Saiu ontem uma nova pesquisa de intenção de voto para presidente e nela o candidato do PT, ex-ministro Fernando Haddad, já assume a liderança da corrida presidencial.
A nova pesquisa foi realizada pelo Instituto Vox Populi/CUT, entre 7 e 11 de setembro, e aponta Haddad com 22% das citações. Jair Bolsonaro, o candidato do PSL, cai para 18%, Ciro Gomes (PDT) registra 10%, Marina Silva (Rede) tem 5% e Geraldo Alckmin (PSDB), 4%.
A sondagem indica, em primeiro lugar, que a prisão deixou o ex-presidente Lula mais forte do que quando ele estava solto, e que o petista continua com grande poder de transferência de voto.
Em segundo lugar, que nos campos das esquerdas e do centro apenas Ciro Gomes vem resistindo ao PT. Marina derrete a olhos vistos.
“Laranja”
A situação não deixa de ser intrigante. É a primeira vez que um candidato a presidente da República se declara, oficialmente, que está no lugar de outro, portanto, é o outro. Ou, como se diz popularmente, é o ‘laranja’.
Haddad dispara nas pesquisas sem uma só promessa de campanha. Vive a repetir apenas que é o Lula, na falta deste. E ponto final.
A imprensa nacional já mostrou que ele precisou de autorização do ex-presidente Lula para dar cada passo que deu durante esse processo.
Em resumo, é um candidato que obedece comandos e ordens ditadas a partir de uma cela da Polícia Federal, em Curitiba.
Em um país sério, em uma democracia plena, uma pessoa que se propõe a ser presidente da República jamais poderia se apresentar como ‘laranja’ de alguém. Ainda mais de alguém que está preso por corrupção e lavagem de dinheiro. Em qualquer circunstância, “laranja” é golpe!
Isso demonstra, no mínimo, falta de personalidade do candidato. A Presidência não pode ser terceirizada.
Você sabe a história da bomba com efeito retardado, para estourar? Basta ler que tudo que se investigou na chamada operação Itaorna, pelo Gaeco, está nesta coluna, em edições passadas. Desde o decreto 117.113, de 20 de abril de 2017, assinado pelo governador Wellington Dias, se destacava, seja no comentário ou em notas, a sofreguidão de secretárias e coordenadorias, além de autarquias como o Idepi, em fazer pavimentação (calçamento) no interior do Piauí. O decreto autorizava esses órgãos a “projetar, licitar, executar, fiscalizar e receber, direta e indiretamente de engenharia de interesse da administração” listando as pastas do Desenvolvimento Rural, Turismo, Cidades, Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, Transportes e Cultura. Depois, em 30 de maio de 2017, outro decreto, de número de número 17.181 coloca na lista a Coordenadoria de Desenvolvimento Social e Lazer. É possível que outros decretos tenham aberto o flanco para que mais coordenadorias fizessem calçamento, porque a partir de outubro de 2017 passaram a realizar obras de pavimentação as Coordenadorias de Combate à Pobreza Rural e do Programa de Modernização e Qualificação de Empreendimentos Públicos. Esse obreirismo desenfreado terminou por fazer com que se caísse em práticas nada republicanas de licitações com cartas marcadas ou, ainda pior que isso, em contratar por licitação fraudulenta uma empresa fantasma, a tal construtora Crescer, e um morto, para se fazer obras igualmente fantasmagóricas, como supõem os órgãos de fiscalização e controle
Feudos
Era um feudo político de porteira fechada cada uma dessas coordenadorias e secretarias de Estados dedicadas a fazer calçamento e tudo mais. O objetivo não era outro se não tirar proveito eleitoral: obra virou moeda de troca para apoio político nas bases.
Conluio
Essas obras rendem o voto e ainda passam a certeza de que existe o conluio do chefe do órgão do governo, do dono da construtora que ‘ganhou’ a licitação e ainda sobram umas pontinhas para o deputado e para o cabo eleitoral. Nunca na história do Piauí se fez tanto.
Mão dupla
O toma lá, dá cá funcionava a partir de centenas de autorizações que o governador Wellington Dias distribuía entre sorrisos e tapinhas nas costas. De posse a “ordem de serviço”, o prefeito ou presidente da Câmara ia ao órgão “autorizado” a fazer a obra, mas lá encontrava uma condição: a obra sairia, desde que se apoiasse o dono do pedaço.
Em 2005, quando explodiu o mensalão, Lula deslocou Tarso Genro do comando do Ministério da Educação para a presidência do PT. Ao aceitar a missão, Tarso pediu que fosse acomodado no seu lugar Fernando Haddad, então secretário-executivo da pasta da Educação. Dona norma, mãe de Haddad, soube pelo noticiário da promoção do filho. Telefonou-lhe para perguntar por que aceitara ser ministro de um governo em má situação. E Haddad: “Mãe, se a situação fosse boa, nunca me ofereceriam o ministério.” Lula encantou-se com sua gestão.
Decorridos 13 anos, Haddad está na bica de se tornar candidato ao Planalto graças a outro escândalo que marca a ruína petista: o petrolão. Nesta segunda-feira, o filho de dona Norma visitará Lula, em Curitiba. Se tudo correr como planejado, sairá da cela especial, finalmente, com o aval do preso mais ilustre da Lava Jato à sua conversão em cabeça da chapa presidencial do PT. A promoção precisa ocorrer no dia seguinte, 11 de setembro, quando vence o prazo fixado pela Justiça Eleitoral para a substituição de Lula.
Haddad terá, então, 28 dias para tocar uma campanha eleitoral sui generis, na qual o sucesso depende de sua capacidade de se autoanular. Terá de se apresentar como um candidato invisível —de modo que o eleitor consiga enxergar o Lula que há por trás dele. Em tais circunstâncias, o apelido de poste talvez seja inadequado. Haddad participa da eleição mais com um laranja de Lula. Para que a transfusão de votos ocorra na proporção desejada pelo petismo, o eleitorado precisaria acreditar que, votando no candidato em liberdade, estará elegendo o padrinho preso.
A escassez de tempo não é a única adversidade. Haddad herda uma equipe de campanha que não escolheu. Terá de tourear petistas que avaliam que ele não é o melhor Plano B —a começar pela presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que queria a vaga para ela. Precisará molhar a camisa para evitar que parte dos votos de Lula escorra para Ciro Gomes e Marina Silva. De resto, entrará no jogo depois da facada que praticamente colocou Jair Bolsonaro no segundo turno, obrigando os outros candidatos a se engalfinhar pela vaga restante.
Em visita a Caetés (PE), onde nasceu Lula, Haddad apresentou-se ainda como ”vice”
Na noite desta segunda, Haddad terá uma ideia do tamaho do seu desafio. O Datafolha divulgará uma pesquisa presidencial que captará os efeitos da primeira semana do horário eleitoral, dos primeiros debates, das sabatinas, do veto à candidatura de Lula e do atentado cometido contra Bolsonaro. Pesquisa do Ibope, divulgada na semana passada, colocou Haddad (6%) na quinta colocação, atrás de Bolsonaro (22%), Ciro Gomes (12%), Marina Silva (12%) e Geraldo Alckmin (9%). Nessa pesquisa, o laranja de Lula estava tecnicamente empatado com o candidato tucano.
