








O Piauí se mantém entre os líderes do país na emissão da nova Carteira Nacional de Identidade, com 38% da população já atualizada. Em Parnaíba, o avanço é ainda maior, chegando a 40% dos moradores com o documento em mãos. Esse resultado é reflexo de um serviço que combina agilidade, qualidade e uma rede cada vez mais ampla de atendimento. Hoje, são mais de 1,27 milhão de piauienses com o documento atualizado, impulsionados pela atuação de 193 unidades digitais espalhadas por 169 municípios, além de mutirões que percorrem todas as regiões.

Na cidade, o posto do Instituto de Identificação, localizado no conjunto Cohab, no bairro Rodoviária, será transformado em um moderno Espaço de Cidadania Digital. O local seguirá emitindo a Carteira de Identidade e passará a oferecer outros serviços como a Identidade Jovem, que garante meia-entrada e benefícios a jovens de baixa renda, atendimento especializado a grupos minoritários e até a emissão do RG Pet.

A nova identidade oferece vantagens como número único vinculado ao CPF, validade em todo o território nacional e aceitação nos países do Mercosul. A primeira via e a troca pelo modelo antigo continuam sem custos, e a meta é ampliar cada vez mais o acesso para que a população tenha praticidade e segurança no documento. (Daniel Santos)
O cenário eleitoral de Teresina para a escolha de governador em 2026 favorece largamente o atual ocupante do Palácio de Karnak, Rafael Fonteles (PT), que em sondagem do Instituto Data AZ aparece com duas em cada três intenções de votos em pesquisa estimulada, em que tem 63,50% contra 9,38% de Joel Rodrigues e 5,13% de Margarete Coelho, ambos do PP.
Rafael Fonteles não tem (ainda) adversários para a reeleicao em 2026
Indecisos
Quando solicitados a dizer espontaneamente os nomes para governador, os eleitores de Teresina somam maioria de indecisos, com mais de dois terços deles (64,88%) declarando não saber ou não ter opinião sobre em quem votar, enquanto 1,5% dizem votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes.
REJEIÇÃO
Entre os nomes que podem vir a disputar o governo do Piauí, o de maior rejeição segundo a pesquisa é o de Margarete Coelho: 17,13% dos eleitores ouvidos dizem que não votariam nela de modo algum, ante 14,50% que manifestaram desinteresse completo em votar no atual governador Rafael Fonteles.
Os que não rejeitam nenhum dos nomes postos em disputa somam 23,75%, ante 6,50% que rejeitam todos os postulantes e 11,50% que não sabem nem opinam. (portalaz)

Hospital Marques Basto
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, nesta quinta-feira (07/08), Wellington de Oliveira Costa, condenado por participar do assalto à residência do governador Rafael Fonteles (PT) em 2016. O crime, à época, incluiu a rendição do então secretário de Fazenda e de sua família.

A prisão ocorreu durante abordagem no posto da PRF em Campo Maior, na BR-343. Ao consultar os sistemas, os policiais constataram que havia contra ele um mandado de prisão definitiva expedido pelo juiz João Antônio Bittencourt, com pena fixada em 10 anos, 4 meses e 29 dias.
O assalto aconteceu em 3 de abril de 2016, quando três homens armados renderam o vigilante, tomaram sua arma e invadiram a casa, localizada no alto de um morro. Uma quarta pessoa ajudou na fuga. Na ocasião, Rafael Fonteles e familiares foram feitos reféns.


Em meio à turbulência no Congresso Nacional com pautas polêmicas como o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e a anistia ao 8 de janeiro a derrubada do veto do presidente Lula para o aumento do número de deputados federais vai ficando em segundo plano , e assustando o meio político piauiense.

Se isso acontecer, o estado pode perder representatividade tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa , e junto com ela, milhões de reais em recursos do Orçamento da União. Com a indefinição, os partidos já começam a se reorganizar nos bastidores para disputar menos vagas nas eleições do próximo ano.
A redução do número de parlamentares impactaria diretamente o poder político do estado em Brasília e comprometeria a capacidade de atração de recursos. O Piauí corre o risco de perder espaço e força no cenário nacional. E, ao que tudo indica, a pauta que deveria nos proteger está sendo deixada para depois , ou pior: para nunca. (Silas Freire)

Acidente de trânsito do tipo colisão vitimou fatalmente o venezuelano, Oscar Ernesto Cana, de 42 anos, sinistro ocorrido no cruzamento das Ruas Osvaldo Cruz e Ranulpho Torres Raposo, na região do bairro Planalto e Conselheiro Alberto Silva em Parnaíba, na noite de quinta-feira(7).
A vítima pilotava uma motocicleta quando colidiu na lateral de uma caminhonete em movimento. O Samu foi acionado para o socorro à vítima, que não resistiu e morreu antes de dá entrada no hospital. O corpo foi removido para o IML. 
Fotos via zap (Portal do Catita)

