Deputado Dr. Hélio convida para lançamento sua pré-candidatura nesta sexta-feira

O deputado estadual  Dr. Hélio Oliveira, através de suas redes sociais, está convidando amigos, correligionários e simpatizantes para o lançamento de sua pré-candidatura a reputado estadual (reeleição, neste dia 27, sexta-feira, a partir das 19:00 horas,  no Sesc Beira-Rio. “Aguardo todos vocês para juntar as nossas forças e fazer muito mais pelo nosso Piauí”, disse Dr. Hélio em seu convite.

Novo ministro do Trabalho tem um “currículo” mais sujo do que Cristiane Brasil

Caio Vieira de Mello já foi autuado 24 vezes

Daniel Camargos e Ana Magalhães
Folha

O recém-nomeado ministro do Trabalho, Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello, foi autuado 24 vezes em fiscalizações do Ministério do Trabalho por infrações trabalhistas, entre 2005 e 2013, em sua fazenda, em Conceição do Rio Verde, no Sul de Minas Gerais. Uma das autuações, de 2009, refere-se a dois trabalhadores rurais que estavam sem registro em carteira de trabalho, e, portanto, sem o pagamento de benefícios trabalhistas como FGTS, INSS e férias remuneradas. As fiscalizações geraram multas de R$ 46 mil.

À época, Vieira de Mello era desembargador e vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, em Belo Horizonte.

FISCALIZAÇÕES – Os auditores do Ministério do Trabalho fizeram sete fiscalizações entre 2005 e 2013 na Fazenda Campestre, onde o ministro mantinha uma plantação de café. Além dos dois funcionários que estavam há três anos trabalhando sem registro em carteira, a fiscalização encontrou falhas de segurança e de higiene na fazenda.

De acordo com os autos de infração obtidos pela Repórter Brasil, era permitido o livre acesso dos trabalhadores ao depósito com agrotóxicos, que ficava perto do refeitório dos funcionários. “É grande a chance de contaminação, pois nem todo trabalhador é treinado para manusear o agrotóxico”, afirma o assessor jurídico da (Contar) Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados Rurais, Carlos Eduardo Chaves Silva.

INDICAÇÕES ERRADAS – O Ministério do Trabalho tem sido alvo recorrente de problemas na indicação de ministros. Em janeiro, o presidente Michel Temer tentou nomear a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), mas a posse foi impedida pela Justiça Federal porque a filha de Roberto Jefferson havia sido condenada pela Justiça do Trabalho por empregar um motorista que trabalhava 15 horas por dia sem carteira assinada. A decisão foi mantida pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia.

O ministro que assumiu após a polêmica com Cristiane, Helton Yomura, saiu do cargo em 5 de julho após operação da Polícia Federal sobre fraudes na concessão de registros sindicais.

SEM HIGIENE – Na Fazenda Campestre, do atual ministro, outra infração apontada pelos auditores foi o fato de a moradia dos empregados ficar perto da baia dos animais. Também foi constatado o não fornecimento de equipamento de proteção individual para os funcionários. Os fiscais do Ministério do Trabalho ainda autuaram Vieira de Mello pela precariedade das instalações elétricas e por risco de contato acidental com a picadeira.

Em nota, o Ministério do Trabalho confirmou que a fazenda do ministro foi alvo de uma fiscalização “de rotina” e que pagou uma multa de R$ 46 mil. “A administração da propriedade decidiu não contestar nem judicial nem administrativamente as autuações, embora houvesse fundamentos jurídicos e fáticos para fazê-lo”, afirmou.

O ministério destaca que as ações já transitaram em julgado e que o Ministério Público do Trabalho não viu necessidade de ingressar com ação civil pública. “A propriedade jamais incorreu em reincidência e, portanto, não sofreu nenhuma autuação trabalhista desde 2009, nem ações judiciais trabalhistas”, afirma.

Policia Civil: O efetivo do Piauí é apenas 30% do que prevê a lei

O deputado estadual e pré-candidato ao governo do Piauí, Luciano Nunes, conversou nesta terça-feira (24) com policiais civis sobre as dificuldades na Segurança Pública do Piauí. Durante o encontro o deputado estadual também recebeu relatos dos policiais civis ativos e aposentados sobre a falta de efetivo e as péssimas condições de trabalho das delegacias no interior do Estado.

Luciano Nunes reconheceu durante a conversa que a situação da Segurança Pública no Piauí é caótica, principalmente pelo relatório apresentado pelos policiais civis sobre os desafios enfrentados pela categoria. “Quando a gente cobra o governo a alegação é de que não tem dinheiro. Mas, sobra dinheiro para bancar 60 secretarias e coordenadorias. Enquanto isso a população está sem Segurança Pública”, afirmou Luciano Nunes lembrando que o governador descumpriu o acordo de valorização salarial dos policiais.

