Quem realmente não quer Themístocles? Wellingon Dias ou Rafael Fonteles?

A pergunta que não cala: quem realmente não quer Themístocles?

Themístocles Filho  /Laura Cardoso/Lupa1

Depois da fracassada reunião do último sábado na residência do governador Rafael Fonteles com quatro líderes do MDB, para resolver a situação do vice-governador Themístocles Filho, rejeitado na chapa de 2026, uma pergunta começou a ser feita em profusão nas rodas de apoiadores do Governo e até da oposição: quem realmente não quer Themístocles novamente como vice?

Wellington ou Rafael

Rafael Fonteles e Wellington Dias – Foto: Divulgação

Nos bastidores, há duas versões para apontar o responsável pelo alijamento de Themístocles da chapa de reeleição: uma diz que foi Wellington Dias e outra aponta para Fonteles.

Maiores apostas

As maiores apostas indicam que é o governador que não quer Themístocles, interessado em colocar um nome da sua confiança pessoal que lhe possa garantir a retaguarda numa eventual saída do Governo em 2030.

Menores apostas

Um número menor de políticos ligados ao Governo acha que quem “está rifando Themístocles é o Wellington”.

Para colocar o filho

Ministro Wellington Dias ao lado do filho – Foto: Redes sociais

Quem aposta que o algoz de Themístocles é Wellington Dias apresenta como motivo uma suposta intenção do ministro de colocar o filho Vinicius como vice.

“Wellington recusa Rafaboy”

Político com mandato e muito influente na base do Governo, garantiu para este repórter: “Wellington também não aceita Rafaboy”.

É por isso

Segundo esse mesmo político de mandato, o comentário de que Wellington seria o autor do veto a Themístocles se espalhou porque “todos sabem que ele não aceita ninguém do Dom Barreto”. (Por: Feitosa Costa)

“Quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos, Rafael não confia no Piauí”, desafia Ciro Nogueira

Na manhã desta segunda-feira (11/08), o senador Ciro Nogueira (PP) comentou as obras entregues no Piauí e voltou a desafiar o governador Rafael Fonteles (PT) a mostrar municípios onde tenha depositados mais recursos que o parlamentar. Ciro apontou que e Rafael Fonteles “não confia” no Piauí.

“Eu quero que ele mostre uma cidade que ele depositou mais recursos nas prefeituras, porque o Rafael  não confia no Piauí, nos prefeitos do Piauí. Ele, quando manda uma obra, já manda a construtora, que muita gente sabe quem são. São sempre as mesmas”, comentou.

Ciro Nogueira e Rafael Fonteles (Foto: Reprodução/Ricardo Morais)

O progressista continuou, afirmando que as obras do Governo custam mais caro porque supostas construtoras estariam sendo beneficiadas na realização das obras.

“Outro desafio que quero mostar pro Rafael: me mostre uma obra do Governo do Estado que seja mais barata que a da prefeitura naquela cidade. Não tem. Por que eu coloco recurso para as prefeituras? Porque vou fazer muito mais. As obras do Governo do Estado saem em torno de 30% a 40% mais caras. O Rafael não está procurando fazer muito mais, eles estão querendo beneficiar essas mesmas construtoras que o Piauí já conhece”, disse.

Ciro também destacou que não compartilha da relação duvidosa com construtora. “Quando mando um recurso para alguma prefeitura, desafio algum prefeito do Piauí [a dizer] se eu já pedi por alguma empresa, algum fornecedor. Os prefeitos dos Piauí sabem, meus recursos é para que sejam bem empregados. Só exijo que sejam entregues com toda a correção para a população”. (Guilherme Freire)

Rubens Vieira explica que ação contra atrações foi do MP e não dele

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

Rubens Vieira diz que é fake news a especulação que ele fez denúncia contra shows em Cocal

O deputado estadual Rubens Vieira (PT) desmentiu que ele seja o autor de denúncias que resultaram na suspensão das atrações dos festejos de Cocal da Estação. Ele classificou a narrativa como mentirosa e leviana, deixando claro que a ação judicial partiu exclusivamente do Ministério Público, sem qualquer participação sua.

Entre as atrações dos festejos estava o DJ Alok. A Justiça determinou a suspensão dos contratos, mas manteve alguns nomes com cachês mais baixos. (MN)

Morre no HEDA o ex-vereador Batista Veras

No final da manhã desta segunda-feira(11) faleceu no Hospital Direceu Arcoverde o ex-vereador e ex-presidente dfa Câmara Municipal Batista Veras, vitimado por insuficiência cardíaca. Batista é pai do ex-vereador Ricardo Veras, do advogado André Veras e da odontóloga Virgínia Veras.

