
Por:José Olímpio Castro

Por:José Olímpio Castro

W. Dias (Foto:Fernando Gil Lustosa/Portalaz)
Por:Cláudio Barros/Portalaz
Há uma série de adjetivos para (des)qualificar o governo e o governador atuais do Piauí. Podem usar o que quiserem mas só posso considerar lendários, o senhor Wellington Dias e sua gestão. Há dois bons motivos para isso!
Wellington Dias começou o ano celebrando o PIB do Piauí em padrão chinês. Olhava pelo retrovisor e enxergava a expansão da economia no ano de 2017, mas isso pouco importava: tomou para si uma obra que não é sua (o crescimento da economia) e botou sua máquina de marquetagem para passar o verniz na obra.
O ano chega ao final e o governador segue em sua sanha legendária. Gravou vídeos em que, em ar professoral, menciona as estratégias de seu governo para a vacina contra a Covid-19, além de dizer que seu governo tem um plano para uma vacina ainda indisponível e sem uma logística de distribuição. Explica tão bem que até convence. Mas é pura prestidigitação, a maior especialidade do atual governante do Piauí, que bota fermento no quase nada que faz.
Assim, não é possível que se gastem adjetivos com o governador, seja para o bem, seja para o mal.
Melhor chamar a ele e a seu governo , como já posto, de lendário. Como substantivo, segundo o dicionário de Houaiss, é autor ou compilador de legendas(lendas).
Como adjetivo é referente a legenda(lenda), o mesmo que lendário, este definido como concernente ou que tem cunho de lenda, que só existe ficticiamente.
Eis, pois, sua excelência, o governador, uma ficção que fala macio e ainda ganha aplausos.

Sábado, véspera do segundo turno em Teresina. O governador Wellington Dias (PT) vestiu sua camisa com número 13 e mandou seu recado: a mudança que ele quer para Teresina é a vitória de Doutor Pessoa (MDB). No apelo que circula nas redes sociais, usou o mesmo bordão que deu nome às coligações de suas três últimas campanhas para o Governo do Estado, “vitória com a força do povo”.
É verdade, o povo já votou e elegeu Wellington 4 vezes governador em primeiro turno. Mas beneficiado de verdade, só o povo dele. O petista nunca foi de emprestar capital eleitoral para ninguém. Nunca incentivou que alguém pudesse ser enxergado como “líder”. Está fazendo os dois agora com Dr. Pessoa.
Estranho, né?
É bom refletir se a mudança que faz bem a Wellington faz bem ao povo de Teresina ao mesmo tempo.
Veja o vídeo abaixo e o seu sonho de mudança é igual ao Wellington, como ele diz:
A participação de Wellington Dias foi definitiva no percurso da campanha de Pessoa, desde o patrocínio direto e indireto de ataques em redes sociais – qualquer investigação séria encontra o rastro da sujeira nas redes sociais – até a chantagem eleitoral de lideranças e grupos políticos, como aconteceu imediatamente após o resultado do primeiro turno. Tudo, claro, passando também pela intimidação da imprensa e o uso da máquina diretamente na campanha. Disparos em massa de mensagens eleitorais e lavagem de dinheiro para caixa 2 de campanha já são investigações em curso dentro da Polícia Federal.
De todo modo, pelos motivos certos ou errados, a decisão do voto quem toma é o eleitor. E seja qual for o resultado, é hora do eleitor se responsabilizar por ele. (Marcos Melo)
Entre 2016 e 2020, o partido de Lula e Dilma encolheu ainda mais entre os municípios que já governava
Em 2016, o PT conseguiu conquistar 256 prefeituras de todo o país, mas este ano esse número despencou.
Dentre os 256 municípios que eram governados pelo PT, 165 (65%) rejeitaram o retorno do partido de Lula ao governo municipal.
Além dos municípios que já governava, o PT venceu em apenas outros 88 municípios no primeiro turno de 2020. Total: 179 governos municipais, uma queda de 30% em relação a 2016 e de 72% em relação a 2012.