De acordo com o lema da campanha petista, só a vitória do laranja de Lula será capaz de fazer “o Brasil feliz de novo”. Aposta-se que o apagão do governo de Michel Temer acenderá na cabeça do eleitor a memória dos melhores tempos da gestão de Lula, quando havia empregos, renda, crédito e consumo. Os adversários de Haddad se equipam para levar à vitrine outra realidade. Que a gestão Temer foi ruinosa, ninguém tem duvida. Mas planeja-se levar à vitrine também a ruína de Dilma Rousseff, que produziu desequilíbrio fiscal, recessão e desemprego.
Entre 2013 e 2016, a economia brasileira encolheu 6,8%.Na gestão empregocida de Dilma, o desemprego saltou de 6,4% para 11,2%. Foram ao olho da rua cerca de 12 milhões de trabalhadores. Deflagrada em 2014, a Lava Jato demonstrou que o único empreendimento que prosperava no Brasil era a corrupção. Agora, o PT tenta empurrar o espólio de Dilma para o gavetão do esquecimento. Os adversários cuidarão de instilar no eleitorado o receio de que Haddad, a nova criatura de Lula, vire uma nova Dilma.
Não será a primeira vez que Dilma assombra projetos políticos de Haddad. A gestão impopular da ex-gerentona de Lula conspirou contra a recondução de Haddad à prefeitura de São Paulo, em 2016. Em fevereiro daquele ano, quando se equipava para reivindicar a reeleição, Haddad distanciou-se de Dilma numa entrevista ao blog. Entre outras críticas, apontou “problemas de condução” da política econômica. Reveja um trecho abaixo. A íntegra está disponível aqui. Haddad não foi reeleito. O rival tucano João Doria prevaleceu no primeiro turno. Os rivais do PT talvez forcem Haddad a renovar em 2018 as ressalvas que fazia a Dilma há dois anos.
O que mais querem de mim….
LULA aprendeu a usar as pessoas, agora tornou-se vitima dela
O aprendizado na militância Sindical, e da convivência política, algumas de ideologia confusas, remeteram Lula a um projeto de Poder alicerçado no que existe de mais abominável na história da humanidade , a corrupção material e a corrupção mental ,como Lula não tem embasamento científico do conhecimento crítico, tornou – se um líder com um poder incomensurável em manipular as massas, mas também de ser manipulado pelos privilegiados de mente super dotadas, lamentavelmente a serviço do Mal, inspirados na Ditadura Cubana, foram construindo um modelo mais perverso e criminoso que alguns denominam de esquerdopata, como forma de se perpetuarem no Poder , tendo como líder maior, o Ditador sanguinário Fidel Castro que se perpetuou no Poder, prendendo e matando quem contrariasse seu projeto de Poder , foi assim que o gênio Zé Dirceu tramou a necessidade de anular qualquer liderança que contrariasse o Projeto de Poder de Lula seja através dos métodos mais satânicos ou através da corrupção dos políticos serviçais do dinheiro sujo, foi assim com o Mensalão, foi assim com a distribuição de cargos nas Estatais.
Enquanto Lula embebecido pelo poder aceitava tudo no silêncio da madrugada , tornava – se conivente da maior quadrilha de assalto aos cofres públicos da humanidade, essa organização criminosa acreditava na impunidade protegida pelo manto sujo das siglas partidárias, e pela cumplicidade das maiores entidades civis, alimentadas pelo dinheiro do povo, o próprio povo que alimentados pelos programas sociais, que de forma cretina foram usados politiqueiramente , induzidos a glorificar Lula.
LULA não é inocente, mais um líder sabido que ainda hoje pensa que é o senhor da Razão, mas na verdade não passa de uma marionete nas mãos das aves de rapina da esquerdopata , que tramam a todo custo pra que ele se mantenha de pé, pra continuarem com os privilégios as custas do dinheiro do Povo e da ignorância de alguns.
LULA é um líder que foi forjado no coração do Povo , mas se perdeu quando passou na ser usado como Projeto da ganância deles e dos seus manipuladores.
Caminhava uma menina com um pote cheio de água na cabeça por um caminho cheio de altos e baixos. Subia aqui e descia mais adiante. Entrava à esquerda e depois à direita. Pulava cerca e abria cancela. Pisava em pedras e em barro. Naquele ziguezague sem fim ela acabou tropeçando e o pote foi ao chão se desfazendo em vários cacos e derramando a água.
Bichinha naquela aflição se largou a pensar no que iria lhe acontecer. Agora era chegar em casa na ponta do pé e contar pra mãe o ocorrido e esperar a reprimenda ou umas boas lapadas de cinto ou o canto da palmatória. Mas não foi isso, o esperado por ela o que aconteceu. A mãe no meio do trabalho de casa até que esqueceu o ocorrido, horas depois.
Agora vamos deixar a menina de lado e falar dos cacos. Melhor, falar dos cacos em que se transformou a esquerda política no Brasil desde que o PT, chegou ao poder e acabou saindo dele apoiado pelos outros do tipo PSOL, PCO, PDT, PCB, PCdoB e PSTU. Eu não gosto de dar opinião política. Mas dada a gravidade da hora me permito dizer que o momento é de grande preocupação.
Mas é bom que se diga que o PT é ele junto com seus satélites, o partido no Brasil com ideologia clara, explícita, aberta, milícia rural e urbana, seguidores fieis e infiltrados no serviço público no alto e baixo escalão. Nunca escondeu de ninguém suas intenções e ligações com regimes comunistas. E que tudo faz pra se perpetuar no poder porque só quer apenas que se dê um pé.
Essa do Bolsonaro acaba de mostrar a que ponto partidos dominados por esta ideologia comunista podem chegar. Criam indivíduos altamente fanáticos, sem qualquer noção de democracia. Gente recrutada entre a gente ignorante, analfabeta, iludida pela ideia de mudar a realidade buscando uma igualdade que nunca vai existir.
Causa preocupação, desde muito tempo, quando estes partidos declaram e agem de forma aberta e utilizando sua militância na destruição da propriedade privada, estimulam as divergências entre classes, raças, credos religiosos e de forma muito sutil destroem o patrimônio público quando são contrariados.
Esse maluco, mineiro com sobrenome de baiano que esfaqueou Jair Bolsonaro em Juiz de Fora, ao que parece e as primeiras informações dão conta, é de ser formado em pedagogia e que foi filiado a um desses partidos satélites. Não é tão analfabeto assim de pai e mãe. Conhecia seu partido e a ideologia dele. Levou pra violência na faca sua revolta de não estar mais fazendo parte do poder.
Mas é o caso típico de fanático isolado que perdeu o domínio de seus atos. Aquele partido ao qual deu seu serviço, grito de guerra, sono, o pouco dinheiro recebido, sua audácia e valentia, vai agora lhe negar tudo e virar as costas. Está faltando ainda pouco mais de onze anos pra Lula ser solto. Até agora se passaram apenas cinco meses. Mas já suficientes pra que o PT e os partidos satélites se movimentem de forma agressiva, rápida, às escuras, mostrando um perfil sectário perigoso, com o estímulo à violência de toda ordem. Os próximos anos vão nos mostrar onde foram parar os cacos do pote. * Pádua Marques, jornalista e escritor.