Um grande amigo. Fui seu assessor de imprensa na Câmara Municipal e é de autoria dele o projeto de lei que me concedeu o título de Cidadão Parnaibano, que me foi entregue em 2006, quando ele era presidente da Câmara. Sou amigo da família e a todos apresento minhas sentidas condolências. (Por: Bernardo Silva)

Reunião entre Themístocles e Rafael não teve consenso para 2026: A embromação continua

No último sábado (08) , uma reunião na mansão do governador Rafael Fonteles, localizada na BR-343, reuniu importantes lideranças políticas do Piauí. Participaram do encontro o presidente da Alepi, Severo Eulálio, o senador Marcelo Castro, o deputado João Madson, o vice-governador Themístocles Filho e o próprio governador. Segundo informações obtidas pela coluna, foram apresentadas diversas propostas para acomodar Themístocles fora da chapa majoritária de 2026. Entre elas, a possibilidade de assumir ainda este ano uma secretaria de projeção para fortalecer seu grupo político.

A oferta, no entanto, foi recusada pelo vice-governador. A conversa se estendeu a discussões sobre apoio eleitoral que poderia garantir a eleição de Marco Aurélio. Mesmo assim, não houve entendimento. De acordo com a fonte que esteve presente, Themístocles deixou a reunião tão calado quanto entrou, demonstrando visível descontentamento com a situação. (Silas Freire)

Figurões do Piauí estariam devendo fortuna a família política do Maranhão

Circula nos bastidores políticos a informação de que uma influente família do Maranhão estaria cobrando uma dívida milionária de um grupo de jovens políticos ligados ao governo do Piauí. Segundo apuração da coluna, essa dívida teria sido contraída para investimentos em período eleitoral.

Fontes afirmam que o valor ultrapassa R$ 50 milhões. Ainda não está claro se o montante foi destinado às eleições de 2022 ou se tem relação com o pleito de 2024. O certo é que, de acordo com aliados próximos, os maranhenses estariam pressionando para que a dívida seja quitada o quanto antes, o que tem gerado desconforto e apreensão no meio político. (Silas Freire)

Veto de Lula compromete chapa de deputado federal do PT no Piauí

No PT, a lista de pretendentes à chapa de deputado federal em 2026 já não cabe confortavelmente na moldura de oito cadeiras previstas para o estado. Pelo menos nove nomes, entre veteranos e estreantes, disputam lugar no retrato: Zé Santana, apadrinhado de Wellington Dias; Carmelita Castro, que carrega o curioso parentesco com a pré-candidata oposicionista Margarete Coelho; Franzé Silva, ex-presidente da Alepi; Marina Santos, que nem filiada é, mas circula como se fosse; o ex-governador Wilson Martins; e Raíssa Protetora, aposta de renovação. A esses se somam os deputados já na casa: Merlong Solano, Dr. Francisco Costa, Florentino Neto e Flávio Nogueira.

Foto: GP1Lula ao lado de Rafael Fonteles

Lula em Teresina

O corte, inevitável se o veto for mantido, deve recair sobre um dos nomes masculinos, exigência da lei eleitoral para manter o mínimo de três candidatas mulheres. É nesse ponto que a aritmética partidária encontra o jogo de xadrez das alianças, cada nome excluído deixa órfão um grupo político, e cada grupo insatisfeito pode custar votos preciosos no quociente. Nos bastidores, já se ensaia o discurso de “unidade possível” para evitar que puxadores de votos acabem atropelando figuras tradicionais.

A oposição observa à distância, com a tranquilidade de quem tem menos cadeiras a defender. O Progressistas, por exemplo, deve manter suas duas vagas, enquanto o PSD de Júlio César manifesta abertamente a dificuldade de reverter o veto no Congresso. “O quórum foi baixo, conseguimos o mínimo possível”, lamentou o deputado. No Planalto, a aposta é de que a decisão presidencial será mantida, e no Piauí, a de que 2026 exigirá mais bisturi que megafone.

