O Fiasco da educação de Parnaíba não preocupa os prefeitos Mão Santa/Gracinha

Secretária de Educação Fátima Silveira comanda a “politicagem” no setor

Difícil de acreditar que Parnaíba possa ser um pólo educacional quando os responsáveis administração do Município (leia-se Mão Santa e a filha Gracinha) não têm a menor preocupação com a qualidade do ensino básico. E o que esperar de um estudante universitário cujo apredizado nas séries iniciais foi feito na base do improviso? A “politicagem” tomou de conta da SEDUC. É só observar os números abaixo

Dos 224 municípios do Piauí, Parnaíba ocupa  a posição 195. Veja abaixo Ranking dos municípios do Piauí, a partir do IQEM – Índice de Qualidade da Educação do Município usado para rateio do ICMS-Educação 2022, composto por: IDEPI ALFA, IDEPI F1, Índice de Equidade – Ieq; Índice Socioeconômico. Isso sem se falar do IDEB- Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico, que vai de mal a pior, ano a ano, enquanto a administração foca na política do “pão e circo” promovendo shows e festas, anestesiando os incautos, os menos esclarecidos. São quase 7 anos transcorridos.

Secretária de Educação com a “Rainha 1ª” Gracinha

Mão Santa parece haver esquecido que quem  foi eleito para administrar a cidade foi ele, Fracisco de Assis de Moraes Sousa, e nunca a Gracinha, sua filha, que hoje se acha dona da prefeitura, embora tenha deixado de ser secretária municipal há tempos e tenha sido eleita para ser deputada estadual. Mas ela não deixa de pensar no cofre da Prefeitura e continua desagregando, brigando com vereadores, achando que sabe e pode tudo. Quanta arrogãncia e prepotência, exercitadas com o aval do pai, prefeito Mão Santa , da mãe, Adalgisa e outros que poderiam dar um “basta” no destempero da moça. Mas, deixa seguir… Mesmo com índices alarmantes na saúde e educação, dizem que Parnaíba é de primeiro mundo…Fazer o quê??? ( BS)

 

 

EDITORIAL: E desde quando pesquisas ganham eleições?!!!

É UM  só o discurso dos diversos pré-candidatos a prefeito de Parnaíba, pelos partidos da base do governo Rafael Fonteles: “estamos unidos e, lá na frente, quem estiver melhor nas pesquisas, será o candidato  das oposições, apoiado pelo governador”. E todos querem ser o escolhido ou aparecer bem nas pesquisas para valorizar o passe na hora das negociações com o chefe do Executivo Estadual.

A foto acima mostra uma reunião de alguns pré-candidatos a prefeito de Parnaíba contra o esquema do prefeito Mão Santa. Mas escolheram como guru o ex-prefeito José Hamilton, que não votou no governador Rafael Fonteles e disse que não votaria no PT, partido com o qual governou quando foi prefeito. Zé Hamilton disse certa vez, antes de Mão Santa disputar a reeleição em 2020, que seria candidato contra Mão Santa, Gracinha e todo mundo. O que se viu foi o genro de Hamilton na disputa como vice-prefeito do atual chefe do Executivo municipal. Portanto, o que Zé Hamilton diz não se escreve.

Para observadores, há perda de tempo com tantas reuniões à espera de resultados de pesquisas. Quem consagra nas eleições são os votos dos eleitores que, até agora estão à parte neste processo. É só lembrar que em 2016 todas as pesquisas davam como certa a reeleição de Florentino  Neto. E Mão Santa foi quem ganhou. Portanto, a saída é decidirem logo quem é quem e deixarem de gastar em vão saliva e sola de sapato. 

O QUE ELES ESTÃO FALANDO?!!!

O que os candidatos estão dizendo desta administração circence e do “rombo” que ela tem provocado nas finanças da prefeitura?!!! O que dizem de uma gestão que vive fazendo reformas em escolas e estas, em grande parte, continuam com sua estutura física depredada? Os postos de saúde, idem; E por que o Mão Santa já esqueceu de várias promessas de campanha, dentre os quais o problema de alagamentos nas áreas dos chamados piscinões. E quanto a prefeitura gasta com promoção pessoal da Gracinha, Mão Santa e Adalgisa, enquanto não promove uma campanha educativa nos meios de comunicação? Mas Parnaíba tem festas & mais festas; tem a “Terra Santa”; tem uma ponte para fazer da Pedra do Sal a melhor praia do mundo; e haja pão e circo! POBRE PARNAÍBA!!!

Parnaíba precisa mesmo “importar” de Cocal candidato a prefeito?!!!

A ausência de lideranças novas, fortes, combativas, comprometidas com as causas coletivas é uma realidade que não é característica apenas de Parnaíba mas de todo o país. Daí a trazer de Cocal um político para ser candidato a prefeito da mais importante cidade do Piauí é passar recibo de incompetência política. O deputado Rubens Vieira, de quem estamos falando, tem o direito de ser candidato a prefeito, sim, desde que obedeça os ditames da lei. 

Deputado Rubens Vieira

Porém, não nos parece uma boa ideia, considerando que até bem pouco tempo chamam de forasteiro o deputado Dr. Hélio, que, direntemente de Vieira, aqui reside, tem empresas na cidade, serviço prestado, enfim, já há algum tempo possui uma identidade com os problemas daqui, diferentemente do Cocalense, que até agora apenas recebeu dos parnaibanos (os votos) nada dando em troca.

Não seria a hora dele procurar cumprir o papel de deputado, fortalecendo a bancada de Parbaíba no legislativo estadual? Procurar contatos com lideranças locais com esse objetivo, deixando o espaço para que os parnaibanos de boa vontade assumissem a obrigação de darem um pouco de sí em benefício da cidade? 

