Margareth Coelho(PP-PI) continua forte como provável vice de Alckmin

Margô vice 1

Informa a colunista Andrea Sady (G1-CBN) que Margarete Coelho, vice-governadora do Piauí, segue no páreo para ser indicada candidata a vice na chapa de Geraldo Alckmin.

Margô vice 2

De acordo com a jornalista, os partidos que formam o “Centrão” (DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade) têm entre seus integrantes os defensores de uma mulher do Nordeste como a vice do ex-governador tucano.

Indicação

Esta semana deve ser de definição do nome. Os partidos devem bater o martelo somente no sábado, 4 de agosto. Até lá, idas e vindas, mas o nome de Margarete levando uma vantagem comparativa considerável por ser mulher e nordestina.

Suplente 2.0

Em caso de Wellington Dias ser reeleito governador, o Piauí vai ter um senador que vai cumprir mandato de um mês. Trata-se do segundo suplente do próprio Wellington no Senado. O nome dele? Nem o Google informa. (Portalaz)

Adutora do Litoral segue sem certeza de conclusão

Anunciada ainda na gestão do ex-governador Wilson Martins, a Adutora do Litoral é apenas mais uma das muitas obras inconclusas no Estado, com promessa de finalização ainda este ano. Trata-se da segunda etapa da obra que deverá acabar com os problemas de falta de água, em períodos de alta estação, principalmente, em todo o litoral do Piauí.

Em julho do ano passado (2017) foi anunciado que em 12 meses a adutora estaria pronta, “mas a obra parou porque demorou a liberação do dinheiro do empréstimo da Caixa Econômica. Mas foi reiniciada agora e vamos concluir a obra em dezembro e o governador Wellington Dias virá inaugurar”, afirma o engenheiro responsável Patrocínio Martins. Ele assegura que falta apenas 30% para a obra ser concluída, após a execução dos reservatórios. Atualmente trabalham 30 homens no canteiro de obras, mas há a garantia que virão mais 30 nos próximos 30 dias, é o que garante o engenheiro.

Obras da Adutora

Segundo o governo anuncia, a Adutora do Litoral é um moderno sistema de captação e abastecimento que deve suprir a demanda de todos os municípios da região litorânea durante os próximos 30 anos.

Ao todo, serão investidos R$ 58 milhões na construção de 69,5 km de adutora. A tubulação possui um ramal que vai de Luís Correia, passando pelas praias do Coqueiro, Barramares, Arrombado, Carnaubinha, Maramar, Macapá, Sobradinho, Camurupim, cidade de Cajueiro da Praia e praias de Barrinha e Barra Grande. Outro ramal vai de Parnaíba para Ilha Grande e Pedra do Sal.

A água será captada diretamente do Rio Parnaíba, passando pela Estação de Tratamento do município de Parnaíba. “A Adutora do Litoral vai levar água desde Luís Correia, chegando em Barra Grande, onde, além de melhorar a qualidade de vida da população local, vai estimular o turismo, pois vai dar as condições para novos investimentos como hotéis, resorts e restaurantes no nosso litoral”, segundo explicações do diretor do Instituto de Desenvolvimento do Piauí (Idepi), Geraldo Magela.

Só falta agora transformar tudo isso em realidade.

Por:Camila Neto

Fonte: Jornal “Tribuna do Litoral”

Caciques continuam tratando eleitor como gado

Quase tudo na sucessão de 2018 se parece com eleições anteriores, menos o eleitor. Os caciques fazem política com os pés no mundo da Lua, onde não há corrupção nem desemprego. Promovem os mesmos cambalachos de sempre. O feitiço pode virar urucubaca, pois o brasileiro amarga uma descida pelos nove círculos do inferno. E acha que não merece a excursão. Agora, às vésperas de uma nova eleição, a cabine de votação se confunde com uma visão do purgatório. O voto parece instrumento de purificação. Em órbita, candidatos e dirigentes partidários não se deram conta de que um pedaço do eleitorado está desconfortável no papel de gado.

Geraldo Alckmin acredita que seu desempenho pífio como presidenciável mudará a partir de 31 de agosto, quando começa o horário eleitoral na televisão. Por isso, vendeu a prataria para juntar cerca de 40% da propaganda eletrônica. Parte da plutocracia torce para que ele alce voo. Mas não há ricos suficientes no Brasil para eleger um presidente. E o discurso de Alckmin, por ora, mal convence os crédulos. A plateia corre o risco de ouvir o candidato durante vários minutos para chegar à conclusão de que ele não tem nada a dizer. Ou pior: se o voo for artificial, o tucano será confundido com um drone guiado por controle remoto pela marquetagem.

Ao atrair todo o centrão para o seu colo, Alckmin impediu que seus rivais capturassem nacos do tempo de propaganda dos partidos que integram o grupo. Com isso, deu a Ciro Gomes e Jair Bolsonaro a oportunidade de cuspir no prato em que não conseguiram comer. De quebra, ofereceu aos cerca de 40% de eleitores que ainda se declaram sem candidato o direito continuar repetindo que “são todos farinha do mesmo pacote”. Sem perceber, os contendores podem estar jogando um jogo de soma zero, em que nenhum deles amplia sua base de eleitores.

A ruína de Dilma Rousseff e o fiasco de Michel Temer pareciam tornar as coisas mais fáceis. Tão fáceis que qualquer espertalhão poderia passar a campanha trombeteando que, eleito, restauraria a moralidade e traria de volta a prosperidade. O vaivém do centrão e o balé de elefantes em que se converteu a escolha dos vices estimulou na banda desconfiada do eleitorado a crença de que não se deve confundir muitos com pluralidade, adesão com habilidade, pernóstico com sumidade, pose com dignidade, lero-lero com honestidade…

Campeão do horário eleitoral, Alckmin é uma nulidade nas redes sociais —um território em que Ciro e, sobretudo, Bolsonaro utilizam para cavalgar o desalento do eleitor. O problema é que a dupla exagera na raiva. Se Deus oferecesse temperança a Ciro, o candidato se empenharia para provar que Deus não existe. Quanto a Bolsonaro, tornou-se líder de intenção de votos e de rejeição. Conquistou eleitores misturando Deus à defesa de teses esdrúxulas. E acabou convencendo o naco do eleitorado que o rejeita de que Deus não merece existir.