Que o Brasil é o país da burocracia, isso não é novidade para ninguém. Todo mundo já sofreu com a lentidão e os entraves causados pelo excesso de exigências legais para fazer muitas coisas. Quando olhamos para o setor das startups, a burocracia tem barrado as empresas de se desenvolverem, ou até mesmo de serem criadas. A chamada Lei do Bem, em atividade desde 2007 para incentivar o investimento em startups, apesar de bem intencionada, atrapalha mais do que ajuda.
A legislação concede isenção fiscal a empresas privadas que investem em projetos de inovação em parceria com centros públicos de pesquisa. Acontece que, para obter o benefício, é necessário um esforço hercúleo por parte do empreendedor, o que acaba por desestimular a procura. Resumindo, são três etapas para a aprovação de um projeto dentro da Lei do Bem: aprovação por três instâncias, a começar pela gerência do laboratório público parceiro da iniciativa; validação por um comitê formado por membros dos ministérios da Educação, Ciência e Tecnologia, e Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e, finalmente, comprovação à Capes de que o projeto não reduzirá a produção de artigos científicos, principal forma de avaliação de desempenho dos centros públicos de pesquisa.
Esse caminho pedregoso em nada ajuda um pequeno empreendedor que precisa de incentivo para desenvolver seu negócio inovador. Para piorar, só podem requerer o incentivo empresas que recolhem impostos pelo sistema de lucro real, normalmente adotado apenas pelas grandes companhias. Ou seja, uma Lei do Bem que, no fim das contas, acaba fazendo mal ao ecossistema de inovação brasileiro. Não é à toa que o Brasil amarga péssimas colocações nos rankings mundiais de inovação.
Além das dificuldades econômicas já naturais às startups, um sistema burocrático que dificulta a abertura e o fechamento de empresas também mina as energias dos empreendedores. O setor vem pleiteando, principalmente, a simplificação tributária, o que já amenizaria o impacto da burocracia. Há uma proposta de novo marco regulatório para startups em tramitação no Congresso que prevê algumas mudanças e melhorias, mas ainda sem previsão de aprovação. Resta, então, aos pequenos empreendedores, continuar na luta, remando contra a maré, para fazerem seus negócios prosperarem. Uma pena, pois poderíamos ter grandes negócios de sucesso no país, não fossem todas as forças contrárias impostas pelo poder público.
(*)Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do Grupo Ser Educacional –janguie@sereducacional.com
A matéria abaixo foi publicada pelo blog “Peagabê.com”, do jornalista Ribamar Aragão, que reproduzimos para fortalecer nossa luta contra os poderosos que se acham intocáveis, embora todos saibam que possuem, como diria o Cazuza, a piscina “cheia de ratos e que suas ideias não correspondem aos fatos”.
“Contumaz perseguidor da livre imprensa piauiense Wellington Dias mira sua artilharia jurídica para amedrontar blogueiros de Parnaíba.
O histórico de perseguição do governador Wellington Dias a profissionais da imprensa, seja jornalista ou blogueiro, é extenso no Piauí. Por não aceitar nenhum tipo de crítica a seu ‘espetacular’ modelo de gestão, que afirma que mais da meta do Estado cresceu mais que a China, apesar de nenhum piauiense acreditar nisso, o petista W.Dias é considerado um sutil perseguidor de jornalistas e veículos de comunicação que não lhe elogiam ou não leem na sua cartilha.
Um dos casos mais emblemáticos disso é com o empresário e jornalista Fábio Sérvio, que é candidato a governador do Piauí. Wellington Dias moveu ação contra Fábio Sérvio por matéria publicada no Jornal Diário do Povo sobre doações da JBS para campanha do PT no Piauí em 2014, baseado em documentos oficiais.
Enfurecido com a notícia, W. Dias pediu R$ 37 mil e retratação do jornal teresinense. O jornalista Luciano Coelho também foi processado pelo governador petista.
Também, em 2014, W. Dias tentou processar a jornalista Denise Freitas e TV Clube, por noticiarem a apreensão de R$ 180 mil no carro de um dos motoristas do então senador petista.
Quase intocável pela grande imprensa do Piauí, pois o Palácio de Karnak paga contratos publicitários e de mídia para muitos veículos impressos, de TV e do webjornalismo no Estado, o governador Wellington Dias tentou de todas as formas retirar o vídeo da jornalista Joice Hasselmann no Youtube, ao criticar a criação de cargos e a as coordenadorias para agradar políticos e parentes de políticos ligados ao gestor petista. Joice Hasselmann chamou W. Dias de “o governador mais irresponsável da história do Piauí”.
As investidas de W. Dias contra a imprensa também chegaram ao litoral, mais especificamente ao município de Parnaíba, quando o petista manda processar o blogueiro Bernardo Silva, do blog B. Silva.
Na verdade, a motivação do processo judicial contra o blogueiro Bernardo Silva é de cunho pessoal de Wellington Dias, já que o blog B. Silva é um dos mais críticos aos desmandos e escândalos do governo do PT. Fábio Sérvio, Bernardo Silva e outros profissionais da imprensa piauiense sofrem perseguição por não serem colaboradores do ‘modus operandi midiático’ do gestor petista. A ação judicial contra Bernardo Silva é um claro recado de W. Dias para os demais blogueiros parnaibanos.
O petista Wellington Dias só gosta da imprensa que o elogia, bate palmas e publica que seu governo é o melhor do Brasil. Quem não faz isso será perseguido implacavelmente pelo conhecido ‘amigo’ da imprensa do Piauí.
Quantos jornalistas e blogueiros piauienses já se calaram com medo (perder emprego) da ira e do poderio financeiro e institucional do governador Wellington Dias?
W. Dias usa a velha tática nazista de perseguição aos comunicadores. Muito démodé!
Em que lugar os políticos colocam Deus quando estão numa campanha eleitoral como a que está em andamento? Parece que em lugar nenhum, tamanho é o nível de desfaçatez de uns e de despudor de outros. Com as exceções devidas à regra, mentem além do suportável e ainda se acham intocáveis, quando criam leis engessando a imprensa, que fica amordaçada, não podendo mostrar os podres daqueles que deveriam estar na cadeia, vendo o sol nascer quadrado, ao invés de estarem na TV, fazendo caras e bocas, pedindo mais um voto de confiança da população. Salvo raríssimas exceções, vê-se que neste tempo de campanha eleitoral são raros os que pensam em Deus antes de irem às ruas prometer. Alguns se acham, eles próprios, deuses imaculados.
Candidatos que já foram testados, tiveram oportunidade de fazer; em quem o povo já confiou dando-lhe vários mandatos, estes deveriam estar proibidos de ter nova chance. Sim, porque foram testados e não passaram no teste da competência e do compromisso com as causas coletivas. Por se acharem os próprios deuses, se esqueceram de Deus e de que foi Ele quem lhes possibilitou o mandato para aos outros ajudar, servir, construir, promover melhorias na vida da população necessitada. E ao invés disso meteram os pés pelas mãos, cuidando apenas dos seus interesses pessoais e do grupo que os acompanha, tornando seu, de sua família e de seus amigos, o que deveria ser de toda a coletividade.