Seja qual for o desfecho, o efeito já se sente: o campo governista, acostumado a trabalhar com sobra de espaço, se vê obrigado a medir cada passo. A disputa, que antes parecia uma corrida de fundo com tempo para todos, virou prova de revezamento com poucos bastões disponíveis. E, como se sabe na política, quem não corre no tempo certo, corre o risco de ficar de fora da foto final. (Caroline Vitorino/Gp1)

Jornal dos EUA acusa STF de golpe e Moraes de censurar críticos e prender oponentes

Lula e o ministro Alexandre Moraes (STF)- Foto: EBC.

O norte-americano Wall Street Journal, um dos mais influentes do mundo, publicou artigo editorial neste domingo (10), assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, em que acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar um golpe de estado no Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, principal instrumento dessas decisões, de estar “censurando críticos e prendendo oponentes sem nenhum controle político”. As acusações estão já no  título da  publicação, “Um golpe de Estado da Suprema Corte  do Brasil”, e no subtítulo, onde se refere a censura e prisões políticas.

“A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo nunca visto desde a Guerra Fria”, escreveu a colunista no artigo publicado no site do  WSJ às 16h39 deste domingo, horário de Washington, que menciona vários fatos autoritários no continente, desde o coronel golpista Hugo Chávez, que  implantou a ditadura  na Venezuela.

“O maior risco não é, como ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, a repentina tomada do poder pelos militares”, lembra O’Grady. “Os ditadores do século XXI estão copiando Hugo Chávez , que consolidou seu governo tomando o controle das instituições democráticas enquanto era popular e depois prendeu seus oponentes ou os exilou.”

Ela também afirma que o presidente conservador de de El Salvador, Nayib Bukele, “criou sua própria versão do chavismo”, demitindo e substituindo todos os membros da mais alta corte constitucional do país em 2021. “O devido processo legal, a liberdade de expressão e a liberdade de reunião não existem mais”, diz a colunista, observando que Bukele agora controla inclusive o tribunal eleitoral.

“Ainda não é tarde para salvar o Brasil” da ditadura

Mary Anastasia O’Grady pondera que “desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida”, disse referindo-se ao endurecimento do regime no Brasil.

“O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnias e ameaças, invocando uma regra interna que lhe dava o poder de abrir ‘inquéritos’ secretos sobre supostos crimes contra seus membros”, disse a jornalista, que há anos acompanha de perto a situação política no País.

“Primeiro veio o ‘inquérito das fake news’, no qual a Corte se colocou simultaneamente como iniciadora, investigadora e julgadora — uma violação dos direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos tribunais locais e estaduais, com acusações feitas por promotores locais e estaduais”, historia.

“Alexandre de Moraes, conhecido por sua oposição ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do STF, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, apesar de o sorteio aleatório ser a regra”, disse, demonstrando estar bem informada também sobre questões próprias do Supremo.

Omissão do Senado

O artigo no Wall Street Journal cita as violações à Lei diante da omissão do Senado Federal, que tem o papel constitucional de impor limites ao STF.

“Investigadores passaram a vigiar contas de redes sociais de pessoas politicamente incorretas, criminalizar suas opiniões e prendê-las preventivamente. Alguns juristas acusaram a Corte de violar a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema adversarial de justiça. O Senado, no entanto, se omitiu diante do dever de disciplinar o tribunal.”

A descondenação de Lula

“A decisão do STF, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — confirmada duas vezes em instâncias superiores — inflamou ainda mais a direita brasileira”, diz o artigo.

“Os ‘deploráveis’ recorreram às redes sociais”, diz a jornal, e “a Corte tentou silenciá-los, mas alguns influenciadores estavam fora do país e fora do alcance dos ministros. Em julho de 2021, veio o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas, obrigando-as a censurar conteúdo e desmonetizar brasileiros com opiniões consideradas inaceitáveis. O não cumprimento resultaria na proibição de operar no Brasil.

TSE exercendo papel político

Para O’Grady, “Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, que colocou Lula contra o então presidente Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal significativamente mais político, monitorando e censurando discursos de partidos, candidatos e cidadãos com quem discordava.”