Uma campanha que começa com as marcas da polêmica e da ferocidade, poderia fazer muito bem à candidatura de Marina Silva. Ela exala serenidade, não precisa fingir que veio de baixo, abomina “as megaestruturas” e conserva a biografia longe dos pesticidas da Lava Jato. Entretanto, tomada pelo desempenho, Marina vai se consolidando como uma personagem admiravelmente indecifrável para a maioria da plateia. A liderança e as concepções “marineiras” já afugentam até os correligionários da Rede. Marina costuma dizer que prefere “perder ganhando a ganhar perdendo.” Pode voltar para casa com 20 milhões de votos pela terceira vez.

Na galeria dos vitoriosos perdedores, Marina só não conseguirá superar Lula. Preso em Curitiba, o pajé do PT leva sua candidatura cenográfica às fronteiras do paroxismo. Lidera as pesquisas. Mas sabe que a ficha suja levará a Justiça Eleitoral a excluir sua foto da urna. Se tudo correr como planejado, deflagrará o Plano B do PT em meados de setembro. É como pedisse aos brasileiros para esquecer que Dilma, seu último poste, resultou num inesquecível curto-circuito.

É grande o prestígio do presidiário do PT. Entretanto, segundo a mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada no mês passado, 51% dos eleitores informam que não entregariam o seu voto a um candidato indicado por Lula. Impossível prever quem será o próximo presidente. Mas já é possível constatar que o curral diminuiu.

Por:Josias de Sousa

Com mais de 60 dias em greve, ano letivo poderá ser anulado no Piauí

Devido à greve dos professores do Estado do Piauí, o ano letivo poderá ser anulado em todo o Estado. A categoria reivindica o reajuste salarial de 6,81% aos docentes e 3,95% aos demais trabalhadores da educação. A greve começou em fevereiro deste ano. Após um acordo com o governo, as atividades letivas foram retomadas. Porém, segundo a acategoria o acordo não foi cumprido. Em junho, decidiram prosseguir com o movimento paredista. 

Hoje, a greve já passa dos 60 dias. De acordo com a Lei 9.394/1996 de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), o ano letivo deve ter no mínimo 200 dias. Isso significa dizer que 30% do calendário acadêmico das escolas públicas do Piauí está comprometido. 

Segundo Kassyus Lages, vice-presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte), há grandes possibilidades do ano letivo ser cancelado devido as dificuldades para cumprir o calendário acadêmico. “Tudo depende de como o poder público se manifestará. Estamos correndo contra o tempo e não é nosso desejo perder o ano. O calendário acadêmico precisa ser cumprido, só passar trabalhos não resolve o problema ”, completa.

Kassyus afirma que o movimento paredista tende a continuar até obter resposta do governo.  “Essa é uma luta importante, se não lutarmos, a tendência é que daqui a algum tempo não reste nada nas escolas públicas. A sociedade tem o direito a educação de qualidade e os profissionais a um salario justo”, completa. 

Em junho, o Sinte-PI ajuizou uma ação pedindo que a Justiça determine que o Governo cumpra o acordo salarial feito em março. Os trabalhadores em educação aguardam a decisão da Justiça. Em assembleia, na última terça-feira (24), a categoria decidiu dar prosseguimento ao movimento. Os trabalhadores planejam uma nova reunião dia 01 de agosto para decidir sobre o movimento. 

Edição: Viviane Menegazzo
Por: Geici Mello

Quase 300 disciplinas podem iniciar sem professor se W. Dias não nomear aprovados

Resultado do concurso para professor efetivo da Uespi está disponível no site da instituição 

No início do mês de julho foi homologado o resultado final do concurso para professor efetivo da Universidade Estadual do Piauí (Uespi), entretanto, faltando poucos dias para o início do segundo semestre do período letivo de 2018, o Governo do Estado ainda não convocou os aprovados e sequer apresentou uma data para a convocação.

A Associação dos Docentes da Uespi (ADCESP), de forma preventiva, enviou oficio ao governador Wellington Dias (PT) cobrando a imediata nomeação dos aprovados e alertando sob os graves danos a qualidade e desempenho dos cursos caso esses professores não sejam convocados urgentemente.

“Estamos com 275 disciplinas sem professores, 13 cursos denegados e centenas de estudantes sem saber se vão conseguir concluir o ensino superior na Uespi. É um cenário de desmonte da educação pública, de ataques a direitos básicos e que o governador vem tratando com total descaso”, afirma Rosângela Assunção, diretora geral da ADCESP.

Para a ADCESP, o concurso da Uespi foi pouco atrativo e, por esse motivo, não conseguiu sequer suprir todas as vagas disponíveis. Das 197 vagas abertas, apenas 167 foram preenchidas e outros 26 ficaram classificados.

“Por isso, reivindicamos a realização de um novo concurso urgente, já que esse concurso não foi suficiente para suprir a demanda de professores efetivos da instituição. Reivindicamos, de imediato, que os concursados aprovados e classificados devem ser urgentemente convocados sob pena inviabilização de diversos cursos e campi da UESPI”, finaliza a professora.

Sem Plano B do PT, Haddad se recolhe e nesta semana volta a dar aulas

Haddad já entendeu o jogo do PT e vai jogar a toalha

Deu em O Tempo

O discurso entre os militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) é de que o candidato à Presidência da República pela sigla será mesmo Lula, ignorando o fato de o petista estar preso e teoricamente não poder se candidatar. Seguindo essa linha, Fernando Haddad, eventual Plano B do partido, reitera que não tem pretensões nestas eleições e que voltará a dar aulas a partir da próxima semana. Haddad é professor universitário da escola de negócios Insper.

De acordo com Haddad, seu trabalho como coordenador geral da campanha de Lula se encerra no próximo dia 4 de agosto, data em que será realizada a convenção do partido.

NÃO DISPUTARÁ – “Meu papel está se encerrando com a entrega do documento à Executiva Nacional do partido. Nesta semana, começo a dar aulas. Não vou disputar eleição”, disse em entrevista à Revista Exame.

Segundo Haddad, as eleições seriam resolvidas no primeiro turno, caso Lula não estivesse vivendo a situação que vive. E que isto causa problemas no momento de se fecharem alianças.