Aliás, é hora dos parnaibanos verdadeiros, empresários vitoriosos, políticos que ainda possuem condições de saúde, deixassem suas zonas de conforto e assumimem a posição de candidatos, pra valer, porque Parnaíba não pode ser entregue a aventuras de quem deseja apenas ficar rico no exercício de um mandato. E Cocal tem dado bosns exemplos de políticos ruins,que foram parar na cadeia, por malversação de dinheiro público. Para exemplificar, citamos os ex-prefeitos José Maria Monção e Chico Antônio Fontenele. É preciso que se dê conhecimento, às gerações mais recentes, da verdadeira história política deste Estado.

Por haver “ajudado” um grupo de vereadores de Parnaíba a “ajeitarem” os votos que ele obteve, para deputado estadual, esses mesmos vereadores, ao invés de estarem tentando fortalecer o projeto de colegas seus, que também desejam ser candidatos a prefeito, abrem os braços para quem não conhece a cidade e sequer se sabe do que, de fato, ele deseja para Parnaíba no caso de eleito prefeito. Esse é o ponto! E pronto!!!!

Parnaíba e as lorotas do prefeito Mão Santa: Pedra do Sal seria nossa nova Copacabana?!!!

A ideia que os bajuladores  desejam passar, com a aquiescência dos donos da prefeitura,  é que Parnaíba só existe porque o prefeito é o Mão Santa. Antes dele não existiu prefeito. E que não existem casais que se amem na cidade, apenas Mão Santa e Adalgisa, cuja família é a mais perfeita, dizem. Com destaque para a Gracinha, que já foi a melhor e  maior engenheira do mundo, quando secretária municipal de Infraestrutura e agora é a maior, melhor e a mais preparada deputada estadual. Essa bajulação desmedida rola nas redes sociais.

MÃO SANTA PROMETE MANDAR CANDIDATO AO GOVERNO DO PIAUÍ A MERDA SE REJEITAR BOLSONARO - YouTube

Por seu turno, Mão Santa se diz o maior político, o mais preparado e o melhor prefeito do mundo. Só ele sabe das coisas. Os outros são abestados. Ou “uns bostas”, como costuma chamar alguns assessores. Já disse que a Parnaíba, por ele governada, é melhor que Paris. A Avenida São Sebastião está mais e melhor iluminada que a Avenida  Champs Élysées (Campos Elíseos) em Paris, que possui uma extensão de quase dois quilômetros. Depois, numa área que era utilizada para a prática esportiva, ao lado da Igreja de São Sebastião, construiu uma cerca com umas imagens dentro e botou o nome de “Terra Santa”, dizendo que era algo parecido com alguma coisa existente em Buenos Aires.

Agora fez uma réplica do Cristo Redentor dentro da Terra Santa… Dizem que pra incentivar o turismo religioso. Mas já foi feita uma imagem de São Francisco, no bairro do mesmo nome, com o mesmo objetivo e até hoje lá os turistas não pisam.

Como existe também uma imagem de Nossa Senhora dos Pobres do Piauí, na Ilha Grande, ou Morros da Mariana, que seria para incentivar o turismo religioso. Quantos turistas vão lá num ano?!!!

Para finalizar: Mão Santa, quando brigou com o bispo, Dom Juarez, e disse ser ele (o bispo) petista, Mão Santa disse que era ele, o prefeito, o maior representante da igreja católica, e não o bispo.

Bem vindos a praia Pedra do Sal. Localizada a 15km de Parnaíba é uma praia caracterizada pelas pedras que ficam ao meio, pela rusticidade e pela forte brisa ocasionada pela curva situada nas pedras.

NÃO SE ASSUSTEM SE QUANDO FOREM CONCLUÍDAS AS BARRCAS QUE A PREFEITURA ESTÁ FAZENDO NA PEDRA DO SAL, QUE NÃO VAI RESOLVER OS REAIS PROBLEMAS DO TURISMO LOCAL, ELE PASSE A DIZER QUE NOSSA PRAIA VAI SE CHAMAR A NOVA PRAIA DE COPACABANA. E OS BAJULADORES HÃO DE APLAUDIR.

 

O PL das “Fake News”

Por Zózimo Tavares,

O Brasil vive, desde 2020, um apaixonado debate em torno do projeto de lei que busca reforçar a regulamentação e fiscalização sobre plataformas digitais, como redes sociais, aplicativos de trocas de mensagens e ferramentas de busca.

Trata-se do PL 2630, mais conhecido como PL das Fake News, já aprovado no Senado e em discussão na Câmara dos Deputados.

O projeto vem dentro de uma embalagem de luxo, com a pomposa proposta de instituir a “Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet”.

Antes de fazer uma breve análise da iniciativa, lanço duas premissas: a primeira é que Fake News existe desde que o diabo era menino. Apenas era batizada com outro nome.

A segunda é que só houve interesse de fato nessa proposta depois que as tais Fake News atingiram mais de perto os políticos mais graduados e outras altas autoridades da República, como ministros do Supremo.

Censura nunca mais!

O discurso contra as Fake News é fácil. Difícil é enfiar na cabeça dos menos avisados que toda essa discussão faz parte de um brutal jogo de interesses envolvendo poder e muito dinheiro.

A internet foi criada com a ideia de ser um território livre. Apesar disso, não é terra de ninguém.

Os que produzem ou recebem e repassam informações falsas através das mídias sociais estão sujeitos a penalidades já definidas claramente na legislação brasileira.

Nessa perspectiva, não há necessidade de criação de novos instrumentos de controle da mídia. Basta aplicar a lei.

