ 22,8 bilhões através do 13º salário. Mas uma boa fatia ou vai receber só a primeira parcela ou, pior, vai ter o abono de final de ano em diversas parcelas. Ainda segundo a CNM, 31,7% dos gestores ouvidos admitiram que enfrentam dificuldades financeiras neste final de ano. Traduzindo: vão apelar para o que na linguagem bodegueira se traduziria com um “dipindura”. Devem, não negam e pagam se (e quando) puderem.

Prefeitos do Piauí vivem aperto
No Piauí o levantamento da APPM mostra que é pequeno o número de municípios em atraso, pelo menos, dos salários. Vírgula: atraso pequeno no caso dos servidores efetivos. Já aqueles em funções gratificadas, o atrasado é grande. Estão nos cargos, em geral, por indicação política. Se reclamam, perdem o lugar para outro. Em sendo assim, ficam calados. A avaliação é que o aperto alcança bem mais que a metade dos prefeitos.

O quadro que Jonas receberá à frente da APPM é, de fato, o mesmo já recebido por Gil Carlos há dois anos. As prefeituras têm problemas sérios. A grande maioria é resultado da falta de recursos para um extenso leque de atribuições. Outra parte menor é fruto da pouca seriedade no trato com a coisa pública. Essa realidade diminuiu, mas segue bem presente.

Muitos prefeitos ainda priorizam ‘o circo’
Nos últimos anos, a APPM até que fez recomendações de controle de gastos. Mas muitos prefeitos não levaram em conta. Fazia especialmente uma recomendação: evitem as festas, se elas comprometem gastos essenciais. Mas as festas seguiram acontecendo em muitos municípios onde o aperto era (e ainda é) óbvio. A tese do “dar pão e circo”.

O resultado é que muitos deixaram de pagar fornecedores, outros esqueceram os terceirizados e há até quem esteja em dívida com o servidor efetivo. Dessa forma, ficou o circo e faltou pão. Outro problema é que a maior parte dos municípios não tem estratégias para gerar receitas independente do setor público – como o incentivo à produção de novos negócios. Nada. A maior parte se preocupa só com os repasses. E, assim, o pires na mão segue sendo a estratégia mais usada.

Vai começar mal o 4º governo de Wellington Dias

Vai mudar?

Se você pensa que Wellington Dias vai fazer profunda reforma fique logo sabendo: ele convocará seis deputados estatais para o secretariado.
Mas não precisa dizer “acaba não, mundão!”

Só na mídia 

Diz-se que ao desembarcar no meio da semana no aeroporto, já como ex-senadora, Regina Sousa foi perguntada pela reforma no secretariado.
Ela simplesmente disse que só sabia pela mídia.

Fora do foco 

Isso aí é sinal de que Wellington tem deixado de consultar aquela que vai ser sua mais próxima, leal e eficiente interlocutora.
Se continuar assim já começará muito mal o quarto governo.

Pequeno Malino

De incandescente, Assis Carvalho ganhou mais um apelido: é chamado nas cercanias da Secretaria de Saúde de Pequeno Malino. (Portalaz)

Publicação: blogdobsilva

Mangueira emperra e voo de volta é quase cancelado em Parnaíba

O Voo AD5500 de Parnaíba PI à Viracopos  SP e com escala em Teresina, teve um atraso de uma hora em solo parnaibano.
O problema se deu por o senhor que faz o reabastecimento da aeronave, dos potos BR Aviation, estar de folga, vindo outro de Teresina para ocupar seu lugar.
Só que o substituto não entende de mecânica e por infelicidade, deu um problema em uma mangueira de reabastecimento, gerando um grande problema e transtornos, tanto para o posto que administra o reabastecimento, como para a Companhia Azul.
A aeronave devido a esse problema, não tinha mais autonomia de voo (combustível) para chegar em Teresina com segurança necessária. A tripulação do Voo, cogitou-se deixar os passageiros em solo parnaibano, só vazio daria autonomia de voo para o Embraer 195, ir a Teresina e reabastecer e voltar. Antes que chegasse a essa solução, o problema foi sanado com atraso de mais de uma hora.
A companhia Azul Linhas Aéreas, deverá pedir explicações formalmente do fato ocorrido para a gestão organizadora do Posto BR Aviation de Parnaíba PI.
Por : PHB Airline News

Veja revela os caminhos da riqueza absurda de Lula e seus filhos

O Lulinha é o mais rico sem nunca ter trabalhado 

O desespero do presidiário Lula, seus filhos que nunca trabalharam, Haddad, Guilherme Boulos, Marina, Ciro, Suplicy e diversos amigos estão apavorados com a verdade que veio à tona.