Levantamento do Diário do Poder revela que entre os 65 prefeitos petistas reeleitos em 2016, no final do segundo mandato em 2020, apenas 21 conseguiram eleger um sucessor do PT.
No Rio Grande do Sul, o PT conseguiu conquistar 39 prefeituras em 2016. Este ano, apenas 8 dessas prefeituras elegeram prefeito petista.
No estado de São Paulo, apenas o ex-ministro Edinho Silva conseguiu ser petista e reeleito prefeito de Araraquara. O PT perdeu 7 dos municípios que governava no estado a partir de 2016.

Por:Josino Ribeiro Neto(*)
O Governador do Piauí, que desempenha uma administração péssima, marcado por desídia e omissão de enfrentamentos dos problemas do Estado. Preenche o vazio de sua desastrada administração, utilizando as redes sociais e se arvorando de liderança maior entre os governadores nordestinos, numa atitude de aparente e pífia de oposição ao Governo Federal, restando o abandono de suas obrigações junto a população que o elegeu .
A segurança pública não existe. O percentual do índice de criminalidade supera em muito o aceitável; a educação, na avaliação de órgãos especializados, está situada entre as piores praticadas no País; a saúde, o Governador, conforme afirmam, só cuidou da pandemia, enquanto recebia recursos financeiros; as rodovias estaduais, sem manutenção, estão intrafegáveis, esburacadas, causando constantes acidentes e, nada funciona.
Em suma, urge que o Governador cumpre o seu dever de administrar o Estado com eficiência, pare de fazer propagandas de obras custeadas pelo Governo Federal, que tanto critica, e volte a sua atenção para os graves problemas que acontecem por aqui e que necessitam de sua atenção.
Os piauienses votaram no Senhor, Governador, apostando na sua capacidade técnica e jovial e merecem uma administração honesta e proveitosa para todo o Estado. Cuide de mudar!(Fonte:cidadeverde)
(*)Advogado


Ao ser questionado sobre as declarações de Ciro Nogueira (PP), nas quais o senador disse que o Consórcio Nordeste, no qual ele (Wellington Dias) se tornou presidente, é uma ‘piada’ e que não serve para o Piauí, o governador se limitou a pedir proteção divina ao parlamentar e, tentando fugir de mais polêmicas, afirmou que quem responderá politicamente pelo Consórcio é o governador do Maranhão, Flávio Dino (PT).
No entanto, Dias, como de costume, voltou a comentar com euforia sobre as ações do Consórcio, e destacou que trabalhará em um gestão integrada, que englobe os oito estados que compõem o grupo. Vamos esperar e torcer, para que dessa gestão piauiense, colhamos bons frutos, pois está mais do que na hora de sair algo concreto, não é mesmo?!
O arcebispo de Teresina, Dom Jacinto Brito, criticou a lotação nas praias e nos estabelecimentos comerciais enquanto as igrejas continuam vazias nesse período de pandemia do novo coronavírus. As declarações ocorreram no momento da homilia na missa pela festa da padroeira da Arquidiocese, Nossa Senhora das Dores, na terça-feira (15) e repercutiram nas redes sociais.

Durante a homilia, o arcebispo diz ter conhecimento da gravação das suas palavras, mas que continuaria a declarar a sua opinião sobre o fato. Dom Jacinto conta que fez uma rápida viagem a cidade de Parnaíba para participar da missa solene do Jubileu de 75 anos da Diocese de Parnaíba, na terça-feira (8). “As praias no final de semana, no feriado, não vi distanciamento, não vi máscara, não vi álcool em gel. Eu enfrentei um trânsito tremendo para chegar a Parnaíba, a fim de participar dos 75 anos da Diocese. Eram centenas e centenas de veículos”, diz no vídeo da homilia.