O que se busca, na verdade, com o PL das Fake News é a censura pura e simples – alguns abertamente; outros, como o governo, por debaixo do pano. (O controle da mídia é, aliás, uma obsessão petista).

Se tal projeto virar lei, aí, sim, o Brasil vai ficar do jeito que o diabo gosta!

Fonte: Portal AZ

Enquanto uns se iludem com os deboches do Mão Santa preparam Gil Borges para sucedê-lo

Durante a campanha de Gracinha a deputada, Gil Borges foi visto algumas vezes com uma sacola à tiracolo, no papel de “homem da mala”

Enquanto uns se iludem com os deboches do prefeito Mão Santa, que vive lançando nomes como prováveis candidatos à sua sucessão, nos bastidores se comenta que o nome verdadeiro é o do secretário de Fazenda Gil Borges, uma espécie de marionete da segunda prefeita- a Gracinha. Para evitar alvoroço antes do tempo não há muita publicidade do nome.

O que credencia Gil Borges para ser “ungido” por Mão Santa à sua sucessão é porque se comporta como um fantoche na secretaria que ocupa e que só faz o que é autorizado pela deputada que, embora não tenha mais nenhum cargo na prefeitura, em toda a propaganda com realizações da gestão municipal o nome dela aparece, como se fosse onipotente, onisciente e onipresente.

Publicação de um assessor de Mão Santa numa rede social.

Gil Borges não é melhor e nem pior do que os outros. Os comissionados da prefeitura, pagos com dinheiro do povo para venderem ilusão nas redes sociais, já publicaram como pré-candidatos a prefeito do grupo de situação os seguintes nomes: João Carlos Guimarães, assessor da prefeitura,  Marcelo Moraes, que ningué sabe nem quem é; Maurício Machado, secretário de transportes, Gustavo Lima, ex-vereador, e outros, cujos nomes nos fogem à memória. De todos os nomes, há ainda o do deputado Dr. Hélio, que parece não conhecer o tamanho da falsidade daqueles de quem foi opositor em 2020, quando foi candidato a prefeito e foi por eles execrado publicamente. Hoje, não se sabe se o deputado segue o governo do Estado em Parnaíba ou ao prefeito Mão Santa. E ele sabe que não se pode servir a dois senhores. E mais: esse papo de “união pela Pàrnaíba” nunca existiu e jamais existirá. É um discurso besta de priscas eras.

OPINIÃO: Combate ao bullying e à violência na escola

*Carla Lyra Jubilut

Recentemente, os episódios de ataques e agressividade em colégios vêm alertando a urgência em se debater sobre bullying e violência na comunidade escolar. É considerado bullying qualquer perseguição, agressão e/ou violência, seja física, verbal ou psicológica, realizada com frequência. Casos pontuais, ou seja, que foram realizados apenas uma vez, apesar de graves, não são classificados como bullying por não apresentarem uma recorrência.

No final de março, um relatório da APEOESP (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) apontou que 48% dos estudantes e 19% dos professores das escolas públicas do Estado de São Paulo afirmam ter sofrido algum tipo de violência. Um número muito alto como este reforça a necessidade de se tratar e combater as causas para que o ambiente escolar consiga inibir a prática. 

Quando acontece uma situação de bullying na escola, é preciso reconhecer a raiz da situação. Aproximar as famílias dos envolvidos e dialogar com os alunos contribui para criação de um espaço aberto e acolhedor. Os estudantes se sentem confortáveis e protegidos ao buscarem ajuda, criando por sua vez uma relação de confiança e acolhimento, algo que é fundamental para atender estudantes que precisam de um espaço de escuta atenta e ativa.

Com a intenção de prevenir o bullying no ambiente escolar, a conduta é trazer esse assunto e notícias relacionadas em todos os ciclos de ensino. Nos anos iniciais do Fundamental, por exemplo, pode-se debater sobre o que é; já nos anos finais, deixar os estudantes terem acesso a notícias ligadas ao tema e promover rodas de conversas entre eles. No Ensino Médio, a sugestão é estimular debates nas aulas e compartilhar com os adolescentes todas as consequências, tanto para quem causa, quanto para a vítima. Para além dos muros da escola, convidar e aproximar as famílias e os responsáveis por meio de debates e esclarecimento de situações também é válido. Vale lembrar que, para muitas pessoas, ainda é preciso ensinar o que é e como configura o bullying. 

Portanto, se alguma prática for identificada dentro da escola, a conversa tem que ser aberta imediatamente às famílias dos envolvidos para que o gatilho e os motivos que levaram o estudante a tomar determinada atitude seja revelada e logo tratada. Há situações em que se pode consultar especialistas, se for preciso, para solucionar os casos mais complexos. A correção do agressor deve ser feita com educação e as medidas de prevenção passam por ações que buscam manter um ambiente respeitoso, que começam por sua vez com a criação de uma cultura de comunicação não-violenta. O caminho para isso é ensinar sobre diversidade, respeito e principalmente ser uma comunidade escolar inclusiva.

*Carla Lyra Jubilut é Arte-educadora, Comunicadora Social e Pedagoga. Especialista em Metodologias Ativas e Psicopedagogia pelo Instituto Singularidades, Coordenadora Pedagógica na Escola Luminova Vila Prudente,  no Ensino Fundamental I, 6ºs e 7ºs anos, e  Advocate e Mentora do Global Schools Program – First Cohort – um programa da Unesco que defende a implementação dos ODS na comunidade escolar.