Rafael, Francisco Emanuel e Rubens Vieira no Palácio de Karnak
R$ 10 MILHÕES PARA PARNAÍBA O deputado estadual Rubens Vieira (PT), o prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel (PP), e o governador Rafael Fonteles se reuniram no Palácio de Karnak na tarde de quinta-feira (7).
O parlamentar anunciou que o encontro resultou em “bons frutos”, com a garantia de R$ 10 milhões em investimentos destinados a diversas áreas do município.
DINHEIRO EM BOA HORA
Durante a reunião, o deputado Rubens Vieira enfatizou a importância desses recursos para o desenvolvimento local, que incluem a regularização de terras e investimentos no Programa de Urbanização (Prourb).
“Essa ação visa melhorar a infraestrutura e a qualidade de vida dos parnaibanos”, disse.
FESTIVAL DE VERÃO
Outro ponto significativo discutido foi a parceria para a realização e apoio ao Festival de Verão, que contará com várias atrações.
O evento tem como objetivo fomentar o emprego e a renda na região, atraindo turistas e movimentando a economia local.
COMPROMISSO DO GOVERNO
Rubens acrescentou que foram abordadas outras benfeitorias que visam o crescimento e a valorização de Parnaíba, “consolidando o compromisso do governo com o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população”.
A reunião reafirma o papel estratégico de Parnaíba no cenário estadual e a disposição dos líderes presentes em trabalhar em conjunto para promover avanços significativos para a comunidade. (Blog Primeira Mão)
Declaração foi uma resposta às críticas feitas por Silas Malafaia, que classificou Ciro como “traidor” por não apoiar a iniciativa de afastar Moraes.
Em meio ao acirramento da crise política envolvendo setores conservadores e o Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Marcelo Castro (MDB-PI) saiu em defesa do também senador piauiense Ciro Nogueira (PP), que vem sendo alvo de críticas após declarar que não assinaria qualquer pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

Durante entrevista ao programa Hoje à Noite, da TV Lupa1, Marcelo minimizou a polêmica e classificou como “realista” a postura de Ciro. O emedebista questionou a narrativa de que o parlamentar estaria “atrapalhando” o movimento pelo afastamento de Moraes, como sugerido por lideranças bolsonaristas, e explicou que o processo de impeachment não depende de adesão coletiva para ser iniciado.
“Bom, acho que o Ciro está sendo racional, está sendo lógico, mas eu não sei de que assinatura é que eles estão falando, porque para requerer o impeachment não precisa de dez assinaturas, nem de vinte. Não tem número de assinaturas, é uma pessoa só que, se quiser, pede o impeachment. Quem pediu o impeachment da Dilma? Foi a advogada Janaina Paschoal? A Janaina Paschoal e teve outro lá que eu me esqueci o nome dele. Foram duas pessoas que pediram. Então, o que acontece? Qualquer cidadão pode pedir o impeachment, então não precisa de assinaturas”, afirmou Marcelo.
A declaração foi uma resposta às críticas feitas por Silas Malafaia, que classificou Ciro como “traidor” por não apoiar publicamente a iniciativa de afastar Moraes. Para Malafaia, ao afirmar que o Senado não possui os votos necessários para aprovar o impeachment, o senador estaria fazendo um “joguinho político psicológico” para desmobilizar os demais parlamentares.
Marcelo, no entanto, contestou essa visão e reforçou que Ciro apenas verbalizou o que, nos bastidores do Congresso, é tratado como consenso: a inviabilidade do impeachment de ministros do STF na atual legislatura.
“Agora, a chance de passar o impeachment aqui, com essa composição do Congresso Nacional, que precisa de cinquenta e quatro votos, é chance zero. O Ciro só falou a realidade. Agora está sendo criticado pelos bolsonaristas, pelo Malafaia e outros do tipo, mas o Ciro falou a verdade. Essa é a realidade que a gente tem que dizer”, concluiu o senador do MDB. (Lupa1)