“A dificuldade nas alianças gira em torno das arbitrariedades que estão sendo cometidos contra Lula. Se tivéssemos a segurança de que a Justiça fosse registrar a candidatura, não haveria nem segundo turno. Todos estariam reunidos em torno dele. Essa insegurança gera desconforto e receio de fechar uma coligação. Há divergências programáticas, mas sempre pudemos sentar à mesa e elaborar juntos. Fizemos isso tantas vezes… O propósito de todas as candidaturas do nosso campo é botar fim a essa aliança do PSDB, que tem trazido tanto prejuízo para o país”, completou.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A declaração de Haddad tem duas leituras. A primeira, só para constar, é de que Lula está sendo perseguido politicamente etc. e tal, mas o candidato é ele, não há Plano B. A segunda leitura é de que Haddad está cansado dessa encenação, sonha em ser candidato a deputado federal, com eleição praticamente garantida, e retomar sua carreira política, mas Lula e o PT não deixam, querem manipulá-lo eternamente. Acontece que Haddad já percebeu a manobra ardilosa e vai se registrar como candidato a deputado federal. (C.N.)

Novos municípios? Melhor não

Por:Arimatéia Azevedo

Entre as pautas-bomba no Congresso, uma pode abrir a porteira para a criação de mais 300 municípios no país. Um desserviço ao país, porque isso ampliaria os gastos públicos em um momento que a boa governança recomenda é o rigor e a disciplina fiscais como regra de ouro. Seria mais produtivo para o país atuar em favor da redução e não da expansão do número de municípios. Fundir pequenos municípios pode e deve ser considerado como medida de austeridade fiscal. Vejamos: hoje a imensa maioria dessas cidades vive às expensas dos repasses federais. A regra de distribuição da principal fonte de recursos, o FPM, divide as cidades em faixas. A inicial é 0,6 – com até 10 mil habitantes. Ora, isso cria uma distorção em face do festival de municípios criados entre 1989 e 2001 (1.181 cidades novas), porque uma cidade que tenha 9.999 moradores receberá o mesmo valor que outra com menos de dois mil residentes – o que é o caso algumas cidades do Piauí. Isso significa que a transferência per capita de recursos não é a mesma, o que estabelece uma equação de difícil solução, porque uma cidade com mais habitantes terá que prestar serviços para mais pessoas com menos dinheiro que outra na mesma faixa de recebimento do FPM. Assim, parece adequado ao menos discutir a fusão de municípios menores para reduzir os custos administrativos e ampliar as receitas que atenderão diretamente aos moradores. Não há razões para tantas cidades, com seus custos administrativos elevados e retorno duvidoso dos gastos com serviços públicos.

Emendas de Deputados: TCE manda Saúde recuperar R$ 2,1 milhões dados a Instituto do Vaqueiro

Por Rômulo Rocha – Do Blog Bastidores

INSTITUTO DO VAQUEIRO E AS EMENDAS ‘SEM RUMO’ DE DEPUTADOS

– A DFAE (órgão técnico do TCE) relatou que de três convênios analisados com essa instituição, mais de 95% dos recursos seriam ‘destinados’ para serviços prestados por terceiros, o que demonstra que não possuía suporte

– A Fundação FCCAMC é um exemplo de que o trabalho social tem sido desvirtuado em benefícios dos próprios agentes políticos e privados

– Veja que deputados são responsáveis pelas emendas alvo do TCE

– Em São Raimundo Nonato um exemplo do suposto descaso para com o dinheiro público

“EH, VIDA DE GADO, POVO MARCADO, POVO FELIZ”

É sabido que, por vezes, o repasse de emendas de deputados no Piauí se tornou, para muitos uma oportunidade de angariar esses recursos e fortalecer suas respectivas associações sob o manto de que irão prestar serviços para a comunidade carente do estado.

Daí então os deputados estaduais destinam emendas para uma determinada pasta, vem uma entidade (pode ser recém criada, porque serve também), apresenta um projeto para obter os recursos dessas emendas e… o dinheiro ganha outros destinos e não aquele previsto no plano de trabalho (se é que existe um plano de trabalho). E se os recursos ganham o destino do plano de trabalho, não são investidos em sua totalidade. Esse é o jogo jogado.

Pois bem, os órgãos de controle, no entanto, estão atentos a essas movimentações. Recentemente um dos institutos suspeitos na realização dessa prática foi alvo de tomada de contas especial determinada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI), por não ter comprovado a contento a aplicação de cerca de R$ 2,2 milhões.

Trata-se do Instituto Cultural do Vaqueiro Piauiense (ICVP), cujo presidente é Daniel Napoleão do Rêgo Alencar. Ele é suspeito – junto com outras empresas privadas, de não aplicar a dinheirama recebida conforme se comprometeu a fazer.

As empresas que deram suporte são a Gleidiane Barros Tavares – ME, F. I. Bezerra Júnior – ME, Makete Publicidade LTDA –ME, Agenda Eventos e Publicidade LTDA –ME e Evidence Eventos LTDA.

RECURSOS SÃO ORIUNDOS DE EMENDAS DE DEPUTADOS

Os recursos públicos destinados para os convênios 106/2015, 107/2015 e 132/2015 são oriundos de emendas parlamentares de autoria de deputados como Antônio Félix, Liziê Coelho e Margareth Coêlho. As emendas foram destinadas à Secretaria de Saúde, que à época era comandada pelo então secretário Francisco Costa, também alvo da tomada de contas especial.

Nos projetos apresentados pelo ICVP o apelo era exemplar. Tais convênios permitiriam, veja só, “realizar projeto que discute, incentiva e promove a melhoria da qualidade de vida e da população do campo, a  ser  realizado  em  comunidades  rurais  dos  municípios de Acauã, Sigefredo Pacheco, Nazaré do Piauí, São Félix, Jatobá, Paulistana e Queimada Nova”.

Só com esses fins foram destinados R$ 1,6 milhão, segundo apontam documentos oficiais da Secretaria de Saúde.

Outro montante de R$ 584 mil foi destinado para a “realização de palestras, e encontros com jovens do campo sobre  prevenção  e  riscos  de  contaminação  pelo  HIV e outras  DSTs”, e que deveria beneficiar cinco   municípios   da  Região  dos   Cocais:   Barras,   Batalha, Brasileira, Campo Largo do Piauí e Esperantina”.

UM EXEMPLO DE MÁ APLICAÇÃO: SÃO RAIMUNDO NONATO

Anos depois o que se viu foi um verdadeiro descalabro constatado por técnicos do TCE quando foram verificar a aplicação do dinheiro in loco.

Um dos exemplos é São Raimundo Nonato.

“(…) Consta no relatório preliminar  que  em  São  Raimundo  Nonato,  nem  tentativa  de  contato  com  os  órgãos locais o ICVP realizou, mesmo com cronograma de execução protocolado nesta Corte de Contas”.

E quando realizado o tal contato houve “recrutamento às pressas” de profissionais tendo em vista a ida in loco de técnicos do TCE. Além do mais as ações foram destinadas ao público urbano e não ao do campo, como previsto no projeto inicial. Tudo muito suspeito.