A revista VEJA desse final de semana publica a verdadeira história sobre a riqueza extemporânea dos filhos do ex-presidente Luís Inácio da Silva, mais conhecido pela alcunha de Lula.

A fabulosa riqueza do Lulinha, como é chamado,  não se sabe como, começou como sócio majoritário dos Frigoríficos JBS (Friboi), do propineiro Wesley Batista, também preso pela Lava Jato.

É também sócio majoritário da Telefonia OI, proprietário de seis fazendas que somadas dão um total de 1.400.000 hectares. Criador de mais de 500.000 bovinos no Estado do Pará.

Hoje, seu meio de transporte é um jato executivo avaliado em U$ 50 milhões de dólares, um absurdo para quem era funcionário público cuidador de zoológico.

Essa é parte da distribuição de renda que o ex-presidente Lula defende para a Dilma e mais 12 senadores, 49 deputados e 3 governadores, todos do PT, já discriminados na Delação Premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Eduardo Costa, preso e apavorado com o risco de pegar mais de quarenta anos de Cadeia.

Esse governo, por meio de seus políticos, roubava mais de 3% de todos os contratos sob sua responsabilidade, desde 2003 até os dias de hoje.

Só a refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, teve preço final de R$ 40 bilhões, implicando numa propina de R$ 1 bilhão e 200 milhões. O Mensalão será considerado apenas um troco, comparado ao rombo dentro da Pras. A verdade está chegando na hora certa. O PT está em pânico. Rui Falcão está desesperado.(jornaldacidadepi)

Sem repovoamento e R$ 3 milhões IBGE não faz o Censo 2020

Por Wesslley Sales 

A cada 10 anos o Brasil se mostra através dos números. Quantos somos, como vivemos, qual representatividade de um Estado no Congresso Nacional. Essas são algumas das respostas apontadas pelo Censo Demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O primeiro Censo foi realizado ainda em 1872, quando o Brasil ainda era colônia de Portugal e tinha pouco mais de 10.100 milhões de habitantes. Em 2010, na última pesquisa, já éramos 190.732.694 milhões de brasileiros, crescimento de 12,3% em relação ao ano 2000.

O IBGE agora já se preocupa com o retrato nacional que será mostrado em 2020, mas para isso será preciso primeiro vencer as dificuldades internas no próprio Instituto. Para o próximo Censo Populacional será preciso R$ 3 milhões, recurso que sequer está assegurado.

Outra dificuldade é o grande número de servidores chegando a aposentadoria. No Piauí, o déficit segue a mesma tendência nacional. Antes mesmo de iniciar a contagem populacional será preciso povoar o IBGE de recursos e profissionais, sob pena de não saber quantos somos, como vivemos e qual representatividade de um Estado no Congresso Nacional.

Audiência sobre demissões de servidores na Cepisa é marcada para janeiro de 2019

Audiência volta a discutir demissões na Cepisa em janeiro de 2019 (Foto: Reprodução)

Uma audiência na 1° Vara do Trabalho de Teresina deve desenrolar em janeiro de 2019 os impasses sobre a demissão de funcionários da Cepisa no Piauí. Segundo o Sindicato dos Urbanitários (Sintepi), representante dos servidores, o encontro ficou marcado para o dia 25 do próximo mês com a juíza Tânia Maria Bastos.

Desde a venda da distribuidora para a Equatorial Energia, pelo menos 42 funcionários foram demitidos. O Sindicato criticou os desligamentos e afirmou que seriam “sem justa causa”. Além disso, na semana passada, a empresa lançou um programa de demissão voluntária para diminuir o déficit de R$ 200 milhões com gastos em estrutura e pessoal. Ao todo, a Cepisa tem uma dívida avaliada em R$ 2,5 bilhões.

Em novembro, a Justiça do Trabalho proibiu a demissão de funcionários da Cepisa até abril de 2019, mas a liminar foi derrubada pelo Tribunal Regional do Trabalho do Piauí (TRT-PI). O juri entendeu que a distribuidora não praticou demissão em massa. Tal liminar pedia a readmissão de 28 empregados desligados após a Equatorial Energia assumir o controle da distribuidora de energia elétrica.

A audiência  mais recente estava marcada na sexta-feira (14/12), no entanto foi adiada por um mês. O Sindicato quer a readmissão dos funcionários e impedir novas demissões. A assessoria jurídica do Sintepi reiterou que a distribuidora feriu normas que protegem os servidores da Cepisa e que o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) impede que eles sejam demitidos. O ACT está em vigor até 30 de abril de 2019.

Fonte: Com informações do Sintepi