De acordo com os policiais civis, apenas 30% dos cargos definidos por lei para a Polícia Civil estão preenchidos no momento. “É preciso que haja mudança porque o grupo que está aí já deu o que tinha de dar”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpolpi), Constantino Júnior. Dados do Sinpolpi mostram que em lei são previstos 3.497 cargos a serem preenchidos entre peritos, policiais, escrivães e agentes de polícia, dos quais apenas 1.679 estão com funcionários.O pré-candidato ao governo do Piauí defendeu que é preciso resgatar toda a política de Segurança Pública, que no momento está abandonada. “Precisamos fazer uma administração séria e comprometida, cortando pela metade o número de secretarias e coordenadorias, valorizando o servidor público e resgatando toda a política de Segurança Pública”, enfatizou.

Deoclécio Araújo, policial civil aposentado, destacou a necessidade de mudança para o Piauí após o encontro com Luciano Nunes. “Tá na hora de se fazer mudança no Piauí como no Brasil”, ressaltou o aposentado.
 
Mayara Sousa
Jornalista/Relações Públicas DRT 1507

 

Se for para dizer amém eu não vou, afirma Janaina

Coluna do Estadão – Andreza Matais

Janaina Paschoal conta que uma das suas condições para aceitar a vaga de vice do presidenciável Jair Bolsonaro é participar das decisões do eventual governo. “Se ele quer uma pessoa para trabalhar, tudo bem. Mas se for para dizer amém eu não vou”, afirma.

“Terei que mudar toda minha vida. Eu tenho que ir para representar as pessoas que vão confiar em mim.” Sobre ter irritado interlocutores do candidato ao falar, em discurso na convenção, que não admite o pensamento único, ela afirma que o PT já fez isso e não deu certo. “Lula é quem diz ‘nós contra eles’. Isso não aceito.”

Janaina Paschoal rompeu com o jurista Miguel Reale, seu amigo de anos, depois que ele passou a pressioná-la a desistir do pedido de impeachment de Dilma Rousseff.

Os dois foram autores da peça que levou a cassação do mandato da petista, mas Reale avaliou que o pedido da OAB deveria prevalecer ao deles. O caso é contado na campanha de Bolsonaro para demonstrar que Janaina perde amigos para defender suas convicções.

SENAI Piaui abre vagas para cursos na região norte

O Serviço Nacional de aprendizagem Industrial (SENAI-PI) informa que estão abertas as inscrições para os cursos de Padeiro e Confeiteiro, no município de Buriti dos Lopes.
Os cursos são gratuitos e beneficiarão duas turmas de 12 alunos, nos horários tarde e noite, com carga horária de 200 horas. Esta é uma demanda daquela região e estará atendendo uma grande necessidade de qualificação de mão de obra, de acordo com o Sindicato da Panificação do Estado do Piauí. 
A iniciativa é resultado de uma parceria com a Prefeitura Municipal de Buriti dos Lopes, através do programa de Unidades Moveis do SENAI. Os interessados devem procurar a prefeitura e fazer sua inscrição para o teste seletivo que está marcado para o dia 6 de agosto.
Por Monica Pessoa/ASCOM

Os caminhos do MDB

Por:Arimateia Azevedo

O deputado João Madison que se tornou uma espécie de porta-voz oficial do presidente da Assembléia Legislativa do Piauí, tem espalhado aos quatro cantos que o MDB ainda não decidiu qual caminho vai tomar nas eleições de outubro, o que significa dizer que o partido pode ficar onde está, ou se aliar a  algum dos oponentes de Wellington Dias. Trocando em miúdos, pode-se imaginar que Themístocles Filho ainda não decidiu  o que e como cobrar por não ter sido escolhido o vice, ou ter sido deixado para trás, já que Marcelo Castro pode ser indicado para a disputa de uma das vagas para o Senado. Magoado (com razão) pela escolha de Wellington ter caído em Regina Souza, Themistocles deixa até mesmo escapar que pode não votar em Castro, ou, até mesmo bater chapa na convenção, e que poderia liderar uma coligação diversa da chapa governista. Nessa hipótese, ressurge o vice-presidente João Henrique Souza, que tentou o voo solo da candidatura própria do partido até meados de abril, quando jogou a toalha, e passou a admitir a coligação com o governo. Mas a posição de João Henrique pode também ter parte (ou ouvidos) com o ex-governador Zé Filho, que hoje está no PSDB, de Luciano Nunes. O certo é que o MDB pode estar dividido entre três partes: a que apoia a decisão do governador, e quer Marcelo Castro no Senado; a que deseja levar o MDB para Luciano Nunes; e um grupo que diz querer apoiar o deputado Dr. Pessoa, do Solidariedade. O grande problema é que o MDB não procurou alternativas para a hipótese de não obter o cargo pretendido no governo que não fosse a vaga de vice. Diz-se que a opção de Marcelo pela vaga de senador teria sido um conchavo dele com Wellington e que pode ser derrubada na convenção se assim quiserem Themistocles, João Madison, João Henrique e outros menos notados, tidos como maioria no partido, cujas lideranças municipais nem todas estão satisfeitas com o governo. 