Dom Jacinto questiona: “por que as praias não tem coronavírus e as igrejas tem? Nossa Igreja Católica foi a entidade que mais colaborou para a preservação da vida. Não tenho nenhuma dúvida, tenhamos coragem de chegar, de participar. Abram as portas das igrejas. Quem não pode estar dentro, fique no pátio. Multipliquem as celebrações, mas chamem o povo católico para a Igreja. Chega! Cinco meses de jejum. Chega”.
Ao chamar os católicos para participar das celebrações presenciais, o arcebispo ressalta que é necessário manter a “consciência, a prudência e o cuidado, mas não o medo excessivo”. Dom Jacinto também relata que outros templos religiosos mantiveram as atividades sem restrições de distanciamento social.
“(O Medo). Isso nos paralisa, queremos isonomia; isso significa sermos tratados da mesma maneira como os templos protestantes, evangélicos, que muitos deles nunca pararam, de março para cá. Eu estou sendo gravado, eu sei. Eu estou certo do que estou dizendo. Nunca foram multados, fechados, nem autuados por isso”, afirmou.
“As praias agora estão cheias. Os restaurantes estão cheios. Os botequins, prostibulos, shoppings, casa de show. Será possível que é só na hóstia consagrada, no Corpo e Sangue do nosso Salvador, quem tem vírus? Não acredito. Jesus continua salvador. Vamos ter coragem de voltar”, desabafou.
Dom Jacinto Brito pede que os “padres, diáconos, coordenadores de comunidade tenham a força espiritual de convidar o povo a voltar às igrejas”.
“Está na hora de voltarmos as celebrações com a devida prudência. Se for necessário multipliquem as celebrações para que haja o número permitido, mas não se acomodem. Tem muita gente se acomodando, chega! A minha palavra é essa: chega de acomodação. É hora de voltarmos”. (Carlienne Carpaso)

O ex-deputado estadual, ex-secretário de Segurança do Piauí e candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo médico Dr Pessoa (MDB), Robert Rios Magalhães (PSB) foi internado nessa terça-feira (15) com Covid-19.
Robert Rios está em um hospital particular em Teresina com pneumonia e 50% do pulmão comprometido. Ele- que está no 13º dia da Covid-19- estava em tratamento em casa, mas teve que ser hospitalizado.
O candidato a vice-prefeito está em um leito clinico e consciente. Devido a doença, ele não participou da convenção municipal que homologou a chapa nessa terça-feira (15).
Graciane Sousa
No Piauí existe um grande risco para a segurança pública que já é bastante precária. Trata-se da partidarização do setor. Isso ocorre desde sempre. Mas na atual gestão do governador Wellington Dias (PT) assume contornos dramáticos — e preocupantes.

Charge retrata ação de policiais na periferia em benefício do pré-candidato Fábio Abreu
A Polícia Militar, que deveria garantir a segurança da população, está sendo usada, agora, para garantir votos aos candidatos de sua preferência. Nunca se viu tamanha ostensividade — e agressividade da corporação.
O momento atual merece, inclusive, uma análise profunda, um estudo de caso. Está se parecendo, e muito, com a série dos anos 80 “Deu a Louca na Polícia”. Cabo ataca major, major candidato ataca governador e prefeito, capitão aposentado beneficiado com distribuição de cestas na periferia.
O pior está por vir, pode acreditar. Nenhuma instituição se sustenta na obscuridade. Não é papel da polícia fazer política. É papel determinante na Constituição fazer segurança. Garantir que o cidadão, mesmo os que fazem política, possam atuar livremente.
Não é o que está acontecendo na atualidade piauiense. Novas revelações estão por vir. A instituição pública pode estar sendo usada de maneira partidária para assegurar votos na distribuição de alimentos aos carentes. E mais, muito mais.