Vocês pensam que a mentira os levará aonde? Que a enganação e o discurso demagógico vai fazê-los eternos e que nunca vai ser preciso prestarem conta com o Todo Poderoso, daquilo que foi feito da oportunidade que receberam? E se a morte chegar, de repente, com já chegou para alguns, estarão vocês espiritualmente preparados para olhar de frente os espíritos de luz, sem que a consciência lhes acuse de coisa alguma? Atentai bem! A vida é tão passageira que esta ambição de vocês, esta luta desenfreada, de “vale tudo”, pelo poder, parece imbecil, sem nexo.
E parece que os exemplos que a vida mostra não valem como lição. Os políticos presos, por roubarem demasiadamente, como se trouxessem no sangre o DNA da corrupção, não servem como exemplo. Os políticos, aqueles que também são ladrões contumazes, useiros e vezeiros da dissimulação para conquistarem o voto do povo, acham que nunca vai acontecer com eles, o que aconteceu com a turma presa em Curitiba. Que podem roubar e que sempre vão passar incólumes pelas garras da justiça. Ledo engano. Mais cedo ou mais tarde a vez de cada um desses bandidos chegará. E se a justiça humana falhar, e tem falhado muito nos tempos atuais, a justiça divina virá, implacável, sem apelações na 1ª ou 2ª instâncias.
Nós da imprensa, que somos vítimas da mordaça nestes tempos, apenas engolimos em seco, porque a revolta é grande. Mas vamos continuar, lutando pelo direito de manter nossa capacidade de nos indignar com a podridão disso tudo. A campanha eleitoral há de passar e a vida há de seguir. Os poderosos de agora, que manipulam as leis, amanhã poderão estar sem mandato, sem poder algum ou sem foro privilegiado, amargando apenas o seu ostracismo. E, quem sabe, no xadrez, como está o Lula, Sérgio Cabral, Eduardo Cunha, e tantos outros empresários com cuja riqueza até bem pouco tempo eles achavam que compravam o mundo.
Portanto, políticos em geral, baixem a bola. Mais humildade. E, se couber, um conselho: Pensem em Deus!
É como se fosse a própria imagem do país sendo destruída
Bernardo Mello Franco O Globo
A destruição do Museu Nacional é uma tragédia para a cultura, a ciência e a história do Brasil. Infelizmente, uma tragédia anunciada. A instituição científica mais antiga do país foi vítima de décadas de descaso. De 2014 para cá, os cortes passaram a afetar até a verba de manutenção. O museu chegou a fechar as portas por falta de pagamento aos funcionários de limpeza e vigilância.
Em junho, a instituição completou 200 anos sem motivo para comemorar. Muitas salas de exposição estavam fechadas. Uma vaquinha virtual pedia doações para reabrir uma delas, que abrigava um enorme fóssil de baleia. A estrutura de madeira estava consumida por cupins.
SEM CONSERVAÇÃO – Apesar do esforço dos servidores da UFRJ, os visitantes podiam notar o péssimo estado de conservação do palácio na Quinta da Boa Vista. O prédio agonizava: reboco caindo, paredes descascadas, fios elétricos expostos. A causa do incêndio ainda não foi divulgada, mas não era preciso ser bombeiro para ver que os riscos estavam lá.
O edifício consumido pelas chamas era tão valioso quanto seu acervo de 20 milhões de peças, que incluía fósseis de dinossauros, múmias egípcias e o crânio mais antigo das Américas. O Palácio de São Cristóvão foi a residência da família real no Brasil. Depois sediou a primeira Assembleia Constituinte da República, que editou a Carta de 1891.
SEM MEMÓRIA – No livro “1808”, que narra a chegada da Corte portuguesa, Laurentino Gomes descreveu o local como “um prédio descuidado e sem memória”. “É como se nesse local a história tivesse sido apagada de propósito”, resumiu. O texto foi publicado há quatro anos. De lá para cá, a situação só piorou.
Segundo funcionários, o último presidente a pisar no museu foi Juscelino Kubitschek, que deixou o poder há 58 anos. Na festa do bicentenário, nenhum ministro apareceu por lá. Agora todos vão dar declarações de pesar e prometer as verbas que sonegaram em nome do ajuste fiscal.
Um país morre um pouco quando destrói a sua própria história. A tragédia deste domingo é uma espécie de suicídio nacional. Um crime contra o nosso passado e contra as gerações futuras.
Ao enquadrar Lula na Lei da Ficha Limpa, afastando-o do horário eleitoral e da urna, o Tribunal Superior Eleitoral expurgou da campanha de 2018 um elemento tóxico: o escárnio. Ao determinar ao PT que substitua o candidato, a Corte máxima da Justiça Eleitoral promoveu a higienização da disputa pelo cargo de presidente da República. A presença de um ficha-suja no rol de candidatos era uma nódoa que ameaçava a segurança jurídica e política do processo sucessório.
Do ponto de vista jurídico, a decisão rende homenagens ao princípio segundo o qual todos são iguais perante a lei. Sob a ótica moral, assegurou-se o direito do eleitorado a uma eleição eticamente sustentável. Sob o ângulo político, a desobstrução da cabeça da chapa petista favorece Fernando Haddad, o substituto de Lula. Esta será a campanha mais curta da história: 45 dias. E a ficção do candidato-presidiário tornava a corrida ainda mais curta para Haddad.
Em sua mais recente pesquisa, o Datafolha constatou: 31% dos eleitores declararam que certamente votariam num candidato indicado por Lula. Outros 18% informaram que talvez seguissem a orientação de voto do presidiário. Confirmando-se esses dados, ainda que parcialmente, Haddad saltaria de irrisórios 4% para um patamar qualquer acima dos dois dígitos na pesquisa, aproximando-se do segundo turno.
O PT tem agora a chance de testar o poder de transferência de voto do seu grande líder. No papel de carregador de postes, Lula já revelou uma força de estivador. Fez isso duas vezes com Dilma Rousseff em âmbito nacional. Repetiu o feito com o próprio Haddad, na esfera municipal. Entretanto, não conseguiu reeleger Haddad prefeito de São Paulo. Hoje, para complicar, é um cabo eleitoral preso.
No Brasil, imperativos legais e morais nem sempre são observados. Ao registrar Lula como seu candidato, o PT apostou que conseguiria nadar no charco da frouxidão institucional até 17 de setembro, quando não seria mais tecnicamente possível retirar a foto de Lula da urna, mesmo com a impugnação do registro da candidatura-fantasma. Nessa hipótese, o pedaço menos esclarecido do eleitorado votaria no presidiário sem saber que estaria elegendo Haddad.
Se permitisse que um único eleitor fosse submetido ao logro petista, o TSE seria cúmplice do escárnio. Interrompido o escracho, Haddad pode pedir votos de cara limpa, sem a máscara de Lula. E Manuela D’Ávila (PCdoB) já não precisa desempenhar o constrangedor papel de vice do vice. Higienizou-se o processo eleitoral.
No meu tempo de infância, quase todo menino tinha uma baladeira no cós do calção. Pra onde se ia ela ia junto. E a gente quando se juntava e saía aos magotes caçando calangos pelos meios de matos era uma aventura e tanto. Era ver de longe um balançando a cabeça em cima de algum muro, monte de barro ou galho de árvore e a pedra comia! Aí vinha na gente aquela satisfação do caçador, a de ter conseguido derrubar a caça, muitas das vezes com pouca mira ou posicionado em lugar ruim.