Regina Sousa de vice faz Wellington Dias perder apoio: Rejeição

Regina acabou de ser anunciada vice e já corre o risco de ser desconvidada para o cargo; segundo aliados, Wellington adiou anúncio oficial para reavaliar os riscos (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

Há uma semana a política do Piauí recebeu com surpresa a notícia de que o governador Wellington Dias havia escolhido a senadora Regina Sousa para ser sua vice. E hoje, Wellington Dias recebeu com surpresa a notícia de que muita gente está escolhendo deixar sua base por conta disso.

Forçar o PT na vice passou a mensagem de que Wellington está de salto alto, que não cumpre promessas feitas aos aliados e que não se importa com a política do interior. Nenhuma novidade até aqui, não fosse essa a gota d’água que transbordou o copo da insatisfação geral. Agora, o governador quer mais alguns dias para avaliar o cenário político.

REJEIÇÃO GENERALIZADA

Vários deputados estaduais, federais e presidentes de partidos da base aliada entraram em contato com o Política Dinâmica. Contaram que recebem diariamente centenas de ligações rejeitando Regina como vice. “Nada pessoal, mas pesa contra Regina o fato dela não ter trato político. Não existe diálogo entre ela e os prefeitos. Se ele achava que já estava ganha essa eleição, pode fazer as contas do risco de perder a partir de agora”, alegou um deputado, presidente de partido da base aliada, que pediu anonimato.

Outro deputado, este federal, foi categórico: “Ela não desce! A rejeição do interior é sem tamanho e já afeta o apoio a Wellington no interior. Ele já está perdendo votos. Tem gente nossa procurando o Luciano [Nunes, do PSDB], o Veín [Elmano Ferrer, do Podemos] e até gente dizendo que vai seguir esse doido do Dr. Pessoa (SD)”, apontou sob a mesma condição de anonimato.

Aliados apontam que Wellington escolheu Regina por acreditar que a eleição já estava ganha; com a mudança de cenário e entrada de Dr. Pessoa na disputa, o petista não pode se dar ao luxo de permitir segundo turno (foto: Jailson Soares | PoliticaDInamica.com)

“O governador recebeu avaliações péssimas sobre esse movimento político. Com todo o respeito que tenho a ela e ao governador, não haveria uma chapa pior. Passou a mensagem errada de que o PT não valoriza os aliados. Os prefeitos já estavam no limite com as ordens de serviço que nunca viram obras de verdade. Com essa agora, Wellington mostrou a eles que o projeto é pessoal. A imagem dele que já estava pesada e desgastada, agora foi pro fundo do Rio Parnaíba. As pessoas querem na vice alguém que faça Wellington cumprir promessas, não alguém que o ajuda a quebrá-las”, resumiu outro parlamentar, insinuando que Regina só faz o que Wellington manda. (Com informações de Marcos  Melo – Política Dinâmica)

Procuradoria Eleitoral alerta igrejas para ‘abuso de poder’

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão, informa o Estadão, enviou recomendação para que padres, pastores ou quaisquer outros representantes religiosos não promovam ou participem de atividades que possam ser entendidas como propaganda eleitoral.

Também há a orientação expressa para que recursos dos templos não sejam liberados para candidaturas.

As recomendações, sustentou a Procuradoria, levam em conta o entendimento do TSE de que a propaganda eleitoral feita por entidade religiosa — ainda que de modo velado — pode caracterizar abuso de poder econômico.

Eleições 2018: Por que zombam do Dr. Pessoa?

Pessoa se emocionou ao anunciar pré-candidatura (Foto: Jailson Soares/PoliticaDinamica)

Desde que o deputado estadual Dr. Pessoa (Solidariedade) deixou claro que se lançaria pré-candidato a governador do Piauí na oposição ao atual governo, começaram a circular montagens de vídeos onde zombam da sua dificuldade de oratória. Um dos vídeos foi, inclusive, retirado de uma entrevista que ele concedeu há alguns meses. Na fala, ele trocou palavras e não conseguiu se expressar como gostaria.