Na conclusão do seu relato em que resume os acontecimentos dos últimos anos no Brasil, a articulista diz que, “quando Lula foi declarado vencedor, a polarização se agravou. Parte dos apoiadores de Bolsonaro se recusou a aceitar o resultado, pedindo intervenção militar e organizando protestos pacíficos em frente a quartéis por meses.” (Diário do Poder)

PT enfrenta problemas internos para a reeleição de Rafael Fonteles:tem muita gente deslumbrada com o poder

Briga interna

Na sua edição impressa deste domingo, o jornal O Globo informa que os governadores do PT no Nordeste enfrentam um cenário de pressão e disputas em suas bases para a formação das chapas para 2026.
No Piauí, Rafael Fonteles precisa montar uma chapa que agrade ao PT, PSD e MBD. Não é tarefa simples porque todos querem tudo

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações

Rafael Fonteles e Wellington Dias: as aparentes boas relações.

Rejeição a Wellington

Nesse cenário, diz o jornal carioca, uma hipótese que agrada ao PT é a indicação do senador Wellington Dias, atualmente ministro do Desenvolvi mento Social, como candidato a vice-governador. Rafael Fonteles teria, diz o jornal, refutado a ideia.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Dr. Francisco, do PT é mais um nome para disputar as duas vagas no Senado.

Novidade

Afirma O Globo que na composição da chapa para o Senado, quem quer uma vaga é o deputado federal Francisco Costa.
São duas as vagas em disputa, uma delas ocupada por Marcelo Castro (MDB), que se põe como “candidato natural”.

Apoio precioso

Sem Wellington, Rafael perde o apoio do PT e, por tabela, do PC do B e PSB.
O poder e, apesar de muito dinheiro no entorno, não sustentarão Rafael no poder: ele se mantém cercado de neófitos deslumbrados  e desastrados nas teorias, os famosos “Rafaboys”.

Amadores 
Depois de sua vitoria retumbante, em primeiro turno, derrotando Silvio Mendes, que era favorito em todas as pesquisas, em 2022, Rafael encantou-se com o exercicio do poder, cercou-se de amadores, e no primeiro embate sob seu comando, foi vergonhosa e fragorosamente derrotado nas eleições municipais.
De lá para cá não parece ter mudado. Segue com os mesmos, sem ouvir quem pode lhe garantir o segundo mandato.

Dinheiro e poder 
Ja disseram a Rafael que só com o dinheiro e o poder (públicos) não se ganha uma eleição.
Aparentemente, apesar de matemático que é, ele ainda nao fez esses cálculos. (Comentário do Portalaz)

Themistocles segue em silêncio, mas aliados falam: “Nenhum partido gosta de perder espaços”

O deputado estadual Henrique Pires (MDB) afirmou que o partido ainda não discutiu internamente a possibilidade de perder a vaga de vice-governador do Piauí, hoje ocupada por Themístocles Filho (MDB). Segundo ele, nem o presidente estadual da sigla, Marcelo Castro, nem o presidente da Assembleia Legislativa, Severo Eulálio, convocaram reunião para tratar do assunto.

Pires destacou que “nenhum partido gosta de perder espaço” e avaliou que a definição deve ocorrer apenas no prazo eleitoral, lembrando que a Justiça está “muito atuante e atenta”.

“Não houve ainda o debate dentro do partido, nem o presidente Marcelo Castro, nem o líder, que é um líder hoje, que é presidente da Assembleia do Severo, nem o líder da João Madison chamou, que está bancada na Assembleia aqui para tratar do assunto. Mas nenhum partido gosta de perder espaço, então a satisfação não vai existir. O arranjo do time é que vai decidir, mas eu ainda acredito que tem muita água para poder passar até debaixo desta ponte, até respeitando os prazos eleitorais'”, argumentou.

O governador Rafael Fonteles (PT) deve indicar um nome do próprio partido para compor a chapa. Themístocles Filho ainda não se manifestou sobre o tema. (Marta Santos)

Projeção aponta que Merlong, Florentino e Átila Filho podem ficar fora da Câmara Federal em 2026

A projeção divulgada pela jornalista Sávia Barreto, do Boletim Brio, nesta sexta-feira (08/08) indica que três atuais deputados federais pelo Piauí correm risco de não se reeleger em 2026. De acordo com os cálculos, os petistas Merlong Solano e Florentino Neto, além do progressista Átila Filho, ficariam de fora caso se confirme a redução de dez para oito vagas na bancada piauiense na Câmara dos Deputados.

Foto: Reprodução

O estado perdeu duas das dez cadeiras que possuía após o veto ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 177/2023, que previa aumentar o número de deputados federais de 513 para 531. Segundo o site da Câmara dos Deputados, a proposta, aprovada pelo Congresso Nacional, foi barrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva sob a alegação de que a mudança seria inconstitucional e violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 e dispositivos da própria Constituição.