Uma reflexão para todos os políticos

Nos dias atuais, mais do que nunca, as pessoas estão abraçando a política como sendo o caminho mais rápido para ficar rico, o que é uma visão desvirtuada. Poucos sãos os que fazem da política um caminho iluminado para contribuir com a melhoria de vida dos que são realmente necessitados. É o materialismo se sobrepondo ao que realmente importa, que é o crescimento espiritual das pessoas. E daí, estão perdendo suas almas, comprometendo-se diante das leis divinas, em função do que muitos já pagam muito caro do outro lado da vida.-

O texto a seguir é uma psicografia que copiamos de um livro espírita, que serve de reflexão e alerta àqueles que pensam que tudo termina com a morte. Aliás, a morte só existe para o corpo físico, de carne. O espírito é eterno. Leia:

“Ainda é com imensa tristeza que acompanho os passos de nossos irmãos que reencarnam com o sagrado dever do mandato político. De um modo geral, no inicio de suas  carreiras, a maioria alimenta o desejo sincero de fazer da política a ferramenta preciosa para o bem-estar da população. Mas, quando estão investidos no cargo, embriagam-se pelo poder temporal, encantam-se com as facilidades que o poder lhes faculta, enlouquecem com as possibilidades do ilícito, ficam fascinados com o brilho monetário, e esquecem completamente de seus objetivos iniciais, e terminam por se corromper de forma profundamente lamentável.

Temos, no cenário político de hoje, irmãos que detêm cargos de grande responsabilidade, porém fraquejam  diante das seduções e se corrompem diante do poder. Infelizmente, o cargo político é uma grande prova  em que a maioria naufraga fragorosamente e, quando apontar do lado de cá, sofrerá as consequências de suas atitudes indecorosas, irrefletidas, e inconsequentes, mas, então, será muito tarde para lamentações. Não podemos esquecer jamais o pensamento que diz: “quer conhecer uma pessoa? Dê poder a ela”.

Enquanto a oposição se divide, Mão Santa surfa rumo à vitória em 2024

Enquanto não acerta o passo o grupo que apoiou a candidatura de Rafael Fonteles em Parnaíba, o prefeito Mão Santa surfa em popularidade e poderá fazer de uma mala “véia” qualquer ou um poste, o seu sucessor na eleição do ano que vem. O PT em Parnaíba é assim: quando das eleições gerais, de presidente da republica a deputados estaduais, dá um banho de votos em cima do Mão Santa. Nas eleições municipais, capitula. Exatamente por não saber fazer oposição ao que está aí.

Com uma propaganda agressiva, exagerada, mentirosa,  e não questionada, Mão Santa dá um baile na oposição

Mão Santa é um político atrasado, com um discurso obsoleto repetido há mais de 50 anos, quando ajudou eleger Elias Ximenes do Prado a prefeito de Parnaíba, no início dos anos 70. Ninguém suporta ouvi-lo por mais de meia hora., pelas besteiras que diz. Porém, sabe enganar o povo, com palavras falsas, mas fortes. Se não acolhe ou afaga o necessitado, pelo menos finge fazê-lo. Dá migalhas, porque sabe que o pobre só não se contenta é com arrogância e com a tal de “coisa nenhuma”. E assim vai…com uma propaganda intensa que não condiz com a realidade dos fatos, porque por debaixo do tapete da gestão tem muito lixo.

Mão Santa não pensa nas próximas gerações. O foco é a próxima eleição. Sempre foi assim. Daí suas obras sejam de fachada, para “enganar”, iludir, encantar os olhos dos abestados. As pessoas podem estar sofrendo assédio moral dentro da prefeitura, no gabinete dele, mas ele finge não ver. Manda trazer mais uma banda de forró e faz um show. Servidores podem é estar com seus salários achatados há anos, mas para ele não interessa. Inaugura mais dois metros de calçamento, manda pintar calçadas e manter limpas as áreas de maior visibilidade. E manda a banda tocar…. APRENDAM! 

Hegemonia:Falta uma unidade de comando na oposição de Parnaíba, onde cada um parece olhar apenas para o próprio umbigo.

E a oposição, por que não se posiciona? Cala! Como anestesiada, a oposição, a começar dos vereadores, finge não ver. Acha que o Mão Santa é o maior prefeito do mundo e sonha com um dia chegar à prefeitura para fazer o mesmo. Não questiona. Não discute os problemas da cidade. Não diz o que deseja e quais os caminhos que pretende seguir, caso chegue ao poder. Enquanto isso, não faltam os candidatos a prefeito. Quais os projetos para Parnaíba? Até agora, nenhum. Talvez porque essas candidaturas se alimentem apenas em projetos pessoais. Na vaidade pura. No egocentrismo.

ACORDEM, SENHORES DA OPOSIÇÃO! OU O MÃO SANTA VAI ENGOLIR VOCÊS DE NOVO, EM 2024!

 

Uma reflexão sobre leitura no “Dia do Jornalista”

Jornal “Folha do Litoral”, que junto com a “Rádio Educadora de Parnaíba” (onde tive meus primeiro emprego), fazem parte hoje do acervo da “terra do já teve”!

Chamamos a atenção dos nossos poucos leitores para a crônica do escritor e jornalista Pádua Marques, sob o título “ Adeus para aquela que um dia sonhou ser a praça dos poetas!” que reproduzimos em outro espaço deste blog, quando ele diz o seguinte, sobre a realidade do parnaibano com relação à leitura:

Na “finada” Praça dos Poetas havia espaços até para as pessoas lerem um bom livro

(..)Como dar espaço pra que alguém pudesse ler um livro se nem livraria aqui tem? Aqui tem livraria? Dirão alguns que tem sebos. Aqui ninguém gosta de ler, logo não precisa ter livraria nem biblioteca. E se não tem livraria pelo menos tem banca de revista. No centro da cidade têm duas. A Banca do Louro e outra da praça de Santo Antônio. Estranho se dizer que Parnaíba é uma cidade universitária e não tem livraria, biblioteca pública. Tem uma na avenida São Sebastião, mas é um segredo de se saber o que tem, mais parecendo as catacumbas dos faraós no Egito.