Ao anunciar oficialmente sua pré-candidatura nesta segunda-feira (23), Pessoa reconheceu a limitação de oratória, mas lembrou a infância difícil e as dificuldades que enfrentou ao longo da vida. Nascido no interior, aprendeu a ler já adolescente e conseguiu se formar em medicina. Como pré-candidato ao governo, disse estar preparado para as zombarias na campanha e lembrou que o mais importante ele saber fazer: cuidar de gente.

DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS
Muitos dos que debocham de Dr. Pessoa são os mesmos que defendem a senadora Regina Sousa (PT) dos ataques preconceituosos que ela enfrenta. A senadora petista, de fato, é vítima de críticas que fogem à sua atuação política e estão certos aqueles que a defendem de zombarias motivadas pelo seu jeito simples, pela sua oratória ou por sua forma de se vestir.

No entanto, se defendem Regina, não podem usar da mesma arma para zombar de Dr. Pessoa. Quem estiver preocupado com a candidatura dele, claramente dotada de apelo popular, que o confronte de outra forma, mas não fazendo piada do jeito que ele se expressa. De todo modo, se não o quiserem por esse motivo, se manifestem nas urnas.

Em política, as coisas não acontecem por mera coincidência. Os vídeos de Dr. Pessoa “trocando as palavras” circularem com tanta intensidade nos dois dias que antecederam o anúncio da sua candidatura, obviamente foi algo planejado. Zombam do jeito de Dr. Pessoa, mas defendem Regina. É o famoso dois pesos e duas medidas. (Gustavo Almeida – Política Dinâmica)

Eleições 2018:Agora ou vai ou racha

Por: Bernardo Silva

Com a oficialização das primeiras candidaturas a cargos eletivos em outubro próximo começa a cair a ficha e a se desenhar o tamanho da responsabilidade de cada um de nós, com relação ao quadro político que aí está: lúgubre, macabro, cheio de marmotas…eles – os palhaços (com as devidas exceções à regra), estão pegando novamente suas fantasias para saírem às ruas com o propósito de mentir, fazerem promessas que nunca cumprirão, enquanto alguns, embasbacados, como se nunca tivessem ouvido as tais lorotas, ensaiam os aplausos, em troca de favorecimentos pessoais.

O quadro é dantesco. Depois de 13 anos de um governo de ladroagem, quando acabaram com as riquezas do país, o bandido barbudo, chefe da quadrilha, que está preso em Curitiba, segundo mostram pesquisas, ainda é merecedor da atenção de muitos. Sim, ainda são muitos os que ficavam debaixo da mesa do Lula e caterva, enquanto eles se banqueteavam. E os bobões/babões davam gritinhos e aplaudiam quando lhes caia algum farelo da mesa nababesca do presidiário, patrocinada pelo suor do povo brasileiro.

No Piauí o rei (Wellington Dias) está nu. Não lhe cabe mais sequer o pepel de lobo em pele de cordeiro. Foi desnudado e hoje, com as vísceras de fora, já não engana mais ninguém. É uma liderança apodrecida, que conseguiu piorar o quadro oligárquico que em 1994 dizem haver sido banido da política piauiense. Wellington Dias e sua trupe conseguiram restaurar o quadro e, de forma piorada, vai apresentá-lo outra vez aos eleitores piauienses.

Não há porque confiar mais no governador que aí está. Eleito em 2002, tinha tudo para aproveitar os 8 anos do Lula, que governo no mesmo período,no booom da economia,  para colocar o Piauí numa posição melhor do ranking nacional. Mas os índices só despencaram, a partir da educação. Saúde – está aí situação dos planos de saúde dos servidores; a segurança, nem se fala. Provou incompetência e hoje vive se lambuzando com o que de pior existe na política do Piauí.

O governador do Piauí brinca no lodo dizendo que faz política. Fala em desenvolvimento mas acabou com as estruturas do Estado em Parnaíba, É só olhar as escolas abandonadas, o Detran, o Iapep, estrada para Pedra do Sal, Ponte Simplício Dias, Complexo do Porto das Barcas…e por aí vai. Se correligionário de Wellington Dias eu teria vergonha de pedir votos pra ele nestas eleições.

Vendo há poucos dias uma fala da ex-senadora Heloísa Helena, ela dizia: “o político que fica rico no poder é ladrão. Porque o salário do político não dá para acumular riqueza. Dá apenas para você melhorar de vida”. Olhe agora como entraram no poder em 2002 o Wellington Dias e caterva; o que possuíam e a fortuna que hoje possuem. Ficaram 8 anos com Wellington; depois mais 4 anos com Wilson Martins, que era vice-governador e Wellington Dias (leia-se PT) ajudou eleger e agora querem mais 8 anos com o mesmo Wellington Dias. Salve-se quem puder!!!