De acordo com informações do Senado Federal, pareceres da Advocacia-Geral da União e dos ministérios da Justiça, Fazenda e Planejamento apontaram que o aumento no número de cadeiras implicaria despesas obrigatórias sem estimativa de impacto orçamentário, sem previsão de fonte de custeio e sem medidas de compensação.

O veto presidencial será analisado em sessão conjunta de deputados e senadores após o recesso parlamentar. Para que seja derrubado, é preciso maioria absoluta em cada Casa — 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Conforme relembra o portal O Tempo, a proposta enfrentou forte rejeição popular: pesquisa mostrou que 85% dos brasileiros eram contrários à medida.

Na projeção de Sávia Barreto, PT e PSD ficariam com três cadeiras cada, enquanto PP e Republicanos conquistariam uma vaga cada.

No PT, as três vagas seriam ocupadas por Francisco Costa, Zé Santana e Flávio Nogueira, todos com previsão de cerca de 120 mil votos, deixando Merlong Solano e Florentino Neto — ambos projetados com 80 a 90 mil votos — fora do grupo de eleitos.

No PP, a vaga única prevista iria para Júlio Arcoverde, com estimativa de 120 mil votos, superando o atual deputado Átila Filho, que aparece com 110 mil.

Sávia Barreto ressalta que os números não são definitivos e podem mudar ao longo da campanha, mas reforça que a diminuição das vagas deve tornar a disputa mais acirrada, pressionando ainda mais os atuais parlamentares na busca pela reeleição.

Lista dos oitos que seriam eleitos: 

Foto: REPRODUÇÃO / MONTAGEM: 180GRAUSEstimativa de votos por partido e candidato

PT – Total projetado: 715 mil votos (incluindo votos de legenda)
    •    Francisco Costa*: 120 mil votos
    •    Zé Santana*: 120 mil votos
    •    Flávio Nogueira*: 120 mil votos
    •    Wilson Martins: 100 mil votos
    •    Florentino Neto: 80 a 90 mil votos
    •    Merlong Solano: 80 a 90 mil votos
    •    Carmelita: 15 a 20 mil votos
    •    Marina Santos: 10 a 15 mil votos
    •    Raíssa Protetora: 10 a 15 mil votos

PP – Total projetado: 345 mil votos
    •    Júlio Arcoverde*: 120 mil votos
    •    Átila Filho: 110 mil votos
    •    Margarete Coelho: 60 mil votos (não sendo candidata ao Governo)
    •    Ismael Silva: 15 a 20 mil votos
    •    Samantha Cavalca: 15 mil votos
    •    Candidato 6: 15 mil votos
    •    Candidato 7: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 5 mil votos
    •    Candidato 9: 10 mil votos

PSD – Total projetado: 610 mil votos
    •    Georgiano Neto*: 200 mil votos
    •    Castro Neto*: 180 mil votos
    •    Marcos Aurélio Sampaio*: 100 mil votos
    •    Fábio Abreu: 50 a 60 mil votos
    •    Franzé Silva: 50 a 60 mil votos
    •    Candidato 6: 10 mil votos
    •    Candidata 7: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 5 mil votos
    •    Candidata 9: 5 mil votos

Republicanos – Total projetado: 235 mil votos
    •    Jadyel Alencar*: 130 mil votos
    •    Ana Fidelis: 25 a 30 mil votos
    •    Irmão Etniel: 20 mil votos
    •    Magno: 15 mil votos
    •    Denis Queiroz: 10 mil votos
    •    Gustavo Gayoso: 10 mil votos
    •    Candidata 8: 10 mil votos
    •    Candidato de Parnaíba 9: 5 mil votos

(Por: Sebastian Eugênio)

Merlong entrega veículos e máquinas para 10 municípios

Merlong Solano entrega máquina agrícola em Teresina

Merlong Solano entrega máquina agrícola em Teresina

O deputado federal Merlong Solano (PT) entregou veículos e máquinas agrícolas para 10 municípios na sexta-feira (8).

A iniciativa, em parceria com a Codevasf, representa um investimento de R$ 5 milhões de emenda parlamentar de Merlong.

As cidades contempladas foram Assunção do Piauí, Cabeceiras, Campinas, Campo Grande, Juazeiro, Luzilândia, Monsenhor Hipólito, Passagem Franca, Teresina e União. “Estamos reforçando prefeituras, associações e cooperativas e a agricultura familiar”, explicou o deputado.