Nosso primeiro emprego em Parnaíba foi como revisor do Jornal “Folha do Litoral”, lá pela segunda metade da década de 70, quando não tínhamos ainda completado os 18 anos. O jornal saia sempre às quartas-feiras e sábados. E, nesses dias, grande era a quantidade de pessoas na porta do jornal, querendo um exemplar, gratuitamente. (Eram pessoa de certo poder aquisitivo, muitos viviam jogando sinuca no Bar Parnaíba). Mas a aquisição do jornal na bancas era mínima. Ou seja, não havia interesse na sua compra. E eu já começava a desconfiar que o povo daqui não gostava de ler, porque, caso não fosse de graça, poucas eram as pessoas que compravam nossa publicação. E sempre foi assim, até quando o jornal impresso saiu de moda.

Resumindo: uma “cidade universitária que não tem uma biblioteca moderna, um livraria ou coisa que o valha, não precisa mesmo de Praça dos Poetas. O ex-prefeito Paulo Eudes fez para atender o pedido do amigo e seu secretário, à época, escritor Benjamin Santos, que não procurou sondar a realidade parnaibana dos “poetas” do litoral. Naquela época, como nos dias de hoje, havia muito mais vaidade, ego inflado, do que poesia na alma. (Por:Bernardo Silva)

Adeus para aquela que um dia sonhou ser a “Praça dos Poetas”!

Por:Pádua Marques(*)

Finalmente está no chão frio da calçada na região histórica de Parnaíba, igual um mendigo encontrado morto na madrugada ou um assaltante abatido pela polícia, uma das maiores aberrações e exemplos do mau uso do dinheiro público e da inutilidade, a Praça dos Poetas, onde antes e durante muitos anos foi o terminal urbano de transporte público.

Foi construída a toque de caixa e sem qualquer orientação, assim sem pé nem cabeça, na administração do prefeito Paulo Eudes Carneiro. Desde o início nos primeiros anos da década do ano 2000, os próprios poetas já sabiam que não era tempo e lugar pra aquela arrumação porque a categoria estava em processo lento de extinção.               

Nunca serviu pra coisa nenhuma e todo mundo sabia muito antes que seria um elefante azul e branco no centro de Parnaíba. Não foi por falta de aviso. Não deu outra. Pode até se dizer hoje e agora que foi uma verdadeira perversidade com os poetas, alguns poucos que acabaram tendo seus nomes colocados em placas naquela praça, que enquanto viva mais parecia um cemitério abandonado, uma casa malassombrada.

            Se fosse uma pessoa, assim de carne e osso, teria tido vida curta, pouco mais de vinte anos. Tão curta como a vida desses rapazinhos que entram no mundo do crime, das drogas e do roubo de celular em qualquer lugar do Brasil. E morreu sem alcançar seus objetivos, o de ser um espaço onde se pudesse ler um livro, contemplar a paisagem da cidade em movimento. Até foram construídos bancos e mesas com cobertura pra se jogar xadrez. Nada adiantou.

Parnaíba em Nota: Praça dos Poetas segue abandonada (23/06/2014)

Mas como dar espaço pra que alguém pudesse ler um livro se nem livraria aqui tem? Aqui tem livraria? Dirão alguns que tem sebos. Aqui ninguém gosta de ler, logo não precisa ter livraria nem biblioteca. E se não tem livraria pelo menos tem banca de revista. No centro da cidade têm duas. A Banca do Louro e outra da praça de Santo Antônio. Estranho se dizer que Parnaíba é uma cidade universitária e não tem livraria, biblioteca pública. Tem uma na avenida São Sebastião, mas é um segredo de se saber o que tem, mais parecendo as catacumbas dos faraós no Egito.

A Biblioteca Pública, essa que havia há anos instalada na rua Duque de Caxias, com um acervo do tempo das caravelas, a sala mal conservada e caindo o reboco das paredes e que ficava no térreo do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Parnaíba, foi deslocada pra um ponto da rua Marechal Pires Ferreira, lugar onde não tem e nunca teve clientela e os funcionários passam o dia todo cochilando e com a mão no queixo. No seu lugar foi instalado um abrigo pra moradores de rua. Eu nem preciso falar mais nada.

Agora a conversa é de que no lugar da finada praça será construído um shopping popular. Essa coisa de popular, do povo e outros nomes apelativos, é pura demagogia. Mas quem conhece Parnaíba já nem deveria estranhar certos comportamentos de seus administradores e políticos, sua classe empresarial, suas lideranças sociais, os seus ditos intelectuais com ideias segregacionistas, ufanistas e narcisistas.

A praça dos poetas, que ninguém gostava dela, aquela que tomou o espaço de um necessário terminal de transporte urbano, dentro de mais alguns anos vai ter quem tenha saudades. Porque aqui em Parnaíba é assim, se acaba pra depois ficar se lembrando.

Pádua Marques(*)  romancista, cronista e contista, jornalista. Membro da Academia Parnaibana de Letras – Cadeira 24.

O fim do jornalismo que começou com Euclides da Cunha

Euclides da Cunha

Por Moisés Mendes, jornalista, em seu blog

As demissões na Globo, que chegarão às outras corporações de mídia, mesmo que sem a mesma intensidade, não são consequência apenas da crise dos negócios nessa área.

É o fim de um modelo empresarial e profissional. O repórter deixa de ser a estrela de empresas de jornalismo na transição traumática para o mundo digital e de todo tipo de robô.