Robert Rios critica chapa majoritária formada por Wellington Dias

“A política já começa mal no processo eleitoral. Feito de traições e conchavos”, escreveu o parlamentar.

O deputado estadual e pré-candidato ao Senado Federal, Robert Rios (DEM), fez uma publicação em um rede social neste domingo (22) criticando a chapa majoritária formada pelo governador Wellington Dias para as eleições de 2018.

Robert Rios falou da influência do poder financeiro nas decisões eleitorais, do histórico de envolvidos em investigações criminais e ressaltou que seu nome segue “por fora” como alternativa ao bem da sociedade.

“A política já começa mal no processo eleitoral. Feito de traições e conchavos. Mesmo depois da lava jato e da prisão de muitos poderosos o dinheiro continua mandando. WD (Wellington Dias) resolveu premiar a Regina Sousa pela segunda vez, é senadora sem voto e será (candidata a vice) governadora. No Senado teremos Ciro Nogueira e Marcelo Castro, representando a lava jato e a construtora Jurema. Seguiremos por fora acreditando e apostando no povo. Pela primeira vez um policial vai disputar o senado no Piauí”, escreveu o parlamentar.

Na semana passada, o presidente do MDB do Piauí, Marcelo Castro, disse que o governador não quebrou nenhum acordo com o partido ao retirar a indicação do MDB para o cargo de vice na chapa majoritária. Ele também disse que seu nome sempre surgiu como natural à vaga de senador. Até aquele momento, o nome mais cogitado para a vice-governadoria era do presidente da Assembleia Legislativa do Piauí, deputado Themístocles Filho. (Viagora)

“A segurança do Piauí está entregue aos políticos que só pensam na reeleição”, lamenta Luciano

Deputado Luciano Nunes

O deputado estadual e pré-candidato ao governo do Estado, Luciano Nunes participou neste domingo (22) de uma feijoada em União, onde foi discutida a falta de serviços básicos como educação, saúde e segurança para o município. Líderes políticos da região, como ex-prefeito Gustavo Medeiros, destacaram a necessidade de mudanças para que o município possa superar o abandono administrativo que atinge diversas áreas.

Para Luciano Nunes há indignação das pessoas ao ver a situação atual do Piauí, com a falta de serviços básicos para os piauienses. “Há um sentimento de indignação e inconformismo que toma de conta de todas as pessoas de bem desse Estado ao ver esse desmando que representa o atual governo. Em todas as áreas e em todos os serviços o que se constata é o caos”, afirmou o deputado estadual durante o encontro que reuniu cerca de 500 pessoas.

O pré-candidato ao governo do Estado conversou com os presentes e contou que tomou conhecimento sobre o crescimento do número de roubos e assaltos em União e falta de investigação dos crimes. “A segurança pública do Estado do Piauí está entregue nas mãos de políticos que só pensam na reeleição. A Polícia Militar do Piauí só tem metade do contingente que a lei determina”, disse Luciano sobre as dificuldades que a cidade de União atravessa na segurança pública.

Luciano ainda lembrou dos alunos da rede estadual que passaram parte do primeiro semestre sem aulas porque o governo não pagou o reajuste do Piso Nacional dos Professores. “Foram 35 dias de paralisação em que os professores da rede estadual estavam em greve porque o governo não paga o Piso Nacional, sem falar nos milhares de alunos que perderam o semestre”, ressaltou.

(por: Nataniel Lima)

A “chapa-monstro” do governo do Estado

Chapa-monstro 1

Vai ser um salve-se quem puder na aliança governista agora que está praticamente fechada a chapa que vai reunir PT, MDB, Progressistas e outros aliados. 
A chapa é tão grande que ganhou apelido de chapão. Deveria ser chamada mesmo era de chapa-monstro, porque nela muita gente vai se danar. 

Chapa-monstro 2

A chapa-monstro funcionaria como uma espécie de Cronos, que devorava seus filhos temendo ser destronado por ele. Pode também ter uma visão fratricida, porque une pessoas que vão lutar na mesma arena para garantir o mandato.

Chapa-monstro 3

São muitas as projeções sobre a chapa, mas todas indicam que um candidato com menos de 25 mil votos corre o risco de ficar sem mandato. Isso vai certamente acirrar os ânimos internos e cria um problema a mais para ser administrado pelo principal CEO político da chapa governista, o petista Wellington Dias. (Arimateia Azevedo)

A semana começa com novidades na política

Dr. Pessoa

À medida que o prazo vai se afunilando para as eleições do dia sete de outubro, as novidades surgem a todo instante na política piauiense. Ontem, durante visita do Secretário Geral da Nacional do Partido Solidariedade, Luiz Adriano, ficou certo que o partido aproveitará a popularidade do Dr. Pessoa para lançá-lo candidato ao governo do estado, e não mais ao senado, como estava programado anteriormente.