Pode haver algo mais absurdo do que um candidato apoiado pelo governo do estado distribuir cestas de alimentos na periferia de Teresina?! O Ministério Público Eleitoral já deveria estar no caso. Estranhamente pede que a população, que não tem meios, produza provas. Sinceramente. (Toni Rodrigues)

Por: José Olímpio
A temporada das pesquisas de intenção de voto já começou. Cuidado para não se deixar enganar pelas consultas de araque.
Desde que surgiram no processo eleitoral brasileiro, não raro as pesquisas de intenção de voto são utilizadas para fraudar a vontade popular.
Com a ajuda da mídia, tentam induzir o eleitor a votar neste ou naquele candidato, o que configura crime eleitoral, mas nunca se viu um instituto ou políticos envolvidos nesse tipo de fraude serem punidos.
Aqui em Teresina, a cada eleição, são divulgadas dezenas de pesquisas fajutas, que atendem a todos os gostos, sob as vistas complacentes do Ministério Público Eleitoral e da Justiça Eleitoral, a quem cabe zelar pela lisura das eleições.
Nunca, porém, se ouviu falar na apuração rigorosa de eventuais crimes eleitorais praticados pelos institutos e seus clientes. Passada a eleição cai tudo no esquecimento.
Muitas dessas empresas são criadas às vésperas das eleições, não possuem sede nem pessoal habilitado a fazer esse tipo de trabalho. É uma verdadeira molecagem. Encerrado o processo eleitoral, esses institutos tomam doril, desaparecem do mercado, e só na próxima eleição eleição se ouvirá falar neles novamente.
E quem paga o pato são as empresas sérias que estão há anos no mercado, possuem sede própria, registro e são presididas por estatísticos respeitados, que trabalham o ano todo, em diversos setores, e terminam sendo confundidos com os picaretas que surgem em períodos eleitorais fazendo toda sorte de falcatruas.
Pesquisas devem servir para que os partidos reorientem suas campanhas, a postura de seus candidatos e corrijam eventuais erros. Nunca para enganar o eleitor e fraudar o processo eleitoral.
Algum tempo atrás, a imprensa andou falando numa investigação da Policia Federal para acabar com essas fraudes, mas, se de fato foi realizada essa investigação, ninguém tomou conhecimento do resultado.
No Brasil, essa prática criminosa, lamentavelmente, é vista com descaso pelas autoridades. Não se tem notícias da punição rigorosa de quem faz e de quem contrata essas pesquisas feitas com o propósito de influir no ânimo dos eleitores e alterar o curso das campanhas eleitorais.
Vamos esperar que nas eleições deste ano haja uma fiscalização maior e que essas consultas de araque sejam tratadas com mais rigor pelo TRE-PI e MPE, com a punição exemplar de quem as produz e de quem as contrata.

A máscara tornou-se acessório de uso indispensável e obrigatório em locais públicos, de acordo com o Decreto N° 19.055 ,do governo do Estado, sob pena de pagamento de multa. A medida é reconhecidamente eficaz no combate à propagação do novo coronavírus. Mas as pessoas com autismo, ou síndrome de Down, estão isentas dessa obrigação e não serão multadas caso sejam flagradas sem a máscara.
A decisão atende a uma solicitação da Secretaria do Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), por reconhecer que essas pessoas têm dificuldade em manter o acessório no rosto e, em muitos casos, sequer compreender a gravidade da doença. Para elas, colocar uma máscara pode provocar um grau de irritabilidade e alteração de humor indesejáveis. Portanto, em se tratando de pessoas especiais, o governo do Estado entendeu que poderia desobrigar essas pessoas do uso do acessório.
É uma questão de sensibilidade com pessoas que possuem necessidades especiais e precisam, por isso, ser tratadas de forma especial. É o mesmo critério adotado para crianças com menos de 2 anos de idade. Para o restante da população, a máscara continua sendo obrigatória, como forma de proteção a si e aos outros.(Cláudia Brandão)
Provando mais uma vez que, pra ele, Parnaíba é nada, zero à esquerda, o governador do Piauí, Wellington Dias, desconsiderou também os companheiros de Partido no município, não reconhecendo em nenhum deles condições para figurarem como pré-candidato a vice-prefeito da cidade. A escolha recaiu no nome do suplente de deputado Tererê, do PV, partido de Teresa Brito, deputada que é ferrenha opositora do governo do PT na Assembleia.