Sem adversários, Rafael Fonteles domina o eleitorado de Teresina

O cenário eleitoral de Teresina para a escolha de governador em 2026 favorece largamente o atual ocupante do Palácio de Karnak, Rafael Fonteles (PT), que em sondagem do Instituto Data AZ aparece com duas em cada três intenções de votos em pesquisa estimulada, em que tem 63,50% contra 9,38% de Joel Rodrigues e 5,13% de Margarete Coelho, ambos do PP.

Foto: Governo do Piauí

Rafael FontelesRafael Fonteles não tem (ainda) adversários para a reeleicao em 2026

Na pesquisa estimulada o ex-deputado José Maia Filho, o Mainha, tem 0,88% das intenções de votos, enquanto nenhum, nulo ou branco somam 13,13% e os indecisos (não sabe, não opina) ficam em 8%.

Foto: Reprodução/Data AZPesquisa estimulada

Indecisos 

Quando solicitados a dizer espontaneamente os nomes para governador, os eleitores de Teresina somam maioria de indecisos, com mais de dois terços deles (64,88%) declarando não saber ou não ter opinião sobre em quem votar, enquanto 1,5% dizem votar branco, nulo ou em nenhum dos nomes.

Porém, na pesquisa espontânea, Rafael Fonteles aparece com mais de um quinto das intenções de voto: 29,75% das intenções de voto, enquanto Margarete Coelho, já anunciada como pré-candidata do PP, tem somente 1% das citações, seguida por Joel Rodrigues (0,88%), Wellington Dias (0,63%), Ciro Nogueira (0,50%), Silvio Mendes (0,38%), Petrus Evelin (0,25%), Iracema Portella e Fabio Abreu (0,13%).
 

REJEIÇÃO

Entre os nomes que podem vir a disputar o governo do Piauí, o de maior rejeição segundo a pesquisa é o de Margarete Coelho: 17,13% dos eleitores ouvidos dizem que não votariam nela de modo algum, ante 14,50% que manifestaram desinteresse completo em votar no atual governador Rafael Fonteles.

Foto: ReproduçãoMargarete Coelho aparece com maior rejeição

Margarete Coelho aparece com maior rejeição
O segundo mais rejeitado, contudo, é José Maia Filho, o Mainha, com 15,63%, enquanto Joel Rodrigues surge com 11%.

Os que não rejeitam nenhum dos nomes postos em disputa somam 23,75%, ante 6,50% que rejeitam todos os postulantes e 11,50% que não sabem nem opinam. (portalaz)

PRF prende homem condenado por assalto à casa do governador Rafael Fonteles em 2016

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, nesta quinta-feira (07/08), Wellington de Oliveira Costa, condenado por participar do assalto à residência do governador Rafael Fonteles (PT) em 2016. O crime, à época, incluiu a rendição do então secretário de Fazenda e de sua família.

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A prisão ocorreu durante abordagem no posto da PRF em Campo Maior, na BR-343. Ao consultar os sistemas, os policiais constataram que havia contra ele um mandado de prisão definitiva expedido pelo juiz João Antônio Bittencourt, com pena fixada em 10 anos, 4 meses e 29 dias.

O assalto aconteceu em 3 de abril de 2016, quando três homens armados renderam o vigilante, tomaram sua arma e invadiram a casa, localizada no alto de um morro. Uma quarta pessoa ajudou na fuga. Na ocasião, Rafael Fonteles e familiares foram feitos reféns.

Confusão no Congresso pode encolher a bancada do Piauí.

Em meio à turbulência no Congresso Nacional  com pautas polêmicas como o impeachment do ministro Alexandre de Moraes e a anistia ao 8 de janeiro a derrubada do veto do presidente Lula para o aumento do número de deputados federais vai ficando em segundo plano , e assustando o meio político piauiense.

Se isso acontecer, o estado pode perder representatividade tanto na Câmara Federal quanto na Assembleia Legislativa , e junto com ela, milhões de reais em recursos do Orçamento da União. Com a indefinição, os partidos já começam a se reorganizar nos bastidores para disputar menos vagas nas eleições do próximo ano.