Dr. Pessoa está animado, confiante em um discurso de apelo popular, ressaltando a sua origem de homem simples, identificado com as demandas da população mais sofrida. Ele se aproveita até mesmo dos seus erros de português como um trunfo para mostrar que é um homem de raiz humilde, mas com vontade de trabalhar.

O deputado imagina que pode sair como azarão, mudando o favoritismo até então consolidado na pessoa do governador Welllington Dias. Ele tem como exemplo a eleição do então governador Mão Santa em 1994, à época, improvável, devido à pouca estrutura de campanha e ao estilo um tanto folclórico. Dr. Pessoa tem em comum com o atual prefeito de Parnaíba muito mais que a profissão. Os dois têm um estilo parecido de fazer política. (Por: Cláudia Brandão)

Lula só não é inelegível porque ainda não tentou registrar candidatura

Lula a caminho da prisão

O petista Lula, condenado em segunda instância a 12 anos de cadeia por corrupção e lavagem de dinheiro, só não foi decretado ficha suja pela Justiça Eleitoral porque o PT ainda não oficializou seu registro de candidatura. Ao negar pedido do MBL para declarar Lula inelegível desde já, a ministra Rosa Weber, do STF, explicou: a declaração de inelegibilidade requer que o partido escolha o candidato e o registre. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Uma vez feito o registro de candidatura de um ficha suja em potencial, o juiz pode decretar o candidato ficha suja “ex-officio”, ou seja, sozinho.

As convenções partidárias se encerram no dia 5 de agosto e o prazo máximo para o registro das candidaturas é 15 de agosto.

“O Direito tem seu tempo, institutos, ritos e formas em prol basicamente da segurança jurídica, essencial à vida em sociedade”, explicou Weber.

Conheçam as previsões do presidente do Ibope, que é um gênio ou um idiota

Montenegro diz que nenhum dos favoritos se elege

Odilon dos Anjos

Eu entendi mal, ou o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, falou, falou e falou sobre as chances dos principais candidatos, mas concluiu que nenhum deles irá vencer as eleições?
“O Bolsonaro, líder das pesquisas, não se elegerá. Ele perde pra qualquer um no segundo. O voto do Bolsonaro não é ideológico de direita. É como o voto nulo, no Enéas ou no Tiririca”, fulminou…

Quanto a Marina, disse o mago: “O que ela tem hoje é recall das últimas eleições. Quando o horário eleitoral começar, isso se esfacela. Ela vai sumir.”

OS OUTROS – Já para o coronel nordestino sobrou o seguinte: “Ciro Gomes corre o mesmo risco (da Marina), caso não consiga fechar alianças. Mas o maior adversário do Ciro é ele mesmo”!

Com relação ao tucano do Centrão, Montenegro profetizou: “O desempenho de Geraldo Alckmin ainda é um enigma. Há um cansaço brutal com o PSDB. O caso do Aécio Neves foi quase um tiro de misericórdia”.

E OS PETISTAS? – Sobrou, então, o partido do presidiário: “o PT lançará Jaques Wagner, e não Fernando Haddad, mas duvido do potencial de transferência de votos do ex-presidente Lula”, disse o presidente do Ibope.

Uau…! A esta altura dos acontecimentos, os nanicos Amoêdo, Álvaro Dias, Meirelles, Boulos e Manuela devem estar exultantes com as possibilidades que se abrem para eles… O cara do Ibope é um gênio ou um idiota?…

Respostas em outubro de 2018…

Janaina ainda não decidiu se será vice de Bolsonaro ou candidata a deputada

Na Convenção, todos esperavam que Janaina aceitasse

Jussara Soares, Marco Grillo e Vinícius Sassine
O Globo

Em um discurso que esfriou os ânimos do público presente à convenção nacional do PSL, a advogada Janaína Paschoal afirmou que está “dialogando” com o presidenciável Jair Bolsonaro sobre a possibilidade de ser vice na chapa e criticou o que chamou de “pensamento único” de parte dos aliados deputado. Segundo ela, que criticou o “totalitarismo” do PT, há possibilidade de o PSL se transformar em um “PT ao contrário”.

“Não se ganha a eleição com pensamento único. Não se governa uma nação com pensamento único. Essa parte é muito importante: os seguidores, muitas vezes, do deputado Jair Bolsonaro têm uma ânsia de ouvirem um discurso uniformizado. Pessoas só são aceitas quando pensam exatamente igual nas mesmas coisas. Reflitam se nós não estamos correndo risco de fazer um PT ao contrário. Minha fidelidade não é ao deputado Jair Bolsonaro, a quem externo todo meu respeito, a minha fidelidade é ao meu país”, ressalvou a advogada.