Conheci excelentes caçadores de calangos. Não vou aqui dar nomes porque é pra algum que ainda esteja vivo acabe me cobrando autoria de façanhas. E a gente sabe que entre essa gente se gosta muito de se pabular. Mas como disse, voltando à caça de calangos os meninos daquele tempo, raros, eram bons de pontaria pra derrubar calangos. Calanguinhos, calangos cinza, pretos e até os mais birrudos e temidos, os carambolos, que segundo diziam, eram de correr atrás da gente.
E a baladeira tinha que ser boa. Feita de sola, talo de goiabeira e câmara de pneu de bicicleta. Eram afamadas as baladeiras que eram de câmara de pneu de caminhão ou de trator. E havia até quem tivesse baladeira feita de câmara de pneu de avião, as mais difíceis. Vendo o bicho, era esticar o braço, fechar o olho esquerdo, mirar, soltar a pedra e ver o calango ciscando com as pernas pra cima estrebuchando. Servia pra nada depois.
Naquele tempo não tinha esse negócio de ecologia, IBAMA, ICMBio. Nada disso. E se não tinha isso e mais aquilo, como é que havera de ter advogado, defensor de calango? E a gente, nós meninos pobres, sem muito acesso aos brinquedos mais caros da época éramos mais livres, feito os calangos. E é desde esse tempo que me interessei em estudar esses bichos.
Eu até sou de opinião de que deveria ser criada uma disciplina nos cursos de graduação para só estudar os calangos. Deveria ter uma ciência, uma faculdade particular pra isso. Acho um dos bichos da natureza mais interessantes. As reações de comportamento do calango são iguais aos de muita gente, pobres da periferia em época de campanha política, por exemplo. Alguém metido a cientista já disse, eu já ouvi e não sei se procede, que calango só tem no Piauí.
Outro dia estive vendo uns candidatos visitando bairros e fazendo zuada numa rua. Vinham uns assessores à frente entregando santinhos. Outros mais atrás e pelo meio carregando umas bandeiras com o nome e a cara do candidato. E no meio daquele monte de gente vinham eles, sempre achando graça pra tudo e pra todos. Abraçaram velhinhas e meninos barrigudos. Apertaram as bochechas de outro mais à frente e enquanto iam entregando os ditos santinhos. Até cochichando com velhos desdentados e fedendo a cigarro.
E aquela gente pobre, desempregados, mocinhas piolhentas, homens de calções encardidos jogando sinuca num boteco, mulheres com fraldas no ombro e meninos de olhos remelentos estavam ali abismados, balançando a cabeça que nem os calangos em cima do muro. Uns pedem um trocado pra ainda ir à feira.
Outros, um real pra um trago de pinga. E mais lá na frente outros mais cheios de vergonha até deixam o candidato entrar em casa pra, lá dentro, darem uma ferrada maior. Outros, satisfeitos e iludidos com as promessas e os afagos vão balançando a cabeça e acreditando em tudo que os caçadores de votos lhes dizem. Eu acho que aquela gente tem alguma coisa com os calangos. Coisa de sangue, de família.
O Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) deflagrou na manhã ontem a ‘Operação Natureza’, para investigar fraude e corrupção em licenciamento ambiental no Piauí.
A polícia caiu em campo para cumprir dez mandados de busca e apreensão e sete de prisões temporárias expedidos pela justiça. Os mandados foram cumpridos em Teresina, Regeneração, Guadalupe e Brasília.
São investigados na operação servidores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar) e empresários. O superintendente do Meio Ambiente, Carlos Moura Fé, é um dos presos, juntamente com analistas ambientais da Semar.
O empresário Tiago Junqueira, dono da Fazenda Chapada Grande, em Regeneração, também foi preso.
Corrupção
De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Segurança, as investigações da operação começaram em 2015, por meio de uma denúncia anônima feita à Polícia Federal e, posteriormente encaminhada ao Greco, visando a apuração de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, associação criminosa e advocacia administrativa, além de crimes ambientais.
Segundo a Polícia Civil, o prejuízo chega a mais de R$ 3 milhões e envolve supostamente desvio de verbas públicas, o uso irregular de bens públicos e emissão de licenças ambientais de forma irregular, dentre outros.
Propina
Em entrevista coletiva concedida no final da manhã, os delegados Riedel Batista (geral), Rejane Piauilino (Greco) e Willame Morais (coordenador do Greco) garantiram que presos da operação recebiam propina para expedir licença ambiental no estado.
Na coletiva, os delegados justificaram que não podiam contar detalhes sobre as supostas fraudes e corrupção em licenciamento ambiental, já que a ação ainda está sob sigilo, por determinação da juíza da 4ª Vara Criminal.
A operação contou com o apoio de órgãos fiscalizadores, como o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público do Piauí e de instituições financeiras.
Surpresa
Há que se esperar, naturalmente, a conclusão das investigações e a versão dos acusados para se fazer juízo do caso. Mas a operação surpreende. O superintendente da Semar, Moura Fé, é um técnico que desfruta de boa reputação profissional. Ele é servidor do Ibama e já serviu a vários governos.
O empresário Tiago Juqueira é um dos poucos que vieram de fora para investir no Piauí e aqui ficaram. Muitos outros deram no pé. Há mais de dez anos, ele implantou no município de Regeneração um megaprojeto de plantação de eucalipto, a Fazenda Chapada Grande.
O projeto, assentado em uma área superior a 20 mil hectares, conta com financiamento do Banco do Nordeste e incentivos fiscais e impulsionou o desenvolvimento do comércio de Regeneração e da região.
Quando se fala no papel da imprensa em uma entidade de classe há que se pensar na atuação da própria entidade junto aos seus associados, formadores de opinião e governo, incluindo todos os poderes constituídos, que são, em sua maioria, os grandes responsáveis pelas dores e soluções dos setores representados.
Um exemplo no Brasil que envolve praticamente todas as entidades de classe, uma vez que atinge todas as sociedades civis organizadas e empresas instaladas do País, é a questão tributária e a questão dos custos de produção no Brasil. Como que as entidades de classe podem tratar dessa questão junto à opinião pública? Certamente que um esquema bem articulado junto a jornalistas e formadores de opinião pode ajudar muito. Por exemplo, recentemente saiu uma matéria de capa no jornal Estado de S. Paulo falando de um estudo realizado pela ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos sobre o CUSTO BRASIL.
Como os números levantados foram parar na primeira página desse grande jornal, nas suas páginas de conteúdo, na Globo News, Jovem Pan e inúmeros outros veículos de comunicação, com grande penetração no processo de formação da opinião pública e alcance nas esferas dos poderes constituídos? É uma pergunta que vários gestores de entidades de classe, com números, pleitos e estudos igualmente importantes devem estar se perguntando.
Nesse caso e exatamente nesse sentido que uma assessoria de imprensa bem articulada e experiente com relacionamentos significativos pode ajudar a levar essa e outras questões à opinião pública e dar visibilidade a problemas e questões que normalmente ficam restritas aos gabinetes.