“ (…) Exames como de detecção de glaucoma, daltonismo e acuidade visual e palestra sobre tabagismo não foram realizados”, detectaram.

“A DFAE observou [ainda] que a  defesa  não  acostou  aos  autos  documentos  que comprovem a efetividade das ações em São Raimundo Nonato. Observou ainda que apesar de ser um   município populoso, a quantidade de atendimentos em São Raimundo Nonato foi irrisória”, trouxe o voto do conselheiro relator Kléber Dantas Eulálio, que foi seguido por seus pares de forma unânime, quando da determinação para a realização de tomada de contas especial nos três convênios sob intensas suspeitas.

Só de tendas e estandes foram gastos 240 mil, ou seja, mais de 10% do valor destinado a atividades para a população pobre rural, o que para o Tribunal de Contas trata-se de “sobrepreço”. “A DFAE informou também  foram feitos pagamentos de locação de transporte de equipe e material no valor de R$ 120.000,00,  o  que se percebe que   tais   despesas foram cobradas separadamente e que não haveria necessidade do aumento no valor pago nas locações das tendas e estandes”, traz o voto do relator.

“Pagamento de R$ 135.000,00 a título de confecção  de  cartilhas,  no entanto, apesar de solicitado, não foi apresentado nenhum material gráfico distribuído  na  realização  dos  eventos.  Em  inspeção in  loco, observou-se que as cartilhas não foram distribuídas”, acresce.

_Trecho de relatório de inspeção em São Raimundo Nonato

E por aí vai. Some-se a isso a ausência de notas fiscais.

TENTATIVA DE BARRAR TOMADA DE CONTAS ESPECIAL

Ano passado, o presidente do Instituto Cultural do Vaqueiro Piauiense, Daniel Napoleão do Rêgo Alencar, ainda chegou a apresentar petição recursal junto ao Tribunal de Contas pleiteando a anulação da tomada de contas especial.

Argumentava o empresário que “aquela época caberia à Secretaria de Saúde do Estado do Piauí informar a este Tribunal que a prestação de contas do Convênio, 132/2015 já havia sido finalizada e aprovada, conforme prova certidões de aprovação já anexas ao presente processo”. Ou seja, a Secretaria de Saúde, sob a gestão do secretário Francisco Costa aprovou os ‘achados’ da Corte de Contas.

À unanimidade, o TCE não reconheceu do recurso.

FCCAMC

O modo como o Instituto do Vaqueiro foi contratado pela pasta da Saúde é semelhante à como a FCCAMC foi tempos atrás e para serviços afins, fáceis de serem dados como realizados e com as mesmas tais emendas de deputados estaduais.

A FCCAMC era uma enrolada instituição que enfrentou jornalistas responsáveis por expor seus supostos malfeitos. A fundação usou inclusive contrainformação na imprensa paga.

O seu presidente, que se dizia muito influente no meio político e tinha a porta aberta em muitos gabinetes de homens públicos, veio a falecer no ano passado.

Não há notícias de que em seu velório compareceram autoridades.

Terminal de ônibus da Quarenta deve funcionar no início de agosto

O Terminal Rodoviário de Transporte Intermunicipal, que a Prefeitura de Parnaíba está construindo sobre a conhecida Vala da Quarenta, está em fase final e deve começar a funcionar no início de agosto, porém, as opiniões a respeito continuam sendo as mais diversas. Motoristas, por exemplo, por nós ouvidos no local, dizem que a área escolhida para construção é bastante estreita para a circulação e o dos ônibus.

Com a conclusão do Terminal, a expectativa é de que circulem pelo local cerca de 50 a 60 linhas de ônibus, todos intermunicipais. O terminal foi construído com o objetivo de organizar o trânsito da cidade e também com o fim de desocupar algumas áreas de tráfego de veículos pequenos no centro de Parnaíba.

Um motorista da Viação Marcelino, que faz linha para a Pedra do Sal, relatou que discorda do local escolhido para construção do terminal, por ser “muito estreito para estacionar e realizar as manobras. Além da pouca estrutura para quantidade ônibus”, enfatizou.

Segundo diretor operacional da EMPA, Paulo Pinto, (a Empa é responsável pela construção da obra), o local é uma solução para melhorar trânsito da cidade e será fiscalizado e orientado pela Secretaria de Transporte e pela Empresa Parnaibana de Serviços Públicos – EMPA.

Outro questionamento que está sendo feito é qual o valor da construção? – já que a prefeitura não colocou nenhuma placa com informações básicas sobre a empresa que ganhou a licitação e o valor que será gasto na obra?

A previsão de entrega do Terminal é para o início do mês de agosto para. No momento está concluída a fase de iluminação, limpeza da obra e tudo será finalizado com a pavimentação asfáltica e placas de sinalização.

Opinião da Empresa Viação Marcelino

A respeito do assunto, os proprietários da Empresa Viação Marcelino, que faz a linha para a Pedra do Sal, enviaram a seguinte correspondência com pedido de publicação:

Acredito que você não saiba, mas desde a gestão do ex-prefeito Paulo Eudes, já existia esse projeto para um Terminal Municipalpor causa do mercado. De la para cá o projeto vem sendoalterado, não encontrando forças, apoio, devido à falta de estrutura, logística, iluminação e, principalmente, a falta de segurança, pois devido o local ser bastante arredio há o fato do mercado não funcionar no período noturno, funcionando basicamente no período da manhã. 

Outro agravante negativo, são os inúmeros bares, locais que vendem bebidas alcoólicas, além do número considerável de usuários de drogas que lá transitam à luz do dia.

Na atual gestão, foi mudada a ideia inicial, que era de terminal municipal, passando para um terminal intermunicipal. Mas a linha da Pedra do Sal (zona rural do município), ficará mais uma vez isolada das demais linhas municipais.

Não estamos contra ao terminal, mas que seja feito um planejamento, e para isso sejam ouvidas as partes envolvidas, pois as ruas ao lado da Vala não permitem a ultrapassagem de um ônibus que queira sair antes de um que esteja à sua frente: não tem largura. O tamanho onde foram feitas as paradas não suporta a quantidade de ônibus que operam no sistema: Luís correia (30) veículos, Tatus(07), Pedra do Sal (01). Em um dado momento irão se encontrar uns dez no mesmo local.

