
Palestras de Lula lá fora já valem o dobro das de FHC





A deputada estadual Flora Izabel realizou um pronunciamento na tribuna da Assembléia Legislativa do Piauí (Alepi) contra o uso do nome “cajuína” pela Coca-cola, que pretende dá esse nome ao seu novo refrigerante feito de caju, o “Crush Cajuína” (Foto). Segundo a deputada, a empresa multinacional decidiu tomar para si a cajuína, ao perceber que o consumo está ligado diretamente a cultura dos piauienses.Flora afirma que a Cajuína é reconhecida por lei como um patrimônio do povo piauiense. Segundo ela, o Decreto Nº 13.068, de 15 de maio de 2008 declara de relevante interesse cultural o modo de fazer tradicional da Cajuína do Piauí.”Esse decreto tem mais que o peso de uma patente, já que define o modo de produção da cajuína e resguarda o interesse de todo o povo piauiense. Por isso, estamos pedindo uma mobilização geral contra esta atitude da Coca-Cola”, destacou. Segundo a deputada, a multinacional não tem o direito de tomar para si a identidade cultural do Piauí para ter lucros, o que caracterizaria como falsidade ideológica.A deputada destacou também que ao lançar um refrigerante com o nome de Cajuína, feito com água, açúcar e um pouquinha de caju e guaraná, será inviabilizada a produção da Cajuína tradicional, o que levará pequenos produtos à falência, desestabilizará o mercado e causará grandes prejuízos à cadeira produtiva da cajucultura.Com informações do Portal da Clube.

Mas Jobim não caiu pelas promessas não cumpridas. Ele cometeu um pecado muito maior: disse em quem votou, disse que a ministra Ideli Salvatti é fraquinha, disse que a ministra Gleisi Hoffman não conhece os mecanismos de Brasília – e quem o negaria, lembrando que Ideli nunca se notabilizou pela habilidade e que Gleisi, que sempre fez política estadual, só neste ano chegou à área federal? Jobim, com toda a sua habilidade e experiência, deveria saber que transpôs o limite do inaceitável: o Governo não admite que alguém diga a verdade.
E o substituto? Celso Amorim, como chanceler, fez com que o Brasil perdesse todas as disputas internacionais e se alinhasse a ditaduras. Estendeu o tapete vermelho para Hugo Chávez. Evo Morales tomou na mão grande, militarmente, a refinaria da Petrobras; Fernando Lugo multiplicou por três o custo da energia de Itaipu; Chávez prometeu investir na refinaria de Abreu e Lima e ainda não pôs a mão no bolso. Celso Amorim é uma rima, e olhe lá; mas jamais uma solução. (* Jornalista)
Magno Martins
Para quem pregava o que pregava, antes de conhecer o gosto do poder e quanto o dinheiro é bom, o PT mudou da água para o vinho.O povo todo é louco por cargos. Agora, fora do poder no Piauí, vivem brigando, acusando-se mutuamente, como fez o estadual deputado João de Deus ao afirmar que o colega deputado Cícero Magalhães estava desesperado por cargos quando defende o nome de Rejane Dias para a prefeitura de Teresina.
Hoje, o senador Wellington Dias participa de uma reunião do PT para decidir a adesão do partido ao PTB, do prefeito da capital Elmano Ferrer. Vão discutir, na essência, quantos cargos a prefeitura tem para oferecer. E assim caminha a petêzada. E o Piaui patina no atraso

Diferente dos repórteres, que se auto-intitulam “filhos da pauta”, os vereadores parnaibanos parecem que não querem mesmo entrar na pauta.
Elas prestam serviços relevantes na construção do País, têm prestigio internacional, criam empregos e geram divisas. Mas por que nas grandes falcatruas, propinas e licitações viciadas em ministérios e estatais elas estão sempre envolvidas?
Soube que a grande dúvida dos responsáveis pela vinda da cantora Paula Fernandes a Parnaíba (3 de setembro) é a definição dos preços das mesas a serem colocadas à venda. Não nos falaram do preço do cachê, a ser pago, porém, falaram-nos que em Presidente Dutra, no Maranhão, por onde ela também passará, na tournè que a trará a Parnaíba, as mesas foram postas à venda no valor de 600 reais “e todas já foram vendidas.E em Teresina também”, disse-nos um locutor da rádio Liderança FM, associada no empreendimento ao empresário “Maluco”, da MShows.
Como o doutor Cajubá (foto com o filho Roberto) me conhece desde os tempos em que fui assessor de comunicação da Associação Comercial de Parnaíba, quando ele era presidente,( e minha indicação deveu-se à interferência do amigo dele Dr. João Silva Filho, meu chefe na rádio Educadora) fiquei a meditar: “Se doutor Cajubá que me conhece fez essa observação, é necessário eu repensar minha decisão. Ou recolher-me ao ostracismo, à minha insignificância. Né não?!A expressão ‘assinar embaixo’ virou letra morta no Congresso. Em vez de caneta, os parlamentares deveriam usar lápis para subscrever CPIs. Fica fácil apagar depois.
Deputado Chico Alencar (PSOL-RJ), sobre os senadores que pressionados pelo governo, recuaram e retiraram suas assinaturas da CPI da Corrupção

Adalgisa, ao que se informa, deverá comandar o PSC, partido do marido. Eles devem participar das eleições municipais do ano que vem