E o que significa aqui capacidade de articulação? Ter contato com os principais veículos de comunicação do País, estabelecendo relacionamentos com os jornalistas que realmente importam dentro da estratégia de cada cliente, oferecendo sempre, de forma personalizada, informações e matérias que possam ocupar espaço editorial e garantir a participação dos problemas da entidade de classe no noticiário.
Aqui devemos ressaltar ainda a necessária formação de porta-vozes para que se desenvolva uma proximidade com a imprensa, tornando-os referência para esses veículos de comunicação.
Existe uma enorme diferença entre assessorar empresas, celebridades e entidades de classe. E não existe fórmula pronta. preciso antes de tudo ter capacidade de entendimento do que o cliente, no caso a entidade de classe necessita. Qual é o problema dela? Representatividade? Expansão associativa? Articulação junto aos poderes constituídos?
E a partir dai sim elaborar um passo a passo, como um alfaiate que desenvolve um terno sob medida, de acordo com a necessidade e conforto do cliente.
Assessoria de imprensa para entidade de classe é uma alfaiataria capaz de elaborar as melhores peças, mas que atendam às necessidades específicas de cada cliente. É sob medida, esse é o grande diferencial capaz de efetivamente gerar resultado e colocar os pleitos das entidades em evidência dentro da melhor abordagem possível.
*Vera Lucia Rodrigues é jornalista, mestre em comunicação social pela Universidade São Paulo e há mais de 37 anos dirige a Vervi Assessoria de Comunicação
Você já perdeu uma oportunidade por que não conseguiu tomar uma decisão a tempo? A maioria de nós já passou por isso. Sempre queremos tempo para analisar as possibilidades, pensar nas consequências, fazer a melhor escolha, mas nem sempre dispomos desse tempo. Principalmente no mundo empresarial, muitas vezes é preciso fazer escolhas em um tempo curto. E como fazer isso de maneira rápida? A resposta para isso é simples e complexa ao mesmo tempo: prática. A prática na tomada de decisões leva você a se aperfeiçoar na técnica e, assim, conseguir escolher mais rapidamente e de maneira mais acertada.
Para tomar decisões de forma rápida e certeira, antes de tudo, você precisa estar em um bom estado físico. Tomar uma decisão cansado, com fome ou com sono não é uma boa ideia, pois sua mente não vai estar em pleno funcionamento. Busque dar atenção às decisões mais importantes sempre nos momentos em que sua cabeça ainda não foi consumida por outros problemas. Assim, a chance de fazer a melhor escolha aumenta.
Muita gente pensa que ter menos opções ajuda a tomar uma decisão. De certa forma, isso pode até parecer certo, mas o fato é que, tendo apenas duas opções, por exemplo, você deixa de ter outras possibilidades mais criativas e completas. Entretanto, com três ou quatro alternativas, você tem mais parâmetros para avaliar a situação e mais possibilidades de atuação. Avalie-as de forma prática, separando as que não parecem boas para você. Com o tempo, fica fácil reconhecer padrões nas decisões que você precisa tomar, situações que se repetem, o que abrevia ainda mais o tempo de escolha.
Jeff Bezos, Fundador da Amazon, disse certa vez que divide as decisões que precisa tomar em dois grupos: as que podem ser revertidas e as que não podem ser revertidas. Se você pode voltar atrás futuramente em uma decisão, então não há porque gastar tanto tempo pesando prós e contras. Apenas decida e, se necessário, desfaça a escolha. Agora, se você não poderá voltar atrás, é melhor, de fato, dedicar um pouco mais de tempo na avaliação do problema. O problema, ainda segundo Bezos, é que muitas empresas confundem esses dois tipos de decisões, considerando todas como irreversíveis. Isso resulta em lentidão no processo decisório. O contrário, considerar todas as decisões reversíveis, também é nocivo. Portanto, saiba identificar bem o tipo de decisão que precisa tomar.
Caro leitor, tenha uma coisa em mente: tomadas de decisões fazem parte da nossa vida pessoal e profissional. São inevitáveis. O que podemos fazer é nos acostumarmos a elas e nos aperfeiçoarmos no processo. Isso só vem com a prática. Quanto mais praticar as decisões rápidas, mais naturalmente isso vai acontecer. Ocasionalmente, você fará escolhas erradas, mas terá que conviver com elas. Ninguém é perfeito. Por isso, não deixe de tomar decisões por medo de errar. Saiba que a indecisão é que mata, não a decisão errada. Portanto, evite ficar nessa de “não sei qual a melhor opção, preciso pensar”. Aja com calma, mesmo nas situações mais imediatistas. Confie no seu talento e no seu instinto.
*Janguiê Diniz – Mestre e Doutor em Direito – Fundador e Presidente do Conselho de Administração do grupo Ser Educaciona
O dia 25 de agosto parecia um sábado normal na rotina da nossa cidade, porém não foi. Mar. Vento. Poesia. Foi a combinação perfeita para o lançamento do livro Homo Cactus, do chavalense Marcello Silva.
No final da tarde, junto ao por do sol, na barraca Gamboas, no Porto do Mosquito, universitários, adolescentes, crianças, idosos e moradores das cidades circunvizinhas se reuniram para um bate-papo literário sobre as tramas que Marcello desenvolveu em seu livro de contos.
O bate-papo foi mediado pelo escritor parnaibano Pádua Marques, membro da Academia Parnaibana de Letras. Também marcaram presença os escritores Alexandre César, Carvalho Filho e Antonio José Sales.
Durante o bate-papo, o autor nos contou sobre seu processo criativo e a escolha do título da obra. Segundo Marcello, Homo Cactus representa a força, a resistência do povo nordestino, que mesmo diante de toda dificuldade, consegue criar poesia. Cada conto presente no livro, traz a vivencia do autor quando criança, são estórias ouvidas no alpendre de casa, muitas delas narradas pelos avós.
Rasga mortalha, imburana, benzedeira, lobisomem, pau-d’arco, curral, casa de taipa. Cada palavra nos leva ao imaginário popular cearense; cada palavra nos leva para dentro do sertão cantado por Luiz Gonzaga e versado por Patativa; cada palavra reafirma a força cultural do sertanejo, que R.E.S.I.S.T.E como um Homo cactus. Fonte: Neycikele Sotero.
Como seria o Brasil de hoje se a Odebrecht e a OAS continuassem dando as cartas?
Ascânio Seleme – O Globo
Se o bombardeio contra a Lava- Jato feito pelo PT e por outros partidos tivesse conseguido destruir a operação, a história desta eleição seria bastante diferente. Apesar da felicidade geral da nação petista, que teria seu Lula livre, o país seria outro. Ou talvez o mesmo de anos atrás. Vamos ver como estaríamos nesse momento caso Moro, Bretas, Dallagnol e suas equipes tivessem sido efetivamente impedidos de prosseguir investigando casos de corrupção e punindo corruptos.
Lula — Estaria em plena campanha eleitoral. Como não poderia viver o papel de vítima, muito provavelmente não teria 37% das intenções de voto. Passaria toda a campanha explicando a corrupção endêmica de seu partido, o desastre do governo de Dilma e as acusações contra ele que não foram adiante com o sepultamento da Lava-Jato. Odebrecht e OAS estariam financiando a campanha pelo caixa 2. Nas folgas da maratona eleitoral, relaxaria no seu tríplex no Guarujá ou no seu sítio de Atibaia.