Grandes grupos de jornalismo podem estar deixando de oferecer o que sempre fizeram.

Folha, Globo e Estadão (e também as TVs do segundo time) terão mais gente de fora da empresa, de preferência comentaristas formados em Harvard e misturados a picaretas de direita, todos sentados numa bancada fixa, do que jornalistas nas ruas e nas redações.

O jornalismo clássico, no que tem de mais básico, virou um estorvo para empresas de jornalismo. Tudo será terceirizado e precarizado, na sequência da pejotização.

As crises das grandes fábricas e das montadoras chegam com força à linha de montagem das corporações de mídia. Os demitidos são veteranos integrantes da última geração do século 20 que vinha tentando fazer a passagem para a comunicação do século 21.

Outra coisa surgirá logo adiante, no lugar que eles ocupavam, sem que ninguém saiba que coisa será essa.

O jornalismo de campo e de longas distâncias, a reportagem com profundidade, as apurações investigativas, muitas vezes sem pressa, não existirão mais, com as exceções de sempre.

As corporações desistiram, por encolhimento de receita e mediocridade de projetos que pudessem fazer a transição para outros modelos.

Cumpre-se também nas corporações de mídia o que aconteceu com a indústria do século 20. Os fabricantes de carruagem não se transformaram nos novos fabricantes de automóveis.

É o que acontece com a indústria de carruagens da Globo. No jornalismo, é o começo do fim do que o repórter Euclides da Cunha iniciou no Estadão, com a cobertura de Canudos, e transformou em Os Sertões há 120 anos.

Como homenagem a Euclides, o trecho de Os Sertões em que ele descreve as favelas de Canudos. São plantas que batizam um morro e que depois dariam origem à definição também aos morros cariocas:

“As favelas, anônimas ainda na ciência — ignoradas dos sábios, conhecidas demais pelos tabaréus —talvez um futuro gênero cauterium das leguminosas, têm, nas folhas de células alongadas em vilosidades, notáveis aprestos de condensação, absorção e defesa. Por um lado, a sua epiderme ao resfriar-se, à noite, muito abaixo da temperatura do ar, provoca, a despeito da secura deste, breves precipitações de orvalho; por outro, a mão, que a toca, toca uma chapa incandescente de ardência inaturável”.

Abaixo, um texto de Denise Griesinger, disponível no site da EBC, que explica a relação entre a favela baiana e a favela carioca:

“A origem do atual Morro da Providência remonta a 1897, quando soldados que combateram na Guerra de Canudos, na Bahia, e que sobreviveram àquele episódio foram trazidos para o Rio de Janeiro. Aqui, sem ajuda do governo, começaram a improvisar habitações na encosta do morro. O povoamento ficou conhecido como Morro da Favela, referência não só ao morro existente em Canudos e de onde os soldados atacavam os religiosos liderados pelo beato Antônio Conselheiro, mas também ao arbusto “faveleira” (Cnidoscolus quercifolius), comum no sertão baiano”.

A “Politicagem” na Seduc puxa para o desastre a educação de Parnaíba

“Um prefeito que não cuida da educação das crianças, ROUBA o futuro de toda uma geração. Parnaíba não tem projeto para educação”. Frases como esta desde ontem circulam nas redes sociais, com relação aos últimos números do IDEB- Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, divulgados pelo MEC, onde a educação de Parnaíba perde em qualidade para municípios bem menores, como Cajueiro da Praia e Buriti dos Lopes.
É tudo irresponsabilidade de um prefeito que há muito tempo perdeu totalmente o comando da gestão, entregue aos familiares que nada mais sabem fazer a não ser praticar o populismo e a demagogia. Mão Santa, rigorosamente, deve vestir o pijama e passar o comando da cidade para o vice-prefeito, que também não se sabe se tem interesse de assumir uma função para a qual também foi eleito, desde que  a eleição foi ganha pelo atual prefeito.
Enquanto isso  a propaganda mentirosa e irresponsável da Prefeitura passa a impressão que vivemos às mil maravilhas no setor educação, onde as mulheres do prefeito, que comandam a prefeitura, protegem quem está à frente da SEDUC, que é uma secretária que não resolve os gargalos do setor. Está lá para fazer politicagem, num órgão educacional onde até denúncias de assédio moral existem. Estão brincando de administrar Parnaíba.
Secretária Fátima Silveira, sob a proteção das “mulheres” do prefeito, que mandam na prefeitura,  patina no desgaste de sua imagem aliado à sua incompetência
Parnaíba é um dos municípios que melhor paga salários aos seus profissionais de educação mas sem vantagem alguma. E esses salários interessantes nada tem a ver com Mão Santa e os(as) que mandam na gestão. É graças ao avançado plano de cargos e salários dos profissionais; uma intensa luta sindical, que passou a valer a partir de 2010, na gestão do ex-prefeito José Hamilton. Mão Santa nada mais fez, ao assumir em 2017, do que o trivial, além de prometer escolas de tempo integral, começando pelo Roland Jacob, mas que não saiu do papel.
MERENDA DE QUALIDADE?! kkkkkkkkkkkk
E ainda dizem que Parnaíba possui uma gestão modelo, que é copiada pelo mundo inteiro. Ora, ora, ora… não me façam rir!!! Mas,  de mentira em mentira, há os detentores de portarias e seus familiares que acham que uma administração deve ser avaliadas pela limpeza de praças e jardins. Salários achatados, não interessa. Falta de medicamentos nos postos de saúde, não importa. Educação em retrocesso pleno, não incomoda ninguém. A cidade está linda. No natal tem pisca pisca e ainda tem os grandes shows de forró. Ah, e agora temos uma deputada que representa a volta do povo ao poder. Só não disseram que é o povo da família dela, que hoje muitos estão pendurados na folha de pagamentos da Assembleia.(BS)

Uma reflexão sobre o dia 1º de abril: Chega de mentiras!!!