Aos petistas da Parnaíba coube recolherem-se à insignificância de cada um, aceitando a imposição feita a todos. O governador agiu como se no PT só existisse Florentino Neto, derrotado em 2016 em seu projeto de reeleição, por excesso de arrogância e vaidade. Agora, como secretário de saúde, alimenta alguns vereadores e suplentes com gordos contracheques na secretaria de saúde, para tentar passar a impressão que tem alguma liderança no município.
Wellington Dias não quer que o PT morra no Piauí. E já ensaia empurrar seu secretário de finanças, Rafael Fonteles, como seu sucessor no governo do Estado, isto porque não quer “largar o osso” e manter o PT vivo no restante do Estado (menos em Parnaíba), a qualquer custo, embora o mundo já reconheça que a sigla não representa mais uma agremiação partidária, mas uma facção criminosa.
A hora é de reação de todos os que aqui residem. Parnaibanos ou não. Wellington Dias não tem porque impor nada em Parnaíba. Não deu nada a cidade, em mais de 15 anos que governa o Estado. Mentiu demais. Prometeu excessivamente e não cumpriu. Iniciou obras que nunca terminou. Sucateou e faliu algumas instituições que aqui funcionavam muito bem, a exemplo da TV Delta e do antigo IAPEP. Por que ainda tem parnaibanos que respeitam e obedecem as ordens deste rapaz? Wellington Dias deveria ser considerado em Parnaíba Persona non grata, pelo muito de atraso que nos proporcionou. (Por: Zé Maranhão)

Por: José Olímpio
Sem acesso ao Fundo Eleitoral e com o fim das coligações proporcionais, os partidos nanicos ou siglas de aluguel vão desaparecer do mapa.
O mercado do voto sofrerá uma baixa significativa e a democracia, penhoradamente, agradece. Foi um passo ainda tímido na busca da moralização da prática política, mas já é um avanço.
As eleições municipais deste ano serão as primeiras com a proibição de coligações proporcionais. Em razão disso, houve a extinção ou fusão de muitas siglas nanicas. Vereadores eleitos por esses partidos procuraram abrigo em legendas tradicionais, a fim de garantir a renovação do mandato.
A proibição de coligações proporcionais vale também nas eleições de deputados estaduais e federais. Os donos dessas siglas nanicas, que se elegiam graças às alianças fisiológicas, a partir de 2022 vão ter que procurar outra atividade, pois na política seus dias estão contados.
O partido que não conseguir 2% dos votos válidos distribuídos em um terço das unidades da Federação ou não eleger pelo menos 11 deputados federais não terá mais acesso ao Fundo Partidário.
Aqui no Piauí é quase certo que as siglas de aluguel vão desaparecer e os seus “líderes” também, pois não terão força para disputar espaço com os caciques das siglas tradicionais, como o PSDB, MDB, PT, PSB, PTB.
Essas pequenas siglas, sem nenhuma identidade ideológica, via de regra, eram criadas por arrivistas políticos para negociar apoios ou acordos espúrios com os grandes partidos com chances reais de conquista do poder.
E o único beneficiário desses acordos era o presidente do partido do partido de aluguel que, com um pouco de sorte e muita esperteza, conquistava uma cadeira no parlamento ou uma sinecura no governo de plantão.
Em nosso estado, o pragmatismo dos criadores de partido é tamanho que tivemos o caso de um desses nanicos, o Solidariedade, que era aliado ao Palácio do Karnak e ao Palácio da Cidade, ao mesmo tempo, sendo que o governador Wellington Dias (PT) e o prefeito Firmino Filho (PSDB) são adversários. Com o fim das coligações proporcionais, essa malandragem acabou.