É PRECISO SOMAR – Janaína, que se filiou ao PSL em abril e já negou um convite para disputar o governo de São Paulo, acrescentou que o grupo de Bolsonaro precisa se abrir a outros pensamentos, ou será derrotado na eleição.

– Se não houver a consciência de que nós temos que somar, não haverá vitória. E, se houver vitória, não haverá governabilidade – alertou.

Ao longo do discurso, a advogada fez pausas para questionar se o público estava entendendo os argumentos dela – “estão compreendendo?”, indagou quando já falava por 15 minutos. Ela deixou claro que não vai mudar de posição em determinados temas para ser aceita como vice na chapa de Bolsonaro.

PROJETO DE PAÍS – “Vim aqui (à convenção) não com o intuito de aderir e dizer: “Olha, estou contigo e abro mão de tudo que escrevi e tudo que falei”. Houve um presidente (Fernando Henrique Cardoso) que falou: “Esqueça o que escrevi”. Não é isso que quero. Vim aqui disposta a somar, não por um plano de poder, mas por um projeto de país” – disse Janaína.

Antes de fazer a série de ressalvas, Janaína contou que conversou pessoalmente com Bolsonaro neste domingo – foi a primeira vez em que se encontraram – e que o debate precisa ser mais “pormenorizado” para que ela decida se vai aceitar o convite para ser vice na chapa presidencial.

DIALOGANDO – “Fico muito honrada com convite do senhor Jair Bolsonaro para integrar a chapa. InIciamos um diálogo bastante profícuo e entendemos que, para uma parceria de quatro anos, esse diálogo precisa ser mais pormenorizado. Não é possível tomar decisão em dois dias. Estamos dialogando.

Nos últimos dias, Janaína, que se tornou conhecida durante o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, já vinha publicando mensagens no Twitter indicando que levaria mais tempo para tomar a decisão. A advogada foi saudada aos gritos de “vice” quando foi anunciada no palco, mas começou o discurso pedindo que o público não aplaudisse ou gritasse – “quero conversar com os senhores”, anunciou.

EXPECTATIVA – Na sexta-feira, em entrevista ao GLOBO, Bolsonaro dissera que as negociações para Janaína ser vice estavam bem encaminhadas e demonstrou expectativa de que o anúncio fosse feito na convenção.

— O meu sentimento é que ela (Janaína) está com vontade de ajudar a transformar o Brasil. Estamos “namorando” por telefone. Ela deu sinal verde. Ela deve vir ao Rio amanhã (sábado) e, provavelmente, no domingo estará na convenção. Pode acontecer de anunciar (a chapa) lá. Vai ser a dupla Já-Já — disse Bolsonaro, na tarde de sexta-feira. Mas o resultado foi bem diferente.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Janaina Paschoal tem serviços prestados ao país e deverá ser eleita deputada estadual ou federal com facilidade. Ser vice de Bolsonaro, para ela, pode ser um mau negócio. (C.N.)

Juntos, Bolsonaro, Ciro e Marina foram filiados a 15 partidos

Nos cenários sem Lula, os três candidatos aparecem nas primeiras colocações

Jussara Soares – O Globo

Eles já foram de direita, de esquerda, democratas cristãos, verdes, socialistas e algo mais. Ao contrário de eleições anteriores, lideradas na maior parte do tempo por políticos de PT e PSDB, neste ano os três candidatos que aparecem nas primeiras colocações nas pesquisas, nos cenários sem o ex-presidente Lula, têm um histórico de mudanças de partidos. Juntos, Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) passaram por 15 siglas diferentes.

Ciro esteve em sete legendas, em uma transição que acentua sua mudança de perfil ideológico: começou no PDS, identificado com a direita, e passou pelo PPS, antigo Partido Comunista Brasileiro. Foi do PMDB, ajudou a fundar o PSDB e esteve também no PSB e no nanico PROS.

Os três pré-candidatos que aparecem à frente nas pesquisas eleitorais colecionam passagens por diversas legendas

— A partir do PPS são transições em busca de espaço para ele e seu grupo. É muito pragmático — observa o cientista político Cláudio Couto, da Fundação Getulio Vargas.

Embora sempre à direita, Bolsonaro foi outro que não parou quieto. Esteve em seis grupos diferentes. Neste ano, trocou o PSC pelo PSL para ser candidato.

Fundadora do PT, Marina Silva mudou menos: passou por PV e PSB antes de estruturar a Rede.