Está fora de cogitação a indenização das casas próximas para alargar o espaço. No meio da rua não é legal e os operadores dos transportes estão reclamando da falta de condições estruturais e como a coisa vem sendo feita. Já trocaram as placas de paradas de ônibus para estacionamento de automóveis, sem ter sido ainda concluída a obra. O Mercado do Bairro de Fátima seria uma opção para parada intermunicipal e na Quarenta para os municipais, com as devidas condições(…)

A correspondência termina com o seguinte questionamento: “Faça uma pesquisa com turistas e atémesmo pessoas da cidade, perguntando onde fica o terminal com ônibus para a praia de Pedra doSal. Certamente não saberão informar”.

Texto/Fotos:Camila Neto

Fonte: Jornal “Tribuna do Litoral”

Com obra inacabada, idosos ainda vivem em condições precárias no Abrigo S. José em Parnaíba

Cozinha com moscas. Freezer e geladeira enferrujados e madeiras com cupins, assim passam o dia os idosos do único abrigo de Parnaíba, no Litoral do Piauí. A obra inacabada no local foi matéria no mês de junho, na qual mostrou que a situação insalubre do local e quando existiam 17 internos, pois um deles acabou falecendo vítima de uma pneumonia.

Segundo o promotor Cristiano Peixoto, a morte será apurada. O Ministério Público quer saber se o falecimento tem relação com os problemas enfrentados pelo abrigo há oito meses, desde quando se iniciou uma obra de reforma.

Não é só a questão da obra em si. O governo precisa olhar para toda estrutura”, disse o promotor Cristiano Peixoto sobre as obras do abrigo.

“O que a gente observa desde o início dessa obra, é uma inadequação de se fazer uma reforma desse porte com os idosos dentro. São pessoas que têm uma saúde frágil. Então, é poeira, juntou com o inverno, tem a condição do mofo com poeira. Isso pode ter causado a pneumonia e precisa ser investigado, sim”, afirmou Cristiano Peixoto.

Dona Adalgisa tem 97 anos, lúcida e em poucas palavras ela resume o que está acontecendo quando perguntado sobre a reforma. “Está muito custosa. Começa, depois para. E a limpeza por aqui está parada”, desabafou Adalgisa Albuquerque.

Na primeira denúncia, de acordo com uma denunciante, que preferiu não se identificar, a situação na qual se encontra o abrigo é de descaso e falta de estrutura mínima aos cuidados dos idosos. Ela relatou que tinha larvas no ouvido de um dos idosos.

A obra do abrigo São José, orçada em quase meio milhão de reais, era pra ser entregue em um prazo 90 dias. No dia 7 de junho, a diretora informou que até julho a reforma seria finalizada. Mas até agora, a realidade continua a mesma.

A parte dos alojamentos, antes sem teto forçou os idosos a ficarem no compartimento de forma improvisada durante meses. Atualmente, os quartos já foram concluídos. O local está com acessibilidade e com telhado em todos os ambientes.

“Realmente houve um atraso, mas os idosos já estão todos em seus aposentos, que era o de maior necessidade. Está faltando só algumas finalizações, mas acredito que o prazo pra concluir continua sendo até o final de julho”, garantiu a diretora.

O Ministério Público do Piauí instaurou um procedimento para apurar o caso e notificou o Tribunal de Contas do Estado do Piauí, o Governo do Estado e a empresa responsável pela obra. Somente a empresa respondeu os ofícios do órgão e informou as dificuldades em receber os pagamentos por parte do Estado.

Por Kairo Amaral, G1 PI

Cacique do PP apoia Alckmin, mas vota em Lula

Por:Josias de Sousa

O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, faz política inspirado numa filosofia do Barão de Itararé. Consiste em viver às claras, aproveitando as gemas e sem desprezar as cascas.

Na cerimônia de casamento de Geraldo Alckmin com o centrão, o senador sentou-se à direita do candidato. Na saída, praticou adultério político à esquerda. Declarou ao repórter Fabio Murakawa, do Valor, que votará em Lula se o pajé do PT for candidato.

Multi-investigado, Ciro Nogueira simboliza a esperteza da oligarquia política nacional. Disputa a reeleição para o Senado no Piauí. Nesse pedaço do mapa, campeão do Bolsa Família, Lula ainda reina. E Alckmin não passa de um asterisco.

”Temos uma aliança lá [no Piauí] com o governador Wellington Dias (PT), temos uma proximidade muito grande com o presidente Lula. Estamos esperando a definição. Se o presidente vier a ser candidato, nós votaríamos no presidente Lula lá”, disse o suposto aliado de Alckmin.

Ciro Nogueira não ignora que Lula, preso em Curitiba, deve ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa. “Ele não sendo candidato, nós seguiremos a orientação nacional”, afirmou, antes de reiterar: “Se for, no Estado do Piauí nós votaríamos nele.”

E quanto à coligação com o PSDB? ”Não tiraria o PP da aliança com Alckmin de forma nenhuma. Estou aqui exprimindo a vontade da maioria. Quase a totalidade dos diretórios o escolheu.”

Às vésperas de fechar com Alckmin, Ciro Nogueira declarava amor eterno ao xará Ciro Gomes. Na votação do impeachment, prometera fidelidade a Dilma Rousseff. Horas depois, após certificar-se de que o vento trocara de lado, votou a favor da guilhotina. Ganhou de Michel Temer dois ministérios e a presidência da Caixa Econômica Federal.

No momento, enquanto massageia os ouvidos dos admiradores piauienses de Lula, Ciro Nogueira tenta empurrar para dentro da chapa de Alckmin uma candidata a vice retirada do bolso do seu colete: Margarete Coelho, atual vice-governadora do Piauí.

Se pudesse, Ciro Nogueira talvez trocasse os dizeres da bandeira nacional. Em vez do bom e velho “Ordem e Progresso”, algo mais, digamos, empreendedor: “Negócio é negócio.”

Sinte cobra na justiça que Governo do Estado cumpra acordo

Os professores continuam de greve.

TATYANE MAZZA
DE TERESINA

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica Pública do Piauí (Sinte) entrou com um pedido na Justiça solicitando uma audiência de conciliação com o Estado do Piauí para que cumpra um acordo judicial no prazo de 48 horas.

Segundo o Sindicato, foi formulado um acordo judicial com o governo do Estado no Tribunal de Justiça no dia 12 de março de 2018, estabelecendo obrigações para ambas as partes. Mas o sindicato relata que, passados dois meses, apenas eles cumpriram com o combinado: suspender a greve e repor os dias parados. Enquanto o Estado não implementou os reajustes vencidos, descumprindo o acordo aprovado na Assembleia Legislativa do Estadual, que previa os reajustes pedidos.