Esse Dia da Mentira, que era tão gostosamente celebrado entre amigos lá atrás, deveria, nos dias atuais ser abolido em definitivo. Não se falar mais dele. Porque não tem um dia específico para a mentira. Todos os dias as pessoas mentem, desavergonhadamente,  principalmente os políticos que querem se manter no poder e aqueles que querem chegar lá. E mais mentiroso ainda é quem ainda se deixa levar por “conversa pra boi dormir”. Estes mentem pra suas próprias consciências.

Muita gente ainda acredita em mentira porque tem preguiça de raciocinar. Porque tem mentira que é denunciada pelo olhar, pelos gestos das pessoas e pelo passado de quem deseja nos convencer que é uma coisa que nunca foi. Gente aí falando de ser honesto quando a sua própria consciência o acusa do contrário.; gente entrando na política porque tem aptidão para a mentira, para o fingimento, mas que não dorme tranquilo porque a consciência lhe diz que, se deseja ser gente bem, decente, reto, que não abrace a causa com discurso mentiroso.

Se a mentira tem pernas curtas. E comprovadamente tem, porque a verdade sempre aparece. E, às vezes, mais rápido do que se imagina, então, por quê mentir?!!! Aliás, eu disse aqui alguma mentira?(POR: Bernardo Silva)

Quem cala consente

Pelo fim da violência contra a mulher

Não basta comemorar, lembrar e festejar o dia ou mês das mulheres – 8 de março –, sem enfrentar as causas de violências contra as mulheres. É preciso sensibilizar a sociedade sobre as formas de violência de gênero, tirando-a da letargia, da passividade e da conivência.

Não adianta se dizer desfavorável às formas de violências contra às mulheres, sendo um agressor, omisso ou permanecer estático frente aos estupros, humilhações, feminicídios, agressões e ofensas. Urge romper, em definitivo, com a ideia de que o ciúme, a sensação de posse, a necessidade de controle e de que a mulher deve satisfazer o homem.

Assim, é essencial compreender as causas e discutir sobre a questão, para ser possível desconstruir comportamentos violentos e instaurar uma convivência respeitosa entre homens e mulheres, enfrentando a violência de gênero com inteligência e ações cotidianas.

É fundamental uma política pública de educação de enfrentamento das violências contra às mulheres, como tema transversal da educação infantil até a pós-graduação, para ensinar como prevenir e denunciar os casos, além de criar redes permanentes de apoio e de acolhimento das vítimas. Pois, quem silencia, com quaisquer formas de violências contra às mulheres, tem parte nessa hecatombe humana – violência física; violência psicológica; violência sexual; violência patrimonial; violência moral; violência política de gênero etc.

É necessário e possível enfrentar e controlar os comportamentos agressivos contra as mulheres, pois quando a violência é vista como normal e tolerada pela sociedade, tende a se tornar cada vez mais escancarada e aumentar os casos de feminicídio. Pois têm relações com o machismo e à estrutura patriarcal da sociedade brasileira, cujo enfrentamento vai além de viatura lilás e de visões rasas como a castração química – um modo inútil de vingança de mulheres vítimas contra os homens. Isso não resolve nem controla as causas e a dinâmica do fenômeno social complexo.

Um dos principais problemas para o enfrentamento da violência no Brasil é a insistência em cultivar a mentalidade ultrapassada de que trata-se de uma questão só de polícia, sobrecarregando e subutilizando as forças de segurança a despeito do fenômeno sociocultural complexo, que está na formação do povo brasileiro (DARCY RIBEIRO, 2005). Por exemplo, o enfrentamento – e não o “combate”, que traz a ideia de guerra – das formas de violências contra às mulheres deve ser feito diariamente em todos os espaços sociais, e não, apenas, em situações extremas e pontuais.

As formas de violências contra às mulheres são, em tese, comportamentos socioculturais construídos, assimilados e reformados por práticas de um povo que experimenta uma vida violenta em sociedade por não ter consciência de uma teoria de si mesmo. Ou seja, sem compreender quem somos e o que somos e qual a importância de nosso país no processo civilizatório.

Assim, também, para enfrentar as violências contra às mulheres é essencial que a sociedade brasileira conheça, debata e repense a própria história, para construirmos uma narrativa edificante de nós mesmos, agregando e pactuando valores positivos, profícuos, edificantes harmônicos, solidários e justos.

Outro caminho é discutir, em todos os espaços sociais, 1) o conceito de masculinidade tradicional; 2) abolir expressões machistas; 3) não aprovar piadas machistas; 4) ouvir as mulheres; 5) incentivar a liderança de mulheres; 6) equiparar salários de homens e mulheres; 7) não julgar e revitimizar as mulheres.

Portanto, trata-se de um processo contínuo de desconstrução de padrões, de comportamentos inaceitáveis, torpes e machistas. E, quem cala consente.( Por:Arnaldo Eugênio/Pensar Piauí)

OBS: Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do pensarpiaui.

Prisão de latrocida em Blitzs mostra que segurança precisa atualizar mandatos em aberto

Por:Silas Freire

A prisão de condenado pela Justiça, por roubo seguido de morte, mostra que estratégia de captura de elementos com mandatos de prisão em aberto não está eficaz. Elemento de iniciais, A.F.B., transitava livremente com 20 anos de condenação e dois mandatos de prisão em aberto. Agora, acreditamos que nosso aparelho de segurança fará um esforço para cumprir os mandatos de prisões em aberto, principalmente de criminoso contra a vida e praticante da modalidade criminosa que aterroriza a sociedade, que é o assalto.