Dilma — Sem Lava-Jato, o Congresso não teria reunido força política para afastá-la do cargo. Estaria pilotando uma economia agonizante. Seu índice de aprovação seria baixo, mas melhor do que Temer experimenta hoje, porque tem gente que não quer mesmo enxergar. Seguiria no Planalto até se aposentar em 31 de dezembro.
Temer — Teria se desincompatibilizado da vice-presidência para concorrer a uma vaga na Câmara. Como as acusações contra ele não seriam investigadas, muito possivelmente seria eleito na margem de erro.
Antonio Palocci — Esse já estava bastante sujo por falcatruas anteriores à Lava-Jato, mas mesmo assim seria candidato a uma vaga na Câmara. Não seria chamado para ajudar no plano de governo de Lula, muito liberal para este novo PT.
José Dirceu — Cumprida sua pena pelos crimes do mensalão, voltaria a encarnar o papel de guerreiro do povo brasileiro. E muita gente acabaria caindo nessa. Seria, claro, candidato a deputado federal. Não arriscaria uma eleição majoritária.
Eduardo Cunha — Solto, com dezenas de contas milionárias no Brasil e no exterior, continuaria achacando empresas e empresários. Seria o deputado federal mais votado do Rio e financiaria uma bancada gorda com mais de 100 parlamentares em diversos estados. Voltaria a presidir a Câmara.
Sérgio Cabral — Seria o candidato a vice de Lula. Agregaria o perfil do governador pop do Rio, o tempo de TV e o fundo partidário do MDB à campanha petista. Nas folgas de campanha descansaria com a serelepe Adriana Anselmo na sua casa de Mangaratiba cercado de quadros de Romero Brito e garrafas de vinho de US$ 2 mil a unidade.
Aécio Neves — Como Temer não teria sido presidente, a série de eventos provocados pelas gravações de Joesley não ocorreria. Aécio não teria sido flagrado chafurdando nos cofres dos Batistas e seria, portanto, o candidato do PSDB a presidente. O “bom moço” de Minas chegaria embalado pelo enorme recall de 2014 com chances de ir para o segundo turno.
Gleisi Hoffmann — Seria coadjuvante no cenário nacional. Mas certamente se candidataria mais uma vez ao governo do Paraná.
Lindbergh Farias — Não se conheceria o seu lado aloprado e não teria a visibilidade que ganhou com o impeachment de Dilma e a prisão de Lula. Por isso, suas chances de sucesso na reeleição seriam menores.
Marcelo Odebrecht — Estaria hoje um pouco mais pesado, já que não teria passado dois anos na cadeia sem nada para fazer a não ser ginástica. Teria mantido o Departamento de Operações Estruturadas de sua empresa e continuaria jorrando dinheiro desviado do público para campanhas privadas. Todos os outros empreiteiros estariam muito bem, obrigado.
Léo Pinheiro — Já teria sido chamado para fazer algumas reformas e ajustes no tríplex dos Lula da Silva no Guarujá.
Petrobras — Não teria recuperado os R$ 2,5 bilhões com a Lava-Jato. A sangria continuaria em curso.
Pedro Barusco — Não seria conhecida a medida monetária em que um Barusco equivale a 100 milhões de reais.
Alberto Youssef — Com o dólar a R$ 4, estaria nadando de braçada.
Tesoureiros — Todos os do PT estariam bem e felizes. Nenhum teria sido preso.
Marqueteiros — João Santana e Mônica Moura estariam cuidando da campanha de Lula. Duda Mendonça continuaria no mercado.
Advogados — Alguns dos maiores do Brasil teriam dezenas de milhões de reais a menos em suas contas. E Zanin… que Zanin? Ninguém conheceria Cristiano Zanin.
A crise nos hospitais de Campo Maior e de Castelo do Piauí ocupou o noticiário da semana passada. A situação foi exposta a partir de áudios de seus diretores que vazaram através das redes sociais, nas quais relataram a falta de insumos para o funcionamento dos hospitais.
O secretário de Saúde, Florentino Neto, também se pronunciou, negando a crise. Ele garantiu até que o Hospital de Campo Maior, por exemplo, tem R$ 500 mil sobrando em caixa e créditos a receber.
O Hospital de Batalha é um dos 94 que não recebem repasses da Saúde
O vazamento dos áudios resultou na exoneração dos diretores dos dois hospitais e repercutiu amplamente também nos meios políticos.
Estado deve a hospitais
A penúria dos hospitais, negada pelo secretário de Saúde, não se resume, porém, a esses dois. A situação da saúde no interior é dramática.
Conforme o Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde, estão atrasados os repasses para os 94 Hospitais de Pequeno Porte (HPP). Esse atraso já chega a 10 meses.
São quatro meses do Governo Zé Filho e os demais do Governo Wellington Dias.
O Cosems informou que houve gestões junto à Secretaria de Saúde, intermediadas pela APPM e pelo próprio Conselho, para acertar os pagamentos, mas os vários acordos firmados ao longo do tempo não foram cumpridos.
Mais atraso
O Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde informou ainda que estão atrasados também os repasses dos recursos do cofinanciamento do Sus. Esse atraso chega a 12 meses de atraso.
O Governo do Estado deve repassar esses recursos para os municípios com o objetivo de fortalecer a atenção básica no interior. Aí estão incluídas as ações do Programa de Saúde da Família (PSF).
O município com 10 mil habitantes deve receber R$ 9 mil por mês. O que tem 20 mil habitantes tem direito a um repasse mensal de R$ 19 mil para o confinanciamento da atenção básica.O repasse desses recursos está atrasado para os 224 municípios do Piauí.
O Cosems não soube informar o valor da dívida. Só o município de Teresina tem R$ 15 milhões a receber.
Justiça
Agora, os prefeitos começam a buscar a via judicial para resolver o problema, ou seja, para receber os pagamentos em atraso.
Eles alegam que não têm condição de continuar bancando as despesas com a saúde sem a contrapartida obrigatória do governo.
Andava eu escacaviando ontem na internet e me veio notícia de que uma epidemiologista alemã de nome Karin Michel, presidente de um tal de Instituto para a Prevenção e Epidemiologia de Tumores, na Universidade de Freiburg e pesquisadora da Universidade de Harvard que andou descobrindo coisas horríveis sobre o nosso tão querido e gostoso óleo de coco. Disse poucas e boas.
Disse pra uma pá de gente pelo mundo que o óleo de coco é mais perigoso que a banha porque contém quase que exclusivamente ácidos graxos saturados que aumentam os níveis de colesterol, o bom e o ruim, o que pode entupir as artérias. Portanto, na opinião dela, o óleo de coco é um veneno. Quem sou eu que não sou médico nem nada pra discutir com tão alta autoridade?
Óleo de coco. Sim, aquele mesmo que até outro dia era usado e abusado na nossa cozinha, agora passou a ser espinho de garganta! Qual é o filho de Deus aqui no Nordeste que não conhece? Qual é o cristão aqui em cima da terra que já morreu porque havera de ter comido um capitão de feijão temperado com azeite de coco, uma manjubinha frita, um mandi, um feijão verde, me diga? Conversa mais besta essa, dizer agora que azeite de coco causa alguma doença!