O sindicato então “requer a intimação do Estado do Piauí para cumprir o acordo judicial no prazo de quarenta e oito (48) horas, implementando o reajuste retroativamente ao mês maio de 2018, através de folha suplementar, em benefício dos professores da educação básica ocupantes de cargos efetivos. Pleiteia, ainda, que seja garantida a aplicação do reajuste no mês de setembro de 2018, no percentual de três inteiros e noventa e cinco centésimos por cento (3,95%) em favor dos servidores administrativos da educação estadual, bem como que os reajustes sejam estendidos aos aposentados e pensionistas”. Em caso de descumprimento, que o governo seja obrigado a pagar uma multa diária no valor de R$20.000.

O desembargador Haroldo Rehem, em decisão assinada no dia 25 de julho, não acatou de imediato a medida solicitada pelo Sinte e encaminhou intimação para que o Secretário Estadual de Administração, Ricardo Pontes, responda ao pedido formulado em 48 horas. “Transcorrido o prazo assinalado, ou recebida a manifestação, façam-se os autos imediatamente conclusos para exame da medida de urgência pleiteada”, finaliza.

Pré-candidato a deputado Zé Filho prestigia festa junina

O pré-candidato a deputado estadual Zé Filho, (PSDB), prestigiou na noite de ontem em Buriti dos Lopes, região norte do estado o evento de quadrilhas e bumba-meu-boi “São João do Povo 2018” realizada pela prefeitura. Por onde passava, Zé Filho recebia o carinho da população.

Acompanhado da deputada Juliana Moraes Souza, da ex-prefeita Ivan Fortes, do vice-prefeito Jarbas Fortes e pelos vereadores Dandin, Roberto da Coroa, e outras autoridades.

Gleitowney Miranda

Crea-PI realiza fiscalização intensiva em Parnaíba e Luís Correia

(esquerda para a direita) – Gerente da Fiscalização do Crea-PI, César Tavares; Fiscal do Crea-PI, João Bosco, Inspetor Tesoureiro do Crea-PI em Parnaíba,Fabiano Almeida; Fiscais da Prefeitura – Antônio Serra e o Diretor de Obras Civis e Estradas, eng.civil José Mello

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (CREA-PI), promove nesta semana, nos municípios de Parnaíba e Luís Correia, ação de fiscalização intensiva. As atividades contam com o apoio de 4 agentes de fiscalização, e a cooperação dos fiscais da Prefeitura Municipal de Luís Correa. A ação iniciou-se nesta terça-feira (23),e se estenderá até a próxima sexta-feira (27).

 As atividades de fiscalização no município de Luís Correia iniciou-se, nesta terça-feira (24), nos bairros do centro da cidade, Coqueiro e Macapá.  Quinta-feira (26), os fiscais atuaram no município de Cajueiro da Praia, nos bairros do centro da cidade,em Barra Grande e Barrinha. Já na sexta-feira (27), a ação de fiscalização será em Luís Correia, nos bairros Atalaia, Barro Preto e Coqueiro da Praia.

 Quanto  a intensificação da fiscalização, o Presidente do Crea-PI, Ulisses Filho declara “os profissionais pediram uma fiscalização menos punitiva e mais educativa, e estamos seguindo nesse sentido. Obviamente, irá ter multas, pois o Crea-PI é um órgão fiscalizador, mas iremos fazer uma ação preventiva”. A fiscalização, inicialmente, se desenvolve de forma direta, por meio de agentes fiscais agindo preventivamente, no sentido de orientar as autoridades, profissionais, empresas e o público em geral, conscientizando-os a respeito da legislação que regulamenta o exercício profissional.

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A fiscalização, inicialmente, se desenvolve de forma direta, por meio de agentes fiscais agindo preventivamente, no sentido de orientar as autoridades, profissionais, empresas e o público em geral, conscientizando-os a respeito da legislação que regulamenta o exercício profissional.

 Segundo o Inspetor Chefe do CREA-PI em Parnaíba, eng.civil Lucas Neves, a meta é intensificar a fiscalização do exercício ilegal da profissão, no âmbito das engenharias e, também, orientar a sociedade quanto a importância do profissional habilitado no empreendimento, especialmente sobre os riscos de se expor à autoconsultoria/assessoria. “É essencial contratar um profissional devidamente habilitado, para qualificar os serviços e ampliar a segurança a todos”, alerta.

 A cooperação dos fiscais da Prefeitura Municipal de Luís Correia, nesta atividade, celebra o Convênio de Cooperação Mútua com o Crea-PI, firmado em 2014, que visa a cooperação entre ambos, tendo como finalidade, o intercâmbio de dados e informações e, a realização de medidas que previnam e evitem o exercício ilegal das profissões sob a égide do Conselho.

 Para esclarecer qualquer dúvida ou efetuar uma denúncia,a população deverá contactar a Divisão de Fiscalização do Crea-PI: (86) 21079273 / (86) 21079255, bem como entrar em contato diretamente com a inspetoria de Parnaíba, disponível através do telefone (86) 3322-4691, e-mail: parnaiba@crea-pi.org.br.

Fiscalização em dia!

Estas são as orientações necessárias para evitar atuações pelo Crea-PI.

ART´s nas obras/serviços

Uma via ou cópia da ART deve, obrigatoriamente, permanecer na obra/serviço, enquanto esta durar. O objetivo é facilitar o trabalho da fiscalização e evitar notificações impróprias por parte do Crea-PI.

Selo de obra/serviço

Para toda obra/serviço fiscalizado abre-se um processo denominado “Processo de Obra”, sendo afixado no local da mesma um selo indicativo.

Placa nas obras/serviços

É uma exigência legal a afixação de placa nas obras e serviços. A placa, além de facilitar o trabalho dos Agentes de Fiscalização e informar para a comunidade sobre a presença sempre obrigatória de profissional habilitado naquele empreendimento, tem o poder de divulgar o nome do mesmo como responsável pelos serviços e obras.

A placa deve ter no mínimo 1m² e conter os seguintes dados:

– Nome do autor(es) e/ou co-autor(es) do(s) projeto(s) e do(s) responsável(eis) técnico(s) pela execução da obra, instalação ou serviço, de acordo com o(s) seu(s) registro(s) ou visto(s) no CREA-PI;

– Título, número da carteira e/ou do(s) “visto(s)” do(s) profissional(ais) no Crea-PI;

– Atividade(s) técnica(s) específica(s) pela(s) qual(ais) o profissional(ais) é(são) responsável(eis);

– Nome da empresa executora da obra, instalação ou serviço, se houver, com a indicação do respectivo número do registro ou “visto” no Crea-PI.