As prefeituras continuam permitindo construções inviabilizando o acesso as praias
A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que determinando que, nos municípios com praias marítimas, fluviais ou lacustres, ao menos uma delas seja adaptada para utilização por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Para as cidades litorâneas, o plano de rotas acessíveis previsto em lei deverá contemplar, no mínimo, uma das praias do município, prevendo a adoção de intervenções arquitetônicas e ajudas técnicas suficientes para garantir acesso desde a via pública até o mar, passando pela entrada acessível da praia, pela faixa de areia e pelos principais pontos de interesse da praia.
O texto aprovado foi o substitutivo da relatora, deputada Lêda Borges (PSDB-GO), para o Projeto de Lei 5337/20, de autoria da ex-deputada Edna Henrique (PB). O novo texto, que unifica o projeto original e os apensados, estabelece um prazo de 360 dias, após a publicação da lei, para que os municípios se adequem à nova regra.
“Apesar dos significativos progressos feitos pela sociedade brasileira na criação de espaços acessíveis, a grande maioria das praias do Brasil permanece inacessível para indivíduos com mobilidade reduzida que desejam desfrutar de atividades recreativas”, disse Lêda Borges.
Próximos passos
O projeto vai ser analisado agora, em caráter conclusivo, nas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Enquanto o país enfrenta desafios sociais, econômicos e institucionais urgentes, os principais nomes da direita e da extrema direita brasileira parecem mais preocupados com suas próprias disputas internas e interesses corporativos. A cena política deste campo tem sido marcada não por propostas, mas por brigas públicas, ataques pessoais e vaidades infladas.
O caso mais recente envolve o pastor evangélico Silas Malafaia e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro. Em um vídeo divulgado nesta quinta-feira (7), Malafaia não economizou palavras para desferir duras críticas ao senador piauiense, a quem acusa de traição política e oportunismo.
A briga, porém, está longe de ser um caso isolado. O bolsonarismo, principal força aglutinadora da extrema direita nos últimos anos, vive sua própria crise de sucessão. Com Jair Bolsonaro inelegível, seus filhos Flávio e Eduardo travam uma silenciosa — mas notória — disputa pelo direito de suceder o pai como candidato à Presidência da República.
Ambos já se articulam nos bastidores com diferentes alas do bolsonarismo, cada um buscando se posicionar como o legítimo herdeiro político. Eduardo Bolsonaro aposta no discurso mais radical, alinhado ao trumpismo e à ala mais ideológica da direita. Já Flávio, que tem mandato no Senado, busca apoio institucional e costuras com partidos e lideranças conservadoras.
Há também Michelle Bolsonaro. Amparada pelo Partido Liberal (PL), ela é vista como um nome mais palatável do bolsonarismo para o eleitorado feminino e religioso, mas ainda não conseguiu unir a base conservadora em torno de sua possível candidatura.
O que une esses personagens — Malafaia, Ciro, os filhos de Bolsonaro e Michelle — é justamente o que os distancia da realidade brasileira: estão todos mergulhados em lutas internas, vaidades políticas e interesses pessoais. O Brasil real, com seus milhões de desempregados, seu sistema de saúde pressionado e seus desafios educacionais, é completamente ignorado por esse espectro político.
O que se vê é uma direita que só se manifesta publicamente para defender causas próprias, reivindicar privilégios ou brigar entre si. Não há propostas, nem planos para o futuro do país — apenas um espetáculo contínuo de egos feridos, alianças voláteis e disputas por espaço. (piauihoje)

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, fazendo gesto obsceno em estádio de futebol. (Foto: Reprodução/X/Estadão).
O jornal O Estado de S.Paulo (Estadão) demitiu, nesta quinta-feira (7), Alex Silva, de 63 anos, fotógrafo responsável pela imagem em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes aparece fazendo um gesto obsceno.
A foto, feita no clássico entre Corinthians e Palmeiras no último dia 30, flagrou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) mostrando o dedo do meio para torcedores que o criticavam na arquibancada da Neo Química Arena. A imagem viralizou nas redes sociais, gerou debates, levantou suspeitas (alguns até disseram que poderia ser feita por inteligência artificial) e se tornou um dos assuntos mais comentados da semana.
Mas a história ganhou outro rumo nesta quinta, quando Alex Silva confirmou que foi dispensado pela redação do Estadão. Segundo o jornal, a decisão “já estava planejada” e faz parte de um processo de redução de pessoal na editoria de Fotografia, sem relação com o conteúdo da imagem.
Alex, no entanto, não ficou convencido da explicação. Em entrevista ao portal Metrópoles, ele disse que não recebeu justificativas concretas e acredita que sua demissão tenha sido motivada pela “repercussão política” do clique.
“O jornal nunca havia sinalizado nada. Fui pego de surpresa”, afirmou o fotógrafo, que trabalha há décadas no setor e já cobriu centenas de eventos e jogos esportivos.
Em nota oficial, o Estadão rebateu a versão do fotógrafo e negou qualquer motivação política. Disse ainda que a foto de Moraes foi tratada como material de “relevante valor jornalístico” e que, por isso, foi publicada como destaque na home do site na mesma noite do jogo. (Diário do Poder)

O prefeito Francisco Emanuel convida o povo parnaibano e todos que desejarem celebrar com a gente para uma grande festa em comemoração ao aniversário de Parnaíba. A programação reúne atrações de renome nacional, talentos locais e ainda sorteios de prêmios como carro, moto e eletrodomésticos para o público. Além disso, obras serão entregues no dia 14 de agosto. Obras de pavimentação poliédrica, e quadras esportivas em escolas e avenidas.