As autoridades estão buscando estratégias eficazes para o combate à violência, embora a blitzs estáticas tenham caído de moda e seja repudiada pela população. O caminho é buscar aprimoramento. Em outros estados já não se aprende carros de cidadão com documentos atrasados nessas abordagem policial, se notifica em um sistema, e em uma segunda abordagem se não regularizado, são apreendidos. Até porque a intenção é prender bandidos que ameaçam a segurança. A população precisa compreender que as abordagem são necessárias e o Estado que o cidadão tem dificuldades. De mãos dadas se consegue diminuir os índices de crime.

Segurança quer garantir o registro da ocorrência policial 

O secretário de segurança, Chico Lucas, chegou a dizer no final de semana que o policial que dificultar o registro de um boletim de ocorrência poderá perder até o emprego. As autoridades estão corretíssima em otimizar a denúncia, mas tem que ter resolutividade porque se não, desmotiva a população que as vezes registra o crime na unidade policial, mas não ver resposta. Mas, Chico Lucas estabelecerá uma espécie de teto de meta para as distritais para unificar atenção  à população, e ainda será criado a central de B.O. Ótima ideia, mas tem que ter solução!

Fonte: reprodução

A campanha eleitoral acabou e não disseram para o Mão Santa

Enquanto pululam as reclamações, com relação à desorganização nas escolas municipais neste início de ano letivo, a prefeitura de Parnaíba continua sendo usada para fazer propaganda política da deputada estadual Gracinha M. Sousa Nunes, que parece ainda estar em plena campanha aproveitando, como aproveitou, da máquina administrativa municipal para angariar votos. É bom avisarem o Mão Santa que não estamos mais em campanha e que ele precisa assumir o comando pleno da gestão. Se está demente, cai fora!

A divulgação de fotos dela nas redes sociais, em meio a alunos da rede municipal de ensino, fica sem sentido no momento em que ela não é nem a prefeita(de fato e de direito, apenas de fato)e nem a secretária de educação. Também não é mais secretária de nada. Estaria no papel de vereadora, fiscalizando o andamento das coisas? E por que não procurou organizar, junto a seu “paipai”, itens como merenda escolar de qualidade, fardamento novo, transporte escolar, equipamentos básicos das escolas, etc. & etc??? Sim, porque o que a prefeitura divulga é mais mentira que verdade. Chega de demagogia e “faz de conta” também na educação, onde em 6 anos de mandato Mão Santa não construiu uma nova escola sequer (fez apenas alguns puxadinhos nas já existentes) e muito menos fez funcionar escolas em tempo integral, conforme promessa de campanha. E ainda falam que esta é uma “gestão modelo”. Só se for modelo de esculhambação. Ora, faça-me o favor!!!! (Por:Bernardo Silva)

 

Educação Municipal: A verdade dos fatos e o que propagam os demagogos da Gestão

Mão Santa transforma em verdadeira “avacalhação” a educação do Município

Ainda nos lembramos que quando a ex-governadora Regina Sousa assumiu o comando do governo do Estado o prefeito Mão Santa, de Parnaíba, disse que o governo estadual era uma avacalhação. Agora, fazendo uma análise dos fatos, relativos ao que se passa na Secretaria de Educação do Município, podemos afirmar que, rigorosamente, “avacalhação” é aquilo em que transformaram a educação municipal. Acompanhe nosso comentário no vídeo abaixo:

PHB: O 2º maior colégio eleitoral elegeu “na marra” dois deputados

Houve uma época em que Parnaíba, com menos de 30 mil eleitores, elegia entre 3 a 4 deputados estaduais, alguns dos quais já saiam eleitos com os votos garantidos dentro do próprio município. Não precisavam buscar votos fora. Hoje, com mais de 100 mil eleitores, só elege UM, no máximo, DOIS representantes para o Poder Legislativo Estadual. Onde está o erro? São os políticos que são ruins ou os eleitores que “aprenderam” vender os votos?

Dr. Hélio & Gracinha -os dois dos mais caros deputados eleitos nas últimas eleições para representarem Parnaíba 

O município de Picos, já há algum tempo, elege pelo menos três deputados a cada eleição, dando lição para Parnaíba. No último pleito, foram 5 os eleitos, enquanto o 2º maior colégio eleitoral do Estado elegeu dois, talvez dentre as eleições mais caras dos últimos tempos. É como o ex-deputado João Silva Neto costuma dizer: não existem mais eleições. O que há é leilão. Vence quem tem mais dinheiro para comprar votos. Reflitam sobre isso. Não seria este o motivo de Parnaíba sempre andar em círculos, ou patinando, enquanto o progresso vai contemplando outras cidade dos mesmo porte dela que dica para trás:? Vejam  Sobral, bem aí, no Ceará!!!!

fevereiro 2014 – Blog do B.Silva

Apesar da maioria dos eleitores locais ser de mulheres, Parnaíba elege apenas duas representantes do “belo sexo”

No âmbito municipal a história se repete. Nem sempre os mais preparados, os mais competentes, são os que se elegem para a Câmara Municipal. Alguns, depois de eleitos não querem mais sair, porque aprendem a economizar os altos recursos que recebem para  comprarem a reeleição. E as mulheres? Apesar de representarem a maioria do eleitorado, são desunidas. Por muito tempo elegeram apenas uma representante para a Câmara Municipal. Às vezes nenhuma. Atualmente apenas duas estão se elegendo e se reelegendo. Nas últimas eleições, uma delas não foi derrotada por muito pouco! Essa é a política de Parnaíba. (Por:Bernardo Silva)