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 Lucas de Carvalho Neves
Engenheiro Civil
CREA 27.042/PI / CONFEA – 191405780-5.
Inspetor Chefe CREA-PI (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia ) / Inspetoria de Parnaíba.

“Em até 10 dias”, TCE-PI determina que Iaspi pague repasses atrasados aos hospitais

Sessão plenária desta quinta-feira: governo tem dez dias para repassar contribuições do Iaspi e Plamta 

O Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) decidiu na sessão plenária desta quinta-feira (26/07) dar um prazo de dez dias para que o secretário estadual da Fazenda repasse ao Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (Iaspi) todos os valores em atraso referentes à contribuição mensal do Iaspi Saúde e do Plamta (Plano Médico de Assistência e Tratamento).

O secretário da Fazenda estará sujeito a ser responsabilizado pessoalmente se não cumprir a decisão. O TCE-PI decidiu ainda que, após a comprovação da transferência dos valores em atraso pela Sefaz, a diretoria-geral do Iaspi deve, também sob pena de responsabilidade pessoal, efetuar o pagamento dos serviços à rede credenciada de hospitais e clínicas médicas, que suspenderam o atendimento aos servidores públicos por conta do atraso nos repasses do Iaspi e Plamta.

A decisão do TCE-PI é uma tentativa de regularizar a prestação de serviços aos segurados e beneficiários do Iaspi e do Plamta nos hospitais e clínicas médicas. Os valores em atraso compreendem a contribuição dos servidores e a parcela referente à coparticipação do Estado no Iaspi e Plamta. A decisão, dada por unanimidade, atendeu a pedido do procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Leandro Maciel do Nascimento.

Ao apresentar o pedido, ele argumentou que os servidores públicos estaduais, que são segurados do Iaspi e beneficiários do Plamta, estão sem atendimento médico por conta do atraso no pagamento dos hospitais e clínicas credenciados. A decisão determina ainda o secretário estadual da Fazenda a depositar em conta específica os valores recolhidos dos contracheques dos servidores públicos a título de contribuição do Iaspi.

A transferência para conta específica, diz a decisão, deve ocorrer a partir deste mês de julho, e na mesma data em que os valores forem descontados da folha de pagamento dos servidores.

OitoMeia entrou em contato com o Governo do Piauí, e através da assessoria, informou que o pagamento está sendo feito como o planejado no cronograma e até 31 de julho deve ser disponibilizado.

PAGAMENTO DE ABRIL E ATENDIMENTO SUSPENSO

Após reunião com o Ministério Público do Piauí, os hospitais confirmaram a suspensão do atendimento aos planos Iaspi/Plamta. Eles tentavam negociar o pagamento de parcelas atrasadas que deveriam ser feitas pelo Governo do Piauí e uma mudança no cronograma de quitação lançado pelo Estado. Ficou confirmado que o pagamento de abril seria feito agora em julho, enquanto os demais em agosto. Os meses de fevereiro e março foram concluídos em junho.

O desejo dos hospitais era que o pagamento de abril e maio fosse feito no mesmo período, o que não foi acertado. Mas, para quitar as dívidas, o MP recomendou o sequestro de R$ 40 milhões da conta única do Governo para que o repasse fosse entregue aos hospitais.

O Governo do Piauí anunciou o pagamento do mês de abril. No entanto, o Sindicato dos Hospitais (Sindhospi) mantém o não atendimento nas redes de saúde até que todas as empresas recebam o mensal.

“Não mudou nada. Governo está pedindo as notas fiscais de abril, e alguns receberam – outros ainda não. A rede credenciada somente voltará quando todos tiverem efetivamente recebido o valor em conta bancária”, reiterou.

Assim, é preciso paciência e pesquisa para descobrir qual unidade de saúde voltou a atender o plano. Fica a dúvida também sobre a situação das consultas agendadas anteriormente, que podem ser canceladas. (Oitomeia)

Polícia prende suspeito em tentativa de furto na Prefeitura de Parnaíba

O estivador JOISON MOISÉS DA SILVA COSTA, 30 anos, residente à Avenida José de Moraes Correia, bairro Santa Luzia, foi preso por volta das 21hs 30 desta terça-feira(24/07), sob acusação de furto tentado na Prefeitura de Parnaíba. 

Ele adentrou no prédio da Rua Itaúna e pegou 02 monitores, um teclado, uma extensão elétrica e mouse. Ao tentar sair da prefeitura com os objetos subtraídos de uma sala, foi flagrado pelos vigias. 

A polícia foi acionada e encaminhou o caso à central de flagrantes. O delegado João Rodrigo Luna autuou o conduzido no crime de furto tentado. (Portal do Catita)

À sombra do passado, a esquerda tenta ressuscitar os showmícios

Charge do Sinovaldo (Jornal VS)

José Casado
O Globo

Três partidos foram ao Supremo Tribunal Federal pedir música na campanha eleitoral. “Não é apenas entretenimento” — argumentam PT, PSOL e PSB na ação (ADI 5970) —, “mas um legítimo e importante instrumento para manifestações de teor político”.

Desejam voltar à era dos showmícios, quando candidatos atraíam o público às praças com a magia musical e, nos intervalos, vendiam alegres utopias, logo desmentidas pela realidade. Quem mais abusou do artifício foi Fernando Collor, na campanha em que derrotou Lula 29 anos atrás.

IMPOTÊNCIA – Na essência, esse bloco partidário que se autodenomina de esquerda protocolou no Supremo uma confissão de impotência para renovar seu projeto, lideranças, meios de se comunicar e a própria mensagem.

O refúgio no túnel do tempo ajuda a dissimular a incapacidade de entender as ansiedades do eleitorado, que não vê uma cisão entre “trabalhadores” e “burguesia”, mas enxerga com nitidez um confronto entre Estado e cidadãos, entre a sociedade e seus governantes — como demonstram pesquisas do PT na periferia de São Paulo.

Em Pernambuco tem-se outro exemplo dessa fuga nostálgica. Partidos e candidatos se transformaram em reféns de dois personagens — um mito e um encarcerado.

ARRAES, ETERNO – Morto há 13 anos, o ex-governador Miguel Arraes paira sobre a cena estadual em que se tornou mítico, depois de dominá-la por mais de cinco décadas. Dois dos três candidatos ao governo estadual disputam sua memória nessa eleição.