No entanto, temos que avançar muito ainda no aprimoramento de nossa legislação eleitoral e partidária, reforçando a exigência da fidelidade partidária e o fortalecendo os partidos, para acabar com o imoral troca-troca de legenda. A melhor forma de se fazer isso é decretando a perda do mandato do político que, sem justificativa plausível, trocar o seu partido por outro.
O Brasil necessita de uma reforma eleitoral de vergonha e não um arremedo de reforma como a que foi feita. Uma reforma que afaste de verdade a influência do poder econômico e o caciquismo político nos partidos.
Essa reforma, contudo, não pode ser feita pelos atuais congressistas. É necessário primeiro fazer uma faxina no Congresso Nacional excluindo da vida pública os trânsfugas e carreiristas que dominam a Câmara e o Senado.
Por:Fenelon Rocha
A ruptura entre o senador Ciro Nogueira (PP) e o governador Wellington Dias (PT) ganhou repercussão nacional. E foi lido por alguns setores da mídia, como a rede CNN, como um empurrão a mais na relação do senador com o presidente Jair Bolsonaro, a ponto de transformá-lo em uma espécie de avalista do presidente na região Nordeste. Na aviação da rede de TV, Ciro e seu Progressistas têm a capilaridade que Bolsonaro busca, com um grande número de prefeitos na região.
Talvez seja excessiva a leitura sobre o papel de avalista a ser desempenhado pelo senador piauiense. Mas sem dúvida o episódio da ruptura com o governador do PT deve fortalecer a relação de Ciro com o governo federal, ele que já vinha dando mostras nos últimos dois meses do fácil trânsito que alcançou. A cada nova semana, o presidente do Progressista faz uma série de vídeos falando de liberação de recursos para municípios piauienses. Pretende, dessa forma, retomar um papel que já desempenhou em outros governos – o de carreador de recursos.
Ciro Nogueira transitava com desenvoltura pelos gabinetes ministeriais do governo Dilma, e com desenvoltura ainda maior no governo Temer. No governo do emedebista era tido como “um dos cinco grandes” da República, tamanha a facilidade de transitar pelos ministérios e pela força que demonstrava no Congresso. Com tanto poder, injetou recursos no Estado – tanto no governo de Wellington como na quase totalidade dos prefeitos.
Em 2018, Ciro colheu os frutos, recebendo o apoio de grande parte dos prefeitos piauienses. Agora tenta recobrar o poder. Pensando em colher novos frutos em 2022.
Neste momento em que muitas famílias estão perdendo entes queridos, principalmente por conta desta pandemia que grassa o mundo inteiro, vejamos o que nos aconselha a doutrina espírita:
• Lágrimas de saudade não prejudica quem parte. O que prejudica, dificulta o desligamento, perturba o espírito que parte é a revolta, a blasfêmia contra Deus.
• Evitar roupas escuras, ambientes taciturnos, pois estes comportamentos somente geram medo e maior dor aos envolvidos. Não é a cor da roupa que revela sofrimento, respeito ou ajuda e sim, oração sincera.
• Velas e flores são exteriorizações de sentimentos, não fazem mal, mas não ajudam o desencarnado. O que ajuda são orações, o amor sincero, bons pensamentos, fé e certeza da continuidade da vida.
• Como cada Ser tem um período de adaptação e um nível de evolução e compreensão do novo estado, convém esperar um tempo após o desencarne, para doar e se desfazer dos pertences pessoais daquele que partiu. Em casos explícitos de pessoas desprendidas da matéria, espiritualizadas, este tempo não é necessário, sendo muitas vezes, a vontade expressa daquele que se foi.
• TODOS OS ESPÍRITOS SÃO AUXILIADOS. NENHUM FILHO DE DEUS FICA DESAMPARADO. Mesmo os que tiveram uma vida encarnada desregrada, desde que sinceramente busquem auxílio.