A redução do número de parlamentares impactaria diretamente o poder político do estado em Brasília e comprometeria a capacidade de atração de recursos. O Piauí corre o risco de perder espaço e força no cenário nacional. E, ao que tudo indica, a pauta que deveria nos proteger está sendo deixada para depois , ou pior: para nunca. (Silas Freire)

Marcelo Castro defende Ciro e diz que chance de impeachment de Moraes é “zero”

Declaração foi uma resposta às críticas feitas por Silas Malafaia, que classificou Ciro como “traidor” por não apoiar a iniciativa de afastar Moraes.

Em meio ao acirramento da crise política envolvendo setores conservadores e o Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Marcelo Castro (MDB-PI) saiu em defesa do também senador piauiense Ciro Nogueira (PP), que vem sendo alvo de críticas após declarar que não assinaria qualquer pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.

Marcelo Castro sai em defesa de Ciro – Foto: Reprodução

Durante entrevista ao programa Hoje à Noite, da TV Lupa1, Marcelo minimizou a polêmica e classificou como “realista” a postura de Ciro. O emedebista questionou a narrativa de que o parlamentar estaria “atrapalhando” o movimento pelo afastamento de Moraes, como sugerido por lideranças bolsonaristas, e explicou que o processo de impeachment não depende de adesão coletiva para ser iniciado.

“Bom, acho que o Ciro está sendo racional, está sendo lógico, mas eu não sei de que assinatura é que eles estão falando, porque para requerer o impeachment não precisa de dez assinaturas, nem de vinte. Não tem número de assinaturas, é uma pessoa só que, se quiser, pede o impeachment. Quem pediu o impeachment da Dilma? Foi a advogada Janaina Paschoal? A Janaina Paschoal e teve outro lá que eu me esqueci o nome dele. Foram duas pessoas que pediram. Então, o que acontece? Qualquer cidadão pode pedir o impeachment, então não precisa de assinaturas”, afirmou Marcelo.

A declaração foi uma resposta às críticas feitas por Silas Malafaia, que classificou Ciro como “traidor” por não apoiar publicamente a iniciativa de afastar Moraes. Para Malafaia, ao afirmar que o Senado não possui os votos necessários para aprovar o impeachment, o senador estaria fazendo um “joguinho político psicológico” para desmobilizar os demais parlamentares.

Marcelo, no entanto, contestou essa visão e reforçou que Ciro apenas verbalizou o que, nos bastidores do Congresso, é tratado como consenso: a inviabilidade do impeachment de ministros do STF na atual legislatura.

“Agora, a chance de passar o impeachment aqui, com essa composição do Congresso Nacional, que precisa de cinquenta e quatro votos, é chance zero. O Ciro só falou a realidade. Agora está sendo criticado pelos bolsonaristas, pelo Malafaia e outros do tipo, mas o Ciro falou a verdade. Essa é a realidade que a gente tem que dizer”, concluiu o senador do MDB. (Lupa1)

“Você envergonha o honesto e sincero povo do Piauí”, diz Malafaia a Ciro Nogueira

Silas Malafaia x Ciro Nogueira

Enquanto o país enfrenta desafios sociais, econômicos e institucionais urgentes, os principais nomes da direita e da extrema direita brasileira parecem mais preocupados com suas próprias disputas internas e interesses corporativos. A cena política deste campo tem sido marcada não por propostas, mas por brigas públicas, ataques pessoais e vaidades infladas.

O caso mais recente envolve o pastor evangélico Silas Malafaia e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro. Em um vídeo divulgado nesta quinta-feira (7), Malafaia não economizou palavras para desferir duras críticas ao senador piauiense, a quem acusa de traição política e oportunismo. 

É a segunda vez em menos de 24 horas que o pastor ataca Ciro, sinalizando que a disputa dentro da direita não é apenas por protagonismo, mas por sobrevivência.

A briga, porém, está longe de ser um caso isolado. O bolsonarismo, principal força aglutinadora da extrema direita nos últimos anos, vive sua própria crise de sucessão. Com Jair Bolsonaro inelegível, seus filhos Flávio e Eduardo travam uma silenciosa — mas notória — disputa pelo direito de suceder o pai como candidato à Presidência da República.

Ambos já se articulam nos bastidores com diferentes alas do bolsonarismo, cada um buscando se posicionar como o legítimo herdeiro político. Eduardo Bolsonaro aposta no discurso mais radical, alinhado ao trumpismo e à ala mais ideológica da direita. Já Flávio, que tem mandato no Senado, busca apoio institucional e costuras com partidos e lideranças conservadoras.