De um lado está Paulo Câmara, governador em busca da reeleição pelo PSB. Burocrata do Tribunal de Contas, foi ungido por Eduardo Campos, neto de Arraes, quando deixou o governo em 2014 para se candidatar à Presidência da República (Campos morreu num acidente aéreo).

Na oposição está Marília, 34 anos, neta de Arraes. Vereadora no Recife, rompeu com os primos do PSB e migrou com o sobrenome para o PT. É candidata ao governo contra a vontade da burocracia petista, que deseja sua renúncia. Motivo: uma aliança com o PSB aumentaria em 51% o tempo de propaganda eleitoral do PT (de 171 para 258 minutos).

IMPASSE – Paulo e Marília também cultuam Lula, pernambucano do agreste, há mais de cem dias cumprindo pena em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro. Ao ritual juntou-se um terceiro candidato a governador, Armando Monteiro (PTB), cuja origem remonta às usinas de açúcar e ao sistema financeiro.

À sombra do mito e do cárcere criou-se um impasse entre o PSB dos Arraes e o PT de Lula. Derivou na imobilização de quatro partidos (PCdoB, PDT, Pros e Rede). No fim de semana, o PT adiou suas convenções no Amazonas, Amapá, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Tocantins e Rondônia.

ABSTRAÇÕES – Outros candidatos também preferem o gueto da ilusão e da saudade. Jair Bolsonaro (PSL) transformou sua campanha presidencial em homenagem à tortura e à matança dos adversários, na efusão de sangue patrocinada pela ditadura militar. É o mesmo regime que o julgou por traição à farda, acusando-o como autor de um plano para explodir quartéis no Rio dos anos 80.

Embriagados de nostalgia, eles se abstraem do debate de alternativas reais às agruras do presente compartilhado por 175 milhões de dependentes da combalida rede pública de saúde, e por 13,5 milhões de desempregados que perambulam no inverno das maiores cidades.

Hospitais do Estado ainda não normalizaram atendimento pelo Plamta/IASPI

Plamta

O Governo do Estado divulgou que, com o pagamento das faturas de abril à rede hospitalar conveniada, está sendo normalizado o atendimento aos usuários do Plamta/IASPI, o plano de saúde dos servidores estaduais. Esse pagamento foi iniciado no dia 20 e está em andamento.

Atendimento

Apesar disso, o atendimento nos hospitais não se normalizou, como cheguei a informar ontem, com base em informações do governo. Da rede credenciada pelo Plamta, apenas o Hospital São Paulo mantém o atendimento aos usuários.

Outros grandes hospitais, como o Prontomed, São Marcos, Santa Maria e Itacor, não atendem mais os usuários do plano de saúde do estado.

No sufoco

Com isso, aumentou em demasia a procura pelo Hospital São Paulo. E este também não tem mais capacidade de atender, pois está superlotado. Esta ainda é, infelizmente, a situação da relação entre o Iaspi e os hospitais e clínicas conveniados do Plamta.

A ameaça de descredenciamento não passou de bravata, pois não há outros hospitais que possam ser conveniados.

Cassandra Moraes Sousa admite ser candidata a vice e diz que a decisão é do seu Partido

A delegada Cassandra Moraes Sousa, que antes relutava diante da possibilidade de ser candidata a vice, do pré-candidato a governador Luciano Nunes,  disse hoje que seu nome está à disposição do seu Partido- o Democratas, “a quem cabe a decisão final”, enfatizou, lembrando que tudo vai depender também de outros partidos que hão de fechar a coligação do o PSDB, de Luciano Nunes.

Cassandra esteve hoje reunida pela manhã, na residência dos seus pais, prefeito Mão Santa e esposa Adalgisa Moraes Sousa, na presença também do professor Francisco Jurity,  que ficou com a incumbência de falar à imprensa à respeito do assunto. “Ela recebeu com muita humildade a indicação de seu pai, Mão Santa e de outras lideranças políticas do Estado,  que entendem que Cassandra pode dar uma grande contribuição na chapa de Luciano, neste momento de dificuldades em que vive o Piauí, carecendo de pessoas equilibradas, honestas, com o perfil de Cassandra. Ela passou em concurso em São Paulo mas optou pelo concurso de delegada no Piauí, onde também passou com mérito. Preferiu trabalhar em seu Estado, até com salário menor. E hoje goza de grande prestígio e respeito junto à sua categoria”,  disse Jurity.

No final de semana as conversações neste sentido devem evoluir, quando novas reuniões vão acontecer em Parnaíba, com as presenças de deputados e outras lideranças políticas,  e possivelmente do pré-candidato a governador, Luciano Nunes. As Convenções que vão homologar as candidaturas do DEM e do PSDB estão marcadas para o dia 4 de agosto.

 

Técnica de dobradura de papel é tema de exposição em Parnaíba

“Um método de construção de objetos tridimensionais a partir do papel, semelhante ao origami”, assim é definida a arte conhecida como “papercraft” e que está em exposição no Parnaíba Shopping até o dia  31 de julho.

São 10 peças do artista Francisco das Chagas Bezerra desenvolvidas a partir desse técnica de dobradura. Para esta exposição o tema escolhido foi “animais”.  “Nossa escolha por esse tema foi porque nós estamos no mês das férias, um mês em que as crianças tem mais tempo livre para fazer outras atividades e assim, com os nossos animais de papel, queremos chamar atenção de todos, adultos e crianças. Afinal, a arte é para todos”, explicou o artista.

Francisco das Chagas entrou em contato com a técnica pela primeira vez através de uma artista italiana, durante uma viagem ao Rio de Janeiro. Depois de aprender, passou a utilizar a arte como terapia e após um convite para expor em uma festa para um público de arquitetos, o trabalho ganhou mais fôlego e Francisco viu surgir ali uma nova carreira.

O papercraft teve origem na Inglaterra durante a II Guerra Mundial com modelos de jatos e aviões em kits vendidos nas bancas de revistas. A técnica lembra a milenar arte dos origamis, inventados no Japão. Porém, o papercraft distingue-se por utilizar cola para fazer a junção das peças. No total, pode-se levar até 18 horas na montagem de um única peça, o que depende do modelo e do tipo do papel utilizado.

“Eu achei muito interessante, tinha visto em uma loja em Teresina uma peça desse estilo, mas não conhecia a fundo. Agora que eu vi de perto, fiquei ainda mais encantada, nem parece que é papel. Meu filho adorou e a gente queria mesmo era levar uma dessas para casa”, afirmou Daniele Silva, estudante que visitou a exposição logo no primeiro dia.