Desde que me entendo por gente, e quando e quando ainda não tinha por aqui esse tal de óleo de soja, que no interior, aqui do Bom Princípio, Cocal, Buriti dos Lopes, Marruás, Brejinho, que se tempera comida com azeite de coco ou banha de porco. E vem um e diz uma coisa e vem outro e desmente ou acrescenta mais! E em quem se pode acreditar numa hora dessas, meu Deus do Céu! Aonde é que inventaram mais essa, botando culpa no azeite de coco?
Azeite de coco que servia até pra passar no cabelo das meninas. A gente via no final de tarde nas portas das casas, as mães sentadas com as filhas menores entre as pernas, catando piolho. E aquele pente fino ia tirando os piolhos e as lêndeas que iam caindo aos montes num pano encardido. Horas e mais horas naquela arrumação besta na porta de casa. Uma coisa sem fim. Se pegava piolho que nem nuvem. Depois vinha o banho de azeite de coco. Shampoo era coisa de astronauta!
Aquelas meninas com olhinhos de bribas, reclamando às vezes de algum puxão mais duro. Era ocasião pra duas, três mulheres ficarem na porta de casa falando da vida alheia ou delas próprias. Se pabulando disso ou daquilo. Estava ali mais uma serventia do azeite de coco. E a mãe ali, matando piolho com aquela sensação de pegador de jacaré, com aquela faca no cós da calça, pronto pra rasgar a goela do bicho.
Tudo assim sem pestanejar e sem muita conversa. Depois o jacaré ia ferver na panela ou frito com azeite de coco. Agora mais essa de dizer que faz mal. Faz mal e muito é neste tempo de pouca confiança os políticos andarem na rua prometendo isso e aquilo. Dizendo que vão fazer porto, ponte, dar luz e água de graça, escola, aumento de salário pra professor e hospital de primeiro mundo. Isso é que faz mal. Queria ver era essa pesquisadora subir no coqueiro e ir derrubando coco pra tirar azeite. *Pádua Marques, jornalista e escritor.
Quem ouve os candidatos ao governo do Piauí – e também outros para o Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa – fica sabendo que entre as suas propostas, eles elencam vários projetos para o setor da saúde. Parece que esse setor virou o epicentro de todas as denúncias fazendo crer que a crise dos hospitais regionais do estado pode ter chegado a um ponto tal que as denúncias se multiplicam através das redes sociais.
Se ouve, por exemplo, um áudio onde se imagina que seja a diretora falando do caos no hospital regional de Campo Maior. E, assim, servidores de hospitais de outros municípios já não conseguem mais se calar diante de tantas dificuldades. Diz-se, que no Hospital Regional de Campo Maior, os médicos vão deixar de atender e que serão fechados 30 leitos, pois na unidade falta de tudo, sem medicamentos, sem alimentação e sem salários. Seguramente, os doentes de maior urgência e casos de maior complexidade serão todos transferidos para outras cidades, preferencialmente Teresina.
Pelo exemplo de Campo Maior dá para se ter uma ideia do que acontece nos outros hospitais, nos mais distantes interiores do Piauí, a começar pelo atraso de salários – em alguns, há mais de quatro meses, como se denuncia no caso do hospital regional de Picos. Em um período em que as doenças endêmicas recomeçam e se tornam mais necessárias ações preventivas e ações de restabelecimento da saúde das pessoas, torna-se impossível buscar alternativas imediatas que não seja a pronta intervenção do governo no setor, já que os médicos não querem mais atender nos hospitais pela absoluta carência de meios para fazê-lo, e, com isso, a população é quem termina sendo prejudicada, numa demonstração evidente do caos completo no setor.
Parnaíba precisa ser olhada de uma forma livre, sem nenhum resquício de partidarismo, porque ela é maior que todo e qualquer sentimento limitado. Nós que hoje habitamos a cidade vamos passar, todos. E ela ficará, para nossos filhos, netos, filhos e netos de nossos familiares e amigos. E neste contexto cabe uma reflexão: o que estamos fazendo para tornar nossa cidade mais agradável, mais gostosa de se viver?!!!
Olhando as discussões políticas nas redes sociais o que se vê é um amontado de bobagens, idiossincrasias, diarreia verbal. Uns achando que o prefeito é ridículo, faz uma administração medíocre e que todos os que fazem hoje a administração municipal são suspeitos. Suposições que se baseiam em quê? Mão Santa é o prefeito, quer queiram ou não. Eleito democraticamente pela vontade popular, a mesma a que vai se submeter quando terminar o mandato, caso queira a reeleição. E ninguém votou nele enganado. Todos o conheciam de velhas eleições. Ele sempre foi do jeito que é.
Não vamos tentar santificar ou demonizar quem está ou quem esteve no poder. A discussão é mais ampla, mais abrangente. Qual o saldo positivo, concreto, dos que passaram e o que se pode vislumbrar dos que aí estão?
Sobre Mão Santa, que se espere até 2020 para retirá-lo ou não do poder. Que as críticas aconteçam, para aperfeiçoar a administração. Isso é válido. Mas invalidemos o deboche, a tentativa de ridicularizar a autoridade legitimamente constituída.
Se tão insignificante fosse Mão Santa, como a oposição tenta pintar, por que tantos pré-candidatos ao governo do Estado teriam vindo buscam seu aconselhamento? Todos estariam fora da caixinha, como acham que o prefeito de Parnaíba está?! E em que somam os deboches, as mentiras, os factoides… enquanto isso o inimigo da cidade ronda, em busca de mais 4 anos de poder.
Estamos numa campanha eleitoral, com candidatos velhos, de métodos carcomidos, que sufocam o progresso e envergonham a população, com suas práticas indecentes. O que vamos fazer para nos livrar disso? Sabe-se que o mal vence na ausência do bem. E onde está o bem? Onde estão os bons, que podem nos tirar do lamaçal a que nos relegou este governador Wellington Dias?!
Desde que me entendo por gente nesta cidade ouço falar de uma tal “união pela Parnaíba”, que nunca vem.Por exemplo: quem protestou na Assembleia Legislativa contra o deboche do governador Wellington Dias contra as coisas de Parnaíba? Quem em Brasília se lembra da cidade na hora das emendas parlamentares, nas quais se sustentam alguns investimentos que ocorrem nos municípios do Estado? Sim, porque o Fundo de participação só dá – e mal – para a folha de pagamento e o Piauí não tem indústrias, não tem grandes empreendimentos por omissão do atual governante que, ao invés de pedir pelo menos a conclusão das obras dos Tabuleiros , e/ou outra obra estruturante, se preocupou em puxar o saco de Lula e Dilma, quando no poder, e agora de Lula, quando atrás das grades. É esta a visão do primeiro mandatário do estado: ser subserviente para receber de Lula a alcunha de “índio mais sabido do Brasil”.
O que de prático existe em Parnaíba, do governo do Estado, funcionando a contento? E por que votar em um governante que deu as costas para a educação e agora tem seu governo envolvido em escândalo, sob suspeita de roubalheira na Secretaria, que era comandada pela 1ª dama do Estado? Reflita-se sobre isso, porque o assunto é muito sério. voltaremos ao assunto