Há também Michelle Bolsonaro. Amparada pelo Partido Liberal (PL), ela é vista como um nome mais palatável do bolsonarismo para o eleitorado feminino e religioso, mas ainda não conseguiu unir a base conservadora em torno de sua possível candidatura.

O que une esses personagens — Malafaia, Ciro, os filhos de Bolsonaro e Michelle — é justamente o que os distancia da realidade brasileira: estão todos mergulhados em lutas internas, vaidades políticas e interesses pessoais. O Brasil real, com seus milhões de desempregados, seu sistema de saúde pressionado e seus desafios educacionais, é completamente ignorado por esse espectro político.

O que se vê é uma direita que só se manifesta publicamente para defender causas próprias, reivindicar privilégios ou brigar entre si. Não há propostas, nem planos para o futuro do país — apenas um espetáculo contínuo de egos feridos, alianças voláteis e disputas por espaço. (piauihoje)

Fotógrafo de 63 anos que flagrou o ‘dedo de Moraes’ é demitido

Ministro do STF, Alexandre de Moraes, fazendo gesto obsceno em estádio de futebol. (Foto: Reprodução/X/Estadão).

O jornal O Estado de S.Paulo (Estadão) demitiu, nesta quinta-feira (7), Alex Silva, de 63 anos, fotógrafo responsável pela imagem em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes aparece fazendo um gesto obsceno.

A foto, feita no clássico entre Corinthians e Palmeiras no último dia 30, flagrou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) mostrando o dedo do meio para torcedores que o criticavam na arquibancada da Neo Química Arena. A imagem viralizou nas redes sociais, gerou debates, levantou suspeitas (alguns até disseram que poderia ser feita por inteligência artificial) e se tornou um dos assuntos mais comentados da semana.

Mas a história ganhou outro rumo nesta quinta, quando Alex Silva confirmou que foi dispensado pela redação do Estadão. Segundo o jornal, a decisão “já estava planejada” e faz parte de um processo de redução de pessoal na editoria de Fotografia, sem relação com o conteúdo da imagem.

Alex, no entanto, não ficou convencido da explicação. Em entrevista ao portal Metrópoles, ele disse que não recebeu justificativas concretas e acredita que sua demissão tenha sido motivada pela “repercussão política” do clique.

“O jornal nunca havia sinalizado nada. Fui pego de surpresa”, afirmou o fotógrafo, que trabalha há décadas no setor e já cobriu centenas de eventos e jogos esportivos.

Em nota oficial, o Estadão rebateu a versão do fotógrafo e negou qualquer motivação política. Disse ainda que a foto de Moraes foi tratada como material de “relevante valor jornalístico” e que, por isso, foi publicada como destaque na home do site na mesma noite do jogo. (Diário do Poder)

Imepi Itinerante passa por Parnaíba e encontra fraudes em combustíveis e balanças

A cidade de Parnaíba recebeu a segunda edição do Imepi Itinerante, uma ação conjunta do Instituto de Metrologia do Estado do Piauí com o Procon e a Secretaria de Segurança Pública. A fiscalização ocorreu entre os dias 28 de julho e 1º de agosto e envolveu também os municípios de Luís Correia, Cajueiro da Praia, Ilha Grande e Buriti dos Lopes. No total, foram vistoriadas 580 empresas e encontradas diversas irregularidades, como dez bombas de combustível que retiravam 2 litros a cada 20 abastecidos, além de balanças falsificadas, pneus remoldados ilegais e produtos elétricos fora do padrão.

Durante a operação, o Imepi também ofereceu serviços gratuitos como aferição de taxímetros e equipamentos de saúde, palestras para comerciantes e renegociação de dívidas. O Procon levou o caminhão de atendimento para orientar a população sobre problemas com energia, água, empréstimos, cartão de crédito e compras online. A equipe jurídica do órgão também esteve presente, oferecendo suporte e tirando dúvidas dos consumidores.

Parnaíba foi destaque nesta segunda edição, que será levada a outros municípios do interior. O objetivo do projeto é aproximar os serviços do Imepi da população e garantir a qualidade dos produtos e serviços comercializados. Produtos irregulares foram retirados de circulação e os estabelecimentos autuados podem receber multas que chegam a R$ 1,5 milhão. A população pode continuar denunciando irregularidades de forma anônima por meio do aplicativo Fala Consumidor ou pelo WhatsApp da ouvidoria: (86) 99456-1921. (Daniel Santos)