VISITA AO TÚMULO:
A visita apenas expressa que lembramos do amado ausente. MAS não é o lugar, objetos, flores e velas que realmente importam. O que importa é a intenção, a lembrança sincera, o amor e a oração. Túmulos suntuosos não importam e não fazem diferença para quem parte.
ORAÇÃO SINCERA AQUIETA A ALMA E ELEVA O PADRÃO VIBRATÓRIO. CRIA UM ESTADO INTIMO DE SERENIDADE FACILITANDO O DESPRENDIMENTO E A ENTRADA TRANQUILA NO MUNDO ESPIRITUAL.
A VIDA CONTINUA SEMPRE!
NOSSOS AMADOS NÃO ESTÃO MORTOS. APENAS AUSENTES TEMPORARIAMENTE.
O VERDADEIRO AMOR INDEPENDE DA PRESENÇA. POR ISTO É ETERNO E UNE TODAS AS PESSOAS QUE O PARTILHAM.
APRENDAMOS A VIVER. PARA APRENDER A MORRER. TEMOS UM CORPO FÍSICO PARA NOSSA CAMINHADA DE APRENDIZADO NA TERRA. MAS SOMOS MAIS QUE UM COMPACTO DE CARNE. SOMOS ESPÍRITOS ETERNOS, QUE VIVEM PARA SEMPRE!
“NA CASA DE MEU PAI TEM MUITAS MORADAS” – Jesus Cristo.

Por Arimatéa Carvalho
A CCJ da Assembleia Legislativa aprovou o projeto de lei do deputado estadual Marden Menezes (PSDB) que define como essenciais os serviços prestados na área de educação física, atividade física e ginástica.
A matéria deve ir a plenário na próxima sessão da Alepi. O parlamentar, que foi diagnosticado com Covid-19, segue em isolamento social e passa bem.

Por:José Olímpio
Impedido, por força de lei federal, de torrar os recursos do precatório do Fundef, no valor de R$ 1.652.169.584,10 já depositado em conta, Wellington Dias entrou com uma Ação junto ao STF para que seja autorizado a gastar parte do dinheiro em ações de combate ao coronavírus.
A outra parte, Sua Excelência pretende gastar em obras espalhadas pelo municípios, neste ano eleitoral, para fortalecer as bases do PT no interior, através do programa Educar Piauí, elaborado pelos tecnocratas do Palácio de karnak, sem ouvir o Sindicato dos Trabalhadores em Educação.
A correria de deputados e prefeitos à Secretaria de Educação nos últimos dias foi atípica. Todos querendo uma pontinha dos recursos do Fundef. Ou seja, as obras estão sendo definidas agora, às pressas, conforme as conveniências do governo e de seus aliados. Não tem nada de projetos elaborados previamente.
O Sinte-PI que fique atento, pois nesse período quem responde pelo plantão no STF é o presidente Dias Toffoli, cabendo a ele, regimentalmente, decidir acerca desse tipo de ação. Ministro da cota do PT, o presidente da Suprema Corte, diante da “grave e aflitiva” situação vivida pelo petista Wellington Dias fará tudo para ajudá-lo.
A Procuradoria Geral do Estado argumenta que os gastos com a pandemia estão levando o estado à insolvência, por conta da queda na arrecadação própria. O governo alega ainda que, desde o início da pandemia, já foram investidos o montante de R$ 292.071.739,00 (Duzentos e noventa e dois milhões, setenta e um mil e setecentos e trinta nove reais) no combate a Covid-19.
Acrescenta, ainda, Sua Excelência que a arrecadação do Estado, comparada com o mesmo período do ano anterior, teve uma redução de R$ 274.269.000,00 (Duzentos e setenta e quatro milhões, duzentos e sessenta e nove mil reais).
E de quem é a culpa da queda da arrecadação própria? É dos empresários, dos servidores públicos ou das estratégias erradas adotadas por seu governo?