— No caso dela, fica claro que existe uma vontade de romper com o jeito tradicional de fazer política — diz Couto.

Aliados não concordam o com nome de Regina Sousa para vice

A mudança é mesmo muito radical

Já é grande o número de inconformados com o anúncio do nome da senadora Regina Sousa para o cargo de vice, na chapa de reeleição do governador do Piauí, Wellington Dias (PT). Alguns setores dos partidos coligados insurgem contrários à indicação, por se tratar de um “quadro” sem expressão política e sem mobilidade administrativa que o cargo requer.

Ademais, poderá ser a próxima governadora por nove meses – caso Wellington Dias se reeleja – e ao final, concorra ao Senado como já fizera anteriormente. A desconfiança dos coligados é de que Regina Sousa assuma o governo do estado, mas quem vai mandar é o deputado federal Assis Carvalho (PT), o maior incentivador deste esquema.

A oposição garante que dessa maneira, o PT continuará no comando por mais tempo, retornando após o mandato tampão preparado por Regina Sousa na interinidade do cargo. Prefeitos, vereadores, deputados e lideranças petistas já se manifestam através de áudios e panfletos contra a indicação da senadora ao cargo de vice. (Jornaldacidadepi)

ASSISTA AO VÍDEO ONDE A SENADORA DO PIAUÍ É HUMILHADA

Imbróglio Plamta/hospitais: pior não passou

Secretário de Administração e Previdência, Ricardo Pontes

Segue sem solução à vista o imbróglio entre o Governo do Estado e a rede hospitalar privada credenciada pelo Plamta/Iaspi Saúde.

Ontem, o secretário de Administração e Previdência, Ricardo Pontes, disse que o governo está pagando as faturas de abril.

Ele garantiu também que até o dia 10 de agosto serão feitos os pagamentos relativos a maio.

O Sindicato dos Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde e Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas do Estado do Piauí (Sindhospi) emitou nota ontem informado, por sua vez, que os pagamentos à rede credenciada, referentes ao mês de abril, ainda não foram efetuados.

Segundo a nota, na quarta-feira (18) o sistema foi aberto para encaminhamento das faturas, mas de forma incompleta, pois deixou de fora as faturas referentes a urgência e emergência.

Portanto, conforme a entidade, a suspensão dos atendimentos permanece até que haja a regularização dos pagamentos.

Descredenciamento

O governo ameaça mandar suspender os credenciamentos dos hospitais, se eles se negarem a atender os beneficiários do Plamta.

Seria a atitude correta, se o Estado tivesse feito a sua parte e não tivesse com os pagamentos de hospitais, clínicas e laboratórios credenciados com um atraso além da conta.

Pelo contrato, esses pagamentos devem ser feitos 60 dias depois da prestação dos serviços. Ocorre que o último mês pago pelo governo foi o de março.

Nessas circunstâncias, a rede credenciada fica em dificuldades extremas para manter a oferta dos serviços, pois tem dívidas com empregados, fornecedores e até bancos.

Ou seja, os hospitais e clínicas fizeram compras confiando no recebimento de um dinheiro que não chegou.

É compreensível que o governo também tenha as suas dificuldades, em razão da crise econômica, que está presente em todo lugar.

Em resumo, é ruim a situação financeira do governo e também a dos hospitais.

Mas crítica mesma é a situação dos servidores públicos, que pagam o Plamta compulsoriamente, com desconto em seus contracheques, e não podem contar com os serviços na hora da necessidade.

Como descontou antecipadamente a contribuição dos servidores – que tem um fim específico – a rigor, o governo não tem justificativa para atrasar os pagamentos.

Ação na Justiça

O Ministério Público do Estado, através da 44ª Promotoria de Justiça de Teresina, e a Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Piauí, protocolaram uma Ação Civil Pública junto à Justiça Federal do Piauí para que seja realizado o sequestro de R$ 40 milhões da conta única do Estado.

Esse valor corresponde à metade da dívida do governo com os hospitais e deverá ser revertido ao Instituto da Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado (Iaspi/Plamta).
 
É mais uma tentativa para resolver o problema, isto é, pagar os hospitais e normalizar o atendimento aos beneficiários do Plamta.

O governo só funciona na pressão. Sem esse movimento dos hospitais, dificilmente os pagamentos de abril estariam sendo providenciados.

Mas a ação do MPE/OAB parece um remédio com efeitos colaterais desastrosos. Se o pleito for atendido, e a moda pegar, em pouco tempo o Estado viverá uma situação de total desequilíbrio financeiro, a exemplo de outros nos quais a Justiça interferiu para pagar credores.

Nesse caso, o que já é ruim pode ficar ainda pior. (Zózimo Tavares)