• Seu Mastruz
• Pagode do Val
• João Lucas
• Manuzinha
• Ana Clara Rocha
• Ítalo Poeta
• Francileuda Lopes
• Banda Nova Vida
• Francisco Muniz
• Natanzinho Lima
• Jotavê
• Simone Mendes
• Bruna Mel
• Aline Barros
• Lyvia Gabriella
• Banda 333
• Nathan Lima
• Coral Louvarte e Banda
• Gustavo Veras
“É uma festa feita com muito carinho para o povo de Parnaíba e para todos que quiserem celebrar conosco. Vão ser dias inesquecíveis!”, afirma o prefeito Francisco Emanuel.




A cidade de Parnaíba recebeu a segunda edição do Imepi Itinerante, uma ação conjunta do Instituto de Metrologia do Estado do Piauí com o Procon e a Secretaria de Segurança Pública. A fiscalização ocorreu entre os dias 28 de julho e 1º de agosto e envolveu também os municípios de Luís Correia, Cajueiro da Praia, Ilha Grande e Buriti dos Lopes. No total, foram vistoriadas 580 empresas e encontradas diversas irregularidades, como dez bombas de combustível que retiravam 2 litros a cada 20 abastecidos, além de balanças falsificadas, pneus remoldados ilegais e produtos elétricos fora do padrão.
Durante a operação, o Imepi também ofereceu serviços gratuitos como aferição de taxímetros e equipamentos de saúde, palestras para comerciantes e renegociação de dívidas. O Procon levou o caminhão de atendimento para orientar a população sobre problemas com energia, água, empréstimos, cartão de crédito e compras online. A equipe jurídica do órgão também esteve presente, oferecendo suporte e tirando dúvidas dos consumidores.
Parnaíba foi destaque nesta segunda edição, que será levada a outros municípios do interior. O objetivo do projeto é aproximar os serviços do Imepi da população e garantir a qualidade dos produtos e serviços comercializados. Produtos irregulares foram retirados de circulação e os estabelecimentos autuados podem receber multas que chegam a R$ 1,5 milhão. A população pode continuar denunciando irregularidades de forma anônima por meio do aplicativo Fala Consumidor ou pelo WhatsApp da ouvidoria: (86) 99456-1921. (Daniel Santos)
A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Piauí (SSP-PI), por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI), deflagrou na tarde desta última quarta-feira (06), a operação “Viagem Segura” nas cidades de Teresina, Luís Correia, Parnaíba, Floriano e Picos, municípios considerados estratégicos pelo intenso fluxo de transporte de passageiros e cargas.
A operação tem como objetivo principal intensificar as abordagens em veículos de transporte interestadual de passageiros e cargas com ações voltadas à busca de ilícitos, verificação de mandados de prisão em aberto, checagem de celulares suspeitos e análise de restrições veiculares.
Coordenada pela Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), braço operacional da SOI, a operação reúne diversas forças de segurança em atuação conjunta. Participaram das ações o Núcleo de Operações com Cães (NOC), Diretoria de Inteligência da SSP (DINTE), Departamento de Polícia Científica (DEPOC), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar do Piauí, além das Guardas Civis Municipais de Teresina e Timon-MA.
Fonte: SSP/PI
A prefeita Laura Rosa (PP), do município de Buriti dos Lopes, está no centro de uma denúncia que levanta sérias suspeitas sobre a forma como sua gestão tem ocupado cargos públicos. O caso chegou ao conhecimento do Ministério Público do Piauí (MPPI) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE‑PI) no último dia 4 de agosto, após representação formal apontar a contratação de aproximadamente 1.200 servidores temporários para atuarem em áreas sensíveis da administração municipal, como a Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). 
O caso é ainda mais grave porque, mesmo com a apresentação de escalas de serviço e documentos que comprovam a atuação dessas pessoas nas unidades municipais, não há amparo legal ou justificativa formal para as contratações. Ou seja, não houve situação emergencial, como exige a Constituição Federal para permitir contratações temporárias — tampouco uma autorização legislativa local que regulamente esse tipo de vínculo.
De acordo com a denúncia, a conduta da prefeita fere diretamente o artigo 37 da Constituição, que estabelece os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e eficiência como pilares da administração pública. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) também é clara ao determinar que a contratação por tempo determinado só pode ocorrer em casos excepcionais e quando amparada por lei específica — o que não se verifica na situação relatada.
Agora, com o caso em análise, cabe ao Ministério Público e ao TCE avaliar as provas e decidir se abrirão processos de responsabilização contra a prefeita, incluindo medidas como bloqueio de pagamentos futuros, apuração de responsabilidade por improbidade administrativa e até a necessidade de realização de concurso público para regularizar a situação. (Wesslley Sales)