A PGE chega a dizer que neste momento falta dinheiro para o combate ao coronavírus e sobra para a educação.
Ora, ora, se é assim, como explicar que a rede estadual de ensino esteja quase toda sucateada e os professores há dois anos sem o reajuste de seus salários?
Nesse caso, em vez de desviar o dinheiro dos precatórios, não seria mais correto o governo quitar suas dívidas com o magistério e recuperar as escolas?
Os argumentos de Sua Excelência não passam de desculpas esfarrapadas. Na verdade, senhores, a pandemia que comprometeu as finanças públicas do Piauí começou alguns anos antes da pandemia do coronavírus. Ela remonta aos tempos do primeiro governo petista, que inaugurou um novo estilo de gestão, sem planejamento, sem austeridade, comprometido com a gastança perdulária dos recursos públicos.
Essa é que a verdade. Quem não lembra do empreguismo desenfreado no primeiro governo de Wellington Dias, que, aliás, continua até hoje, da locação de carros de luxo, dos passeios particulares em aeronaves contratadas pelo governo estadual, dos escândalos na Seduc e na compra de medicamentos na Secretaria de Saúde do Estado, nos desvios de recursos em projetos que se arrastam há anos e nunca são concluídos, como o Centro de Convenções?
Sem falar nos gastos com a convocação de suplentes na Assembleia Legislativa, que não cessa nem nesse período de pandemia, nos vultosos empréstimos internos e externos contraídos por Sua Excelência e aplicados não se sabe onde?
Os piauienses elegeram 30 deputados estaduais, mas pagam mais de 40, graças à generosidade do governador com os seus aliados.
Depois dessa quarta e malfada gestão petista, coitado de quem assumir o papel de inquilino do Palácio de Karnak. Vai passar o mandato todo e não conseguirá reequilibrar as contas públicas, pois receberá um estado arrasado, de cofres vazios, sem estradas, sem saneamento básico, sem a menor infraestrutura e cheio de dívidas impagáveis com bancos nacionais e internacionais.
Quem viver, verá!
Ditados populares costumam provar muito mais que calhamaços de fórmulas, teorias científicas ou teses de pós – como se diz na “academia”. Dois desses ditos revelam a verdade cruel nas relações humanas: “rei morto, rei posto”… “amigos, amigos, negócios a parte”.
“Rei morto, rei posto… amigos, amigos, negócios a parte”
A cultura também retrata como as pessoas reagem à partida de um “próximo”. O samba tratou a situação com uma dose cavalar de humor negro: “o defunto nem esfriou e já tem neguinho querendo pegar a viúva”.
Com o PT do Piauí não foi diferente. O presidente não resistiu às várias paradas cardíacas e se foi num domingo na cidade que amou como se fosse única.
Assis Carvalho levou para o túmulo não só o corpo maltratado pelas “batalhas” que travou em vida, mas o que ainda restava de unidade entre as várias tendências que existem dentro do partido. PT que Assis ajudou a alcançar o poder, no Piauí e no Brasil.
Hoje, pelo menos três “viúvas” surgem reclamando a herança do falecido. E não há segredo. As correntes assumem publicamente os seus interesses e brigam pelo espólio de Assis.
Tanto que já houve várias falas de lideranças petistas pregando o consenso. Da Câmara Municipal à Câmara Federal, vozes se manifestam sobre a necessidade do PT continuar unido. O governador Wellington Dias, tentando minimizar os efeitos letais da Covid-19, não parou para tratar do assunto. Se já o fez, ainda não se manifestou.
Os 60 membros titulares e 18 suplentes, que vão se reunir virtualmente nesta sexta-feira (24) para deliberar sobre a presidência do PT estadual. Quem observa de longe a situação logo percebe o que só um vesgo, de visão torta de tanto olhar pro próprio umbigo, não enxerga: o PT, dividido, não mete medo em ninguém.
Fonte: Paulo Pincel